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O que acontece com as dívidas com mais de dez anos?

Existem muitos mitos acerca de dívidas com mais de dez anos, que as pessoas comumente chamam de caducas. Entender sobre como a prescrição, o nome formal para este processo que envolve a caducidade da dívida, funciona é essencial para ficar ciente dos seus direitos e tentar reorganizar a sua vida financeira. Afinal, ninguém quer ficar refém do nome sujo, que pode te impedir de realizar transações financeiras que te ajudam a realizar seus sonhos. Então, continue lendo o post que preparamos e saiba o que acontece com dívidas com mais de dez anos e como proceder.

Entenda a prescrição de dívidas

Nos termos gerais estabelecidos pelo Código Civil, uma dívida de natureza civil pode ser cobrada e exigida perante o sistema judiciário por um período de até 10 anos a partir do seu vencimento. Esse intervalo de tempo é conhecido legalmente como prescrição, isto é, o período determinado pela lei no qual o credor pode requerer judicialmente o pagamento de uma dívida.

Assim sendo, todas as dívidas possuem um prazo específico para prescrever, porém nem todos os consumidores têm conhecimento disso. Conforme estipulado no artigo 205 do Código Civil, as dívidas prescrevem em 10 anos, exceto em algumas situações excepcionais. Por exemplo, dívidas relacionadas à hospedagem podem ser cobradas até um ano, enquanto para aluguéis, o prazo de cobrança é de três anos. É importante ressaltar que caso o credor inicie uma ação judicial para cobrar a dívida, o prazo de prescrição é interrompido.

Mas então, o que acontece com a dívida depois desse período? Ela pode ser cobrada? Você ainda tem que pagar? É o que vamos responder a seguir!

Tenho que pagar a dívida após a prescrição?

O consumidor não pode ter seu nome mantido em registros negativos, como cadastros de inadimplentes e outros que contenham informações desfavoráveis, por um período superior a cinco anos desde o evento que originou a inclusão. Quando a dívida relacionada à cobrança do débito do consumidor prescrever, seu nome deve ser removido do cadastro.

No entanto, é importante destacar que, mesmo que tenha passado esse período sem que o credor tenha buscado uma ação judicial, isso não significa que a dívida com mais de dez anos tenha sido “perdoada” ou esquecida. Mesmo quando prescrita, ela pode ter consequências muito prejudiciais para sua vida financeira, como a recusa do credor em realizar novos negócios com o devedor, dificuldade para conseguir financiamentos, entre outros efeitos.

Posso ser cobrado por dívidas com mais de dez anos?

A cobrança de dívidas com mais de dez anos é permitida, mas apenas de forma extrajudicial. O credor continua tendo direito de receber o valor que é devido a ele e, por isso, a cobrança pode ser feita extrajudicialmente, ou seja, de forma administrativa, e o seu nome não pode mais ser negativado.

Geralmente, a cobrança de dívida prescrita é feita por meios amigáveis, como cartas, mensagens de texto, ligações e e-mails. Muitas instituições financeiras contratam empresas terceirizadas para realizar este tipo de serviço. É importante reforçar que durante essas cobranças, não pode haver qualquer tom acusatório, intimidador ou ameaçador no tratamento com o devedor.

Cobranças abusivas podem resultar em danos morais para o consumidor, que pode e deve procurar meios judiciais de ser indenizado por isso.

Preciso pagar a dívida com mais de dez anos?

Você viu que, na prática, se o credor não ingressar com uma ação judicial para cobrar a dívida dentro do prazo estabelecido pela lei, podemos afirmar que o devedor não terá mais a obrigação de efetuar o pagamento da dívida com mais de dez anos, pelo menos no âmbito judicial, uma vez que não pode mais ser afetado por penhora de bens, nem nada do tipo.

No entanto, esperar que esse período transcorra não é, de fato, a melhor solução para se livrar das dívidas, pois além de ter o nome registrado como devedor e, consequentemente, enfrentar dificuldades na obtenção de crédito por um longo período, você poderá viver anos com a preocupação de ser surpreendido por uma cobrança judicial.

Dito isso, existem diversas opções e alternativas a serem seguidas para regularizar sua situação financeira, como acordos e refinanciamentos, visando assegurar uma melhor qualidade de vida para você!

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Quando começa a contar o prazo para prescrição de dívidas

A prescrição de dívidas costuma gerar muitas dúvidas, principalmente em relação aos seus prazos. Atualmente, o Brasil conta com um grande número de endividados e, apesar de não ser algo recomendado, muitas pessoas optam por aguardar a dívida prescrever para ficar com o nome limpo.

Seja esse seu objetivo ou não, é importante se informar e adquirir o máximo de educação financeira possível para entender seus direitos e conseguir se organizar para manter as finanças em dia. Continue lendo e saiba quando começa a contar o prazo para prescrição de dívidas!

