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Prescrição de dívida bancária segundo o novo CPC: entenda

São diversas as razões que podem levar alguém à inadimplência: imprevistos financeiros, perder o emprego, falhas na organização financeira, entre muitas outras. Se você não cuidar bem das finanças, as dívidas podem se acumular e quitá-las torna-se uma missão praticamente impossível. O que muitas pessoas não sabem é que a prescrição de dívida pode ser um instrumento útil, previsto na legislação, para te auxiliar a retomar o controle da vida financeira. Todo débito, inclusive as dívidas bancárias, perdem a obrigatoriedade do pagamento após um determinado período de tempo. É o que vamos explicar no post de hoje. Continue lendo!

Entenda melhor: o que significa uma dívida prescrita

A prescrição de dívida trata-se da perda do prazo que o credor tinha para exigir seu pagamento por meios judiciais. Explicando melhor, quando uma pessoa tem uma dívida com uma determinada instituição credora, a empresa que cedeu o crédito pode acionar diversos recursos para recuperar o valor emprestado, um deles é o judicial, que pode resultar na negativação do nome do devedor. Após o tempo determinado para a prescrição da dívida, esse recurso não fica mais disponível.
Com isso, se você está com o nome sujo por causa de uma ou mais dívidas, ou melhor, com o CPF negativado e a sua dívida já passou do tempo de prescrição, ela caducou e já existe a possibilidade do seu nome ficar limpo, uma vez que o credor não pode mais acionar a justiça para fazer a cobrança. No entanto, é importante se atentar a dois fatores: estes prazos variam de acordo com o tipo de dívida e isso não significa que a dívida, mesmo prescrita, deixou de existir. Vamos falar melhor sobre a prescrição de dívida bancária, a seguir.

Em quanto tempo a dívida bancária prescreve

Cada tipo de dívida possui tempos de prescrição diferentes que podem chegar a até 20 anos. A maioria das dívidas bancárias prescrevem em cinco anos, então, passado esse período, a instituição bancária não terá mais o direito de cobrar a sua dívida por vias judiciais, mesmo que você ainda esteja em débito. Além disso, seu nome deverá ser retirado da lista de inadimplentes, independentemente da sua situação junto ao banco.
Vale lembrar que a prescrição de dívida bancária só acontece se o banco nunca tiver cobrado a dívida judicialmente. Isso porque se o banco entrar com ação judicial, cobrando essa dívida, o prazo da prescrição é automaticamente interrompido até o término da ação judicial.
Fique atento também para o fato de que se você renegociar uma dívida antiga com o banco, mesmo após a prescrição, é como se você assumisse uma nova dívida cujo tempo de prescrição só começa a valer a partir da data deste último acordo entre as partes.

O que acontece se eu não pagar a dívida?

Apesar de você não ser mais obrigado a pagar a dívida bancária após a prescrição, uma vez que ela deixou de poder ser cobrada judicialmente, isso não significa que ela deixou de existir. Dessa forma, você pode sofrer consequências por parte do banco, como restrições e dificuldades para acessar novos créditos, até mesmo em outras instituições financeiras.
Isso acontece porque, mesmo com seu nome limpo, a dívida bancária fica registrada no histórico de pagamento do consumidor, acessado por meio do cadastro positivo, que reúne informações relacionadas às contas pessoais dos brasileiros. O sistema pode ser acessado por diferentes empresas, que usam os dados para conceder ou não produtos e serviços financeiros aos clientes que as procuram.

Dívida bancária prescrita ainda pode ser cobrada

A dívida bancária prescrita pode ser cobrada de forma extrajudicial enquanto ela existir. Essa cobrança é legal e costuma ser realizada por meio de telegrama, notificação pelo correio, telefonema, mensagem de SMS, e-mail, dentre outros, por empresas que compram as dívidas do banco.
O problema é quando a cobrança se torna excessiva, até mesmo colocando o consumidor em situações de assédio moral, afinal uma pessoa não pode ser constrangida, coagida ou ameaçada para pagar algo.
Este tipo de comportamento não é tolerável e pode ser levado ao judiciário para que a empresa seja condenada por realizar a cobrança da dívida bancária prescrita de forma abusiva, o que não é permitido. Em alguns casos, o consumidor pode, inclusive, ter direito a uma indenização por danos morais e materiais.

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Prisão por dívida: em quais casos ela acontece

Ter dívidas pode trazer uma série de consequências para a vida financeira e pessoal do consumidor. Entre as maiores dúvidas e preocupações acerca do assunto está se um dos resultados da inadimplência pode ser a prisão por dívida. Neste conteúdo vamos esclarecer se e quando isso pode ocorrer e o que você pode fazer para evitar ter qualquer tipo de problema, caso não cumpra com seus compromissos financeiros. Continue lendo e saiba tudo sobre prisão por dívidas.

Quando pode ocorrer a prisão por dívida

De acordo com a Constituição Federal de 1988, existem duas possibilidades de prisão por dívida civil, ou seja, dois casos em que as pessoas podem ser privadas de sua liberdade, mesmo que não tenham cometido atos ilícitos penais, sendo eles: inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e depositário infiel (artigo 5º, LXVII). Segundo a Constituição:

[Constituição Federal] Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes

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LXVII – não haverá prisão civil por dívida, salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel

[…

Confira melhor sobre cada possibilidade a seguir.

Prisão por dívida: inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentar

A lei presume que os genitores possuem o dever de sustento, de assistir, criar e educar as crianças e os adolescentes que estiverem sob sua guarda. O dever de sustento diz respeito ao pagamento de alimentos, podendo o mesmo ser realizado em espécie (dinheiro), ou “in natura” (dando os itens alimentícios em si). Quando ocorre o divórcio entre os pais, essa responsabilidade é redefinida entre eles, muitas vezes, pela justiça.

O não pagamento do valor determinado para essa finalidade acarreta no inadimplemento da obrigação alimentar, sendo um dos casos em que poderá haver a prisão por dívida daquele que não cumpriu com o seu dever.

Como funciona? O inadimplemento da obrigação alimentar gera uma ação de execução. Dessa forma, o Réu inadimplente é intimado a realizar o pagamento do débito no prazo de 03 dias. Caso a decisão não seja cumprida, ele deve provar ou justificar a impossibilidade para o pagamento dos alimentos devidos. Vale lembrar que inexistência de trabalho, vínculo empregatício, entre outros, não é justificativa aceitável para essa situação, segundo o artigo 582 do Código de Processo Civil.

Caso a justificativa não seja aceita ou feita, a falta de pagamento dos alimentos determinados pelo juiz pode gerar prisão por dívida de 01 a 03 meses, que deve ser cumprida em regime fechado, mas com o Réu inadimplente separado dos presos comuns, conforme determina o artigo 582, §§ 3º e 4º do Código de Processo Civil.

Lembramos que o cumprimento da pena determinada pela prisão por dívida não exime o responsável do pagamento das prestações em atraso, o que poderá corresponder a até 03 prestações alimentares vencidas e não pagas anteriores ao ajuizamento da execução (artigo 582, §§ 5º e 7º do Código de Processo Civil).

