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A dívida pública pode parecer um problema distante, algo que só diz respeito ao governo. Mas a verdade é que seu crescimento pode afetar diretamente o bolso da população.
Juros mais altos, crédito mais caro, aumento de impostos e até a inflação são algumas das consequências que impactam o dia a dia de todos. E o pior de tudo é que isso acontece independentemente da sua vontade.
A boa notícia é que você pode se preparar e evitar prejuízos. Neste artigo, a Bravo te explica tudo sobre o tema, com dicas para proteger seu dinheiro em tempos de incerteza. Confira com a gente!
A dívida pública do Brasil nada mais é do que o total de dinheiro devido pelo nosso governo a credores, sejam eles investidores, bancos ou outros países. Ela se divide em duas categorias:
Mas por que o governo se endivida? Para financiar despesas que a arrecadação de impostos não cobre totalmente. Saúde, educação, infraestrutura e até o pagamento de servidores públicos dependem desse dinheiro.
Então, para levantar esses recursos, o governo emite títulos da dívida, que funcionam como promessas de pagamento com juros no futuro. Quem os compra (como bancos, fundos de investimento e pessoas físicas) empresta dinheiro ao governo em troca de rendimento.
Esse mecanismo é importante para manter o país funcionando, mas quando a dívida cresce demais, pode gerar impactos diretos na economia e no bolso dos cidadãos.
O aumento da dívida pública brasileira tem a ver com diversos fatores, muitos dos quais são estruturais e cíclicos, e um dos principais é o alto nível de gastos que o governo tem. Afinal, o Brasil é um país enorme, com uma carga significativa de serviços essenciais, como saúde, educação e segurança. Além disso, existem os custos com pagamento de juros da própria dívida, que consomem uma parte considerável do orçamento.
Sem falar que o país enfrenta uma necessidade constante de investimentos em infraestrutura e programas sociais, áreas que exigem recursos gigantescos. Em períodos de crise econômica, como a que ocorreu durante a pandemia, o governo precisa aumentar seus gastos para mitigar impactos sociais e estimular a recuperação, o que também contribui para o crescimento da dívida.
Essas variáveis, junto à uma arrecadação de impostos que, muitas vezes, não é suficiente para cobrir despesas do governo, fazem com que a dívida continue crescendo.
O aumento da dívida pública tem uma relação direta com as taxas de juros, principalmente a Selic – taxa básica de juros definida pelo Banco Central. Isso porque, quando o endividamento do governo cresce, ele precisa atrair investidores para financiar sua dívida.
E para isso, oferece uma rentabilidade mais alta nos títulos públicos que, por sua vez, eleva a taxa Selic, já que esses títulos competem diretamente com outras formas de investimento no mercado.
Esse movimento pode aumentar o custo de crédito em todo o país. Com a Selic mais alta, as taxas de juros de empréstimos, financiamentos e parcelamentos também sobem, tornando o crédito mais caro para o consumidor e afetando diretamente as decisões financeiras das famílias e empresas, uma vez que operações de crédito se tornam menos acessíveis e mais pesadas para pagar.
Como vimos, com o crescimento da dívida pública, o governo recorre a um aumento na taxa de juros para atrair investidores e isso pode desencadear um aumento na inflação – o crescimento geral dos preços de bens e serviços –, já que os custos mais altos de financiamento e os juros elevados acabam sendo repassados para os preços, impactando diretamente o bolso da população.
Outro impacto para as pessoas é o encarecimento do crédito. Para as famílias, isso significa maior dificuldade em realizar compras parceladas ou fazer financiamentos para bens duráveis, como carros e imóveis.
Mas o efeito não para por aí: com o crédito mais restrito, a capacidade de consumo também diminui, afetando principalmente itens essenciais, como alimentação, moradia e transporte.
Uma das alternativas que o governo pode adotar para conter o crescimento da dívida pública é o aumento da carga tributária, ou seja, elevar os impostos. Embora essa medida ajude a aumentar a arrecadação e, em teoria, a equilibrar as contas públicas, ela também pode ter um impacto direto e negativo no bolso do cidadão.
