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Ajuizamento de dívida: como se proteger e sair dessa situação sem perder tudo!

O ajuizamento de dívida pode soar como algo assustador para quem não sabe exatamente do que se trata e, principalmente, se você está inadimplente.

Afinal, se ficar com dívidas atrasadas já é algo que traz muitas preocupações e medos, o risco de ser levado à Justiça por conta dessas pendências torna tudo ainda pior.

De qualquer forma, não adianta tentar tapar o sol com a peneira: a inadimplência pode resultar no ajuizamento de dívida. E isso precisa ser devidamente administrado para não prejudicar mais ainda a saúde financeira do devedor.

Pensando em te explicar para evitar preocupações excessivas, ainda mais por não entender do que se trata, nós da Bravo fizemos esse conteúdo com diversas informações sobre o tema e tudo o que você precisa sobre esse assunto, além muitas dicas de como lidar com essa situação.

Leia até o final e esclareça as suas dúvidas!

O que é o ajuizamento de dívida?

De maneira geral, o ajuizamento de dívidas se trata da cobrança judicial de uma dívida. Ou seja, quando o valor passa a ser cobrado por meio da Justiça e é aberto um processo judicial pelo credor. No entanto, é importante esclarecer que, na maioria das vezes, a Justiça só é acionada para a cobrança em último caso.

Durante um longo período as empresas costumam entrar em contato com o devedor para realizar um acordo sem que medidas jurídicas tenham que intervir – que chamamos de “extrajudicial”.

Com isso, se o débito for pago nessa fase, é possível evitar todo um processo burocrático que pode ser oneroso e levar tempo. No entanto, quando esse esforço não mostra resultados, acontece o ajuizamento de dívida.

Procedimentos que ocorrem antes do ajuizamento de dívida

A verdade é que nenhuma empresa quer ter que cobrar um cliente por meio de um ajuizamento porque a cobrança demanda tempo, gastos, muita burocracia e pode acabar com o bom relacionamento com o consumidor, mesmo que ele esteja devendo. Por isso, é comum que, antes de seguir para a cobrança judicial, a empresa faça várias tentativas de negociações.

São feitos contatos telefônicos e envio de cartas de cobranças, oferecendo acordos, parcelamentos e uma melhor forma de quitar o valor devido, da forma que seja melhor e beneficie ambas as partes.

Vale lembrar que todo esse processo deve ser feito sem que o devedor seja constrangido de qualquer forma. Caso isso aconteça, é possível pleitear judicialmente uma indenização por danos morais devido à cobrança vexatória.

Como funciona o ajuizamento de dívida?

Existem três tipos mais comuns de ajuizamento de dívida:

Ação de execução de título extrajudicial/judicial: neste tipo de ação, o devedor já recebe intimação para realizar o pagamento da dívida e, caso ele não cumpra com a obrigação, seus bens podem sofrer bloqueio ou penhor. É o melhor mecanismo processual para cobranças de débitos;
Ação monitória: este tipo de ajuizamento de dívida costuma ser usado com títulos de crédito que já perderam o prazo para a Ação de Execução, sendo uma alternativa de cobrança judicial. Embora o devedor seja intimado a realizar o pagamento, há a possibilidade de apresentar uma defesa antes de acontecer o bloqueio dos seus bens;
Ação de cobrança procedimento comum: é a alternativa mais demorada dentre as três, pois geralmente o credor não possui todos os documentos necessários para a Ação de Execução. Por isso, se trata de um processo mais longo, que depende de provas para validar o título de crédito. Dessa forma, o credor só pode buscar bens do devedor após o juiz deferir uma sentença judicial favorável.

Quanto tempo dura o processo de ajuizamento de dívida?

Como adiantamos, este pode ser um processo longo. No entanto, isso depende das características da despesa em questão. Por exemplo:

– Se o devedor tem a intenção de pagar;
– A velocidade do cartório responsável;
– A disponibilidade do juiz;
– Os bens disponíveis para cumprir com o pagamento;
– Se o devedor entrará com recurso ou não.

De todo modo, podemos estimar um período que dure de seis meses a dois anos.

Como sei se uma dívida teve ajuizamento?

Mais do que saber o que é ajuizamento de dívida, é fundamental saber se ela teve ajuizamento ou não. Quando isso acontece é comum que o devedor receba um aviso judicial sobre a existência desse débito.

Porém, também é possível verificar seu CPF para descobrir se há algum ajuizamento de dívida bancária, por exemplo. Fazer isso é bem fácil, basta entrar nos principais sites dos Serviços de Proteção ao Crédito, como SPC e Serasa, e fazer uma consulta.

Caso você tenha um processo de ajuizamento em seu nome, pode entrar em contato com o credor e informar a sua intenção de quitar as pendências. Ou, caso tenha provas que neguem essa cobrança, pode apresentá-las em até duas semanas

Vale a pena pegar um empréstimo para quitar dívidas?

Pegar um empréstimo para quitar dívidas pode ser uma solução, mas é importante considerar os riscos derivados dessa escolha, principalmente se há possibilidade de ajuizamento.

Como vimos, o ajuizamento de dívida ocorre quando o credor recorre à Justiça para cobrar um débito não pago, e esse processo pode resultar em bloqueio de bens e contas bancárias, além de outras complicações legais.

Optar por um empréstimo pode ajudar a consolidar várias dívidas em uma única parcela, facilitando o gerenciamento financeiro. No entanto, é muito importante analisar se as condições do novo empréstimo são realmente vantajosas.

Taxas de juros mais baixas e prazos de pagamento mais longos podem ser uma boa, mas é essencial garantir que o novo empréstimo não aumente ainda mais o endividamento.

Antes de decidir, considere renegociar suas despesas diretamente com os credores. Muitas vezes, é possível obter condições melhores sem a necessidade de recorrer ao crédito.

Mas, se decidir pelo empréstimo para pagar dívidas, verifique as credenciais da instituição financeira e busque referências de outros clientes para garantir que está fazendo uma escolha segura.

Como a Bravo pode ajudar na negociação antes que haja o ajuizamento de dívida?

A Bravo é a melhor aliada na negociação para quitar dívidas e na prevenção do ajuizamento. Com uma equipe de especialistas, oferecemos consultoria personalizada para te ajudar a entender sua situação financeira e encontrar as melhores soluções.

Ao negociar direto com os credores, intermediamos as conversas buscando acordos que sejam vantajosos para ambas as partes. Isso pode incluir a redução de juros, a extensão dos prazos de pagamento ou a renegociação do valor total da dívida. Assim, essas medidas podem evitar que o débito vá parar na Justiça, poupando você de complicações legais e custos adicionais.

Também oferecemos suporte contínuo para manter suas finanças em ordem. Com ferramentas de monitoramento e planejamento financeiro, é possível evitar novos problemas e garantir uma gestão mais eficiente do seu dinheiro.

Com a Bravo ao seu lado, você pode enfrentar os desafios financeiros com mais segurança e tranquilidade, evitando o ajuizamento de dívida e alcançando a tão sonhada estabilidade financeira. Entre em contato com a gente hoje mesmo e saiba como podemos te ajudar!

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Ação de indenização por cobrança de dívida já paga: quais os seus direitos

Você provavelmente conhece alguém que já foi cobrado indevidamente por uma empresa, seja com um valor incorreto ou até mesmo por um produto ou serviço que nunca adquiriu, se você mesmo não já passou por essa situação. A cobrança indevida pode acontecer por diversos motivos, desde devido a algum erro no sistema e até mesmo por má fé, por isso é necessário sempre ter bastante atenção às suas contas e aos pagamentos que realiza. Caso você perceba que foi cobrado por uma conta já pagou, for prejudicado por isso e não consiga resolver o assunto diretamente com a empresa, pode ter o direito de entrar com uma ação de indenização por cobrança de dívida já paga, assunto do nosso artigo de hoje. Continue lendo para entender melhor os seus direitos e o que deve fazer nesta situação.