Segundo caso de prisão por dívida: depositário infiel

É considerado depositário infiel quem ficou responsável pela guarda de um bem que não lhe pertence e deixou que este bem desaparecesse ou que tenha sido depredado, roubado, furtado, depreciado, etc. Essa era uma das possibilidades de prisão por dívida até a ratificação da Convenção Americana Sobre Direitos Humanos (Pacto de San José, Costa Rica), pelo Brasil. Ela deixou de ocorrer pois o pacto prevê que:

Artigo 7. 7. “Ninguém deve ser detido por dívidas. Este princípio não limita os mandados de autoridade judiciária competente expedidos em virtude de inadimplemento de obrigação alimentar.

Portanto, atualmente, resta apenas a prisão por dívida do inadimplente de alimentos. Vale ressaltar que dever (seja qual for a quantia) no cartão de crédito, cheque especial, financiamento, empréstimos, etc., não leva à prisão civil.

A maior diferença entre a prisão civil e aquelas que ocorrem em decorrência de processos criminais é que na prisão civil (como ocorre no caso de inadimplente de alimentos) o principal objetivo não é punir, e sim buscar fazer com que a pessoa cumpra sua obrigação. Feito isso, a pessoa pode, inclusive, ser solta antes de cumprir toda a pena.

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Quais dívidas são quitadas com a morte do titular

A morte de um familiar é um momento delicado que vem acompanhado de várias preocupações, principalmente se ele deixou dívidas. Todo o seu conjunto de bens é deixado para os herdeiros, isso inclui casa, carro, joias, dinheiro e outros bens. Essa informação você provavelmente já sabe. Mas com isso, entram as dívidas, que também são herdadas da pessoa falecida. Vamos te explicar isso melhor e te ajudar a entender quais dívidas são quitadas com a morte do titular delas. Continue lendo!

Entenda o que é o espólio

O espólio é o conjunto dos bens deixado por um falecido, reunindo todo o patrimônio que será partilhado entre os herdeiros. Quando uma pessoa morre, tudo que ela possui, inclusive as dívidas (empréstimos, prestações e contas não pagas) é considerado patrimônio. Isso inclui também: – Imóveis; – Veículos; – Investimentos; – Obras de arte; – Joias; – Titulos de clubes; – Saldosem contas bancárias. Enquanto o espólio trata-se dos bens e direitos de uma pessoa, a herança também listará suas obrigações, como empréstimos e contas em aberto. Ou seja, o espólio lista apenas os patrimônios positivos, enquanto a herança também reúne as dívidas deixadas pelo falecido. Dessa forma, quando ocorre a morte de um familiar, é fundamental fazer o espólio. Isso porque, mesmo com o falecimento, as dívidas não deixam de existir. Elas precisam ser listadas em um inventário e incluídas no espólio. Geralmente um inventariante, que costuma ser um cônjuge ou filho do falecido, é indicado para tratar desse assunto e representar o espólio até a separação dos bens. Os herdeiros respondem pela dívida do falecido, até o limite da herança. Com isso, você pode herdar apenas a responsabilidade de responder pela dívida com os bens deixados pelo próprio devedor. Quem paga a dívida de quem já morreu é o próprio patrimônio dele(a). Dito isso, podem ocorrer três diferentes cenários, que vamos discutir a seguir.

Quando o valor dos bens deixados for maior que a dívida

Nesse caso, os valores devidos pelo falecido são subtraídos do valor dos bens. O restante fica para a divisão da herança. Exemplo: O falecido deixa uma casa no valor de R $100 mil e dívidas no valor de R $30 mil. Subtraindo o débito do que foi deixado de positivo, o valor que sobra para os herdeiros é de R$70 mil.

Quando o valor dos bens for igual ao valor das dívidas

Se os valores positivos e negativos do patrimônio forem exatamente iguais, não há valor de herança. Neste caso, os bens são usados para quitar as dívidas do falecido e não sobra nenhum valor excedente para ser dividido entre os herdeiros.

Quando o valor das dívidas ultrapassar o valor dos bens

Este é o caso que gera mais dúvidas sobre quem é responsável pelas dívidas do falecido. Se o valor das dívidas ultrapassar o valor dos bens do falecido, estes são usados para quitar o máximo possível das dívidas. O resto fica por conta do credor. Em nenhuma situação os herdeiros têm a obrigação de pagar com recursos próprios as dívidas de falecido.

Alguma dívida é quitada com a morte do titular?

Nenhuma dívida é quitada com a morte do titular. O que pode acontecer é que algumas dívidas específicas deixam de existir quando o devedor vem a falecer, como os empréstimos consignados e financiamentos imobiliários. Isso acontece porque esse tipo de crédito geralmente já prevê essa possibilidade e conta com seguros para cobrir essas despesas. Muitas pessoas não sabem, mas o Brasil possui sistemas que informam automaticamente a Receita Federal, o INSS e as instituições bancárias após o falecimento de uma pessoa ser registrado em um cartório. Mesmo assim, sugerimos entrar em contato diretamente com as instituições para evitar que novas cobranças e juros sejam gerados no futuro.

Lembre-se de cancelar os cartões de crédito do falecido

Essa é uma ação rápida que pode evitar problemas no futuro, uma vez que alguém pode se aproveitar dessa situação para realizar compras com o cartão do falecido, ou até mesmo o clonar. Apesar de ser possível comprovar o uso indevido do pagamento ao comparar as datas de uso do cartão com o dia do falecimento, isso pode levar tempo e acabar envolvendo os herdeiros, que já têm que se preocupar com várias outras coisas nesse momento difícil, por isso vale se prevenir!

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Quais os bens não podem ser penhorados para pagar dívidas

A penhora assusta muita gente que não conhece muito bem os seus direitos e teme perder seus bens de um dia para o outro, principalmente quando existem dívidas pendentes. Mas hoje viemos esclarecer que não é bem assim que a penhora de bens acontece, que existem limites estabelecidos pela lei e até mesmo bens que não podem ser penhorados para pagar dívidas. Leia tudo sobre o assunto e tire suas dúvidas!

O que é a penhora de bens?

A penhora é um mecanismo judicial que visa reter um bem pertencente a um devedor para ser utilizado na quitação da dívida que este tem com o credor, que está executando judicialmente o valor devido. Dessa forma, a penhora funciona como uma forma de garantir que o devedor efetue o pagamento por meio da apreensão de seus bens.

Quando um bem é penhorado, ele pode ser expropriado de seu proprietário para quitar a dívida. A penhora pode ocorrer tanto em execuções de títulos judiciais, que são sentenças que devem ser cumpridas para o pagamento de uma dívida, quanto em títulos extrajudiciais, que são meios utilizados dentro de uma execução para quitação da dívida.

Ela está tipificada no Novo Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015), do artigo 831 ao artigo 836. De acordo com o Novo CPC, a penhora tem como objetivo não só custear o valor devido e pagar quem deve receber, mas também juros, custas processuais e honorários advocatícios, conforme aponta o artigo 831:

_Art. 831. A penhora deverá recair sobre tantos bens quantos bastem para o pagamento do principal atualizado, dos juros, das custas e dos honorários advocatícios._

O devedor perde o bem definitivamente após a penhora?

Ter um bem penhorado , não significa que você o perdeu para sempre. Isso porque o devedor pode tentar renegociar a dívida e pagá-la antes de perder a posse e a propriedade do bem. Se ele, de fato, tiver o bem penhorado , existem algumas possibilidades do que virá a ocorrer a seguir.

