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A aposentadoria pode ser bloqueada por dívida?

Muita gente se pergunta se a aposentadoria pode ser bloqueada por dívida. Afinal, o comprometimento desse valor pode trazer inúmeros prejuízos para a vida financeira e pessoal do aposentado.

Por outro lado, os credores querem receber as dívidas, o que pode colocar em risco essa importante fonte de renda para tantas pessoas.

Pensando nisso, a Bravo trouxe todas as informações sobre esse assunto para você, como o que diz a lei e dicas para resolver a situação antes que ela se agrave. Continue lendo e entenda se isso pode mesmo acontecer!

A aposentadoria é impenhorável?

É fundamental deixar claro desde o começo que os montantes obtidos como aposentadoria e pensão são inalienáveis, e essa proteção está estabelecida na legislação vigente. Conforme o Art. 833, são impenhoráveis:

_“[…] IV – os vencimentos, os subsídios, os soldos, os salários, as remunerações, os proventos de aposentadoria, as pensões, os pecúlios e os montepios, bem como as quantias recebidas por liberalidade de terceiro e destinadas ao sustento do devedor e de sua família, os ganhos de trabalhador autônomo e os honorários de profissional liberal, ressalvado o § 2º;”_

Portanto, aqueles que estão aposentados ou recebem pensão do INSS não podem ter seus benefícios sujeitos a embargo para saldar dívidas, pois os auxílios previdenciários têm o propósito de assegurar o sustento dos beneficiários e de suas famílias, sendo resguardados pelo sistema legal do Processo Civil para garantir a manutenção de um meio de subsistência.

Mas existem exceções que podem levar a aposentadoria a ser bloqueada por dívida, como veremos mais adiante.

Quando a aposentadoria pode ser bloqueada por dívida?

A aposentadoria pode ser bloqueada por dívida quando ocorre a execução de uma dívida perante o sistema judiciário. Nestas circunstâncias, o credor solicita ao sistema judiciário a localização de ativos pertencentes ao devedor em instituições financeiras, visando o ressarcimento do valor devido.

O sistema judiciário mantém várias parcerias com instituições, inclusive com o Banco Central do Brasil, para verificar os montantes depositados em nome do devedor nas instituições bancárias.

Ou seja, o devedor pode, sim, se deparar com a surpresa desagradável de ter seus fundos bancários bloqueados.

E o que diz a lei sobre aposentadoria bloqueada em parte por motivo de dívidas?

No contexto do Código de Processo Civil (CPC), o artigo 833, inciso IV, estabelece a proteção legal dos rendimentos provenientes da aposentadoria contra processos de penhora, exceto quando se trata de dívidas de natureza alimentícia, como especificado no parágrafo 2º do mesmo artigo.

_“Art. 833. (…) § 2º O disposto nos incisos IV e X do caput não se aplica à hipótese de penhora para pagamento de prestação alimentícia, independentemente de sua origem, bem como às importâncias excedentes a 50 (cinquenta) salários-mínimos mensais, devendo a constrição observar o disposto no art. 528, § 8º, e no art. 529, § 3º.”_

Isso significa que uma instituição pode bloquear aposentadoria por dívida para satisfazer débitos de natureza alimentícia. E isso independentemente da fonte desses recursos, como exemplificado no caso das obrigações financeiras devidas ao trabalhador, em situações usuais.

Vale lembrar que o artigo 529, parágrafo 3º, do CPC, estipula um limite máximo para a penhora, que corresponde a 30% do valor total do benefício.

O que fazer logo após o bloqueio da aposentadoria para pagar dívida?

Após acontecer da aposentadoria sofrer bloqueio para pagar dívida, o devedor receberá uma notificação do sistema judiciário em sua residência. Por meio dela, ele será convocado a se pronunciar sobre a restrição parcial ou total de seus recursos financeiros, destinados a assegurar o pagamento da dívida.

Caso discorde do bloqueio, dentro do período estipulado para responder – normalmente 5 dias – é necessário apresentar a defesa, indicando ao tribunal que diverge da medida de bloqueio em sua conta bancária e argumentando que os valores estão ligados aos proventos provenientes de sua aposentadoria.

Se o devedor não atender à convocação judicial ou perder o prazo para responder, os fundos bloqueados se converterão em garantia para o credor da dívida.

Quais os passos para resolver aposentadoria bloqueada por dívida?

Se você teve valores do seu benefício bloqueados para pagar dívida, o ideal é procurar imediatamente um advogado. Afinal, esse profissional poderá orientar sobre os passos e como proceder para reaver a aposentadoria.

Ele poderá tomar as medidas necessárias para fazer o desbloqueio do benefício. Feito isso, o juiz determinará, antes de tomar uma decisão final, que o credor se pronuncie sobre o pedido de desbloqueio dos valores da aposentadoria.

No entanto, dependendo do local onde o processo judicial que originou o bloqueio está em andamento, pode levar algum tempo para que os fundos se tornem acessíveis novamente.

Por outro lado, o credor pode apelar da decisão do juiz para um tribunal superior, o que pode prolongar bastante o período necessário para que os fundos sejam liberados novamente.

Como a Bravo pode ajudar a evitar e resolver bloqueio de aposentadoria por dívida?

Se você tem receio de perder o seu benefício porque sabe que dívida ativa pode bloquear aposentadoria, o ideal é resolver quanto antes essa situação. Afinal, após sofrer um bloqueio em seus pagamentos previdenciários, o transtorno é grande para resolver.

E, nesse sentido, a Bravo pode ser a melhor aliada de todas! Para quem já teve o benefício bloqueado, oferecemos serviços de renegociação de dívidas, ajudando a regularizar a sua situação financeira.

Analisamos detalhadamente qual é a situação e negociamos diretamente com os credores para obter as melhores condições de pagamento, o que pode gerar descontos gigantes e prazos mais acessíveis, facilitando a quitação das dívidas e o desbloqueio da aposentadoria.

Para aqueles que estão endividados, mas ainda não sofreram bloqueio, também oferecemos suporte preventivo. Ajudamos a organizar as finanças, criando um plano personalizado para pagar as dívidas de forma sustentável, sem comprometer a aposentadoria, e fornecemos orientações sobre como evitar novas dívidas e manter o controle financeiro, garantindo que o benefício não seja ameaçado no futuro.

Ao contar com o nosso apoio, você tem ao lado um suporte especializado para enfrentar e evitar problemas com a aposentadoria bloqueada, já que oferecemos ferramentas e estratégias eficientes para recuperar o equilíbrio financeiro e garantir mais segurança e tranquilidade na sua vida pós-trabalho!

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Pessoa com câncer tem desconto em dívidas?

Ter segurança financeira sempre é importante em toda a nossa vida, mas quando se enfrenta uma doença, isso mostra-se ainda mais essencial. Algo que muita gente não sabe é que pessoas com câncer podem ter desconto em dívidas, isenção de impostos e até mesmo quitação de financiamento.

Esse tipo de auxílio ameniza a dificuldade enfrentada nesse momento delicado que o paciente e seus familiares enfrentam, por isso é importante estar bem informado desses benefícios e dos direitos das pessoas com câncer. Veja mais no conteúdo que preparamos logo abaixo!

Isenção de impostos

Imposto de Renda

Pessoas acometidas pelo câncer são isentas do pagamento do Imposto de Renda, exclusivamente em relação aos ganhos provenientes de aposentadoria, reforma (equivalente à aposentadoria de membros das forças armadas) e pensões recebidas.