O que diz a lei diz sobre cobranças indevidas

Quanto se trata de uma ação de indenização por cobrança de dívida já paga, os tribunais costumam decidir a favor do consumidor, uma vez que a cobrança indevida gera dano moral, pois faz com que o consumidor tenha medo de ser cobrado judicialmente por uma dívida que não é sua e/ou o faz desviar de todos os seus afazeres como o trabalho, estudo, lazer etc, para resolver um problema que não deveria ter existido. Caso o consumidor tenha efetuado o pagamento de uma dívida que não reconhece, seja por descuido ou por receio de que seu nome e CPF sejam inseridos nos órgãos de proteção ao crédito (como SPC e SERASA), ele tem direito a receber em dobro o valor pago de forma indevida. Esse fenômeno é conhecido como repetição de indébito e está disposto no artigo 42, parágrafo único, da Lei nº 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), que dispõe que “no caso de cobrança indevida de dívida do consumidor, este terá direito à repetição do indébito, em valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável”. Desta forma, o Código Civil estabelece que: Art. 876. Todo aquele que recebeu o que lhe não era devido fica obrigado a restituir; obrigação que incumbe àquele que recebe dívida condicional antes de cumprida a condição. Art. 939. O credor que demandar o devedor antes de vencida a dívida, fora dos casos em que a lei o permita, ficará obrigado a esperar o tempo que faltava para o vencimento, a descontar os juros correspondentes, embora estipulados, e a pagar as custas em dobro. Art. 940. Aquele que demandar por dívida já paga, no todo ou em parte, sem ressalvar as quantias recebidas ou pedir mais do que for devido, ficará obrigado a pagar ao devedor, no primeiro caso, o dobro do que houver cobrado e, no segundo, o equivalente do que dele exigir, salvo se houver prescrição. !

Quando entrar com uma ação de indenização por cobrança de dívida já paga

Existem diversos casos de cobrança de dívida indevida que podem resultar em indenização para o consumidor, por exemplo, quando ocorre um débito automático que você não autorizou ou quando é cobrado por uma dívida já paga. Você ainda pode receber cobranças por tarifas que não tinha ciência sobre, por quebra de contrato ou até mesmo se for vítima de fraudes ou golpes. O que nos leva a pensar: quando o consumidor deve entrar com uma ação de indenização por cobrança de dívida já paga? Antes de tudo, é importante ressaltar que o primeiro passo deve ser tentar resolver o problema de forma amigável, isto é, entrando em contato com a empresa, por telefone, e-mail, chat ou até mesmo pessoalmente. Você deve informar o que aconteceu e a empresa pode reconhecer o erro, cancelando futuras cobranças e registrando corretamente que a dívida já foi paga. Um erro como esse, mesmo feito sem nenhuma má intenção por parte da empresa, é capaz de acarretar muita dor de cabeça para o consumidor. A dívida que consta como não-paga pode causar uma inscrição nos órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa, e o consumidor passa a enfrentar todas as restrições de ter o nome sujo, mesmo sem dever nada. Nessas situações, cabe entrar com uma ação de indenização por cobrança de dívida já paga.

Tenha uma renda extra

Abrir mão do seu tempo de lazer temporariamente, se dedicando a uma atividade que gere renda extra, pode trazer ótimos resultados, principalmente para sair do sufoco financeiro e se preparar para quitar suas dívidas. Pense que até mesmo um hobby, como artesanato e culinária, pode virar uma fonte de dinheiro e te ajudar a sair dessa situação difícil para garantir uma vida financeira mais tranquila do que a que você possui atualmente.

Como entrar com uma ação de indenização por cobrança de dívida já paga

Quando receber uma cobrança indevida e não conseguir resolver de forma amigável com a empresa, o melhor a ser feito é buscar o auxílio de um advogado, que analisará o caso para então entrar com uma ação de indenização por cobrança de dívida já paga, a fim de buscar a restituição do valor pago em dobro e pleitear indenização por danos morais.

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Ação de cobrança de dívida: tudo que você precisa saber

Ainda sofremos as consequências da crise econômica decorrente da pandemia, que colocou muitas empresas e famílias em dificuldade financeira. Com essa situação, receber os valores que são devidos a você e ao seu negócio tornou-se ainda mais indispensável, uma vez que cada quantia, mesmo que pequena, passou a ser muito importante. É aí que entra a ação de cobrança de dívida, uma ferramenta judicial que te ajuda a reaver quantias inadimplentes. Saiba mais sobre o assunto no artigo de hoje!

O que é a ação de cobrança de dívida

A ação de cobrança de dívida é uma ferramenta judicial que permite o requerimento do pagamento de uma dívida perante ao juiz. Com isso, o valor inicial da dívida é acrescido de juros, correção monetária, dentre outros (art. 292, I, CPC). Durante o processo, as partes envolvidas – credor e devedor – podem A principal utilidade da ação de cobrança de dívida é tornar o pagamento uma obrigação a ser cumprida pelo devedor. Isso porque, por ser constituída através de sentença (decisão do juiz) – título executivo judicial – torna-se obrigatório o seu cumprimento, conforme o art. 785, do CPC. Atualmente, para se requerer a cobrança de uma dívida por meio judicial, o credor pode se valer de três tipos de ação: Ação de Execução, Ação Monitória e Ação de Cobrança. Cada uma tem suas particularidades e a escolha de com qual seguir deve passar pela análise de um especialista, geralmente um advogado, que trará ao credor a melhor opção para um processo mais célere e eficaz.

Para quais casos ela serve

A ação de cobrança de dívida é indicada para quando não existem documentos suficientes que sejam capazes de determinar o pagamento da dívida de forma imediata, ou seja, quando os documentos não são títulos executivos, como, por exemplo, um cheque, uma nota promissória ou uma sentença, que não precisam de nenhum outro tipo de prova que justifique a obrigação de pagar. Em contrapartida, existem documentos que precisam de outras provas para justificar o pagamento da dívida, uma vez que não são suficientes para comprovação da obrigação de pagar, por exemplo, um contrato assinado pelo credor e devedor. Dessa forma, na ação de cobrança de dívida, apresenta-se todo tipo de prova para que se conclua que o pagamento daquela dívida é obrigatório, constatando-se a inadimplência e a mora do devedor. Assim, após o fim do processo, é possível executar o título executivo judicial e se fazer obrigatório o pagamento da inadimplência pelo devedor.

Funcionamento da ação de cobrança de dívida

Para iniciar a ação de cobrança de dívida, o credor, por meio de seu advogado, deve apresentar a dívida a ser cobrada perante ao juiz através de uma petição com fatos, fundamentos e pedidos, denominada Ação de Cobrança, conforme os artigos 287 e 319, do CPC. O juiz, então, examinará os pedidos e citará o devedor, que recebe uma notificação e tem a oportunidade de apresentar sua defesa. Então, o devedor, por meio do seu advogado, apresentará sua defesa ao Juiz, que após examiná-la, intimará as partes para a audiência de conciliação, para que haja a tentativa de chegar a uma solução em comum acordo.Caso isso não seja possível, para dar continuação a ação de cobrança de dívida, o Juiz intimará as partes para que apresentem suas provas (documentos, testemunhas, depoimentos, perícia etc). Ao final, após ampla análise de todos os tipos de provas, dos fatos e fundamentos ali apresentados, o Juiz dá sua sentença, que por ser título executivo judicial, obriga o devedor a pagar a dívida, nos casos em que fica comprovado que o devedor está em mora de pagamento com o credor.