Entenda melhor: o que significa uma dívida prescrita

A prescrição de dívida trata-se da perda do prazo que o credor tinha para exigir seu pagamento por meios judiciais. Explicando melhor, quando uma pessoa tem uma dívida com uma determinada instituição credora, a empresa que cedeu o crédito pode acionar diversos recursos para recuperar o valor emprestado, um deles é o judicial, que pode resultar na negativação do nome do devedor. Após o tempo determinado para a prescrição da dívida, esse recurso não fica mais disponível.

Com isso, se você está com o nome sujo por causa de uma ou mais dívidas, ou melhor, com o CPF negativado e a sua dívida já passou do tempo de prescrição, ela caducou e já existe a possibilidade do seu nome ficar limpo, uma vez que o credor não pode mais acionar a justiça para fazer a cobrança. No entanto, é importante se atentar a dois fatores: estes prazos variam de acordo com o tipo de dívida e isso não significa que a dívida, mesmo prescrita, deixou de existir.

Prazos para prescrição de dívidas

Como comentamos anteriormente, existem diferentes prazos para a prescrição de dívidas. A maioria das dívidas possui um limite de tempo de cinco anos, mas existem casos em que esse período é reduzido, como ilustrado a seguir:

– Um ano para dívidas relacionadas a seguros (como veicular, de vida, residencial) e hospedagem;

– Dois anos para obrigações alimentares;

– Três anos para empréstimos bancários de qualquer tipo;

– Quatro anos para reivindicações de tutela;

– Cinco anos para dívidas com planos de saúde, convênios médicos, mensalidades escolares, consórcios bancários e outros serviços financeiros (como cheque especial e cartão de crédito), além de impostos, boletos bancários e contas de consumo (como eletricidade, água, TV a cabo, internet banda larga e telefone).

É importante ressaltar que esses são os prazos estabelecidos por lei para a prescrição de dívidas quando não há ações judiciais em andamento. Se houver qualquer tipo de processo judicial iniciado pelo credor para reivindicar o valor devido, esses períodos deixam de ser aplicáveis.

O prazo de prescrição da dívida começa a contar a partir do dia seguinte ao vencimento da parcela não paga, ou seja, não a partir da data em que a empresa credora realiza a inscrição nos órgãos de proteção ao crédito, como SCPC, Serasa ou SPC. Essa é a determinação da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por maioria de votos, em um julgamento de recurso especial.

Condições necessárias para uma dívida prescrever

Apesar da existência dos prazos para prescrição de dívida estabelecidos legalmente, ela não ocorre automaticamente. A prescrição só se concretiza quando o devedor informa ao credor que, de acordo com a lei, ele não é mais obrigado a efetuar o pagamento em atraso. Essa comunicação deve ser feita por meio de uma carta registrada (preferencialmente com aviso de recebimento). Depois disso, o credor perde o direito de recorrer ao judiciário para recuperar o valor que lhe era devido até pouco tempo atrás.

É válido lembrar que, para que uma dívida seja considerada prescrita, o credor não deve ter tomado nenhuma ação legal durante todo o período em que tinha o direito de recorrer à justiça. Caso contrário, ou seja, se o credor notificar o devedor de uma ação legal, o prazo de prescrição é interrompido e a contagem reinicia. O mesmo ocorre nos casos em que a pessoa inadimplente reconhece a existência da dívida ou busca um acordo de pagamento.

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É possível fazer a portabilidade de salário com dívida?

Quando a empresa abre uma conta salário em um banco diferente do que você costuma utilizar, é possível realizar a portabilidade de salário para que ele passe a cair na conta que você já movimenta.

No entanto, muitas pessoas que possuem dívidas questionam se é possível realizar a portabilidade para um banco com o qual você tem pendências e até mesmo se corre o risco de você acabar com parte do pagamento debitado automaticamente para cobrir as dívidas. Por isso, hoje vamos esclarecer se é possível fazer a portabilidade de salário com dívida e quais são os seus direitos em relação a isso. Leia e se informe!

Hoje vamos esclarecer se é possível fazer a portabilidade de salário com dívida e quais são os seus direitos em relação a isso. Leia e se informe!

O que é portabilidade de salário

No momento da contratação, o empregador pode selecionar uma entidade financeira para fazer os pagamentos do salário. Geralmente, as empresas costumam optar por instituições bancárias com as quais possuem uma relação mais vantajosa, incluindo descontos e benefícios aos correntistas. Apesar disso, é um direito do trabalhador não ser obrigado a se vincular ao banco escolhido pelo empregador.