É essencial ressaltar que, mesmo diante da isenção relativa aos proventos de aposentadoria, reforma e pensão, é requerido que a declaração de Imposto de Renda seja realizada anualmente. A declaração deve ser feita no campo designado como “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

IPTU

O Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) é um tributo de âmbito municipal e, portanto, sua regulamentação varia de acordo com cada município. A isenção desse imposto para pacientes com câncer já é uma realidade em várias cidades, incluindo o Rio de Janeiro.

Na cidade carioca, a Lei nº 1.955/93 contempla a isenção do IPTU para os residentes que possuem algum tipo de deficiência. Conforme estipulado por essa legislação, a deficiência pode advir de qualquer origem e manifestar-se de diversas formas, inclusive como resultado de condições médicas graves.

Carros adaptados

Outra isenção de imposto para pessoas com câncer é em relação aos tributos ao adquirir veículos adaptados. Essa prerrogativa pode facilitar bastante a mobilidade de indivíduos que tenham sofrido alguma sequela resultante da doença. Os automóveis que necessitam de adaptações estão isentos de três impostos principais:

– IPI, o Imposto sobre Produtos Industrializados;

– IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras;

– ICMS, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

De modo global, esses benefícios fiscais podem resultar em abatimentos que variam de 20% a 30% do valor de mercado do veículo.

IPVA

O IPVA, que corresponde ao Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, é um tributo exigido individualmente por cada Estado brasileiro. Conforme informações do Inca (Instituto Nacional do Câncer), as jurisdições que apresentam regulamentações contemplando a isenção desse imposto para pacientes com câncer englobam os seguintes locais: Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo, e adicionalmente, o Distrito Federal.

Saque do FGTS e aposentadoria

Estipulado por legislação, qualquer indivíduo que esteja enfrentando um diagnóstico de câncer, independente do tipo ou da gravidade, possui a autorização para efetuar saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e também do PIS/PASEP.

No cenário em que um filho é diagnosticado com câncer, os pais estão habilitados a sacar o FGTS. Para concretizar essa solicitação, é necessário comparecer a uma agência da Caixa Econômica Federal, portando documentos de identificação originais e os exames diagnósticos pertinentes. O laudo anatomopatológico figura como um documento indispensável para qualquer tipo de benefício. Geralmente, esse laudo encontra-se no registro médico do paciente ou no estabelecimento laboratorial onde o exame foi realizado.

Quanto à aposentadoria por invalidez, a concessão ocorre quando a perícia médica do INSS avalia que a incapacidade para o trabalho é de caráter permanente. O benefício é direcionado a segurados que não estão em processo de reabilitação para atividades que assegurem sua subsistência, independentemente de estarem ou não recebendo auxílio-doença.

Outros benefícios para pacientes com câncer

Quitação do contrato de financiamento imobiliário

Outro direito do paciente com câncer a ser mencionado é a possibilidade de quitação integral de financiamentos imobiliários obtidos por meio do Sistema Financeiro da Habitação, caso o contratante possua seguro contra invalidez ou óbito. Para realizar esse procedimento, é necessário dirigir-se à instituição financeira responsável e formalmente solicitar a dispensa imediata das obrigações de pagamento.

Auxílio-doença

Trata-se do benefício mensal ao qual um indivíduo inscrito no Regime Geral de Previdência Social tem direito quando se torna inapto para o trabalho devido a uma condição médica. Vale ressaltar que o simples fato de ser portador da doença não automaticamente resulta no direito ao auxílio-doença. O elemento determinante é se essa condição de saúde causa uma incapacidade.

LOAS

Dentro do contexto da assistência social, para indivíduos que não efetuam contribuições ao INSS, a regulamentação estipula a chance de receber um valor equivalente ao salário mínimo, sem a concessão do abono anual. Esse amparo é conhecido como LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social).

Fique por dentro dos seus direitos e obtenha os auxílios necessários sempre!

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Aprenda como consultar Dívida Ativa

É comum estarmos sempre preocupados com as dívidas que podem ter consequências imediatas, por exemplo, deixar de pagar a conta de água ou de luz pode acabar fazendo você ter esses serviços cortados. Mas tem outro tipo de inadimplência que pode ser bastante prejudicial à sua saúde financeira. Estamos falando da Dívida Ativa, resultante daquelas contas que devem ser pagas ao governo.

Assim como outros tipos de dívida, deixar de pagar tributos e outras variações de débito aos órgãos públicos pode resultar em valores ainda maiores que os originais devido a incidência de juros e multas, como vamos explicar mais adiante. Para entender melhor como consultar Dívida Ativa e outras informações sobre o assunto, continue lendo.

O que é Dívida Ativa?

A existência de Dívida Ativa pode surgir devido ao não pagamento de obrigações fiscais (impostos, taxas ou contribuições), infrações fiscais (autos de infração ou penalidades), despesas processuais (custas e penalidades processuais), descumprimento de acordos contratuais (contratos de licitação, aforamento, laudêmio, locação ou arrendamento de bens públicos) ou até mesmo resultante de transferências de crédito (dívidas originárias de operações de crédito rural, como empréstimos e financiamentos), compensações financeiras, reembolsos e valores a serem devolvidos ao governo.

A Dívida Ativa pode estar relacionada a débitos originados em diversos órgãos e entidades da Administração Pública direta e indireta, tais como: Receita Federal, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Agricultura, Secretaria de Patrimônio da União, Justiça Eleitoral, Justiça do Trabalho, Justiça Federal, Polícia Federal, Exército Brasileiro, Banco do Brasil, entre outros.

Resumindo, qualquer valor devido a órgãos governamentais, se não for pago até o prazo de vencimento, pode ser registrado como Dívida Ativa, exceto em casos específicos previstos por lei e desde que o débito tenha sido formalmente estabelecido por um processo adequado (seja administrativo ou judicial).

É importante lembrar que a existência de um débito registrado como Dívida Ativa da União pode levar a um aumento significativo na dívida original, devido à adição de encargos legais (em torno de 20%), penalidades por atraso, multas administrativas, além de juros e ajustes monetários (atualizados mensalmente pela taxa SELIC) até que o pagamento seja realizado.

O que acontece com quem deixa de pagar uma Dívida Ativa?

A pessoa que está em situação de inadimplência, com Dívida Ativa, tem seu CPF ou CNPJ registrado pelo órgão estatal em um tipo de registro de devedores. Isso ocorre para que as autoridades governamentais possam legalmente buscar o pagamento dos valores pendentes. Para registrar um contribuinte, o governo deve comunicar a Procuradoria Geral da região, a qual é encarregada de emitir a Certidão de Dívida Ativa.

Uma vez que o nome seja inscrito na lista de Dívida Ativa, assim como qualquer outro débito, sua identificação passará a constar como devedora nos registros mantidos pelas instituições de proteção ao crédito, tais como o Serasa e o SPC.

Como saber mais sobre a sua Dívida Ativa

Para consultar uma Dívida Ativa, é necessário entrar em contato com o Ministério ou a Secretaria da Fazenda correspondente à sua localidade. O processo de consulta é descomplicado e pode ser realizado de forma online.

Normalmente, a entidade encarregada entra em comunicação com o devedor para comunicar a existência dos débitos e para enviar uma notificação de pagamento. Nesse cenário, o boleto para quitação já incorpora os ajustes devidos, incluindo juros e penalizações. Contudo, caso não se receba uma notificação e suspeite que você tem pendências a serem pagas, é prudente verificar a situação junto ao Governo Federal, também de forma online.

É válido fazer a consulta regularmente para verificar se não se esqueceu de realizar nenhum pagamento e de que está tudo certo com o seu nome.