Requisitos de validade da ação de cobrança de dívida

Qualquer tipo de cobrança pode ser feita por meio da ação de cobrança. Além das dívidas em dinheiro, também é possível usar a ferramenta para cobrança de honorários advocatícios e outros serviços prestados que não foram pagos; cobrança de crédito em herança; cobrança de crédito de venda em reserva de domínio, etc. Para legitimar a ação de cobrança de dívida, é indispensável descrever a origem da dívida, a qualificação do credor e devedor, mora do devedor, documentos que sejam capazes de comprovar a falta de pagamento e a obrigação de pagar do devedor; detalhes da dívida, bem como a prova de que houve tentativa de recebimento de forma extrajudicial.

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5 livros de finanças que você não pode deixar de ler

Quando o assunto é educação financeira, as possibilidades são várias: vídeos, cursos, mentorias e os tradicionais livros de finanças, que são ótimas fontes de inspiração e aprendizado para quem quer gerir melhor seu dinheiro e até mesmo aprender a investir. Nos livros de finanças é possível saber mais sobre o assunto desde os níveis iniciantes até para quem quer se aprofundar em assuntos mais avançados.

Lendo sobre os caminhos trilhados por pessoas de sucesso e que até mesmo já estiveram no seu lugar, você pode se sentir inspirado a cuidar melhor da sua vida financeira e enxergar maneiras de atingir seus objetivos. Afinal, fica mais fácil correr atrás dos nossos sonhos quando sabemos os meios necessários para chegar até eles. E os livros de finanças podem te ajudar bastante nessas horas!

Conheça algumas sugestões de leituras que podem te ajudar em suas finanças pessoais e comece os estudos! Continue lendo o post de hoje.

Dinheiro: Os segredos de quem tem | Por Gustavo Cerbasi

O livro de finanças escrito por Gustavo Cerbasi explica de maneira simples e didática sobre temas como aposentadoria, investimentos e empreendedorismo. A obra busca desmistificar a forma como as pessoas enriquecem e mostrar como você pode equilibrar suas contas, reduzir despesas e gerenciar melhor seus gastos e ganhos a fim de conquistar a tão sonhada liberdade financeira. Uma ótima leitura para quem está começando a se aventurar na área!

Pai rico, Pai Pobre | Por Robert Kiyosaki

Pai rico, Pai Pobre de Robert Kiyosaki é um dos clássicos entre os livros de finanças. Na obra, o autor apresenta um dos conceitos mais interessantes sobre finanças, a expressão “corrida de ratos”, um ciclo vicioso que envolve melhorias no padrão de vida à medida que aumentamos os nossos ganhos.

Em outras palavras, quanto mais as pessoas ganham, mais elas gastam. Isso torna impossível o ser humano enriquecer uma vez, que o dinheiro serve apenas para manter o custo de vida que não para de crescer. É isso que ele chama de “corrida dos ratos”. O que é proposto no livro Pai Rico, Pai Pobre é uma rota de fuga para essa armadilha, que inclui o empreendedorismo e o investimento em ativos.

Os Segredos da Mente Milionária | Por T. Harv Eker

Este livro traz um grande ensinamento para iniciantes no mundo das finanças pessoais e investimentos. O autor diz que a riqueza é basicamente fruto de uma forma de pensar: “Se você mudar o modo como encara o dinheiro – e o que fazer com ele – conseguirá atingir a liberdade financeira no futuro”.

Isso quer dizer que muitos dos obstáculos que enfrentamos em relação ao dinheiro estão em nosso sistema de crenças que acabam norteando nossas ações. Com suas dicas, este livro de finanças ajudará você a mudar a forma como lida com o dinheiro em sua vida.

O Investidor Inteligente | Por Benjamin Graham

Essa obra faz parte dos livros de finanças mais técnicos, voltados para quem já começou a investir. O autor, Benjamin Graham, foi a grande inspiração para que Warren Buffet – um dos homens mais ricos do mundo – conquistasse sua fortuna. O livro discorre sobre estratégias de investimento, mostrando passos práticos sobre como construir e como fazer a gestão de uma carteira de investimentos.

Dividido em três partes, “O Investidor Inteligente” mostra como funcionam os mecanismos do dinheiro no mundo dos investimentos, depois parte para a prática dos investimentos. Por fim, o livro de finanças fala sobre como encontrar empresas de valor para investir em suas ações na bolsa.

Casais inteligentes enriquecem juntos | Por Gustavo Cerbasi

Também do consagrado autor, Gustavo Cerbasi, este livro aborda finanças pessoais de uma maneira bem original, dando enfoque à vida de um casal. A obra Casais Inteligentes Enriquecem Juntos é de fácil leitura, bastante agradável e te ensina a identificar perfis financeiros dos casais.

Além disso, este livro de finanças dá dicas de como planejar as finanças em conjunto e aborda diversos aspectos básicos sobre investimentos e economia, focando em como o casal pode trabalhar em conjunto para ter uma vida financeira mais equilibrada. Ele é uma ótima opção de leitura para casais que querem construir um orçamento familiar inteligente e conquistar sua liberdade financeira!

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O que é amortização de dívida: Bravo

Ao realizar um financiamento ou um empréstimo com o banco, é comum dividir o valor a ser pago em várias prestações, que incluem não só o valor que foi emprestado, mas também juros e outras taxas. Quando você começa a pagar as parcelas, o valor inicialmente devido começa a diminuir. Essa redução recebe o nome de amortização de dívida, nosso assunto do artigo de hoje. Continue lendo e saiba exatamente como ela funciona!

Como funciona a amortização de dívida

Com a amortização de uma dívida, o valor devido vai diminuindo progressivamente até que seja quitado por completo. Ela é feita sobre o valor bruto da dívida, chamado de principal da dívida, que inclui os juros e taxas. Em alguns casos, o valor da dívida vai diminuindo com o pagamento das parcelas, mas os juros e os encargos, não. Isso é definido na hora em que o cliente fecha o contrato de financiamento ou empréstimo. Apenas pagar a parcela da sua dívida já constitui uma amortização, no entanto, esse termo é mais utilizado quando o consumidor decide antecipar as parcelas com o objetivo de reduzir o tempo de pagamento, evitar os juros e reduzir o valor inicial da dívida. Dessa forma, a amortização de dívida é um adiantamento das parcelas finais para obter a redução dos juros incidentes, um benefício estabelecido pela instituição credora.

Tipos de amortização de dívida

No Brasil, existem dois tipos principais de amortização de dívida que costumam ser adotados: tabela price e método SAC. Confira mais sobre cada um deles a seguir.

Tabela Price

Na modalidade de amortização de dívida tabela price, o valor principal da dívida pode ir aumentando ao longo do contrato, sem a parcela mensal ser modificada. Isso porque, nas primeiras parcelas, a maior parte do valor pago é composta por juros e taxas e, somente após alguns meses, o valor principal começa a realmente ser abatido. Esse método de amortização de dívida é comumente utilizado em financiamentos de automóveis ou quando você realiza compras no crediário.

Método SAC

No método SAC, o valor da amortização de dívida a cada prestação é o mesmo durante todo o período de pagamento. No entanto, o valor pago mensalmente pode variar porque conforme a dívida vai sendo abatida e diminuindo, os juros são calculados a cada mês sobre um montante menor, assim as parcelas também vão ficando mais baixas. Esse tipo de amortização de dívida é mais utilizado em contratos longos de financiamento, como na compra de um imóvel.

Como escolher o sistema de amortização de dívida ideal?

Agora que você já sabe os tipos de amortização de dívida, fica a dúvida: qual é o melhor para o seu caso? Para chegar à decisão de forma clara, você pode responder algumas perguntas: – Qual é o tempo para pagar a dívida e como isso se encaixa no meu orçamento atual? – Conheço bem o sistema que estou cogitando utilizar? – Qual sistema impacta menos o meu bolso? – Quais são minhas condições financeiras no momento? Com as respostas em mente, é possível entender melhor o seu caso, os seus objetivos financeiros e fazer a escolha ideal para não se deparar com prejuízos e ter ainda mais dor de cabeça com a amortização de dívida.