Portanto, existe a possibilidade do trabalhador realizar a transferência de seu salário para a instituição financeira de sua preferência, independentemente da escolha feita pelo empregador, por meio da portabilidade de salário. Dessa maneira, você mantém a conta criada pela empresa exclusivamente para o recebimento do salário e continua a utilizar normalmente os serviços oferecidos pelo banco que já utilizava antes de ser contratado.

Como funciona a portabilidade de salário?

A portabilidade de salário é uma opção disponível para todos os trabalhadores de empresas privadas ou entidades governamentais, permitindo que escolham o banco onde desejam receber sua remuneração, sem custos extras.

Antes de 2018, a portabilidade era feita da seguinte maneira: o empregado solicitava ao banco no qual recebia o salário que realizasse a transferência para o banco de sua escolha. Para isso, era necessário ter as informações do CNPJ da empresa, a razão social e os dados da conta-salário no banco em questão.

Ainda é possível requisitar a portabilidade de salário dessa forma, mas desde 2018 também é possível fazer a solicitação diretamente no banco onde deseja receber o pagamento. Além disso, com essas modificações, agora as solicitações de portabilidade podem ser feitas por meios digitais aceitos pelas instituições financeiras, como sites e aplicativos, simplificando e tornando o processo menos custoso.

O que acontece se você tiver dívidas

Quem tem dívidas pode acreditar que não tem direito a fazer a portabilidade de salário, caso tenha alguma pendência com o banco onde querem receber seus salários. No entanto, não há nenhuma regra que estabeleça que o banco deve fazer qualquer dedução antes da transferência de salário.

De acordo com as diretrizes do Banco Central, o banco onde o usuário possui uma conta-salário tem permissão para deduzir parcelas de financiamentos ou empréstimos, somente quando o cliente autorizar essa transação financeira. Portanto, a instituição financeira não pode recusar a realização da portabilidade de salário devido a qualquer tipo de dívida.

Portabilidade de salário para quem tem empréstimo consignado

Existem regras estabelecidas para clientes que têm vínculos entre salário e empréstimos. Aqueles que possuem uma conta-salário têm a opção de contratar a portabilidade do empréstimo consignado para o banco de sua escolha. Dessa forma, após a aprovação do crédito, o débito será descontado assim que o trabalhador receber o valor correspondente ao seu salário naquele mês, e o valor restante será encaminhado para a instituição bancária de sua preferência.

Caso haja demissão do trabalhador, o empregador deverá solicitar o cancelamento da conta salário. Se ainda houver parcelas restantes do empréstimo consignado, a maioria dos contratos determina que, com a demissão, o valor recebido na rescisão de contrato será usado para quitar o que falta pagar da dívida.

Vale ressaltar que, nesse caso, a quitação do empréstimo será antecipada, portanto, você terá direito à redução dos juros cobrados nas prestações. Para não ficar no prejuízo e saber todos os seus direitos, vale a pena ler com atenção o contrato do seu empréstimo consignado antes mesmo de contratá-lo. Se tiver qualquer dúvida em relação aos termos, procure orientação jurídica ou um órgão de defesa do consumidor.

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Preciso de dinheiro urgente para pagar dívidas: melhores opções

Se você está endividado e procurando uma maneira de quitar seus débitos, não é esse o momento de se desesperar e tomar decisões precipitadas que podem prejudicar ainda mais a sua situação financeira. Por isso, se você precisa de dinheiro urgente para pagar dívidas, o ideal é ter calma e analisar todos os cenários possíveis. Existem diferentes formas de conseguir crédito e nós vamos explicar mais um pouco sobre cada uma delas para você realizar a melhor escolha. Continue lendo!

Tipos de empréstimo

Caso você precise de dinheiro urgente para pagar dívidas e já sabe que a melhor saída é pegar um empréstimo, é necessário entender que existem diferentes tipos e qual deles vai ser a opção ideal para você. Veja abaixo:

Empréstimo com garantia

O empréstimo com garantia é reconhecido como uma das alternativas de crédito com as taxas de juros mais reduzidas do mercado e os termos de pagamento mais favoráveis: tudo que alguém que precisa de dinheiro urgente para pagar dívidas procura. No entanto, como o nome já adianta, para requerê-lo, é preciso dispor de algum bem que possa ser oferecido como garantia.

Isso quer dizer um automóvel, uma propriedade imobiliária ou até mesmo o seu salário podem ser utilizados nessa modalidade. Durante o processo de quitação da dívida, o ativo permanece vinculado ao banco, porém você pode continuar usufruindo dele normalmente.

Empréstimo pessoal

O empréstimo pessoal é uma categoria que geralmente não apresenta uma quantidade significativa de trâmites burocráticos para que você o consiga, porém é necessário estar atento, uma vez que esse tipo de crédito possui algumas das maiores taxas de juros do mercado. Ele é disponibilizado exclusivamente para pessoas físicas e pode ser solicitado de forma ágil e conveniente, por meio de caixas eletrônicos e até mesmo pelo aplicativo do seu banco. Por isso, tome cuidado para não tomar decisões impulsivas!