Primeiro, esse bem é oferecido para o credor diretamente como forma de pagamento da dívida. Essa ação é chamada de adjudicação do bem e o credor recebe a posse do bem, que é passado para o seu nome para quitar o que ele precisava receber.

Se o credor não tiver interesse em nenhum dos bens penhorados , eles serão leiloados para que o valor dos mesmos supra tanto a dívida quanto as demais custas indicadas no artigo 831 do Novo CPC, como explicamos anteriormente. Se o valor do bem for inferior ao da dívida, o devedor deve pagar o montante restante. Se o valor for maior, o excedente é devolvido ao devedor.

Bens impenhoráveis

Além de existir a ordem correta de penhora dos bens do devedor , o Código de Processo Civil estabelece também, em seu artigo 833, os bens que não podem ser penhorados , conforme a seguinte lista:

I – os bens inalienáveis e os declarados, por ato voluntário, não sujeitos à execução, tais como bem de família (único imóvel familiar onde o devedor reside com a sua família);

II – os móveis, os pertences e as utilidades domésticas que guarnecem a residência do executado, salvo os de elevado valor ou os que ultrapassem as necessidades comuns correspondentes a um médio padrão de vida;

III – os vestuários, bem como os pertences de uso pessoal do executado, salvo se de elevado valor;

IV – os vencimentos, os subsídios, os soldos, os salários, as remunerações, os proventos de aposentadoria, as pensões, os pecúlios e os montepios, bem como as quantias recebidas por liberalidade de terceiro e destinadas ao sustento do devedor e de sua família, os ganhos de trabalhador autônomo e os honorários de profissional liberal;

V – os livros, as máquinas, as ferramentas, os utensílios, os instrumentos ou outros bens móveis necessários ou úteis ao exercício da profissão do executado;

VI – o seguro de vida;

VII – os materiais necessários para obras em andamento, salvo se essas forem penhoradas;

VIII – a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família;

IX – os recursos públicos recebidos por instituições privadas para aplicação compulsória em educação, saúde ou assistência social;

X – a quantia depositada em caderneta de poupança, até o limite de 40 (quarenta) salários-mínimos;

XI – os recursos públicos do fundo partidário recebidos por partido político, nos termos da lei;

XII – os créditos oriundos de alienação de unidades imobiliárias, sob regime de incorporação imobiliária, vinculados à execução da obra.

Viu como é importante conhecer bem a lei e os seus direitos? Mas lembramos que o mais essencial é manter sua saúde financeira em dia e não correr nenhum risco de ter os bens pelos quais você trabalhou retirados de sua posse!

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Qual é a diferença entre consórcio e financiamento? Entenda qual escolher

Milhões de brasileiros compartilham o sonho da casa própria. Muitos outros querem fazer uma reforma, comprar um carro, planejar a aposentadoria ou até mesmo fazer uma viagem inesquecível. Tudo isso requer altos valores de dinheiro e, se você não possui condições de realizar o pagamento à vista, como é o caso da maioria da população, pode contar com o auxílio de um consórcio ou de um financiamento.

Mas você sabe qual é a diferença entre essas duas modalidades de crédito e qual delas seria a melhor opção para você? Vamos te explicar melhor como funcionam o consórcio e o financiamento e te ajudar a entender quais as vantagens e desvantagens de cada um deles. Continue lendo e saiba mais neste conteúdo que preparamos!

Como funciona o financiamento

Você pode estar mais familiarizado com como funciona um financiamento , mas se ainda tem alguma dúvida, não se preocupe, vamos esclarecer tudo sobre o assunto! O financiamento é a compra parcelada de um produto, bem ou serviço, na qual o contratante retira e pode usufruir do que ele estiver adquirindo imediatamente. A principal intenção dessa operação financeira é facilitar a compra de um bem de valor significativo para quem não tem a totalidade do dinheiro para fazer a compra.

Nestes casos, quando você pega um financiamento bancário , quem arca com a compra do bem inicialmente é a instituição financeira, e quem realizou o financiamento fica encarregado de pagar as mensalidades ao banco até quitar o valor total da dívida. Como “pagamento” ao banco pelo financiamento, a pessoa arca com juros e correções monetárias previstas desde o início no contrato de contratação do serviço.

Apesar de ter o benefício de poder usufruir do bem imediatamente, a cobrança de juros tende a ser bem alta, podendo até mesmo dobrar o valor inicial. Quando comparamos com um consórcio , por exemplo, sobre o qual vamos falar a seguir, os juros do financiamento , somados a outros encargos, resultam no Custo Efetivo Total, que é sempre maior que o custo total de um consórcio , incluindo taxa administrativa, seguro e fundo de reserva.

Como funciona um consórcio

Para quem não tem muita pressa em adquirir o bem ou quer fazer um investimento para o futuro, o consórcio é uma excelente escolha. Ao adquirir uma cota de consórcio por meio de uma administradora autorizada pelo Banco Central, você passa a investir um valor mensal, que vai variar de acordo com o tipo de bem que você quer adquirir, por um prazo definido em contrato, que é o suficiente para totalizar o valor da compra.

Enquanto o consorciado cumpre com os pagamentos, acontecem os sorteios mensais, por meio dos quais ele possui a chance de receber o valor total da carta de crédito antecipadamente, adquirir o bem e continuar a pagar as parcelas posteriormente, já podendo usufruir do que ele comprou.

No consórcio , também existe a possibilidade de você dar lances durante os meses e, assim, aumentar as chances de ser contemplado antecipadamente. Para isso, é necessário oferecer o pagamento do valor de mais parcelas de uma vez só, ao invés de somente uma. Vale lembrar também que existem consórcios não só para compra de imóveis e veículos, mas também para viagens e cirurgias plásticas, por exemplo.

Mas então, qual é a melhor opção?

Como explicamos, o consórcio e o financiamento possuem diferentes especificidades e a melhor escolha vai depender bastante do seu momento de vida e dos seus objetivos financeiros. Agora que você já entendeu melhor como cada uma delas funciona, pode analisar qual das duas atenderia melhor às suas necessidades

A vantagem do financiamento é bem clara: ele é ideal para quem quer adquirir um bem naquele momento específico, uma vez que, dentro de uma semana, você já pode estar usufruindo deles. No entanto, ele pode não ser tão vantajoso financeiramente, devido às altas taxas e juros que impõe. Por isso, não deixe de analisar bem e fazer as contas do que vai valer a pena para você.

Por outro lado, o consórcio pode acabar saindo mais barato que o financiamento e ainda há a chance de você nem ter que esperar tanto assim para efetuar a compra que deseja, se for sorteado antes de pagar todas as parcelas. Então vale a pena analisar se essa também não é uma boa opção!

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Quando a pessoa morre as dívidas são quitadas? | Go Bravo

A morte de um ente querido acarreta uma série de preocupações que se juntam ao luto enfrentado em um momento tão difícil para a família. Se você sabe que o falecido deixou dívidas, é comum se perguntar o que acontece com elas e se os herdeiros têm alguma responsabilidade no pagamento delas. Saiba como lidar com essas pendências relacionadas à vida financeira do falecido e como funciona a repartição de bens e a quitação de dívidas de alguém que veio a falecer – tudo isso no post de hoje. Continue lendo!

Quem paga pelas dívidas de quem faleceu?