Quando vale a pena fazer a amortização de dívida

Se você recebeu um dinheiro extra e já pensou em se livrar da dívida que fez mais rápido, não tome decisões precipitadas. Nem sempre fazer a amortização da dívida vai ser a escolha mais vantajosa financeiramente. Isso porque o processo envolve custos e porque é preciso comparar a rentabilidade do valor economizado com um investimento alternativo, como uma aplicação financeira. Por exemplo, se o seu financiamento imobiliário tem juros baixos, que são menores do que a rentabilidade que você teria se fizesse uma aplicação financeira como o Tesouro Direto, a amortização de dívida não vale a pena, uma vez que você ganhará mais dinheiro investindo o dinheiro do que pagando as prestações antes do previsto. Já se os juros forem superiores ao que você pode obter com as aplicações, é melhor optar pela amortização da dívida, isso apenas se as taxas cobradas pelo seu banco também compensarem. Além disso, vale a pena considerar se o orçamento familiar está ficando comprometido com os altos valores da prestação ou se você pretende vender o imóvel. Isso porque, com as parcelas quitadas, fica muito mais fácil negociar o seu bem.

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O que é uma Assessoria Financeira?

97% dos brasileiros estão endividados ou não sabem lidar com seu próprio dinheiro. E segundo o Datafolha, a metade evita até mesmo pensar em dinheiro para não ficar triste. Isso nos mostra que uma assessoria financeira é um serviço muito importante, já que pode ajudar essas pessoas a ter maior controle financeiro.

A seguir, vamos explicar por que é tão importante contar com o apoio de uma assessoria e como funciona um assessoramento financeiro! Então se acomode onde está e acompanhe com a Bravo.

Por que é importante uma assessoria financeira?

Muitas vezes, quando uma pessoa precisa de dinheiro urgente para pagar dívidas, ela pode acabar fazendo más escolhas. Como contratar um empréstimo com juros altos, pagar um boleto com cartão de crédito ou até mesmo se endividar ainda mais.

Por isso, ter o apoio de uma assessoria financeira pode te trazer várias vantagens, como veremos logo abaixo:

Melhora a organização financeira

A função principal da assessoria é melhorar a sua organização financeira. Se quem contrata esse tipo de serviço está endividado ou tem algum objetivo a ser alcançado, o assessor elabora um plano personalizado que caiba dentro da sua realidade para concretizar seus planos e, se for o caso, ajuda a limpar o nome.

Novamente, o objetivo principal é auxiliar na organização para alcançar o que a pessoa deseja de uma forma possível e consistente.

Previne o endividamento

Quando não temos uma boa educação financeira ou não tomamos o devido cuidado com as finanças, um resultado é certo: o endividamento.

Afinal, quanto menos preparado você está, mais fácil é cometer erros. E uma assessoria financeira ajuda a evitar esse tipo de situação.

O assessor organiza tanto as despesas quanto as receitas, e ainda educa visando ajudar a conhecer e manter hábitos financeiros saudáveis e uma relação mais positiva com o dinheiro, o que ajuda não só a se livrar das dívidas atuais, como também a prevenir problemas futuros.

Ajuda a realizar sonhos

Para realizar nossos sonhos, precisamos de dinheiro; isso é um fato. E uma assessoria financeira pode dar todo o suporte necessário para gerenciar as finanças de um jeito mais estratégico.

Nem sempre é fácil gerenciar nossas economias de forma inteligente sozinho. E um assessor atua diretamente nisso, ajudando a atingir metas, aumentar o patrimônio e conquistar aquilo que sonhamos.

Mais segurança e tranquilidade

Uma coisa é certa: quem está com as contas em dia e com a vida financeira organizada, é mais feliz. E uma assessoria financeira pode te ajudar a conseguir essa paz de espírito que todo mundo busca.

Pense com a gente: estando com as contas em dia e com seu fundo de emergência reservado, você tem menos preocupações e consegue viver mais tranquilamente no dia a dia.

E mais, a assessoria ainda te ajuda a construir patrimônio, proteger a sua família e a dar continuidade nos recursos. Consequentemente, você terá um ambiente financeiro mais seguro e tranquilo.

Como funciona um assessoramento financeiro?

Um assessoramento financeiro é feito através de um consultor ou assessor que irá te direcionar e ajudar a ter um controle de seus gastos e renda.

Essa assessoria é feita com base na renda da família, de uma empresa ou individualmente, visando obter um planejamento, para que o contratante desse serviço aprenda a lidar melhor com suas finanças e, consequentemente, prevenindo um superendividamento. Alguns serviços que você pode obter ao receber auxílio de um assessor envolvem:

Plano de previdência privada

O plano de previdência privada se destina àqueles que querem obter um valor pré-estabelecido como valor de aposentadoria e para isso realizam um aporte mensal de acordo com o plano escolhido.

Plano de poupança

Já o plano de poupança é voltado para as pessoas que querem realizar uma economia, por exemplo, para pagamento de dívidas, tendo um prazo a se definir conforme as possibilidades de cada um, assim como faz a Bravo.

O que faz um assessor financeiro?

O assessor financeiro é um profissional que, por meio de métricas e análises de renda ou faturamento, auxilia e fornece um orçamento onde será feito um plano personalizado.

Ele tem como principal objetivo ajudar os clientes a tomarem boas decisões financeiras como, por exemplo, organizar e realizar o pagamento de dívidas que já estão muito elevadas.

É de extrema importância que um assessor tenha a sensibilidade e a compreensão da situação de vida do assessorado, pois é preciso gerar um programa que faça sentido e que não extrapole as condições de pagamento para que outras áreas do cliente não fiquem defasadas.

Você precisa de uma assessoria financeira? Acesse o site da Bravo e veja como podemos te ajudar a se organizar financeiramente e se livrar das dívidas de uma vez por todas!

Dúvidas frequentes sobre o tema

Quem pode ser um assessor financeiro?

Para atuar como um assessor financeiro, é importante que você tenha uma graduação em áreas de finanças, ou correlatas, e tenha experiência em atendimento a clientes que solicitem esse tipo de serviço, como tributação, previdência e planos de poupança personalizados.

Nossos assessores financeiros estão preparados para preparar um programa de acordo com a sua necessidade.

Qual a melhor assessoria financeira do Brasil?

Tendo experiência em mais de 6 países e atendendo mais de 400.000 clientes ao redor do mundo, a Bravo revolucionou a forma de conseguir crédito.

Presente na Europa e América Latina, é referência em assessoria financeira para a quitação de dívidas.

Vale a pena contratar uma assessoria financeira?

A contratação de uma assessoria financeira é extremamente eficaz para ter um planejamento de gastos bem feito, ocasionando tranquilidade para seu bolso e evitando um endividamento, que pode causar diversos problemas para famílias de todo o mundo.

Na Bravo, você pode obter uma primeira avaliação gratuita, na qual te ajudamos a criar um programa personalizado e que se adeque ao seu momento.

Qual a diferença entre assessoria financeira e consultoria?

A assessoria trabalha para serem executadas as tarefas com informações repassadas pelo cliente, como exemplo a formulação de orçamentos, planos de poupança e planejamento para compra de bens.

Já a consultoria, por outro lado, trabalha com um objetivo específico e dá conselhos e sugestões específicas para alcançá-lo.

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O que fazer para receber dívidas difíceis

Sabemos o quanto não receber um montante devido a você pode ser revoltante e atrapalhar toda a sua vida financeira, pessoal e os seus negócios. Mesmo tendo ciência de que sempre existe esse risco, na maioria das vezes não estamos preparados para isso e esperamos que o devedor cumpra o que foi acordado, mas nem sempre esse é o caso. Existem diversas formas de tratar esse problema e receber dívidas difíceis, principalmente cobrando quem deve da maneira correta. Saiba mais sobre como fazer isso de forma eficaz e de acordo com as leis!