Com impostos mais altos, as famílias acabam tendo uma renda disponível menor, já que parte do que seria destinado ao consumo ou à poupança tem que ir para o pagamento de tributos, o que pode comprometer o poder de compra e dificultar a aquisição de bens e serviços.
De fato, o aumento da carga tributária pode ser ainda pior para as classes mais baixas, que já têm um orçamento mais apertado.
Como o consumo é uma das principais alavancas para o crescimento do PIB, uma redução no consumo pode gerar um ciclo de desaceleração econômica, afetando tanto as famílias quanto as empresas.
Assim, embora o aumento de impostos seja uma medida para controlar a dívida, ele também traz grandes desafios para a economia e o bem-estar geral dos cidadãos.
O aumento da dívida pública também pode ter um impacto significativo nos investimentos pessoais, principalmente pela relação entre os juros altos e a rentabilidade das aplicações financeiras.
Para quem investe em renda fixa, esse cenário é vantajoso, já que títulos públicos e outros investimentos atrelados à Selic tendem a oferecer maiores retornos.
Com juros mais altos, essas aplicações se tornam mais atraentes, uma vez que os rendimentos acompanham esse aumento, ponto bom principalmente para investidores que buscam segurança e estabilidade para o dinheiro.
Por outro lado, quem busca crédito ou deseja investir em negócios pode enfrentar desafios. Como vimos, o aumento da Selic aumenta o custo do crédito, tornando empréstimos e financiamentos mais caros, e isso pode dificultar a expansão de empresas, em especial as de menor porte, e afetar o planejamento financeiro de quem depende de recursos externos.
Com o aumento da dívida pública e seus impactos na economia, é fundamental que as pessoas adotem algumas estratégias para minimizar os efeitos no orçamento pessoal.
Uma dica importante é evitar compras parceladas de longo prazo. Em períodos de juros altos, o custo de financiamentos pode ser muito pesado e comprometer seu orçamento. Por isso, optar por pagamentos à vista ou em prazos curtos ajuda a evitar o acúmulo de dívidas com altas taxas.
Outra recomendação é priorizar investimentos seguros, como a renda fixa, que tende a ter maior rentabilidade quando a Selic está alta. Esses investimentos ajudam a proteger seu dinheiro da inflação e das oscilações do mercado.
Também é fundamental reduzir dívidas, principalmente as de longo prazo, como cartões de crédito e empréstimos pessoais. Elas podem se tornar mais caras com o aumento dos juros e impactar diretamente seu orçamento.
Por fim, manter um planejamento financeiro eficiente é essencial. Monitorar seus gastos, ter uma reserva de emergência e planejar a longo prazo são passos importantes para garantir que você passe por períodos de incerteza econômica com mais segurança e estabilidade.
A Bravo pode ser uma parceira e tanto para quem deseja renegociar dívidas e recuperar o crédito. Oferecemos soluções personalizadas para ajudar os endividados a entenderem a melhor forma de lidar com seus débitos, seja por meio de refinanciamento, reestruturação de pagamento ou redução de juros.
Com o nosso apoio, é possível negociar diretamente com credores, buscando condições mais favoráveis e viáveis para pagar dívidas.
Uma das grandes vantagens de buscar o apoio da Bravo é o acesso a especialistas em negociação de dívidas, que possuem experiência para lidar com as diferentes situações financeiras e podem orientar sobre como priorizar as dívidas mais urgentes e ajudar a construir um plano de pagamento que não comprometa ainda mais o orçamento familiar.
A renegociação de dívidas é um dos primeiros passos para recuperar a estabilidade financeira. Ao regularizar a situação, você pode melhorar seu score de crédito, facilitar o acesso a novos financiamentos e, enfim, retomar a saúde financeira sem o peso de dívidas.
A Bravo, com toda a expertise, oferece o suporte necessário para dar esse passo importante com segurança e confiança. Portanto, não enfrente esse período de incerteza econômica sozinho: conte com a gente e recupere o controle das suas finanças!
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