Como pagar uma Dívida Ativa

Ao receber a notificação, você tem algumas opções:

– Efetuar o pagamento da dívida;

– Optar pelo parcelamento da dívida;

– Submeter uma solicitação de revisão do débito através do e-CAC PGFN;

– Realizar uma oferta preventiva de garantia, isto é, indicar a restrição de um bem ou efetuar um depósito como asseguramento para o pagamento da Dívida Ativa.

Para facilitar o processo de regularização dos débitos da Dívida Ativa, o Governo Federal instituiu o Programa Especial de Regularização Tributária (PERT), que proporciona reduções dos valores devidos e condições de parcelamento especiais. No entanto, aqueles que optam por efetuar o pagamento integral ou parcelar em menos prestações usufruem das melhores condições disponibilizadas pelo programa.

Para quitar as dívidas ou aderir ao programa de parcelamento, acesse o portal do órgão responsável pela dívida para gerar as guias de pagamento, as quais devem ser impressas e processadas via rede bancária. Após a transferência dos valores para os cofres estatais pelo banco, um procedimento será iniciado para a remoção da Dívida Ativa do sistema.

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Existe parcelamento de dívida da receita federal para pessoa física?

Mesmo que você não veja uma solução clara para suas dívidas, podem existir maneiras de quitar os débitos até então desconhecidas para você, como a possibilidade de renegociação e até de parcelamento das dívidas. Algo que muitas pessoas não sabem, inclusive, é que existe parcelamento de dívida da receita federal para pessoa física. Vamos explicar melhor sobre como isso funciona e quem pode fazer esse tipo de acordo para quitar os débitos. Continue lendo e saiba mais!

Como funciona o parcelamento de dívidas da receita federal?

Você pode efetuar o parcelamento das dívidas com a Receita Federal até que as obrigações sejam encaminhadas para inclusão na Dívida Ativa da União. Quando isso acontece o procedimento muda e é necessário requerer o parcelamento por intermédio da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

O processo de parcelamento viabiliza a divisão do montante devido em um período de até 60 parcelas, sendo que o montante mínimo por parcela é de R$100,00 para pessoas físicas e R$500,00 para pessoas jurídicas ou indivíduos equiparados a entidades jurídicas. Podem negociar:\ \- Contribuintes com dívidas acima de R$ 10 milhões;

\- Devedores falidos, em recuperação judicial ou extrajudicial, em liquidação judicial ou extrajudicial ou em intervenção extrajudicial;

\- Autarquias, fundações e empresas públicas federais; Estados, Distrito Federal e municípios, além das respectivas entidades de direito público da administração indireta.

A aprovação do pedido de parcelamento da dívida com a Receita Federal está condicionada ao pagamento da primeira parcela, cujo vencimento geralmente ocorre em até 10 dias a partir do início das negociações. Esse prazo pode ser ajustado para coincidir com a data de vencimento da multa imposta, caso haja redução, ou para o último dia útil do mês, prevalecendo a opção que ocorrer primeiro.

Dívidas com a Receita Federal que já foram objeto de parcelamento podem ser novamente fracionadas, o que também engloba a possibilidade de adicionar novas pendências. Nesse cenário, o primeiro pagamento corresponderá a 10% do montante total devido, salvo se alguma obrigação anterior já tiver passado por processo de reparcelamento, caso em que a parcela inicial será de 20%.

Vale destacar que o processo de parcelamento varia para dívidas declaradas por meio da GFIP, débitos não reportados, obrigações vinculadas ao Simples Nacional e MEI, além do parcelamento direcionado a empresas em situação de recuperação judicial. Para obter informações mais detalhadas, é recomendável consultar o serviço específico correspondente.

Segundo os termos do Código de Processo Civil (artigos 348, 353 e 354), o pedido de parcelamento é confissão irretratável da dívida e confissão extrajudicial.

Essas operações serão avaliadas com base na saúde financeira do indivíduo. Por isso, diversos elementos serão examinados antes que uma proposta seja formulada, incluindo a abordagem para quitar a dívida, a possibilidade de parcelamento e a consideração de eventuais descontos. Todos esses aspectos passarão por avaliação por parte da autoridade fiscal.

O propósito do parcelamento de dívida da receita federal para pessoa física é oferecer alternativas para regularizar passivos pendentes e reduzir litígios tributários, de maneira que a recuperação dos créditos preserve tanto os interesses da nação quanto dos contribuintes.

Como fazer o parcelamento das dívidas da Receita Federal

O procedimento de parcelamento de dívidas pode ser realizado diretamente com a Receita Federal, de maneira online, através do sistema e-CAC. A Receita é a entidade responsável por estabelecer as vantagens, reduções e opções de parcelamento com base na capacidade de pagamento dos contribuintes: aqueles enfrentando maiores dificuldades financeiras obtêm descontos mais substanciais e prazos de pagamento mais estendidos.

Para indivíduos comuns e a população em geral, o desconto pode chegar a até 65%. Para Microempreendedores Individuais (MEIs), pequenas empresas e instituições de caridade como Santas Casas, a redução pode chegar até 70%. No contexto das empresas, também é viável utilizar os prejuízos fiscais relativos ao Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e o montante negativo da Base de Cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para deduzir o restante do débito após as reduções.

Aqueles que possuem precatórios a receber ou qualquer forma de crédito relacionado a uma decisão judicial já proferida também podem utilizar esse valor para abater parte da dívida com a Receita Federal. Segundo dados do último ano, existiam um total de R$1,4 trilhão em obrigações sob administração da Receita, sujeitas a negociação pelos contribuintes.

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Dívida de energia elétrica caduca?

Nossos compromissos financeiros mensais são diversos: aluguel, conta de água, luz, supermercado, farmácia… Mas por causa de um imprevisto ou até mesmo por falta de organização financeira, você pode acabar tendo que priorizar um ou outro pagamento. Por isso, muitas pessoas se perguntam se a dívida de energia elétrica caduca e ainda mais: será que depois de algum tempo você pode simplesmente não pagar mais o que deve? Descubra mais informações no post que preparamos!

Em quanto tempo a dívida de energia elétrica caduca?

Após um período de cinco anos, assim como a maioria das dívidas, a dívida de energia elétrica caduca. É fundamental notar, no entanto, que isso não implica no desaparecimento da dívida em si. Na prática, a prescrição da dívida de energia elétrica deixa seu nome limpo novamente. Isto significa que seus dados não constarão mais nos registros de agências de crédito, tais como SPC e Serasa.

Mesmo assim, é importante salientar que a dívida permanece válida, os encargos continuam a acumular-se e o montante total a ser pago continua a crescer. A prescrição de dívida é apenas extinção do direito do credor de cobrar o pagamento, em consequência do seu não exercício, durante o período determinado em que ele teria que ter feito isso.

Posso continuar sendo cobrado pela dívida de energia elétrica caduca?

A cobrança de dívida prescrita é permitida, mas apenas de forma extrajudicial. O credor continua tendo direito de receber o valor que é devido a ele e, por isso, a cobrança pode ser feita extrajudicialmente, ou seja, de forma administrativa, e o seu nome não pode mais ser negativado.

Geralmente, a cobrança de dívida prescrita é feita por meios amigáveis, como cartas, mensagens de texto, ligações e e-mails. Muitas instituições financeiras contratam empresas terceirizadas para realizar este tipo de serviço. É importante reforçar que durante essas cobranças, não pode haver qualquer tom acusatório, intimidatório ou ameaçador no tratamento com o devedor.