Formas eficazes de receber dívidas difíceis

Cobrar quem deve pode ser incômodo, no entanto é algo extremamente necessário e que não pode ser deixado de lado. Lembre-se que se você prestou um serviço, emprestou dinheiro ou vendeu um produto, desde o princípio quem se beneficiou sabia que devia pagar por aquilo, por isso você não está fazendo nada de errado e está apenas exercendo seus direitos. Receber dívidas difíceis pode ser um desafio, mas trará bons resultados se as cobranças forem realizadas de forma bem pensada. A melhor maneira para enviar as cobranças é por meio da ferramenta de comunicação mais utilizada pelo devedor, se ele for seu cliente, o contato que ele deixou disponível no cadastro, que pode variar entre e-mail ou número de celular, que possibilita alguns tipos de cobrança: via mensagem de texto, WhatsApp ou ligação. Para receber dívidas difíceis, há ainda a possibilidade de realizar cobranças via carta. Seja qual método você escolher, o importante é ter objetividade e sempre preservar a boa educação, a simplicidade do conteúdo, as informações corretas e justas, de acordo com o que foi combinado anteriormente com o cliente, quando ele adquiriu o produto ou serviço. É importante lembrar que você deve fazer as cobranças de maneira amigável para receber dívidas difíceis. Então, nada de fazer ameaças, pois essa prática é proibida no Código de Defesa do Consumidor e pode levar a um processo judicial contra você e seu negócio. Portanto, ao realizar a cobrança seja objetivo, informe o motivo da dívida e o valor a ser pago. Vale a pena perguntar também se aconteceu alguma coisa que impediu que a pessoa quitasse a conta e se existe alguma previsão dela pagar o que deve, afinal o motivo pode ter sido apenas um esquecimento ou imprevisto. Se mesmo assim, o cliente não efetuar o pagamento da dívida 24 horas, você pode enviar outro e-mail ou mensagem, deixando bem claro que está aberto a negociações. Caso a estratégia de abordagem amigável não obtenha resultados e o cliente não realize os pagamentos, você pode tomar outras providências, como explicaremos a seguir.

Quando apelar para medidas judiciais

Conforme mencionamos, o primeiro passo para receber dívidas difíceis é fazer as cobranças de forma amigável. No entanto, isso pode não funcionar, e o passo seguinte irá depender de como e se você pode provar a existência do débito. Confira!

Dívida com prova escrita

Quando uma venda é realizada ou um serviço é prestado por meio de uma nota fiscal, nota promissória ou outra prova escrita, receber dívidas difíceis se torna mais simples. Isso porque nesses casos existe um compromisso assinado entre as duas partes interessadas e há a comprovação da compra do serviço ou produto. Nesses casos, basta entrar com uma ação visando advertir o devedor sobre o débito pendente, o que pode ser feito por meio de uma ação monitória e ela deve ser formalizada no Juizado Especial Cível (JEC) mais próximo. Nesses casos, basta entrar com uma ação visando advertir o devedor sobre o débito pendente, o que pode ser feito por meio de uma ação monitória e ela deve ser formalizada no Juizado Especial Cível (JEC) mais próximo. Após esse procedimento, o juiz responsável expedirá mandado de pagamento e o cliente terá 15 dias para executá-lo. Caso a pessoa não conteste a cobrança e se não efetuar o pagamento, o mandato converterá de maneira automática em título executivo judicial, que pode resultar na penhora ou apreensão dos bens do devedor. Por isso, certifique-se de documentar todas suas vendas e serviços prestados, assim como os contatos dos clientes, pois futuramente essas informações podem servir de prova para receber dívidas difíceis.

Venda sem prova escrita

Quando não há provas da dívida tão óbvias quanto uma nota fiscal, receber dívidas difíceis é mais complicado, mas não é impossível. Para que o devedor seja obrigado a te pagar, é necessário juntar o máximo de provas e também contar com testemunhas que confirmem que o negócio foi feito e não houve o pagamento. Isso incluiu conversas em redes sociais, e-mails e até mesmo filmagens de segurança do seu estabelecimento. Primeiro, é necessário apresentar as provas obtidas no JEC. Depois disso, todos os documentos passarão por uma análise pericial, o que pode levar algum tempo. Nessa situação também, o acusado também tem chances de contestar a origem da dívida e a quantia cobrada. Mas desde que você consiga provar que a dívida existe de forma clara, o devedor terá que cumprir com suas obrigações financeiras!

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Oração de São Cipriano para receber dívida

Muitas vezes emprestamos dinheiro para quem confiamos, mas acabamos nos decepcionando com a falta de compromisso com o pagamento por parte dessas pessoas.

A oração de São Cipriano para receber dívida é uma ferramenta poderosa para esses casos em que você precisa muito do dinheiro que foi emprestado, e que é seu de direito, mas está tendo dificuldades para cobrar o devedor e reaver o montante.

Se você está passando por isso e não vê mais nenhuma solução além de uma ajuda divina, continue lendo com a Bravo e confira a oração de São Cipriano para receber dívidas!

Quem foi São Cipriano

Cipriano nasceu por volta do ano 210 em Cartago, capital romana na África do Norte. Ele pertencia a uma família abastada e era um renomado advogado e mestre de retórica.

Porém, a serenidade dos mártires cristãos o impressionou tanto que Cipriano se converteu ao cristianismo entre 35 e 40 anos de idade.

Em um gesto ousado para a época, abandonou toda a sua riqueza material e distribuiu seus bens aos necessitados. Esse ato chocou muitas pessoas, já que Cipriano era muito popular em sua terra natal. Pouco tempo depois, foi ordenado sacerdote e, posteriormente, sagrado Bispo da Igreja Africana — um período turbulento para os cristãos.

A crença popular atribui a São Cipriano grande poder contra dívidas, sejam financeiras ou de qualquer outra natureza. Isso porque, ao se converter, ele rompeu com os vínculos materiais que o prendiam. Sua fé e generosidade o livraram das “dívidas” com o mundo material.

Qual é a oração de São Cipriano para receber dívida

Ter que cobrar uma dívida é uma situação desconfortável pela qual ninguém quer passar. Mas entendemos o quão difícil a sua vida e a sua situação financeira podem estar, por isso vamos te ensinar a fazer a oração de São Cipriano para receber dívida, uma solução que pode te ajudar nesse momento. Confira logo abaixo:

“Ó, São Cipriano, feiticeiro e também cristão. Te peço e te suplico de corpo e alma, que [pessoa que te deve] venha até mim e me pague [valor devido, ou algo] o que é devido! Oh, São Cipriano, poderoso mago, dominante da magia e adivinhação, faça com que tudo seja resolvido, pois a situação está desesperadora. Para mim parece impossível, mas para tu nada é impossível! Oh, São Cipriano, acabe com esse ciclo de dívidas não pagas. Como agradecimento acendo a ti 3 velas vermelhas! Amém.”

Como fazer a oração de São Cipriano para receber dívida?

Para que a oração de São Cipriano para receber dívida funcione, é preciso procurar um momento e um local calmos e tranquilos, assim como para qualquer outra oração. É muito importante que você tenha atenção e que não haja nenhuma distração.

Além disso, sua fé e crença de que a dívida será paga deve ser grande, com o coração aberto e com confiança. A oração de São Cipriano para receber dívida é uma das mais poderosas, e você deve acreditar que ela irá te ajudar.

Antes de começar, pegue um prato branco, coloque 3 velas vermelhas sobre eles, acenda, e então inicie a oração de São Cipriano para receber a dívida em aberto. Procure deixar as velas queimando até o final dentro de casa. Essa é uma forma de agradecimento ao santo, então não interrompa esse ritual.