Os bens do falecido respondem por todas as dívidas que ele deixou. Apesar de receberem tanto a parte boa (bens e dinheiro), quanto a ruim (dívidas e etc.) na herança, em hipótese alguma os herdeiros terão que arcar com as dívidas de quem faleceu com o próprio dinheiro. Cabe a eles, obrigatoriamente, reunir toda essa bagagem – seja ela financeiramente boa ou ruim – e incluí-la em um espólio, que é o conjunto dos bens e direitos deixados pelo falecido. Assim, as dívidas do falecido serão pagas exclusivamente com os recursos deixados por ele aos seus herdeiros, sejam eles imóveis, carros ou dinheiro em banco. Caso quem morreu não tenha deixado o suficiente para quitar as dívidas, os herdeiros não precisam se preocupar em pagar nada. Já se os valores dos recursos deixados forem maiores do que os das dívidas, o que sobrar pode ser dividido entre os herdeiros. Por exemplo, se o valor da dívida deixada por quem morreu é de R$100 mil e os recursos deixados representam R$200 mil, os herdeiros utilizarão metade deste valor para as dívidas e a outra metade será de usufruto próprio deles. Dessa forma, quando a pessoa morre as dívidas são quitadas pelos herdeiros, com os recursos do falecido. O artigo 391 do Código Civil diz: “Pelo inadimplemento das obrigações respondem todos os bens do devedor”. Já o art. 597 do Código de Processo Civil diz: “O espólio responde pelas dívidas do falecido; mas, feita a partilha, cada herdeiro responde por elas na proporção da parte que na herança lhe coube.”

Quais dívidas deixam de existir com a morte do titular

Apesar de que quando a pessoa morre as dívidas não são quitadas, algumas específicas deixam de existir com a morte do titular, pois isso já é previsto em contrato. Este é o caso dos empréstimos consignados e financiamentos imobiliários, créditos que possuem seguros que cobrem as dívidas, no caso de falecimento do titular. No entanto, é recomendado que os herdeiros mantenham contato com a instituição credora para que não haja nenhum problema.

Cuidados para tomar após o falecimento de um familiar

Para evitar dores de cabeça com as finanças do falecido, é possível tomar alguns cuidados, que devem ser iniciados o mais rápido possível, após a morte de um ente querido. Assim, você consegue garantir a segurança e a tranquilidade da família durante esse momento tão difícil. Confira a seguir!

Cancelamento dos cartões de crédito

Uma das primeiras providências a serem tomadas quando acontece o falecimento de alguém próximo a você, é o cancelamento dos cartões de crédito da pessoa. O recomendado é que isso seja feito o quanto antes, para evitar que alguém se aproveite da situação e utilize o cartão sem autorização. O uso de cartões de crédito de uma pessoa falecida é crime de estelionato e eventuais dívidas contraídas serão cobradas pelas administradoras dos cartões, e até você provar que as compras não foram feitas pelo titular, pode ter muitos problemas. Vale lembrar também que dívidas antigas do cartão são cobradas do espólio, e não diretamente dos herdeiros, a não ser que fique comprovado que eles também usavam o meio de pagamento.

Comunicação às entidades bancárias

No Brasil, existem sistemas que automaticamente informam instituições bancárias, a Receita Federal e o INSS assim que o falecimento de alguém é registrado em cartório. Mesmo assim, o recomendado é comunicar aos bancos e administradoras de cartão a respeito do falecimento, para evitar que novas cobranças sejam geradas.

Elaboração do inventário

O inventário é uma espécie de lista de bens do falecido, que deve ser registrada em cartório para ter valor legal. Esse é o documento que garante que os bens serão divididos corretamente entre os herdeiros, mediante a ajuda de advogados. Ele também é útil para definir o espólio do falecido, estabelecendo não só a herança a ser dividida entre os beneficiários, mas também os valores que serão destinados para o pagamento das dívidas do falecido, sendo necessário para provar que não existem recursos suficientes para o pagamento de determinado débito, quando esse for o caso.

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Quando devo aumentar meu limite de crédito | Go Bravo

Recebeu uma mensagem do banco dizendo que “ Devido ao bom uso do seu cartão de crédito, oferecemos um aumento em seu limite”? Antes de começar a dar pulos de felicidade e aceitar esse aumento, recomendamos que leia essa nota para tomar uma decisão mais pensada e analisar se realmente compensa aceitar.

O primeiro ponto a considerar é: Você precisa de um aumento de limite?

Quanto te oferecem um aumento, não significa que é preciso aceitá-lo. Analise os benefícios que quer obter com esse novo limite. Alguns motivos que fariam sentido aceitar seriam: se quer um limite de emergência para algum imprevisto ou servirá para comprar alguma ferramenta de trabalho que não consegue comprar. Porém se quer só aumentar porque o seu cartão está estourado e com o seu salário não consegue pagar, deixe esse aumento para o futuro porque certamente o levará a inadimplência.

Ponto número dois: Um aumento de limite não é dinheiro extra

É isso mesmo que você leu, um aumento no limite não significa que agora, por magia, você terá mais dinheiro para gastar. O que realmente significa é que o banco, baseado no seu comportamento financeiro, sentiu que você tem capacidade suficiente para assumir maior responsabilidade financeira. Sua renda permanecerá a mesma, sua capacidade de pagar e endividamento também.

Finalmente, um aumento no limite não aumenta seu status de vida

Seu poder de compra não é definido pelo seu limite de crédito, mas pelo quanto você ganha. Embora, com um aumento agora você possa comprar mais coisas e de maior valor, isso não significa que você deve modificar seus hábitos de consumo. Se da noite para o dia você mudar seu comportamento de compra, certamente seu bolso sofrerá muito em breve; Seu dinheiro vai render menos do que antes e você terá mais dívidas. Nosso conselho é que, se você decidir aumentar seu limite, mantenha o mesmo status e comportamento financeiro que o levou a ter uma boa reputação com o banco. Concluindo, lembre que os créditos são responsabilidades financeiras; isso implica que, quanto maior o limite, maior o compromisso que você deve assumir. Se você recebeu uma oferta para aumentar o limite , parabéns! Certamente seu histórico de crédito reflete que você está fazendo algo certo. Se mantenha nesse caminho e continue se informando dos especialistas. Na go Bravo queremos que sua vida melhore, tomando as melhores decisões financeiras.

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Quando o banco pode descontar dívidas da conta-corrente?

Muita gente se pergunta quando o banco pode descontar dívidas da conta-corrente do devedor. Afinal, se a instituição tem acesso ao dinheiro, será que ela pode pegá-lo para sanar alguma dívida?

Para esclarecer de vez essa e outras questões relacionadas ao assunto, hoje a Bravo trouxe um material completo para você. Acompanhe com a gente e saiba mais!

O banco pode descontar dívida da conta-corrente sem aviso prévio?

Em muitos casos, sim, o banco pode descontar dívida da conta-corrente sem aviso prévio. Isso acontece principalmente quando você tem um contrato que permite essa prática, como um cheque especial ou um empréstimo com débito automático.

A lei brasileira, mais precisamente o Código de Defesa do Consumidor (CDC), protege o cliente contra abusos, mas permite que o banco faça esses descontos se houver acordo prévio.

Por exemplo, se você contraiu uma dívida e autorizou o débito automático, o banco pode descontar o valor diretamente da sua conta-corrente. No entanto, o banco deve ser transparente e informar claramente sobre essa possibilidade no momento da contratação.