Mas para evitar este tipo de problema, o ideal é correr atrás de pagar sua dívida de energia elétrica o quanto antes. Para isso, você pode procurar a empresa fornecedora para realizar um acordo. Continue lendo!

Como parcelar a dívida de energia elétrica Você pode parcelar a sua dívida de energia elétrica, independente de estar caduca ou não. Conforme estipulado pela Resolução 1000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os consumidores têm o direito de sugerir à empresa fornecedora um plano de parcelamento para quitar débitos acumulados ao longo de meses anteriores.

Caso a sua unidade de consumo – ou seja, o local onde você utiliza energia, registrado junto à empresa distribuidora – esteja localizada em uma região categorizada como de baixa renda, a concessionária é obrigada a aceitar a sua proposta de parcelamento. Para realizar essa solicitação, você só precisa acessar os canais de atendimento fornecidos pela empresa.

No entanto, vale a pena verificar antecipadamente se já existe um programa estabelecido para o parcelamento das dívidas de energia elétrica. Isso porque algumas empresas de fornecimento de energia, como a CPFL e a Enel, já disponibilizam condições que permitem ao devedor fazer o parcelamento sem a necessidade de entrar em contato prévio.

O parcelamento pode ser uma opção vantajosa, mas somente se estiver certo de que terá capacidade para efetuar os pagamentos mensais. Consequentemente, antes de submeter uma proposta, é aconselhável analisar seu orçamento e fazer um planejamento financeiro para se comprometer a direcionar uma parte da sua renda para quitar o montante devido. Do contrário, a situação poderá agravar-se, com os débitos se acumulando e gerando dificuldades ainda maiores para sua vida financeira.

Dicas para quitar sua dívida de energia elétrica Como já mencionamos, é essencial realizar um bom planejamento financeiro para quitar uma dívida de energia elétrica. Além disso, é altamente recomendável buscar uma negociação prévia antes de iniciar o processo de pagamento, uma vez que a empresa fornecedora pode estar disposta a oferecer descontos e melhores condições de parcelamento para assegurar o recebimento do pagamento.

Você também pode optar por recorrer a um empréstimo para pagar a dívida de energia elétrica caduca ou não. No entanto, esta opção nem sempre é aconselhável, visto que pode resultar em custos ainda maiores se as taxas de juros e os termos não forem mais vantajosos. Por isso, analise bem antes de tomar uma decisão.

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Cartão de crédito consignado com dívida infinita: entenda

A educação financeira é uma ferramenta muito importante para não acabarmos sofrendo golpes ou em situações que podem até ter nosso consentimento, mas vão acabar nos prejudicando, por pura falta de informação. O cartão de crédito consignado com dívida infinita é uma dessas armadilhas que muitas pessoas acabam caindo. Trata-se de uma modalidade de crédito na qual as parcelas são descontadas diretamente do benefício do usuário. Mas por que ele acaba gerando uma dívida infinita? É isso que vamos explicar no post de hoje – continue lendo!

Explicamos porque o cartão de crédito consignado com dívida infinita pode acabar gerando um grande problema financeiro e como evitar!

Como funciona o cartão de crédito consignado?

É bem provável que você já tenha ouvido falar do cartão de crédito consignado com dívida infinita, ou que  algumas instituições financeiras já até tenham apresentado essa opção a você. Esse tipo de cartão de crédito costuma ser disponibilizado para aposentados, pensionistas e funcionários públicos, podendo ser empregado como um cartão de crédito convencional, utilizado para transações financeiras, saques e similares.

Os cartões de crédito usuais, quando usados de maneira inadequada, podem resultar em dívidas complexas de quitar, devido às elevadas taxas de juros e com o consignado não é diferente. Vamos te explicar porque!

O primeiro conceito que você deve compreender, para entender o funcionamento do cartão de crédito consignado, é a margem consignável. Essa margem se refere à parcela do benefício/salário do aposentado, pensionista ou servidor público que pode ser comprometida com um empréstimo consignado. No contexto do cartão de crédito consignado, a margem consignável é fixada em 5%, representando a proporção disponível para uso pelo beneficiário.

Esses 5% correspondem à “reserva de margem para cartão de crédito consignado (RMC)”, utilizada para efetuar o pagamento do cartão. Ou seja, essa porcentagem é alocada para quitar a fatura, semelhante ao desconto direto na folha de pagamento observado no empréstimo consignado. Nesse cenário, essa quantia define o limite máximo para deduções na folha de pagamento relacionadas às transações de cartão de crédito consignado. Caso a fatura exceda a RMC, é necessário quitar a diferença manualmente.

Por que a dívida se torna infinita?

É essencial destacar que a adesão ao cartão de crédito consignado não é obrigatória, por essa razão é fundamental permanecer atento em relação ao extrato fornecido pelo INSS, a fim de detectar possíveis cobranças indevidas. Acontece que algumas instituições financeiras possibilitam um saque por meio do cartão de crédito consignado, quando, na verdade, o cliente tinha a intenção de contratar um empréstimo consignado.

Ao efetuar o saque, você iniciará o pagamento de encargos e juros que se mostram mais caros do que as parcelas do empréstimo que originalmente desejava requisitar. O resultado é o surgimento de uma dívida que só aumenta mês após mês, uma vez que o valor deduzido de seu benefício apenas contribui para amortizar a dívida, sem efetivamente quitá-la, o que leva à acumulação de juros sobre juros.

Por isso é comum chamar esse tipo de dívida de infinita quando é relacionada ao cartão de crédito consignado. Explicando de outra forma, essa situação é similar a estar endividado em um cartão de crédito convencional e, mensalmente, efetuar apenas o pagamento mínimo, o que acarretará na constante soma de juros, resultando em uma dívida ainda maior que nunca é liquidada. Mas existe uma forma de acabar com a dívida infinita do cartão de crédito consignado. Continue lendo!

Como se livrar do cartão de crédito consignado com dívida infinita

Para acabar com a dívida infinita associada ao cartão de crédito consignado, é necessário efetuar o pagamento integral do saldo em aberto, pois não é permitido dividir o montante devido em parcelas menores. Você pode viabilizar isso de duas formas principais:

Fazendo um empréstimo: uma alternativa para se livrar da dívida é optar por um empréstimo, o que permite eliminar os altos encargos do cartão de crédito consignado e manter somente uma prestação fixa.

Portabilidade da dívida: se você não puder contratar novos empréstimos, pode recorrer à transferência da sua dívida para outra instituição financeira. Além de reduzir a taxa de juros, essa ação possibilita obter um excedente que pode ser utilizado para quitar a dívida vinculada ao cartão de crédito consignado.

Lembrando que, da mesma forma que em qualquer tipo de crédito, é essencial ter um controle financeiro adequado e fazer uso responsável do cartão de crédito consignado. Para isso, você deve avaliar seu orçamento, evitar a acumulação de débitos e empregar o cartão de maneira consciente, reservando-o apenas para aquisições essenciais e dentro do limite de crédito estabelecido.

A Go Bravo te ajuda nos momentos mais delicados, conheça nossos serviços e fuja das dívidas!

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Quando vale a pena pegar um empréstimo para quitar dívidas?

Quem anda endividado sabe como isso pode preocupar, principalmente quando não se vê uma saída para quitar os valores que não param de crescer. E nesse desespero, é possível que o consumidor acabe tomando decisões precipitadas, como começar a vender seus bens para pagar as dívidas, mas nem sempre isso pode ser a alternativa mais inteligente. Por isso, hoje vamos explicar quando vale a pena pegar um empréstimo para quitar dívidas, assim você pode ver se essa é a melhor saída para você!