A oração de São Cipriano para sair das dívidas

Se é você quem está com dívidas e procura uma forma de recuperar a sua estabilidade financeira, existe ainda outra oração de São Cipriano que você pode fazer, que é:

“Glória para sempre a você, São Cipriano. Eu venho para louvar o seu nome e a sua presença com um ato de fé nesta oração, adorando e recomendando-me nas suas mãos gloriosas. São Cipriano, eu venho a você para pedir uma vida próspera, para que o dinheiro, a riqueza e a fortuna possam permanecer comigo. Santo dos feiticeiros, imploro-lhe, em situação de desvantagem econômica, que me ajude a encontrar paz e equilíbrio em minha economia e que me facilite a obtenção urgente de dinheiro. Sabendo que não é possível ficar rico de um dia para outro, peço que o dinheiro e a estabilidade se aproximem cada vez mais e fiquem comigo. Abre com urgência os meus caminhos financeiros e dá-lhes prosperidade. Hoje, santo da magia e do amor, peço-lhe que tenha piedade da minha situação. Dá-me esperança e misericórdia para que eu possa seguir em frente. Ponha fé, riqueza e dinheiro sempre na ponta dos meus dedos. Só na tua grandeza e poder eu confio. Obrigado por ouvir o meu pedido.”

É importante seguir alguns passos para a oração ter o máximo de eficácia:

1. Encontre um local calmo e tranquilo, sem distrações; 2. Tenha fé e crença plena de que a dívida será paga; 3. Pegue um prato branco e coloque 3 velas vermelhas sobre ele; 4. Acenda as velas e inicie a oração de São Cipriano; 5. Deixe as velas queimarem até o final dentro de casa como agradecimento; 6. Repita a oração diariamente até pagar o valor devido.

Mas não se desespere caso os resultados não sejam imediatos. A oração de São Cipriano é muito poderosa mesmo para quem quer sair das dívidas ganhando pouco, mas requer fé, perseverança e um coração aberto!

Cuidados enquanto espera receber a dívida de volta

Enquanto você faz a oração e aguarda o devedor quitar seu compromisso, é essencial ter cautela para não se endividar ainda mais nesse período. Afinal, atrasar contas ou contrair novos empréstimos só vai piorar sua situação financeira. Por isso, siga algumas dicas importantes:

– Refaça seu orçamento detalhado, separando gastos fixos e variáveis; – Corte todas as despesas supérfluas até se reequilibrar financeiramente; – Negocie prazos e condições melhores com seus credores atuais; – Não atrase nenhum pagamento; – Evite fazer novos empréstimos ou utilizar o rotativo do cartão.

Uma boa organização financeira é fundamental para atravessar esse período com tranquilidade enquanto aguarda o retorno do valor devido.

Para você que quer uma solução prática, a Bravo pode ajudar!

Embora de grande eficácia, sabemos que a oração de São Cipriano não resolve todas as dívidas da noite para o dia. É aí que entra a Bravo, uma fintech especializada em soluções inteligentes para pessoas endividadas.

A Bravo negocia suas dívidas diretamente com os credores, negociando condições e prazos mais flexíveis, e ainda oferece educação financeira para você nunca mais voltar a se endividar.

Seja para renegociar ou quitar dívidas, sejam elas altas ou baixas, contar com uma consultoria financeira profissional como a Bravo é o melhor caminho para reestruturar sua vida em bases sólidas.

Unindo as forças da fé e das soluções inteligentes, você pode alcançar enfim a tão sonhada saúde financeira! Fale com a gente hoje mesmo e entenda como podemos te ajudar!

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Participe do mutirão de negociação de dívidas febraban: veja como

Quem quer quitar as dívidas em 2023 e retomar a saúde financeira terá uma nova oportunidade de renegociar suas pendências e tirar o nome do vermelho, no mutirão de negociação de dívidas Febraban. O número de endividados no Brasil é muito alto em meio a um cenário de pós-pandemia com alta inflação e juros altos, que diminuem o poder de compra das famílias e aumentam o número de consumidores inadimplentes.

Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC), 8 em cada dez famílias brasileiras estão endividadas. Para mudar essa realidade, os bancos farão um mutirão para renegociação de dívidas, a partir de uma iniciativa da Federação Brasileira dos Bancos em parceria com o governo federal, por parte da Secretaria Nacional do Consumidor, Banco Central e os Procons do país. Saiba mais no post de hoje!

O que será oferecido no mutirão de negociação da Febraban

No mutirão de negociação de dívidas promovido pela Febraban serão oferecidos descontos e prazos especiais de pagamento de dívidas, a critério de cada instituição que irá participar, incluindo dívidas no cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades de crédito em atraso com bancos ou financeiras, com exceção dos empréstimos com garantia de bens, como veículos, motocicletas ou imóveis.

Os bancos e instituições participantes serão os seguintes:

– Banco do Brasil; – Banco Carrefour; – Banco BMG; – Banco Inter; – Banco Original; – Banco Semear; – Banco do Estado do Pará – Banpará; – Banrisul; – Bradesco; – Caixa Econômica Federal; – Cetelem; – Daycoval; – Digimais; – Inbursa; – Itaú; – Paraná Banco; – Santander; – Senff.

O mutirão visa tornar o pagamento de dívidas possível, de acordo com a realidade dos endividados, para isso, podem ser oferecidos: alongamento de prazos, redução de taxas, alteração nas condições de pagamento, obtenção de recursos adicionais ou, ainda, a migração para outras modalidades de crédito mais baratas.

Vale lembrar que podem participar do Mutirão Nacional de Negociação de Dívidas da Febraban pessoas físicas que tenham dívidas em atraso não atreladas a bens dados em garantia, contraídas de bancos ou instituições financeiras e que tenham interesse, além de condições de quitar os valores pendentes.

Como participar do mutirão?

No último mutirão, mais de 2 milhões de contratos foram renegociados pelos bancos, segundo dados divulgados pela Febraban. E essa é uma oportunidade que quem quer começar a cuidar melhor das finanças pessoais não pode perder!

A negociação das dívidas pode ser feita até o dia 31 de março diretamente com o banco ou instituição financeira credora usando os canais oficiais da instituição ou pelo portal Consumidor.gov.br, que o consumidor acessa por meio de sua conta Gov.br prata ou ouro.

Também é possível acessar a plataforma Registrato, do Banco Central, onde o consumidor pode consultar gratuitamente empréstimos e financiamentos existentes em seu nome e outras informações de seu relacionamento com as instituições financeiras, como conta corrente, investimentos e chaves Pix, por exemplo. Assim, é possível ter um diagnóstico da sua realidade financeira atual.

A Febraban orienta que, na ocasião da negociação com a instituição credora, o consumidor interessado deve informar a dívida que pretende quitar e perguntar quais são as condições oferecidas para a quitação. Se concordar com o que foi proposto, um acordo de negociação será assinado e o que foi acordado começará a valer, a partir de então.

Caso as condições propostas não estiverem de acordo com o que você pode arcar, pode fazer contrapostas para chegar a uma solução que caiba no seu bolso. Lembre-se de tirar todas as suas dúvidas antes de assinar o novo contrato e de pedir a ajuda de um especialista, se precisar!

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Pessoas com dívidas podem perder o direito de dirigir ou viajar?

No mês de fevereiro deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela constitucionalidade do artigo do Código de Processo Civil que autoriza juízes a determinar medidas coercitivas para cumprimento de ordem judicial , incluindo o pagamento de dívidas. Entre elas está a possibilidade da apreensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), retenção do passaporte e até mesmo a proibição de participação em concursos públicos.

Isso porque o entendimento da maioria foi de que esses direitos são adquiridos e não fundamentais. Mas existem várias condições que você vai entender mais adiante. Essas mudanças levaram muitos devedores a temer essas restrições, que podem gerar grandes impactos na vida de qualquer pessoa. Continue lendo e tire sua dúvida se pessoas com dívidas podem perder o direito de dirigir ou de viajar.