Em quais situações o banco pode pegar dinheiro da conta-corrente?

O banco pode pegar dinheiro da conta-corrente por dívida em algumas situações específicas, por exemplo, se você tiver um contrato que autorize o débito automático, como um empréstimo ou cheque especial. Mas, como já vimos, isso deve estar totalmente claro no contrato que você assinou.

Outra situação é o bloqueio judicial. Se houver uma ordem judicial, o banco é obrigado a seguir e pode bloquear ou descontar valores da sua conta para pagar a dívida. Geralmente, isso acontece quando o credor entra com uma ação na Justiça e o juiz determina o bloqueio.

Além disso, se você tiver um empréstimo com garantia, como um imóvel ou veículo, o banco pode usar o valor da venda do bem para quitar a dívida.

Quais são os direitos do cliente quando há dívida na conta-corrente?

Quando há dívida na conta-corrente, o cliente tem vários direitos garantidos por lei. Segundo o CDC, o banco deve ser transparente e informar claramente sobre qualquer desconto automático de dívidas. Por outro lado, o cliente tem o direito de ser notificado antes que qualquer débito seja realizado.

Outro direito importante é o de contestar débitos indevidos. Se o banco descontar um valor que você não reconhece, você pode solicitar a devolução e, se necessário, recorrer ao Procon ou à Justiça.

A Lei nº 8.078/1990, que institui o CDC, também protege o consumidor contra práticas abusivas e cláusulas contratuais que podem ser consideradas injustas.

Também é bom lembrar que a Lei do Superendividamento (Lei 14.871/2021) determina que o cliente tem o direito de negociar suas dívidas e buscar alternativas de pagamento que não comprometam sua subsistência.

Qualquer valor pode ser descontado pelo banco?

O banco pode descontar dívidas da conta-corrente, mas não de qualquer valor. Existem regras e limites para proteger o cliente. Normalmente, o banco só desconta valores que foram previamente acordados em contrato, como parcelas de empréstimos ou financiamentos.

Além disso, a instituição financeira deve respeitar o saldo mínimo necessário para a sua subsistência. Isso significa que ele não pode deixar você sem dinheiro para necessidades básicas, como alimentação e moradia.

Em casos de bloqueio judicial, o juiz também leva em conta esses fatores antes de autorizar o desconto e determina uma porcentagem máxima para que ele ocorra.

Existe algum respaldo legal para o banco descontar dívida da conta-corrente sem autorização prévia?

Não, o banco não pode descontar dívida da conta-corrente sem a sua autorização. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e o Código Civil Brasileiro, é necessário que você dê permissão para que o banco realize débitos automáticos na sua conta, garantindo que você tenha controle sobre seu dinheiro e saiba exatamente quando e quanto será descontado.

Existem algumas exceções, como contratos de crédito rotativo ou cheque especial, onde você já autoriza o banco a fazer esses descontos no momento da contratação.

Além disso, em casos de ordem judicial, o banco pode ser obrigado a descontar valores da sua conta para pagar dívidas — mesmo se for para outro credor ou instituição.

Por isso, se o banco descontar um valor sem sua autorização e fora dessas exceções, você tem o direito de contestar e solicitar a devolução.

Como evitar que o banco pegue dinheiro da conta-corrente por dívida?

Para evitar que o banco pegue dinheiro da sua conta-corrente por dívidas, é importante tomar algumas precauções.

Primeiro, leia atentamente todos os contratos antes de assiná-los; certifique-se de entender as cláusulas que autorizam débitos automáticos. Se possível, opte por formas de pagamento que não envolvam o débito direto na conta.

Outra dica é manter um controle rigoroso das suas finanças. Acompanhe seus extratos bancários regularmente para identificar qualquer débito não autorizado. Se você perceber algo errado, entre em contato com o banco imediatamente para resolver a situação.

Também é útil negociar com o banco. Se você estiver com dificuldades para pagar uma dívida, tente renegociar os termos antes que o banco faça o desconto automático. Muitas vezes, os bancos estão dispostos a encontrar uma solução que seja viável para ambas as partes.

Você também pode entrar em contato com empresas especializadas em negociação, como a Bravo. Dessa maneira, é possível chegar a condições melhores e evitar sofrer descontos em sua conta-corrente.

Quais são as consequências de contrair dívidas e não pagar?

Contrair dívidas e não pagar pode gerar vários impactos na sua vida, e tudo começa pelo fato de que você pode enfrentar juros e multas, que aumentam ainda mais o valor total da dívida, dificultando ainda mais o pagamento no futuro, levando ao tão conhecido e temido efeito “bola de neve”.

Além disso, seu nome pode ser incluído em cadastros de inadimplentes, como o SPC e o Serasa, o que prejudica sua pontuação de crédito e dificulta a obtenção de eventuais empréstimos ou financiamentos.

Outra consequência é o bloqueio judicial de bens e contas bancárias. Se o credor entrar com uma ação na Justiça, o juiz pode determinar o bloqueio de valores na sua conta-corrente para quitar a dívida.

Agora, olhando por outro lado, a inadimplência pode causar estresse e ansiedade, afetando sua saúde mental e seu bem-estar. Por isso, é crucial tentar negociar com os credores e buscar alternativas para pagar as dívidas, como a renegociação de prazos e valores.

Como a Bravo pode ajudar a evitar esse transtorno?

A Bravo ajuda a evitar diversos transtornos financeiros — como contrair dívidas em excesso e descontos em sua conta-corrente — oferecendo soluções práticas e personalizadas para gestão de dívidas.

Com serviços de consultoria financeira, auxiliamos na renegociação de pendências, no planejamento financeiro e na educação sobre finanças pessoais.

Trabalhamos com você para criar um plano de pagamento que se encaixe no seu orçamento, evitando surpresas e descontos automáticos na sua conta-corrente. Além disso, oferecemos ferramentas para monitorar suas finanças e garantir que você mantenha o controle sobre seus gastos, ajudando a prevenir problemas futuros.

Portanto, se você está com dificuldades e se perguntando quando o banco pode descontar dívidas da conta-corrente, não hesite em entrar em contato conosco. Podemos te ajudar a sair dessa com tranquilidade e dignidade! Recupere o controle da sua vida financeira com a Bravo.

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Quanto tempo depois de pagar a dívida o nome fica limpo

O número de brasileiros com o nome sujo corresponde a mais de 64 milhões de pessoas, e é um novo recorde do levantamento, realizado pelo SPC Brasil, o Serviço de Proteção ao Crédito , em conjunto com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. Ficar com o nome sujo pode ser um grande problema para sua vida financeira e até mesmo pessoal, uma vez que isso acarreta dificuldade para conseguir cartões de crédito, financiar imóveis e automóveis ou outras solicitações de crédito.

Mas se você quer tirar as restrições do seu nome e pagar suas dívidas , não terá que esperar muito tempo até retomar a normalidade da sua vida financeira. No conteúdo de hoje, descubra quanto tempo depois de pagar a dívida que o seu nome fica limpo e saiba mais sobre como manter suas contas longe do vermelho!

Em quanto tempo a empresa deve limpar meu nome

Após o pagamento da dívida que deixou o seu nome sujo , a empresa credora tem 5 dias úteis para retirar o nome do consumidor do banco de dados dos Serviços de Proteção ao Crédito. Além disso, a empresa precisa entregar ao cliente um recibo ou comprovante de que a dívida está quitada. Assim você consegue se prevenir contra cobranças indevidas.