Vamos explicar quando vale a pena pegar um empréstimo para quitar dívidas, assim você pode ver se essa é a melhor saída para você. Confira!

Quando começar a considerar um empréstimo para pagar dívidas

Optar por um empréstimo para quitar dívidas pode se revelar uma boa escolha em situações em que a dívida incorre em altas taxas de juros, ou quando as tentativas de negociação com o credor não resultam em um acordo favorável.

Antes de decidir por um empréstimo, seja por meio de um banco ou qualquer outra instituição financeira, é recomendado examinar se outra solução para suas dívidas atual ou a adoção de medidas para redução de gastos, por exemplo, não seriam suficientes para regularizar as contas e evitar novos comprometimentos com a renda.

No entanto, um empréstimo pode se tornar essencial para evitar que o atraso nas contas se transforme no início de um ciclo de endividamento e encargos elevados. Ao optar por uma linha de crédito com juros inferiores aos do cartão de crédito rotativo ou do limite do cheque especial, por exemplo, é possível encaixar a parcela do empréstimo no orçamento mensal, sem negligenciar o pagamento das demais despesas do dia a dia.

Esse é um dos casos em que o empréstimo para quitar dívidas se mostra como uma solução ágil e estratégica para sair do vermelho. Entretanto, antes de tomar essa decisão, é extremamente importante realizar uma análise criteriosa sobre as vantagens desse tipo de crédito para a sua situação financeira e os cuidados necessários. Confira mais a seguir!

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Calcule as taxas de juros efetiva e nominal

Antes de considerar a possibilidade de adquirir um empréstimo para quitar dívidas, é de extrema importância realizar uma análise minuciosa da taxa de juros efetiva. Essa taxa é a que efetivamente será cobrada no contrato, ao contrário da taxa nominal que, frequentemente, é apresentada como uma estratégia para atrair o cliente com um valor baixo. Por isso, é essencial ficar atento à taxa efetiva.

Por exemplo, pode constar no contrato uma taxa nominal de 1,5%, mas, na realidade, a taxa efetiva é de 2,35%. Isso acontece devido a alguns custos embutidos no empréstimo. Para descobrir exatamente o montante a ser pago pelo valor emprestado, é necessário analisar o Custo Efetivo Total (CET) da operação.

O CET pode abranger diversas taxas, as quais podem variar de acordo com a instituição e até mesmo o relacionamento entre as partes envolvidas. Abaixo, apresentamos alguns dos custos que o CET pode incluir:

– Taxas de juros;

– Taxas de análise de crédito;

– Tac – Tarifa de Abertura de Cadastro;

– Taxas administrativas em geral;

– Seguros em geral;

– Tarifas em geral;

– Tributos em geral, como o IOF (Imposto sobre Operação Financeira).

Fique atento ao valor total e não das parcelas

Jamais contrate um empréstimo para quitar dívidas considerando unicamente a quantia que você pode pagar mensalmente em parcelas. É imprescindível que você multiplique o valor da parcela pelo número de meses do contrato para saber o montante total a ser pago ao final da dívida. Realizando esse cálculo, é possível avaliar se as taxas aplicadas são abusivas ou se, de fato, você está firmando um bom negócio.

Cuidado para não cair em golpes

Se você decidir que realizar um empréstimo para quitar dívidas é a melhor solução para suas finanças pessoais, pode até mesmo fazer isso online. No entanto, é necessário tomar algumas medidas de segurança para não cair em nenhum golpe. Além de conduzir uma pesquisa sobre a instituição que está oferecendo o crédito, é fundamental estar atento aos sinais que garantam a legitimidade tanto da instituição quanto do próprio empréstimo.

Caso necessário, é recomendado entrar em contato por telefone ou procurar mais informações para verificar a autenticidade da instituição antes de prosseguir com as orientações fornecidas. Além disso, é importante destacar que a cobrança de taxas antecipadas não é permitida pelo Banco Central, portanto, instituições sérias não devem fazer esse tipo de solicitação. Lembre também que todas as empresas que oferecem empréstimos pessoais devem estar devidamente registradas como pessoas jurídicas!

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Mutirão para pagar dívidas é uma boa opção? Saiba mais

Muitas vezes as dívidas parecem não ter saída, mas saiba que sempre existe uma maneira de organizar suas finanças e limpar seu nome para conquistar uma vida mais tranquila. Uma das principais formas de fazer isso é participar de um mutirão para pagar dívidas. Essas iniciativas, que podem até mesmo ser governamentais, visam dar uma nova oportunidade para o consumidor colocar a vida financeira em ordem e recuperar seu poder de compra, mas podem ter restrições para a adesão ao projeto. Continue lendo!

Endividados no Brasil

Conforme uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), aproximadamente 65,19 milhões de cidadãos brasileiros estavam com dívidas em janeiro de 2023. Dentre esse contingente, cerca de 15 milhões são jovens, e os idosos em situação de inadimplência somam 6,7 milhões.

Do total de consumidores endividados, 86,8% possuem débitos no cartão de crédito, enquanto 9% têm dívidas de crédito pessoal. Segundo a CNC, o uso do cartão de crédito atingiu o maior nível em um ano, ao passo que o crédito pessoal superou os últimos seis meses.

As regiões Sul e Sudeste apresentaram o maior número de famílias endividadas, destacando-se a população de Minas Gerais como a mais endividada entre os estados, abrangendo 94,9% do total. Em seguida, encontram-se o Paraná, com 94,7%, e o Rio Grande do Sul, com 93,9%. Por outro lado, Mato Grosso do Sul teve o menor índice de endividamento no país, com 59,1%, seguido por Pará (62%) e Piauí (65%).

Todos estes dados demonstram a situação de endividamento dos consumidores brasileiros, que têm buscado uma saída para suas vidas financeiras e é aí que entra a oportunidade de aproveitar um mutirão para pagar dívidas.

Como participar de um mutirão para pagar dívidas

Um mutirão para pagar dívida pode ser organizado por empresas de proteção ao crédito, como Serasa, SPC, além de órgãos como o Procon ou a Defensoria Pública de cada estado. Se sua dívida estiver relacionada a impostos, algumas prefeituras realizam campanhas de parcelamento de dívidas, então fique de olho!

Os programas do governo que envolvem ações como o mutirão para pagar dívidas têm sido amplamente divulgados na mídia. Um deles é o “Desenrola Brasil”, um programa destinado a ajudar os cidadãos brasileiros a lidar com suas dívidas de forma mais acessível. Esse programa será executado em diferentes etapas.

Na fase atual, já em vigor, ele visa a eliminar dívidas bancárias de até R$100 e proporcionar a renegociação de débitos de pessoas físicas que possuam uma renda mensal de até R$20 mil e que tenham dívidas vencidas até 31 de dezembro de 2022.

A próxima etapa, agendada para setembro, concentra seus esforços em pessoas endividadas com renda mensal de até dois salários mínimos. Nesse contexto, será possível renegociar dívidas de até R$5 mil, independentemente de serem oriundas de instituições bancárias ou de outras fontes, contanto que tenham sido contraídas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022.

Para aderir à renegociação, os interessados devem utilizar o portal gov.br e efetuar o login com suas credenciais. Caso ainda não tenham um cadastro, é possível criar uma conta gov.br facilmente.

O programa Desenrola Brasil estabelece algumas regras de pagamento para essa faixa de renegociação, que são as seguintes:

– Taxa de juros de 1,99% ao mês;

– Parcela mínima de R$ 50;

– Parcelamento em até 60 vezes;

– Primeira parcela com vencimento após 30 dias;

– Prazo de carência entre 30 e 59 dias.