Empréstimo consignado

Outra possibilidade para quem precisa de dinheiro urgente para pagar dívidas é o empréstimo consignado, uma forma de crédito que costuma oferecer taxas de juros atrativas, pois utiliza o salário ou aposentadoria como garantia de pagamento. Nesse caso, os valores das prestações são deduzidos diretamente do montante recebido. Essa modalidade de empréstimo está disponível para trabalhadores assalariados, bem como para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Vale ressaltar que antes de solicitar um empréstimo, é necessário prestar atenção a todas as taxas, avaliar sua condição financeira e se você terá capacidade de quitar as parcelas para não acabar com mais uma dívida.

Antecipação do 13º

A antecipação do décimo terceiro salário pode ser uma alternativa para quem é empregado, aposentado ou beneficiário do INSS. Nessa categoria, determinados bancos possibilitam a obtenção antecipada de até 80% do montante total do décimo terceiro salário. Contudo, é válido ressaltar que as taxas de juros aplicadas podem ser consideravelmente elevadas.

Saque do FGTS

Instituído em 1996, o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) tem como propósito estabelecer uma reserva financeira em favor dos trabalhadores. O valor depositado mensalmente corresponde a 8% do montante bruto dos rendimentos salariais percebidos pelo empregado. E essa também é uma forma de conseguir dinheiro urgente para pagar dívidas. Possuem direito ao saque do FGTS:

● Trabalhadores regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

● Trabalhadores rurais.

● Trabalhadores em regime intermitente.

● Trabalhadores temporários.

● Trabalhadores avulsos.

● Atletas profissionais.

● Empregados domésticos.

● Safreiros.

Existem diferentes modalidades de saque do FGTS, por isso é preciso se inteirar em qual delas você se enquadra para poder receber os valores dos quais tem direito e poder quitar suas dívidas.

Considere ter uma renda extra

Se você precisa de dinheiro urgente para pagar dívidas, obter uma renda extra pode ser uma solução para este problema. Você pode fazer um hobby no qual é muito habilidoso virar dinheiro, por exemplo, vendendo suas melhores receitas.

Se você possui conhecimento em uma área específica, como música, artesanato, entre outros, também pode oferecer aulas particulares e serviços de mentoria. Outras maneiras de obter dinheiro rápido para pagar dívidas incluem trabalhar como motorista em aplicativos, oferecer hospedagem para animais de estimação ou atuar como entregador.

Mesmo que o esforço seja grande durante um tempo, vai valer a pena quando você estiver com todas as contas em dia!

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Não tenho como pagar minhas dívidas: o que fazer?

Veja o que você deve fazer se “não tenho como pagar minhas dívidas” é a sua realidade. Confira as dicas e recupere o seu controle financeiro.

Não tenho como pagar minhas dívidas” é um pensamento que paira sobre a cabeça de grande parte da população do nosso país. A taxa de endividamento dos cidadãos brasileiros atingiu o patamar máximo registrado na história: 77,9% das pessoas, conforme informações disponibilizadas pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O mais recente estudo realizado pelo Serasa revelou que cerca de 69,43 milhões de indivíduos começaram o ano de 2023 com o nome negativado.

O que nos leva a pensar: qual é a saída para acabar com esse problema e se ver livre das dívidas? Nós reunimos algumas dicas que podem te ajudar. Confira a seguir!

Vale a pena esperar a dívida caducar?

Se você não tem como pagar suas dívidas e está considerando esperar o prazo de prescrição, saiba que normalmente, as instituições costumam ter profissionais específicos para a cobrança e, por isso, não deixam que a dívida se torne caduca sem entrar em contato com os devedores. Quanto maior for o valor da dívida, é mais provável ainda que isso ocorra.

Outro ponto importante que deve ter em mente é que quando se trata de dívidas maiores, geralmente existe uma hipoteca de bens ou obrigação de fornecer garantias bancárias. Desta forma, é mais provável que os bens sejam penhorados e hipotecados com juros do que esperem a dívida prescrever.

Por isso, aguardar esse tempo e simplesmente esperar que tudo se resolva como se você não fosse sofrer as consequências disso não é uma boa opção! Veja o que você deve fazer se “não tenho como pagar minhas dívidas” é a sua realidade.

Analise as suas dívidas

Primeiramente, quem quer pagar suas dívidas deve realizar uma análise minuciosa de todas as parcelas pendentes. Isso é imprescindível, pois, sem essa análise, não é possível obter uma visão precisa do montante total que está em débito. Com base nessas informações, você conseguirá desenvolver um plano para acabar com as suas dívidas. Vale lembrar que é importante dar preferência àquelas contas que possuem custos mais elevados, ou seja, aquelas que acarretam as mais altas taxas de juros.