O prazo começa a contar a partir do pagamento da dívida. Dito isso, o banco ou financeira não podem alegar que tiveram prazos internos para dar baixa no nome. No entanto, o período para a baixa pode ser maior se o pagamento for feito com cheque, boleto ou outra maneira que depende de confirmação.

Existe também a possibilidade de negociar a sua dívida e fazer o pagamento parcelado. Nesses casos, a empresa credora deve limpar o seu nome após o pagamento da primeira parcela. Dessa forma, você não precisa pagar o débito por completo para que o seu nome seja retirado dos serviços de proteção ao crédito e fique limpo novamente.

Paguei a dívida e continuo com o nome sujo, o que fazer?

Se mesmo depois do prazo que as empresas têm para retirar seu nome da lista dos inadimplentes, isso não acontecer, o primeiro passo é entrar em contato com o credor. Você pode enviar o comprovante de pagamento e pedir a baixa do seu nome da lista dos serviços de proteção ao crédito. Caso mesmo assim o problema não seja resolvido, você pode buscar órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, para fazer uma reclamação formal.

É importante lembrar que é necessário consultar o seu CPF para ter certeza de que seu nome não continua sujo por causa de outra(s) dívida(s). O consumidor deve saber que se tiver mais de uma dívida e quitar apenas uma delas, o nome pode continuar sujo. Caso você queira consultar o seu CPF para descobrir se existe alguma dívida negativada em seu nome, é possível acessar o site de qualquer um dos órgãos de proteção ao crédito: Serasa, SPC, Boa Vista SPC e Quod.

É importante ressaltar também que caso o consumidor opte por negociar a dívida e quebre o acordo, deixando de pagar as parcelas, por exemplo, o seu nome pode voltar a ser negativado, sendo necessário renegociar o débito e iniciar novamente o processo para limpar o seu nome. Por isso, é fundamental não atrasar as parcelas e fazer uma negociação com o credor que esteja dentro da sua realidade financeira para que você seja capaz de cumprir o combinado.

Depois de cinco anos, meu nome fica limpo, mesmo se não pagar a dívida?

Diferentes tipos de dívida prescrevem em prazos distintos, como regula o Código Civil Brasileiro, em seu artigo 205. O prazo mais comum para que dívidas prescrevam, ou caduquem, é de cinco anos, tempo que passa a ser contado a partir da data de vencimento da dívida.

Esse tempo é referente a dívidas de cartão de crédito , financiamento, impostos e honorários de profissionais liberais, por exemplo. Após esse período, o credor não pode mais fazer cobranças por vias judiciais e deve retirar o nome do consumidor dos serviços de proteção ao crédito.

Mas isso não quer dizer que a dívida deixa de existir e ela pode, inclusive, continuar sendo cobrada por vias extrajudiciais e prejudicando a sua vida financeira. Por isso, a melhor opção é ter um bom planejamento e pagar as contas em dia, ao invés de esperar pela prescrição da dívida!

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Quanto tempo o banco pode cobrar uma dívida judicialmente

Manter as contas em dia com a atual situação econômica que vivemos pode ser um grande desafio, principalmente quando tratamos de dívidas bancárias. Isso porque com juros altos, entre outras taxas, o montante devido se torna maior do que era inicialmente em um curto período de tempo. Mas você sabia que o banco tem um prazo para cobrar a dívida judicialmente? É o que chamamos de prescrição de dívida, assunto do nosso artigo de hoje.

Depois desse período, o banco ainda pode cobrar a dívida, mas apenas por vias amigáveis e sem excessos. Além disso, o seu nome não pode mais ficar negativado, caso o tempo de prescrição da dívida bancária já tenha passado. Quer saber mais? Continue lendo!

O que quer dizer que a dívida caducou?

É comum ouvir que uma dívida “caducou”, isso quer dizer que o prazo estabelecido para ela ser cobrada judicialmente pelo credor já passou. Com isso, o seu nome também não pode mais estar negativada dívida em específico. Segundo a legislação brasileira, o cidadão não pode ficar com o nome sujo por mais de 5 anos. Dessa forma, o credor é obrigado a retirar o nome do devedor de cadastros negativos como SPC ou Serasa, mesmo que a dívida não tenha sido quitada. Com o nome limpo, depois do tempo para o banco cobrar a dívida judicialmente, a pessoa volta a conseguir créditos com maior facilidade, mas isso não significa que a dívida deixou de existir. O banco pode, inclusive, continuar cobrando a dívida, por meios amigáveis e sem nenhum tipo de abuso. Caso isso aconteça, vale recorrer à justiça para ser indenizado por danos morais, como prevê a lei.

Quando as dívidas bancárias caducam?

Diferentes tipos de dívida possuem prazos de prescrição distintos. No Código Civil Brasileiro, o art. 205 traz os prazos de prescrição para dívidas bancárias e outras variáveis. Hotéis e restaurantes, por exemplo, têm até um ano para promoverem suas cobranças. Enquanto isso, as prestações de aluguéis podem ser cobradas judicialmente em até três anos. Os serviços prestados por profissionais liberais (médicos, dentistas, advogados) têm o prazo de prescrição de cinco anos. As dívidas de banco, foco do artigo, como empréstimos, cheque especial, dívidas de cartão de crédito, podem ser cobradas judicialmente em até cinco anos. Esse é o prazo de prescrição das dívidas bancárias, ou como explicamos, o tempo que elas levam para caducar.

Eu não preciso mais pagar pela dívida bancária prescrita?

Já adiantamos que a dívida bancária, mesmo que prescrita, não deixa de existir. Muito pelo contrário, ela continua ativa, inclusive com a atualização dos juros e demais encargos que fazem parte do Custo Efetivo Total, como taxas de abertura de crédito, seguros, impostos e outras despesas. Além disso, mesmo sem poder cobrar a dívida judicialmente, o banco ainda tem o direito de receber os valores devidos a ele.

Por isso, o credor continua podendo cobrá-la utilizando de outros meios para tentar receber o seu crédito, como e-mails, mensagens de texto e ligações. Com tudo isso em mente, você ainda pode e deve quitar suas dívidas bancárias mesmo depois da prescrição.

Vale a pena esperar a prescrição de dívidas bancárias?

Uma das consequências mais complicadas de ter o nome sujo devido a uma dívida bancária é enfrentar dificuldades para conseguir crédito de diversas formas, como contratar cartões, empréstimos e financiar um imóvel ou um veículo. Assim, dependendo da quantia devida, um indivíduo ou até uma família inteira pode passar por problemas que afetam sua qualidade de vida. Após os cinco anos, tempo que o banco pode cobrar uma dívida judicialmente, o nome do devedor fica limpo, mas se a dívida não for quitada e continuar ativa, os bancos e instituições financeiras têm acesso a essas informações, uma vez que elas permanecem no sistema do Banco Central, chamado Registrato. Por esse motivo, as dificuldades para acessar novos créditos podem continuar, mesmo após a prescrição de dívida. Além disso, os valores devidos podem continuar crescendo por causa das cobranças de juros e outros encargos. Todas essas questões nos levam a concluir que não vale a pena esperar a prescrição de dívidas bancárias. O ideal a se fazer é organizar suas finanças pessoais, ver quais condições tornariam o pagamento da dívida possível e procurar a instituição credora para fazer uma negociação dos valores e condições para quitar os valores devidos.