Procure educação financeira

Depois de finalmente participar do mutirão para pagar dívidas, organizar suas finanças e sair do vermelho, deve-se fazer o necessário para evitar acabar endividado novamente. Uma das estratégias essenciais para isso é adquirir o conhecimento financeiro necessário, que te guiará para uma vida mais sustentável financeiramente. Por esse motivo, é fundamental buscar informações e educar-se a respeito desse assunto.

Para isso, você pode usar recursos como aplicativos, canais no YouTube ou blogs especializados para expandir cada vez mais suas habilidades na organização dos seus recursos financeiros. A educação financeira desempenha um papel determinante nesse processo!

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Dívida trabalhista prescreve para o empregador?

Mesmo com todas as leis trabalhistas do nosso país, muitos empregadores insistem em não cumprir com todos os pagamento aos quais os trabalhadores têm direito. Com pouco conhecimento sobre seus direitos, muitos deles não procuram soluções legais para reaver o que lhes é devido. Por isso, preparamos esse conteúdo para você entender melhor se a dívida trabalhista prescreve para o empregador e se você ainda pode correr atrás dos valores que deve receber da empresa para a qual trabalhou. Confira a seguir!

Prescrição intercorrente no processo trabalhista

Muitas vezes uma empresa é condenada ao pagamento de uma dívida trabalhista, mas não realiza a quitação dos valores por diversos motivos. Nestes casos, fica a dúvida: a obrigação do pagamento dura para sempre ou a dívida trabalhista prescreve para o empregador?

Em geral, os casos mais conhecidos são de empresas devedoras que não possuem ativos financeiros e muito menos bens passíveis de expropriação e alienação. Sendo assim, o processo judicial executivo será suspenso para que aguarde-se a notificação acerca da existência de bens passíveis de penhora.

Dessa forma, dois anos após a realização do último ato no processo judicial, a parte devedora pode requerer e pleitear pela prescrição daquela dívida trabalhista.

Qual é o período que o trabalhador tem para exigir o pagamento das dívidas

Se o empregador não cumpriu suas obrigações trabalhistas, o empregado tem o direito de buscar a reparação judicialmente. Esse direito está limitado a um prazo de dois anos, chamado de prescrição bienal, de acordo com o que estabelece a Constituição Federal.

Assim, se o empregado não apresentar sua reclamação perante a justiça dentro desse período de dois anos após o término do contrato de trabalho, ele perderá o direito de fazê-lo. No entanto, com base na Constituição Federal, o empregado ainda tem a possibilidade de requerer os direitos trabalhistas referentes aos últimos cinco anos a partir do momento em que entra com a reclamação trabalhista.

É importante ressaltar que esse prazo de cinco anos não é contado a partir do fim do contrato, mas sim a partir do momento em que a ação judicial é iniciada. Por essa razão, quanto mais tempo o empregado demorar para entrar com a ação, menor será o período pelo qual poderá pleitear seus direitos.

Confira abaixo o que a lei diz sobre o assunto:

_Art. 11. A pretensão quanto a créditos resultantes das relações de trabalho prescreve em cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho._

_§ 1º O disposto neste artigo não se aplica às ações que tenham por objeto anotações para fins de prova junto à Previdência Social._

_§ 2º Tratando-se de pretensão que envolva pedido de prestações sucessivas decorrente de alteração ou descumprimento do pactuado, a prescrição é total, exceto quando o direito à parcela esteja também assegurado por preceito de lei._

_§ 3º A interrupção da prescrição somente ocorrerá pelo ajuizamento de reclamação trabalhista, mesmo que em juízo incompetente, ainda que venha a ser extinta sem resolução do mérito, produzindo efeitos apenas em relação aos pedidos idênticos._

É fundamental destacar que essa situação não implica que você tenha um prazo de sete anos para apresentar sua demanda judicial, combinando os cinco anos com os dois anos mencionados anteriormente. Observe rigorosamente os prazos adequados, para não perder a oportunidade de buscar a justiça de forma apropriada.

Vale a pena entrar na justiça para receber dívidas trabalhistas?

Tenha em mente que você possui o pleno direito de recorrer à justiça caso seu empregador não cumpra as leis trabalhistas. Embora nossa recomendação inicial seja que você tente dialogar com o empregador para buscar uma mudança no comportamento dentro da empresa, visando beneficiar a equipe como um todo, sabemos que nem sempre essa abordagem é viável.

Quando a questão não pode ser resolvida dessa maneira, é absolutamente válido buscar amparo judicial. Por isso, indicamos que você procure imediatamente um advogado assim que perceber que seus direitos trabalhistas estão sendo prejudicados. Agir prontamente pode ser crucial para garantir seus direitos de forma eficaz.

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Quanto tempo a CNH fica suspensa por dívida?

Entre todas as preocupações de quem tem pendências financeiras, desde fevereiro deste ano, surgiu mais uma: ter a CNH suspensa por dívida. Como essa decisão ainda é bastante recente, muitas pessoas ainda não sabem as regras exatas desse tipo de penalidade e nem como podem, de fato, ser afetadas por isso. Veja quanto tempo a CNH fica suspensa por dívida e como essa decisão pode te impactar para não ser pego de surpresa.

O que diz a lei sobre a suspensão da CNH por dívida

Em fevereiro de 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) deliberou que a apreensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do passaporte de devedores, como forma de “forçar” o pagamento de dívidas, é considerada constitucional. No entanto, essa medida só pode ser aplicada como último recurso, após esgotadas todas as outras alternativas de cobrança da dívida, como o bloqueio de valores em conta corrente e/ou investimentos, bem como a penhora de bens.

A retenção dos documentos somente é autorizada durante um processo judicial de execução, no qual não existem mais questionamentos sobre a existência da dívida e a responsabilidade do devedor em pagá-la.

Na decisão, o juiz também pode levar em consideração outros fatores, como indícios de que o indivíduo possui recursos financeiros ocultos ou ativos em nome de terceiros, que podem ser observados através de postagens em redes sociais, viagens frequentes, utilização de veículos de luxo e padrão de consumo, por exemplo. Tudo isso pode ser determinante na decisão judicial de suspender a CNH e o passaporte por dívidas.

A finalidade dessa medida é aumentar a eficácia na cobrança de dívidas e evitar que consumidores que se recusam a cumprir suas obrigações fiquem impunes. Entretanto, é essencial ressaltar que essas medidas devem ser realizadas com moderação pelo poder judiciário, evitando qualquer abuso ou excesso, e sempre respeitando os direitos fundamentais dos cidadãos, como vamos explicar melhor adiante.

Quanto tempo dura a suspensão da CNH por dívidas?

Quanto ao tempo que a CNH fica suspensa por dívida, não há uma norma definida estabelecendo o prazo exato. Cada juiz tem autonomia para tomar uma decisão e, com base nas evidências apresentadas durante o processo judicial, decidir quanto tempo o devedor ficará sem o documento. No entanto, o juiz também pode optar por seguir a restrição estabelecida pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

De acordo com o artigo 261 do CTB, a suspensão da CNH por dívidas pode variar de 6 meses a 1 ano. Se houver reincidência nos últimos 12 meses, o período de suspensão pode ser ampliado para 8 meses a 2 anos.

Exceções para a suspensão da CNH por dívida

A suspensão da CNH por dívidas não é aplicável a todos os indivíduos. Por exemplo, não é permitido reter os documentos sem uma decisão judicial fundamentada que respeite os direitos essenciais dos devedores, tais como o direito à saúde e à segurança.