Reorganize seu orçamento

A maioria das dívidas surge devido à negligência financeira, que é gastar mais do que se ganha. O problema é que muitas pessoas não o fazem de propósito, pois não têm o hábito de controlar seus gastos. Portanto, é necessário registrar todas as receitas e despesas para gerenciar o orçamento pessoal, o que pode ser feito por meio de aplicativos ou planilhas.

Ao conhecer todas as suas dívidas, você tem a oportunidade de realizar uma análise matemática mais aprofundada, a fim de identificar gastos elevados e pequenas despesas que representam grandes custos em sua carteira quando somados. Realizando essa autoavaliação, você tem a chance de identificar diversos excessos que estão além de seus rendimentos e nunca mais ter que dizer: não tenho como pagar minhas dívidas.

Converse e negocie com os credores

Mostrar interesse em pagar suas dívidas é o primeiro passo para conseguir melhores condições com o credor para quitar seus débitos. Quando analisar seu orçamento e descobrir quais valores seriam realistas para você conseguir fazer os pagamentos que deve, procure a instituição credora, explique sua atual situação e faça uma proposta com novos valores e condições de pagamento.

Depois de explicar a sua realidade financeira, você também pode pedir para que o credor proponha um novo contrato com condições facilitadas. O importante é tirar todas as suas dúvidas e ter certeza de que está fechando um bom negócio. Se tiver alguma dúvida, recorra a um especialista!

Considere ter uma renda extra

Já pensou em como pode ganhar uma grana extra com um trabalho temporário ou até mesmo com algum hobby ou alguma habilidade que você executa bem? Mesmo que você tenha que abrir mão de uma parte do seu tempo livre durante o dia, essa pode ser uma solução temporária, pelo menos até você pagar suas dívidas.

Outra ideia interessante é vender itens que não são mais frequentemente utilizados, como roupas, sapatos e até eletrodomésticos. Além disso, graças às plataformas especializadas em serviços freelancers, qualquer pessoa pode encontrar trabalhos para realizar em seu próprio lar, o que pode se tornar uma ótima fonte de renda extra.

A internet, juntamente com os cursos e videoaulas disponíveis gratuitamente, torna-se uma grande aliada para quem não tem como pagar as dívidas e deseja se tornar freelancer para obter uma renda adicional.

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Como quitar dívidas com bancos e controlar suas finanças

Dívidas com bancos são um problema comum na vida de muitos brasileiros, que possuem pendências em relação ao pagamento de cartões de crédito, cheque especial, empréstimos, entre outros tipos. Com as altas taxas de juros cobradas, muitas vezes quitar dívidas com bancos vai ficando cada vez mais inviável, por isso o ideal é não perder tempo e buscar uma solução o mais rápido possível.

A princípio, pode até parecer impossível, mas vamos te mostrar que com planejamento e tomando as iniciativas corretas, é possível recuperar o controle das suas finanças e quitar as dívidas com bancos. Acompanhe o conteúdo!

Com planejamento e tomando as iniciativas corretas, é possível recuperar o controle das suas finanças e quitar as dívidas com bancos. Confira!

Primeiro passo: conheça suas dívidas

O passo inicial para quitar dívidas com bancos consiste em realizar um inventário de todas as suas pendências financeiras. Dessa maneira, fica possível estruturar o planejamento e estabelecer prioridades para pagar as dívidas, além de determinar o montante total devido e o impacto dessas dívidas no seu rendimento mensal.

Para isso, o ideal é reunir todas as informações que você possui sobre os valores devidos e, caso haja dúvidas, entrar em contato com os credores a fim de saber tudo que você precisa para se organizar.

Na hora de realizar esses cálculos, é útil criar uma relação contendo todas as dívidas bancárias, detalhando cada despesa e as parcelas pendentes. Uma sugestão é dividir essas informações em uma tabela, destacando o tipo de dívida, o valor mensal de cada uma, o número de parcelas e o total acumulado até o momento, incluindo taxas e juros.

Portabilidade de dívida bancária pode ser uma opção

Muitas pessoas que querem quitar dívidas com bancos desconhecem a possibilidade de buscar condições e taxas mais vantajosas em outras instituições financeiras e solicitar a transferência da dívida, resultando em uma redução das taxas de juros. Esse processo é conhecido como portabilidade de crédito e pode ser uma chance para quem quer reorganizar as finanças pessoais. Essa ferramenta também oferece a oportunidade de concentrar todas as dívidas em um único contrato, o que facilita o controle financeiro.

Participe de Feirões de Renegociação de Dívidas

Uma alternativa interessante para quitar dívidas com bancos é comparecer a feirões de renegociação, organizados por agências de proteção ao crédito e até mesmo instituições financeiras. Esses eventos proporcionam oportunidades excelentes para obter condições especiais visando quitar suas dívidas.