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Quite suas dívidas em 5 passos: saiba como!

O número de endividados no Brasil cresce cada vez mais, com cerca de mais de 77% das famílias com algum tipo de pendência financeira, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio, Bens e Turismo (CNC). Ainda sofrendo com o desgaste econômico da pandemia, muitos brasileiros enfrentam dificuldade para manter as contas em dia.

Além disso, quitar as dívidas parece algo cada vez mais distante, uma vez que as famílias começam a pegar empréstimos com altas taxas de juros e a fazer novos compromissos financeiros, como compras no cartão de crédito, para tentar manter as contas em dia e atender as necessidades da casa. No entanto, com foco e organização, é possível se livrar das dívidas e sair do vermelho. Quite suas dívidas com as dicas do post de hoje e recomece sua vida financeira. Continue lendo!

Primeiro passo: conheça bem as suas dívidas

Se você quer quitar suas dívidas, o primeiro passo é entender bem a origem e os valores de cada uma delas. Para isso, o ideal é listar todos os seus débitos por ordem de urgência de pagamento, levando em conta o atraso e as que possuem taxas de juros mais altas, como as dívidas de cartão de crédito e de cheque especial. Caso você tenha alguma dúvida sobre o valor atual de uma determinada pendência financeira ou sobre as taxas que você paga, vale a pena entrar em contato com o credor e se informar melhor sobre os números para que quite suas dívidas sem maiores problemas.

Entre em contato e negocie com os credores

Entrar em contato com a instituição credora e demonstrar interesse em quitar suas dívidas é um passo importante para renegociar os valores e conseguir cumprir com os pagamentos, sem prejudicar seu orçamento. Por isso, analise com cuidado a sua situação financeira e exponha sua proposta, explique suas condições atuais e o que você precisaria para conseguir quitar tudo que deve. Não tenha medo, nem vergonha de ser sincero, o máximo que pode acontecer é o banco lhe fazer uma contraproposta, que você pode ou não aceitar. Lembre-se que os dois lados têm interesse em resolver o problema: você quer quitar suas dívidas e o credor que receber os valores devidos. Então, não hesite em tentar uma negociação que se enquadre melhor à sua realidade e a estabelecer um contrato que você consiga cumprir.

Tenha uma renda extra

Abrir mão do seu tempo de lazer temporariamente, se dedicando a uma atividade que gere renda extra, pode trazer ótimos resultados, principalmente para sair do sufoco financeiro e se preparar para quitar suas dívidas. Pense que até mesmo um hobby, como artesanato e culinária, pode virar uma fonte de dinheiro e te ajudar a sair dessa situação difícil para garantir uma vida financeira mais tranquila do que a que você possui atualmente.

Corte gastos

Cortar gastos é fundamental para quem quer sair do endividamento e quitar suas dívidas. Uma dica é organizar seus gastos em três categorias: – Eliminar – gastos que você pode e deve eliminar por completo; – Supérfluo – gastos que você deve reduzir, como os ligados à lazer e bem-estar, incluindo restaurantes, bares, serviços de streaming e outros. – Necessário – gastos imprescindíveis, mas que você pode otimizar, procurando opções menos custosas, como necessidades básicas ligadas à alimentação, moradia e vestuário.

Fora isso, vale lembrar que é possível cortar gastos com atitudes simples do dia a dia, como não deixar a luz acesa quando sair dos ambientes, tomar mais banhos com o chuveiro no modo verão, levar sua marmita para o trabalho, ao invés de comer em um restaurante, ou consumir alimentos da estação, que são mais baratos. Tudo isso pode contribuir para que você quite suas dívidas.

Preserve o hábito de controlar o orçamento

Organizar as finanças e controlar seu orçamento deve tornar-se um exercício diário a ser preservado para que você consiga quitar suas dívidas e guardar dinheiro para conquistar seus objetivos financeiros. Você pode contar com o auxílio de uma tabela escrita à mão, de uma planilha no computador ou até mesmo de aplicativos no celular. Controlar seus gastos vai permitir não só que você quite suas dívidas, mas também que comece a poupar todos os meses para criar a sua reserva de emergência e evitar qualquer imprevisto financeiro que te faça voltar a se endividar.

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Saiba como quitar dívidas de maneira confiável

Muitas pessoas se perguntam como quitar dívidas de uma forma realmente segura e confiável. Afinal, estar com o nome sujo e cheio de dívidas é uma situação angustiante que afeta milhões de brasileiros.

Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mais de 70% das famílias brasileiras estão endividadas.

Se você faz parte dessa estatística ou já teve um pensamento como “não tenho como pagar minhas dívidas”, saiba que existem soluções confiáveis para sair do vermelho e recuperar sua saúde financeira e é isso o que iremos te mostrar a seguir. Confira com a Bravo!

Por que tantos brasileiros estão endividados?

Antes de falarmos sobre como quitar dívidas, é importante entender por que tantas pessoas se encontram nessa situação. Alguns fatores comuns incluem:

1. Falta de planejamento financeiro; 2. Desemprego ou redução de renda; 3. Gastos imprevistos, como problemas de saúde; 4. Uso excessivo do cartão de crédito; 5. Empréstimos com juros altos; 6. Falta de educação financeira.

Conhecer, e reconhecer, essas causas é o primeiro passo para evitar que você caia novamente em dívidas após quitá-las.

Programas de auxílio para quem quer quitar dívidas

Outro ponto importante de ter em mente é que existem iniciativas que podem ajudar quem está com dívidas. Conheça as principais com a gente:

Feirão Limpa Nome

O Feirão Limpa Nome é uma campanha sazonal promovida pela Serasa, que acontece geralmente uma vez por ano. Durante esse período, as empresas parceiras oferecem descontos significativos para quem deseja quitar suas dívidas.

É uma ótima oportunidade para negociar e limpar seu nome, mas tem a desvantagem de ser um evento pontual.

Desenrola Brasil

O Desenrola Brasil é um programa do governo federal lançado em 2023 para ajudar pessoas físicas a renegociarem suas dívidas. O programa oferece condições especiais para quem está com o nome sujo, incluindo descontos e prazos estendidos para pagamento.

É uma iniciativa importante, mas que também tem suas limitações, como o período específico de adesão e os critérios de elegibilidade.

Plataformas de renegociação online

Existem diversas plataformas online que permitem negociar dívidas diretamente com os credores. Essas ferramentas podem oferecer bons descontos e a conveniência de resolver tudo pela internet.

No entanto, é preciso ter cuidado para não cair em golpes e verificar sempre a reputação da plataforma antes de usá-la.

Como a Bravo pode te ajudar a quitar dívidas

A Bravo é uma solução confiável e eficiente para quem deseja quitar dívidas e recuperar o controle da vida financeira. Diferentemente de programas sazonais ou limitados, oferecemos suporte contínuo e personalizado. Veja como:

1. Assessoria financeira gratuita: disponibilizamos uma primeira assessoria financeira, na qual um assessor especializado analisa sua situação e cria um plano personalizado para você; 2. Descontos atrativos: com a Bravo, é possível pagar dívidas com descontos de até 60%, tornando o processo de quitação mais acessível; 3. Crédito para pagar dívidas: analisamos sua situação e oferecemos crédito para quitar suas dívidas, unificando-as em um só lugar e com melhores condições; 4. Disponibilidade constante: ao contrário do Feirão Limpa Nome, que acontece apenas uma vez por ano, estamos sempre disponíveis para te ajudar; 5. Programa de educação financeira: além de ajudar a quitar as dívidas, oferecemos orientações para que você mantenha suas finanças saudáveis no longo prazo.