Além disso, quem utiliza a CNH como meio de sustento, como motoristas de aplicativos, ônibus, caminhoneiros, entregadores e representantes comerciais, não podem ter o documento confiscado por dívidas.

Como evitar a suspensão da CNH por dívidas

Embora a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) seja considerada apenas como uma medida extrema, não podemos descartar essa possibilidade em alguns casos específicos. No entanto, existem maneiras de evitar que sua CNH seja suspensa, por isso é importante conhecer as opções disponíveis. Confira abaixo:

– \- Verifique seu score de crédito e consulte seu CPF para identificar as dívidas pendentes.

– \- Liste todas as dívidas e compare com sua receita e despesas mensais para avaliar o quanto pode destinar para a renegociação.

– \- Elabore uma proposta de pagamento da dívida, considerando um valor que seja viável para você e que não irá comprometer o seu orçamento.

– \- Entre em contato com a empresa credora para verificar se existe a possibilidade de negociação, com condições favoráveis para você. Caso a empresa não concorde com a sua proposta, explique suas condições até que possam chegar a um acordo satisfatório para os dois lados.

Ao seguir esses passos, você estará dando passos importantes para evitar a suspensão da sua CNH e encontrar uma solução adequada para quitar suas dívidas. Lembre-se de sempre buscar o diálogo e negociar de forma justa e transparente.

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Como pagar uma dívida negativada no Serasa

Ter uma dívida negativada no Serasa é uma grande preocupação para muitos brasileiros, uma vez que isso pode gerar uma série de dificuldades para conseguir crédito, manter a financeira em dia e realizar sonhos. No entanto, com o avanço da tecnologia, hoje é possível pagar uma dívida negativada no Serasa sem sair de casa  e até mesmo conseguir descontos e melhores condições para isso. Saiba como a seguir!

Hoje é possível pagar uma dívida negativada no Serasa sem sair de casa  e até mesmo conseguir descontos. Veja como!

O que é dívida negativada?

A definição de dívida negativada pode ser resumida de maneira simples. Ela ocorre quando contas não quitadas são registradas em órgãos de crédito, como a Serasa e o SPC, resultando na inclusão do seu nome e CPF na lista de inadimplentes.

No entanto, a negativação da dívida não é instantânea. Normalmente, o credor envia notificações informando que você está em débito e estabelece um prazo para regularização. Caso não cumpra o prazo, suas dívidas vencidas serão negativadas.

Regularização da dívida negativada

Pagar suas dívidas negativas no Serasa é o passo inicial para recuperar sua reputação financeira e melhorar o score, abrindo mais oportunidades para obter crédito. Atualmente, você consegue realizar esse processo pela Internet, sem sair de casa, utilizando plataformas de negociação de dívidas.

Essas plataformas atuam como um ambiente virtual que reúne os consumidores negativados e as empresas credoras. Elas oferecem recursos que permitem fechar acordos de pagamento de dívidas de forma automatizada, sem a necessidade de contato direto, agilizando o processo e garantindo facilidade na negociação.

Contudo, ao escolher uma plataforma para pagar uma dívida negativada no Serasa, é fundamental optar por opções confiáveis e com boa reputação, já que elas requerem o compartilhamento de dados pessoais e que você estará realizando transações financeiras. Além disso, é importante selecionar uma solução que traga vantagens na hora de fechar os acordos, como possibilidade de obter descontos para quitar a dívida e melhores condições de pagamento.

O próprio Serasa possui sua própria plataforma, a Serasa Limpa Nome, onde é possível encontrar boas oportunidades de negociação com diversas empresas parceiras dispostas a renegociar as dívidas. Você pode tentar uma negociação à vista, pois isso geralmente proporciona melhores descontos e benefícios a longo prazo. Caso essa solução não seja ideal para sua realidade financeira, é possível parcelar o pagamento de acordo com suas possibilidades.

Ao firmar um acordo com o credor e efetuar o pagamento da dívida pendente, em apenas cinco dias úteis, seu nome será retirado do registro de inadimplentes. Isso vale tanto para pagamentos à vista, quanto para os parcelados, após o pagamento da primeira parcela do acordo.

Se o credor te oferecer excelentes condições para o pagamento à vista, mas você não tiver recursos disponíveis, existe a opção de solicitar um empréstimo para negativados. Essa alternativa pode ser útil quando a dívida original acumula altas taxas de juros e multas, como no caso de cartões de crédito e cheque especial, por exemplo. Mas sempre ressaltamos que é preciso analisar tudo com calma e ver o que realmente vale a pena para a sua realidade na hora de pagar uma dívida negativa no Serasa.

Como evitar golpes na hora de pagar uma dívida negativa no Serasa

Você já deve ter se deparado com diversas propagandas oferecendo soluções e créditos milagrosos para quem está endividado, mas é importante tomar cuidado e seguir algumas dicas para não se tornar vítima de golpes e conseguir pagar a dívida negativa no Serasa.

Ao buscar serviços para regularizar seu nome, opte por empresas conhecidas e bem estabelecidas no mercado. Antes de fechar qualquer acordo, certifique-se de investigar a empresa e verificar sua reputação e tempo de atuação no ramo.

Uma das formas de assegurar que o site é seguro e confiável é seguir os passos a seguir:

– Verifique se o endereço do site começa com “HTTPS” em vez de “HTTP”, o “S” indica que o site possui criptografia para proteger seus dados de serem interceptados.

– Verifique se há um símbolo de cadeado na barra de endereços ou no rodapé do navegador, indicando que a conexão é criptografada e segura contra espionagem.

– Tenha certeza de que o domínio do site corresponde à empresa que você deseja acessar e evite fazer negociações por meio de redes sociais, pois isso pode ser arriscado e inseguro.

Se você tiver qualquer dúvida ou se sentir inseguro em fazer o processo de forma online, vale a pena fazer “à moda antiga” e procurar o credor pessoalmente para pagar uma dívida negativada no Serasa e recuperar sua liberdade financeira!

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Tenho uma dívida muito alta no banco: o que fazer?

Ter uma dívida muito alta com o banco é a realidade de muitos brasileiros que acabam abusando do cartão de crédito e do cheque especial, seja por falta de educação financeira ou por enfrentarem algum imprevisto, como o desemprego.

Dívidas bancárias estão entre as que possuem maiores taxas de juros, o que as tornam crescentes com o tempo, aumentando seus valores e dificultando os pagamentos.

Para não deixar a dívida muito alta no banco atrapalhar a sua vida financeira ainda mais, o ideal é procurar uma forma de quitar o débito o mais rápido possível. Quer saber como? Então continue lendo com a Bravo!

Compreendendo a sua dívida

Ter uma dívida alta no banco pode desencadear uma série de consequências negativas para sua vida financeira.

Esses impactos vão além do aumento dos valores devidos, afetando diretamente o acesso a crédito, a reputação financeira e até o bem-estar emocional. Compreender esses riscos é essencial para tomar as melhores decisões na hora de lidar com dívidas.

1. Dificuldade de acesso a novos créditos

Quanto maior o tempo em que a dívida permanece em aberto, maior a chance de você ter restrições em seu nome. Isso pode resultar em dificuldades para conseguir financiamentos, cartões de crédito ou até mesmo para abrir novas contas bancárias.

Além disso, as instituições financeiras tendem a aumentar os juros oferecidos para quem está com o nome negativado, dificultando ainda mais o processo de recuperação.