Um exemplo é o Feirão Limpa Nome do Serasa Consumidor, que permite a negociação online de dívidas, independentemente se estão negativadas ou em atraso. Através do site, você pode visualizar todas as pendências financeiras e negociar diretamente com o banco, contanto que eles sejam parceiros do Serasa. Tudo isso sem nem mesmo sair de casa!

A FEBRABAN (Federação Brasileira dos Bancos), em parceria com o Procon Brasil, também realiza eventos de mutirão para a negociação de dívidas bancárias. É recomendado acompanhar o calendário de eventos para se manter informado sobre essas oportunidades.

Procure o banco e demonstre interesse em quitar as dívidas

Se você já fez simulações de crédito em diferentes instituições financeiras e conseguiu visualizar qual delas oferece melhores condições de pagamento, de acordo com a sua realidade, é hora de tomar a iniciativa e entrar em contato com o credor para oferecer uma proposta de negociação e quitar suas dívidas. O ideal é entrar em contato com o credor o mais rápido possível para demonstrar seu interesse em regularizar a situação.

Lembre-se que essa negociação é de interesse de ambas as partes envolvidas, por isso, durante a conversa não hesite em apresentar soluções e alternativas para o pagamento da dívida bancária e falar das suas condições financeiras atuais. Demonstre seu conhecimento e aproveite para citar as simulações de crédito realizadas em outras instituições financeiras, com o objetivo de negociar uma proposta igual ou até mesmo inferior.

No entanto lembre-se e tenha isso sempre em mente: só feche o acordo se as condições oferecidas estiverem de acordo com sua realidade financeira. Afinal, de nada adianta fechar uma negociação que você não vai conseguir cumprir e que pode te trazer ainda mais dor de cabeça. Muitas pessoas acabam caindo em armadilhas ao tentar quitar dívidas com bancos, então é essencial agir com cautela e tirar todas suas dúvidas antes de assinar o novo contrato.

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Qualquer pessoa pode fazer um financiamento imobiliário? Entenda

O sonho da casa própria é comum a muitos brasileiros, que veem a posse de imóvel como um símbolo da segurança de ter um patrimônio que é seu. Uma pesquisa do Censo Moradia QuintoAndar, de 2022, mostrou que 87% dos entrevistados possuem o desejo de ter um imóvel em seu nome. No entanto, essa compra não é algo tão simples, principalmente devido aos altos valores envolvidos.

Com isso, o financiamento imobiliário surge como uma luz no fim do túnel para quem dificilmente conseguiria juntar todo esse valor e fazer o pagamento em uma única parcela. Mas para fechar um bom negócio e não sair no prejuízo, nem acabar se endividando, é preciso se informar bem e tirar todas as suas dúvidas. Por isso, hoje viemos te ajudar a entender se qualquer pessoa pode fazer um financiamento imobiliário e quais cuidados tomar neste tipo de transação. Confira a seguir!

O financiamento imobiliário surge como uma oportunidade para quem dificilmente conseguiria juntar o valor completo de um imóvel. Veja como funciona!

O que é o financiamento imobiliário?

O financiamento imobiliário trata-se de um tipo de empréstimo especializado destinado à aquisição de imóveis, sejam casas ou apartamentos, tanto novos quanto usados. Ele também pode ser utilizado para construir ou reformar uma residência, bem como para adquirir um espaço comercial, como uma sala ou um galpão, por exemplo.

Quando um consumidor não possui o valor integral necessário para a compra, ele busca uma instituição financeira para obter esse crédito e, posteriormente, vai quitando o montante por meio de parcelas que incluem juros e correção monetária. Esse tipo de financiamento apresenta as taxas mais baixas do mercado e oferece um prazo de quitação bastante longo, de até 35 anos.

Existem opções de financiamento imobiliário que cobrem até 90% do valor total necessário para adquirir um imóvel novo, usado, comprado na planta, em construção ou para realizar uma reforma em uma propriedade.

No Brasil, os recursos para esse tipo de empréstimo provêm de fontes como a Caderneta de Poupança e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), além da emissão de títulos, como Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Cédulas de Crédito Imobiliário (CCIs).

O que é necessário para financiar um imóvel?

Existem alguns requisitos essenciais para obter um empréstimo imobiliário:

– Ter pelo menos 18 anos de idade ou ser emancipado aos 16 anos;

– Ter a capacidade de comprovar sua renda;

– Ser cidadão brasileiro nato, naturalizado ou estrangeiro com visto de residência válido no país;

– Ter um histórico de crédito limpo, sem restrições;

– Possuir pelo menos 3 anos de registro em carteira de trabalho;

– Ter uma renda suficiente para arcar com os custos do financiamento.