Dicas práticas para sair das dívidas

Sair das dívidas pode parecer difícil inicialmente, mas com as estratégias certas e determinação, é possível recuperar o controle de suas finanças! Portanto, siga as nossas dicas:

1. Faça um levantamento completo de suas dívidas

O primeiro passo para sair das dívidas é ter uma visão clara e completa de sua situação financeira. Dedique um tempo para listar todas as suas dívidas, incluindo:

– Valor total devido; – Taxa de juros de cada dívida; – Prazo para pagamento; – Credores; – Tipo de dívida (cartão de crédito, empréstimo pessoal, financiamento, etc.).

Esse levantamento detalhado mostra o tamanho exato do desafio que você enfrenta. Além disso, ter todas essas informações organizadas facilita, e muito, na hora de negociar com os credores ou planejar sua estratégia de pagamento.

2. Priorize suas dívidas de forma estratégica

Nem todas as dívidas são iguais. Algumas são mais urgentes ou custosas que outras. Uma boa estratégia é priorizar o pagamento das dívidas com juros mais altos que, geralmente, incluem:

1. Cartões de crédito; 2. Cheque especial; 3. Empréstimos pessoais sem garantia.

Ao focar nessas dívidas primeiro, você reduz o montante total de juros ao longo do tempo. No entanto, não se esqueça de manter em dia os pagamentos mínimos de todas as outras dívidas para evitar multas e a negativação do seu nome!

3. Negocie com seus credores

Muitas pessoas não sabem, mas geralmente os credores estão dispostos a negociar. Afinal, para eles, receber parte da dívida é melhor do que não receber nada. Ao entrar em contato com seus credores, você pode:

– Solicitar redução nas taxas de juros; – Pedir um prazo maior para pagamento; – Negociar descontos para quitação à vista; – Propor um acordo de pagamento que caiba no seu orçamento.

Lembre-se de ser honesto sobre sua situação financeira e demonstrar sua vontade de pagar a dívida, mas também mantenha um tom cordial e profissional durante as negociações.

4. Corte gastos desnecessários

Para liberar mais dinheiro para o pagamento de dívidas, é essencial revisar seu orçamento e identificar áreas onde você pode economizar. Algumas sugestões incluem:

– Cancelar assinaturas e serviços que você não usa muito; – Reduzir gastos com alimentação fora de casa; – Buscar alternativas mais baratas para seus hábitos de lazer; – Renegociar contas como internet, telefone e TV por assinatura.

Cada pequena economia conta, e o dinheiro que você economiza pode ser direcionado diretamente para o pagamento das suas dívidas.

5. Busque fontes de renda extra

Aumentar sua renda, mesmo que temporariamente, pode acelerar o processo de quitação de dívidas. Algumas opções para conseguir uma renda extra incluem:

– Realizar trabalhos freelance ou bicos; – Vender itens que você não usa mais; – Alugar um quarto ou vaga de garagem; – Oferecer serviços como aulas particulares, passeio com cães, etc.

Lembre-se de que qualquer renda adicional, por menor que seja, pode fazer uma grande diferença quando direcionada para o pagamento de dívidas.

6. Use o método da bola de neve, ou o método avalanche

O método da bola de neve é que se concentra em pagar as dívidas começando pela menor quantia, independentemente da taxa de juros. A abordagem é mais psicológica, ajudando a construir motivação ao ver dívidas sendo eliminadas rapidamente.

– Fazer o pagamento mínimo de todas as suas dívidas; – Direcionar dinheiro extra para a dívida com a menor quantia; – Quando quitar completamente a menor dívida, pegar o valor que você pagava nela e adicionar ao pagamento da próxima menor dívida da sua lista; – Refazer os passos até todas as dívidas serem quitadas.

Esse método cria um efeito “bola de neve”, onde seus pagamentos se tornam cada vez maiores à medida que você vai quitando as dívidas, acelerando o processo.

Já a avalanche começa pagando a de maior taxa de juros, economizando mais dinheiro ao longo prazo com os juros pagos. Aqui, você deve:

– Fazer o pagamento mínimo de todas as suas dívidas; – Direcionar qualquer dinheiro extra para a dívida com a maior taxa de juros; – Ao quitar completamente a dívida com a maior taxa de juros, pegar o valor que você pagava nela e adicione ao pagamento da próxima dívida com a maior taxa de juros; – Repetir o processo até todas as dívidas serem quitadas.

Ambos os métodos têm suas vantagens, e a principal diferença está entre no valor total e na taxa de juros da dívida, mas a escolha depende das suas preferências individuais, sendo mais recomendadas nas seguintes situações:

– Bola de neve: ideal para quem precisa de motivação extra e gosta de ver progressos rápidos; – Avalanche: recomendado para quem quer economizar mais dinheiro a longo prazo, pagando menos juros.

7. Evite novas dívidas

Enquanto estiver no processo de quitar suas dívidas antigas, é crucial evitar fazer novas dívidas. Isso significa:

– Evitar o uso do cartão de crédito, optando sempre pelo pagamento à vista; – Não contratar novos empréstimos ou financiamentos; – Resistir a compras por impulso ou desnecessárias.

Se possível, guarde seus cartões de crédito em um local de difícil acesso para reduzir a tentação de usá-los.

Como evitar cair em dívidas novamente

Depois de quitar suas dívidas, é fundamental adotar hábitos financeiros saudáveis para não voltar à situação anterior. E para isso, você pode:

1. Criar um orçamento: anote todas as suas receitas e despesas para ter controle total sobre seu dinheiro; 2. Montar uma reserva de emergência: guarde o valor de, pelo menos, 3 a 6 meses de despesas para imprevistos; 3. Usar o crédito com sabedoria: se usar o cartão de crédito, pague sempre a fatura integral; 4. Investir em educação financeira: quanto mais você entender sobre finanças, melhores decisões você tomará; 5. Estabelecer metas financeiras: ter objetivos claros ajuda a manter o foco e a disciplina; 6. Revisar seus gastos regularmente: faça ajustes em seu orçamento sempre que necessário; 7. Buscar orientação profissional: não hesite em procurar ajuda de um assessor financeiro quando precisar.

Quitar dívidas pode parecer uma tarefa assustadora, mas com as ferramentas certas e uma abordagem estruturada, é possível recuperar sua saúde financeira.

A Bravo está pronta para te ajudar nessa jornada, oferecendo soluções personalizadas e confiáveis para que você recomece sua história com os créditos, ao te mostrar como pagar dívidas ativas. Não espere o próximo Feirão Limpa Nome ou programa governamental; comece agora sua jornada para uma vida financeira mais tranquila com a Bravo.

Nossos assessores estão prontos para entender sua situação e oferecer o melhor caminho para quitar suas dívidas de maneira confiável e sustentável. O caminho para a liberdade financeira começa com um primeiro passo; dê esse passo hoje mesmo com a Bravo!

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