Entenda as mudanças do Código Civil

Com as mudanças que ocorreram no Código Civil em fevereiro, pessoas que deixarem de pagar suas dívidas podem perder sua carteira de motorista ou até mesmo o passaporte. Isso porque a decisão permite que os advogados dos credores solicitem medidas coercitivas como essas para que o devedor pague a dívida. Mesmo assim, os juízes têm o poder de acatar ou não o pedido.

Um dos argumentos usados para a aprovação da decisão é de que alguém que possui dívidas também não teria dinheiro para viajar para o exterior. A mudança está prevista no inciso 4° do artigo 139 do novo código que dá poderes coercitivos aos juízes para que a dívida seja paga.

Desta forma, agora a legislação permite ao juiz “determinar todas as medidas indutivas, coercitivas, mandamentais ou sub-rogatórias necessárias para assegurar o cumprimento de ordem judicial, inclusive nas ações que tenham por objeto prestação pecuniária”. Essas medidas já existiam no código anterior, mas agora o texto está mais amplo e aberto a interpretação do juiz responsável.

Todo devedor pode ter CNH e passaporte apreendidos?

A apreensão da CNH e do passaporte são maneiras usadas pelos advogados das pessoas que têm de receber o dinheiro, para forçar o devedor a pagar a dívida. No entanto, o juiz do caso pode ou não optar por usar essas medidas no caso. Não existe um valor a partir do qual essa medida se aplica, tudo depende da situação do processo e da decisão do juiz.

A suspensão e apreensão da carteira de motorista e do passaporte por dívidas são medidas que geram muitas divergências entre os advogados, pois muitos que acreditam que a decisão pode ferir direitos fundamentais do cidadão. No entanto, é válido ressaltar que para que ocorra um bloqueio efetivo desses documentos, é necessário que um processo judicial seja instaurado para cobrar a dívida e isso pode acontecer apenas na fase de execução, ou seja, quando já não existe mais debate sobre o pagamento do débito em questão.

Além disso, essa decisão ocorre somente após uma tentativa frustrada de achar patrimônio do devedor, pois primeiro pode ser declarada a penhora de dinheiro em banco, bens móveis ou imóveis para pagamento da dívida. Outros fatores considerados pelo juiz para decidir pela apreensão da CNH e do passaporte são sinais de boa condição financeira e de que existem patrimônios escondidos ou em nome de terceiros, a partir de postagens em redes sociais, viagens, uso de carros, além do padrão de consumo do devedor.

Dessa forma, pessoas que realmente não têm patrimônio e nem condições financeiras não dificilmente serão alvo dos bloqueios. Vale lembrar também que quem trabalha como motorista de táxi, ônibus, caminhão ou aplicativos, não pode ter a carteira de habilitação suspensa por dívidas , pois o documento é necessário para o trabalho.

Mantenha as contas em dia, mas não se desespere

Em resumo, a suspensão da CNH e apreensão do passaporte só serão utilizadas como medida coercitiva quando ficar comprovado que o devedor está maliciosamente ocultando o seu patrimônio e impedindo o cumprimento da sentença para o não pagamento da dívida. Mesmo assim, vale lembrar que qualquer dívida, independentemente de sua origem, pode ser cobrada judicialmente

Porém, antes de chegar a este ponto, a instituição que não recebeu o pagamento deve tentar contato com o cliente de maneira amigável, via e-mail, mensagem de texto, telefone e carta, por exemplo. Esgotadas as tentativas, o devedor recebe uma notificação oficial para comparecer ao tribunal. Ou seja, nada vai acontecer com seus documentos sem que você seja avisado!

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Planilha de finanças pessoais: saiba como montar a sua

Muitas pessoas enfrentam dificuldades em organizar suas finanças, por motivos que variam desde a falta de controle sobre suas despesas, até mesmo a falta de educação financeira.

A planilha de finanças pessoais é uma ferramenta simples e inteligente que pode auxiliar nesse desafio e ajudar a manter o gerenciamento das entradas e saídas em dia, tudo para conseguir poupar, evitando surpresas indesejadas, e realizar seus objetivos financeiros.

Confira como fazer uma planilha de finanças pessoais que vai contribuir para que você tenha uma vida financeira saudável e para se livrar das dores de cabeças que as dívidas trazem. Continue lendo com a Bravo e descubra!

O que é uma planilha de finanças pessoais?

A planilha de finanças pessoais é um documento que elenca e organiza todos os seus ganhos e despesas. Ela é um ótimo instrumento para te ajudar a controlar sua vida financeira, poupar dinheiro e gastar melhor.

As planilhas podem ser elaboradas de diversas maneiras, seja utilizando o tradicional conjunto de papel e caneta, até um documento no Excel ou um aplicativo próprio para isso.

Esta ferramenta vai além de um simples registro de gastos; ela é um instrumento poderoso que permite:

– Visualizar para onde seu dinheiro está indo; – Identificar gastos desnecessários; – Planejar economias para objetivos futuros; – Evitar dívidas e juros altos.

O importante é que, através da planilha de finanças pessoais, você tenha uma visão geral das suas finanças e saiba exatamente para onde o seu dinheiro está indo. Assim, é possível estabelecer metas e tirá-las do papel.

Por que usar uma planilha de controle financeiro?

O uso de uma planilha de controle financeiro traz inúmeros benefícios para sua vida financeira, como:

1. Consciência financeira: ao registrar todos os gastos, você se torna mais consciente de seus hábitos de consumo e sabe exatamente onde o seu dinheiro está indo; 2. Identificação de padrões: é possível perceber onde você gasta mais e onde pode economizar; 3. Planejamento eficiente: facilita a criação de um orçamento realista e alcançável; 4. Redução de dívidas: ajuda a evitar gastos desnecessários e o acúmulo de dívidas; 5. Alcance de metas: facilita poupar para objetivos específicos, como uma viagem ou a compra de um imóvel.

Acredite, o controle financeiro é o primeiro passo para uma vida financeira saudável e livre de estresse!

Como fazer uma planilha de finanças pessoais?

Como adiantamos, há várias formas de construir sua planilha de finanças pessoais. A mais simples, como a maioria das pessoas que utiliza esse ferramente costuma fazer, inclui as seguintes informações:

– Descrição dos gastos; – Valor referente ao gasto; – Data de pagamento ou da transação; – Cálculo total, somando todos os recursos que saíram; – Descrição e valores de tudo que você ganhou durante o mês; – Classificação dos valores como fixos ou variáveis.

Veja agora um passo a passo simples de como fazer isso:

1. Escolha a ferramenta

Você pode optar por:

– Planilha física (papel e caneta); – Planilha digital (Excel, Google Sheets); – Aplicativos especializados (como Gullak, Monefy, Organizze).

Se optar por utilizar o Excel, a planilha pode ser separada em abas, em que cada uma delas corresponde ao mês ou ao ano analisado.

Também é possível fazer uma planilha de gastos pessoais por meio de aplicativos, como Gullak, Monefy e Organizze, por exemplo, entre diversos outros disponíveis para computador e celular.

O importante é escolher uma ferramenta prática para você e, claro, separar uma hora no seu dia, ao menos uma vez por semana, para acompanhar esse planejamento.

2. Estruture sua planilha

Inclua as seguintes informações:

– Descrição dos gastos e receitas; – Valor de cada transação; – Data de pagamento ou recebimento; – Classificação (fixo ou variável); – Categoria (alimentação, transporte, lazer, etc.).

3. Registre todas as transações

Anote todas as entradas (receitas) e saídas (despesas) de dinheiro. Seus ganhos podem ser representados com o símbolo de “mais”, enquanto os gastos podem conter o símbolo de “menos”, ou com cores verde para os ganhos, e vermelho para os gastos, algo bem fácil de se entender.