É crucial poder comprovar sua renda, que inclui todos os rendimentos dos membros da família que irão residir no imóvel. Geralmente, a regra básica é que o valor da parcela não deve exceder 30% da renda mensal familiar. No entanto, é importante ressaltar que esses requisitos podem variar de acordo com cada situação. Cumprindo essas regras, qualquer pessoa pode fazer um financiamento imobiliário!

Quais documentos são necessários para fazer um financiamento imobiliário?

As exigências documentais das instituições financeiras podem variar, mas, de forma geral, elas solicitam, além do CPF mencionado anteriormente, o RG, a carteira de trabalho, comprovantes de renda, de estado civil e de residência, bem como a declaração de imposto de renda.

O processo de financiamento imobiliário para autônomos segue os mesmos princípios do financiamento para profissionais assalariados. A diferença principal reside na maneira de comprovar ao banco a capacidade de assumir os encargos financeiros dessa longa obrigação.

Enquanto os profissionais com vínculo empregatício podem apresentar comprovantes de renda como holerite ou contracheque mensal, os autônomos precisam reunir outros documentos para demonstrar sua capacidade de pagamento.

Como agilizar o processo de aprovação do financiamento

Alguns hábitos e iniciativas podem te ajudar a obter a aprovação do financiamento imobiliário mais rápido. Veja as dicas abaixo.

Mantenha seu nome limpo

É improvável que você consiga obter aprovação do financiamento imobiliário se seu nome estiver registrado em serviços de proteção ao crédito, como SERASA ou SPC. Por isso, se estiver endividado, uma sugestão é entrar em contato com seus credores e negociar o pagamento da dívida para obter descontos nos juros e opções de parcelamento.

Estude a possibilidade de dar uma boa entrada

Quanto maior for o valor que você der de entrada, menor será o montante financiado. Recomenda-se ter pelo menos 30% do valor total do bem como entrada, dessa forma, o restante pode ser parcelado de forma mais suave.

Busque assistência

Para garantir tranquilidade durante o processo, procure auxílio de profissionais confiáveis, como contadores, advogados ou corretores imobiliários. Eles podem ajudar em todas as etapas, assegurando que o processo ocorra sem problemas.

Com a Go Bravo você se livra das dívidas, conheça nossos serviços!

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Como ter score alto: confira as dicas | Go Bravo

Você já deve ter ouvido falar sobre o score e como ele pode afetar sua vida financeira, mas a maioria das pessoas não sabe exatamente como funciona essa ferramenta e como ela pode te prejudicar ou te ajudar. Mas não se preocupe! Nesse post, nós reunimos tudo que você precisa saber sobre o assunto, inclusive como ter score alto e atingir seus objetivos financeiros e pessoais. Confira a seguir!

Nesse post, nós reunimos tudo que você precisa saber sobre como ter score alto e atingir seus objetivos financeiros e pessoais. Confira a seguir!

O que é o score do Serasa?

A Serasa é uma empresa que  fornece análises e informações para decisões de crédito e apoio a negócios, criada pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN). O Serasa Score surgiu em 2017 e trata-se de um sistema de avaliação que varia de 0 a 1000,  revelando ao mercado e aos credores as probabilidades de cumprimento dos pagamentos pontualmente por parte do consumidor nos próximos seis meses.

Na prática, a consulta ao Serasa Score é uma das fases da análise de crédito, ou seja, Bancos, instituições financeiras e outras empresas realizam essa verificação, consultando o score do consumidor quando ele solicita algum tipo de crédito, como um empréstimo, financiamento ou cartão de crédito.

O que é considerado um score alto?

Como adiantamos, o Serasa Score varia de 0 a 1000, e é dividido em categorias:

– Na faixa de 0 a 300 pontos: Score muito baixo.

Isso aponta para uma elevada possibilidade de falta de pagamento, resultando em uma chance muito limitada de obter crédito.

– Na faixa de 301 a 500 pontos: Score baixo.

Isso sinaliza uma considerável possibilidade de falta de pagamento, implicando em uma chance baixa de conseguir crédito.

– Na faixa de 501 a 700 pontos: Score bom.

Isso indica uma baixa probabilidade de falta de pagamento. A partir dessa pontuação, começa a haver uma boa oportunidade de obter crédito.

– Na faixa de 701 a 1000 pontos: Score excelente.

Isso denota uma probabilidade extremamente baixa de falta de pagamento, resultando em uma alta chance de conseguir crédito.

Como saber qual é o meu score?