2. Possíveis ações judiciais

Dependendo do valor e da natureza da dívida, o banco pode recorrer à justiça para reaver o dinheiro devido. Isso pode incluir a penhora de bens, bloqueio de contas ou até mesmo descontos diretos na conta salário.

Esses processos, além de demorados, podem resultar em custos adicionais, tornando a dívida ainda mais onerosa.

3. Impactos na sua saúde financeira e emocional

A preocupação constante com a dívida pode gerar estresse, ansiedade e até problemas de saúde. Além disso, dívidas não pagas tendem a crescer exponencialmente devido aos altos juros bancários, tornando o cenário cada vez mais complicado.

Diante dessas consequências, é importante agir quanto antes e buscar soluções para regularizar a situação. Uma das alternativas para quem está enfrentando dívidas é se informar sobre como negociar com o banco ou até considerar a portabilidade de crédito.

Para mais dicas sobre como sair do vermelho, confira nosso artigo com orientações práticas para quem deseja reorganizar as finanças.

Como consultar minha dívida com o banco?

Antes de qualquer coisa, é preciso conhecer bem a sua dívida e saber qual é o valor real dela com todas as taxas e juros. E fazer isso é bem fácil; você pode verificar essas informações consultando seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) em um dos portais de Órgãos de Proteção ao Crédito, como Boa Vista SCPC, SPC ou Serasa.

Sabendo os valores reais da sua dívida interna no banco, é possível iniciar um planejamento para quitar seus débitos.

Esse representa o primeiro passo: compreender o montante total que você precisa quitar, analisar o seu orçamento pessoal e estabelecer o quanto da sua renda será destinado à renegociação dessas dívidas.

A segunda etapa consiste em entender se a dívida ainda está com o banco ou não. Isso acontece porque, dependendo do tempo em que você está inadimplente, o banco pode ter vendido sua dívida a terceiros.

Mas como assim? Quando uma dívida já está no banco há muito tempo (como uma dívida Santander ou dívida Bradesco, por exemplo) e é provavelmente de difícil recuperação, a instituição financeira opta por vendê-la, considerando os juros perdidos. Nesse cenário, entram em cena as empresas de recuperação de crédito.

Elas adquirem essas dívidas a preços mais baixos e passam a ser as novas credoras. Portanto, você não deve mais ao seu banco, que era o credor original, mas sim à empresa de recuperação de crédito.

No entanto, não é preciso de preocupar; você não é prejudicado de forma alguma por esse processo, podendo até mesmo entrar em contato com essa empresa e tentar fazer algum tipo de negociação para quitar sua dívida muito alta no banco.

Opções de consolidação de dívidas

Muitas pessoas que possuem dívidas muito altas no banco desconhecem a possibilidade de buscar condições e taxas mais vantajosas em outras instituições financeiras, como o Itaú, Santander ou Bradesco, e solicitar a transferência da dívida.

Esse processo, conhecido como portabilidade de crédito, pode resultar em uma redução significativa das taxas de juros e melhores condições de pagamento.

Além da portabilidade, outra solução interessante é a consolidação de dívidas. Essa estratégia permite agrupar todas as dívidas em um único contrato, facilitando o controle financeiro e evitando a confusão de gerenciar várias parcelas em instituições diferentes.

Bancos como Votorantim (BV) e plataformas digitais, como a Geru, também oferecem opções para quem deseja consolidar suas dívidas com condições competitivas. Você pode consultar dívida BV Financeira e então entender como quitá-la da melhor maneira possível.

Para saber mais sobre estratégias para aliviar o peso das dívidas, inclusive como escolher a melhor opção de consolidação ou portabilidade, confira este artigo que aborda sobre dívidas no Nubank, quanto tempo leva para caducar uma dívida no banco e outras dúvidas comuns.

Estratégias para negociar com o banco

Negociar uma dívida alta com o banco pode ser desafiador, mas com uma boa preparação, é possível alcançar um acordo vantajoso para ambas as partes.

Antes de entrar em contato com o banco, é importante ter em mente alguns passos que podem aumentar as chances de sucesso na negociação, como, por exemplo:

1. Entenda sua dívida em detalhes

Antes de qualquer negociação, é crucial saber exatamente o valor devido, incluindo juros, multas e taxas. Esse conhecimento permitirá que você argumente de forma mais precisa e esteja preparado para contrapor propostas.

2. Prepare uma proposta realista

Avalie sua situação financeira e determine o valor máximo que você consegue pagar mensalmente. Apresentar uma proposta realista, alinhada à sua capacidade de pagamento, é essencial para evitar cair em novos problemas financeiros.

3. Pesquise outras opções de crédito

Faça simulações de crédito em diferentes instituições financeiras. Se encontrar propostas com condições melhores, use essa informação como argumento durante a negociação. Isso mostra ao banco que você está informado e pode buscar outras opções.

4. Estabeleça um canal de comunicação eficaz

Ao contatar o banco, seja direto e claro sobre seu objetivo de renegociar a dívida. Mantenha a calma e esteja aberto a negociar diferentes opções, como parcelamento, redução de juros ou extensão do prazo de pagamento.

5. Documente tudo

Certifique-se de que qualquer acordo seja documentado e formalizado, seja por meio de contratos, e-mails ou mensagens. Isso evita mal-entendidos e garante que ambas as partes cumpram o combinado.

Lembre-se de que a negociação é de interesse tanto para você quanto para o banco. Portanto, não tenha receio de explorar alternativas e buscar um acordo que realmente caiba no seu orçamento.

Planejamento financeiro para evitar novas dívidas

Depois de quitar ou renegociar uma dívida, é essencial adotar um planejamento financeiro que ajude a evitar o acúmulo de novas dívidas.

A educação financeira é o primeiro passo para manter as finanças em ordem e conquistar maior segurança econômica. Aqui estão algumas práticas para evitar voltar ao ciclo de endividamento:

1. Crie um orçamento mensal

Organize suas receitas e despesas para ter uma visão clara de onde seu dinheiro está sendo gasto. A ideia é estabelecer limites para cada categoria de gastos e evitar ultrapassar o que foi planejado.

2. Priorize a construção de uma reserva de emergência

Ter uma reserva financeira é fundamental para lidar com imprevistos sem precisar recorrer a empréstimos ou ao cheque especial, diminuindo significativamente o risco de entrar em dívidas novamente.

3. Evite o uso excessivo de crédito

Embora o crédito possa ser útil em determinadas situações, seu uso deve ser consciente e planejado. Procure não gastar mais do que pode pagar e evite o acúmulo de parcelas, que podem comprometer seu orçamento no futuro.

4. Busque educação financeira contínua

Entender melhor como gerenciar suas finanças é um processo constante. Existem muitos cursos, livros e conteúdos online que podem ajudar. Quanto mais você souber, mais fácil será tomar decisões financeiras inteligentes!

5. Considere o apoio profissional

Para aqueles que têm dificuldade em organizar suas finanças ou precisam de uma orientação mais personalizada, buscar ajuda profissional pode ser uma excelente alternativa.

Empresas como a Bravo oferecem soluções para o controle de dívidas e planejamento financeiro, ajudando você a alcançar estabilidade financeira de forma prática e eficaz. E o melhor é que, com a gente, não importa qual é o tamanho da sua dívida, temos a solução perfeita para te ajudar a se livrar de problemas financeiros.

Adotar essas práticas e manter um planejamento financeiro sólido vai ajudar a evitar que você volte a se endividar, garantindo uma vida financeira mais equilibrada e tranquila! E para mais dicas como essas, confira também o nosso blog e os artigos que estão te esperando por lá!

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