Ao final da planilha, é preciso deixar uma coluna específica para colocar a soma final das entradas e saídas para verificar o resultado mensal e ter um panorama das suas finanças pessoais.

4. Faça o balanço

Ao final do mês, some todas as receitas e subtraia todas as despesas para obter seu saldo mensal – se optar por uma planilha via Excel ou Google Sheets, você pode criar uma fórmula que faz isso automaticamente ao ter o montante de entradas e saídas.

5. Analise os resultados

Após conferir o montante referente ao mês em questão, examine com calma onde seu dinheiro está sendo gasto e identifique áreas em que pode economizar, que geralmente é nos gastos variáveis.

6. Defina metas financeiras

Outra informação interessante para incluir na sua planilha de finanças pessoais são suas metas e objetivos financeiros. É nessa parte que entra aquele curso que você quer fazer, a reforma da casa, uma viagem ou uma compra que você deseja, entre outras opções.

O ideal é dividir essas metas entre curto, médio e longo prazo, facilitando organizar as prioridades e estabelecer seu foco atual.

Para não perder nada de vista, é indicado determinar um limite de data para a realização de cada objetivo, além de fazer uma revisão de tempos em tempos.

Lembre também que realmente não podemos prever alguns obstáculos que podem aparecer no caminho. O importante é ter a consciência tranquila de que fez a sua parte e fazer os ajustes necessários para continuar trilhando o caminho para cumprir aquela meta em específico.

7. Analise sua planilha de finanças pessoais

Depois de fazer sua planilha de finanças pessoais, é hora de parar e analisar seus gastos e ganhos. Se os gastos mensais da sua planilha estiverem mais baixos em relação aos ganhos, esta é uma boa notícia. Caso contrário, é hora de fazer algumas mudanças no seu orçamento.

Quando suas contas estão no vermelho, é necessário tomar uma medida o mais rápido possível e evitar que as dívidas virem uma bola de neve muito mais difícil de resolver.

Mas com os dados da planilha de finanças pessoais, fica mais fácil ver a maneira que você pode reduzir seus custos para conquistar um orçamento mais equilibrado.

Lembre-se que ter um estilo de vida compatível com o seu orçamento é fundamental para conquistar as metas que você estabeleceu e ter mais saúde financeira.

Benefícios do controle financeiro na organização e prevenção de dívidas

O uso consistente de uma planilha de controle financeiro traz benefícios significativos para sua organização financeira e ajuda a prevenir dívidas:

1. Visibilidade total: você terá uma visão clara de toda sua situação financeira, evitando gastos impulsivos; 2. Prevenção de endividamento: ao conhecer seus limites financeiros, é mais fácil evitar gastos além do orçamento; 3. Planejamento eficiente: facilita a criação de um fundo de emergência e o planejamento para despesas futuras; 4. Identificação de economia: ajuda a encontrar áreas onde é possível reduzir gastos e aumentar a poupança; 5. Melhoria na tomada de decisões: com informações precisas, você pode tomar decisões financeiras mais assertivas.

Lembre-se: o controle financeiro não é sobre restringir sua vida, mas sim sobre fazer escolhas conscientes que te levem aos seus objetivos.

Uma planilha de finanças pessoais é mais do que uma simples ferramenta de registro; é um caminho para a liberdade financeira.

Ao implementar esse hábito em sua vida, você dá um passo significativo em direção a uma vida financeira mais saudável e controlada. Mas não se esqueça: o planejamento financeiro é uma jornada, e não um destino. Seja paciente e celebre cada pequena vitória no caminho.

Quer saber mais sobre como melhorar suas finanças pessoais? Confira nosso artigo sobre educação financeira e descubra como a Bravo pode te ajudar nessa jornada!

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Posso ser cobrado pela dívida do meu cônjuge?

Quando duas pessoas se casam, é esperado que o relacionamento dure para sempre e que não haja maiores conflitos, principalmente envolvendo dinheiro. No entanto, muitas vezes essa se torna a causa de separações, além de ser um grande problema durante e após o divórcio. Nesses casos, muitas pessoas se perguntam: posso ser cobrado pela dívida do meu cônjuge? A resposta para esse questionamento irá variar de caso para caso, de acordo com o regime de casamento/união estável, a natureza e a finalidade dos gastos que originaram a dívida e o período em que o mesmo se efetivou. Continue lendo e entenda melhor se você pode ser cobrado pela dívida do seu cônjuge!

Dívidas de benefício do casal são de responsabilidade de ambos

Para saber se você pode ser cobrado pela dívida do seu cônjuge é importante conhecer as leis aplicadas sobre a contração de dívidas de um casal. Nos casos em que a dívida é contraída em conjunto, pelo marido e pela mulher, os dois são devedores e, no caso da impossibilidade de pagamento, os patrimônios dos dois poderão ser usados para a quitação do débito. No entanto, existem os casos em que mesmo quando as dívidas foram contraídas por apenas um dos membros do casal, tanto os bens do devedor, quanto os de seu cônjuge podem ser utilizados para responder pelo débito Isso acontece principalmente nos regimes de casamento em comunhão parcial de bens, se for possível provar que a contração da dívida, seja ela um financiamento, empréstimo etc., foi em proveito do casal ou da família. Dessa forma, tanto o patrimônio de um quanto de outro poderá ser acionado para o pagamento da dívida. Quando a dívida foi contraída antes do casamento, a regra é bem similar. Quando o casal se beneficia do que foi contraído pela dívida, o patrimônio de ambos pode ser usado na cobrança, exceto se o cônjuge que se diz não devedor, provar que não se beneficiou do valor do débito. Neste caso, em específico, sua parte dos bens não servirá para pagar a dívida contraída pelo seu cônjuge. Seguindo a mesma lógica, caso a contração da dívida tenha acontecido para benefício individual de um dos membros do casal, os bens do cônjuge não poderão ser atingidos para cobrança de uma dívida. Essas previsões estão dispostas nos artigos 1663 e 1664 do Código Civil, conforme você pode conferir a seguir: Art. 1.663. A administração do patrimônio comum compete a qualquer dos cônjuges. I – como usufrutuário, se o rendimento for comum; II – como procurador, se tiver mandato expresso ou tácito para os administrar; III – como depositário, se não for usufrutuário, nem administrador. 3 º Em caso de malversação dos bens, o juiz poderá atribuir a administração a apenas um dos cônjuges. Do Regime de Bens entre os Cônjuges Art. 1.664. Os bens da comunhão respondem pelas obrigações contraídas pelo marido ou pela mulher para atender aos encargos da família, às despesas de administração e às decorrentes de imposição legal. Já no caso de casamento com separação de bens, o cônjuge que contraiu a dívida tem a responsabilidade de quitá-la sem a possibilidade de utilizar o patrimônio do outro para isso.

Exceções de cobrança pela dívida do cônjuge

Você pode ser cobrado pela dívida do seu cônjuge quando ele estiver enriquecendo de maneira ilícita. Mesmo sem o seu conhecimento sobre as atividades ilegais, o patrimônio dos dois pode ter que responder pelas dívidas. É válido lembrar que nenhum bem proveniente de herança, doação ou que tenham sido adquiridos antes do casamento irão responder pelo pagamento das dívidas. A exceção também se aplica no caso de a família possuir um único imóvel ou bens que são utilizados no exercício das profissões, como automóveis ou computadores. A poupança comum dos cônjuges também poderá ser utilizada para a quitação de débitos do marido ou da esposa, desde que o valor seja maior que 40 salários mínimos. Abaixo disso, a poupança não é utilizada no pagamento da dívida. Fique atento às leis e exija seus direitos sempre para que não haja nenhum tipo de prejuízo à sua saúde financeira. Caso sinta a necessidade, conte com a ajuda de um advogado, que pode esclarecer o processo e assegurar que tudo está acontecendo como deve ser!

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