Realizar a verificação do score é bem fácil  e pode ser realizado quantas vezes forem necessárias, sem qualquer custo. Lembrando que quanto mais elevada for a pontuação, maiores serão as chances de obter crédito. Para consultar o seu, siga estas etapas:

• Faça o download do aplicativo da Serasa (disponível para Android e iOS) ou acesse o site;

• Caso ainda não possua um cadastro, basta criá-lo naquele momento. Esse procedimento é rápido e gratuito;

• Efetue o login;

• Pronto! Após fazer o login, seu Serasa Score será exibido na tela.

Dicas para ter o score alto

Mantenha o Cadastro Positivo ativo

O Cadastro Positivo é similar a um “perfil financeiro”. Ele centraliza dados sobre pagamentos de dívidas, empréstimos, cartões de crédito, financiamentos, compras parceladas e até mesmo despesas de consumo básicas, como água e luz.

Funciona como um histórico do comportamento de crédito do consumidor, agregando informações sobre pagamentos de compromissos financeiros realizados e em andamento, como pagamento de contas, empréstimos, faturas de cartão de crédito, entre outros.

Consequentemente, aqueles que honram seus compromissos e pagam suas contas em dia podem obter uma classificação mais elevada, aumentando o score. E o melhor de tudo: as instituições financeiras tendem a considerar essas informações favoráveis ao avaliar novas solicitações de crédito.

Atualize seus dados na Serasa

Para manter o score alto, é essencial manter as informações cadastrais atualizadas no sistema da Serasa. Isso porque quanto mais conhecimento as empresas possuem acerca do consumidor, maior é a confiança que podem depositar ao conceder crédito.

Negocie e quite suas dívidas atrasadas

Dívidas negativadas têm um grande peso no cálculo do score, por isso, manter essas contas em dia é tão importante para que ele se mantenha alto.

Pague suas contas em dia

Ao quitar uma conta dentro do prazo, essa informação pode ser registrada no Cadastro Positivo, elevando a pontuação de crédito. Para isso, monitore de perto as finanças e mantenha um controle das despesas a fim de evitar a perda de prazos de pagamento.

Cuidado ao requisitar crédito

Múltiplas solicitações recentes de empréstimos ou simulações em diferentes instituições ao mesmo tempo podem ser interpretadas como um sinal de urgência na necessidade de crédito, o que representa um risco de endividamento do consumidor. Tal comportamento aciona um “sinal de alerta” no mercado e resulta em uma redução da sua pontuação. Então tenha cuidado, se quiser manter o score alto.

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Como se livrar de dívidas altas

Assim como os motivos para que as pessoas se tornem endividadas variam, as maneiras de se livrar de dívidas altas também são diversas. No entanto, existem alguns passos na jornada de conquistar uma vida financeira mais saudável que podem te ajudar, seja qual for o seu tipo de dívida. Por isso, se você tem dívidas altas, não se desespere, você não é o único nessa situação e, com esforço e disciplina, é possível sair dessa situação. Veja as dicas que preparamos!

Se você tem dívidas altas, não se desespere, pois com esforço e disciplina, é possível sair dessa situação. Veja as dicas que preparamos!

Organize seu orçamento

Para assegurar uma estabilidade financeira adequada e se livrar de dívidas altas, é essencial compreender as razões por trás do endividamento. Sem isso, você pode acabar desprendendo um grande esforço e não chegar a lugar nenhum.

Apesar dos imprevistos sobre os quais não temos controle, como emergências, onde a origem do problema é clara e dificilmente se repetirá no próximo mês, como a necessidade de um exame específico, a quebra de um veículo, ou a necessidade de reforma em uma casa, a maioria das dívidas surge devido a negligência financeira, que ocorre quando se gasta mais do que se ganha.

O dilema é que muitas pessoas não fazem isso de propósito, e sim simplesmente pois não possuem o hábito de controlar seus gastos ou não têm educação financeira o suficiente para fazer isso. Portanto, é o primeiro passo, que é fundamental, é anotar todas as receitas e despesas para gerenciar o orçamento pessoal, o que pode ser feito por meio de um aplicativo ou planilha.

Tenha a convicção de que, ao longo do tempo, a atividade se tornará progressivamente mais descomplicada e intuitiva, quase de maneira automática, como um hábito. Assim, você será capaz de apreciar a eficácia da prática de anotar e, muito provavelmente, nunca mais irá querer abrir mão de realizá-la regularmente.

Ao ter conhecimento de todas as suas dívidas, você tem a oportunidade de realizar uma análise mais aprofundada, a fim de identificar gastos elevados e pequenas despesas que, quando somadas, representam um custo significativo para o seu bolso. Ao fazer essa autoavaliação, você tem a chance de identificar vários excessos que estão acima dos seus rendimentos e fazer mudanças nos seus hábitos para se livrar de dívidas altas.

Corte gastos, na medida do possível

Dentro da sua missão de se livrar de dívidas altas, é essencial ter controle sobre os gastos excessivos e supérfluos, pois isso ajudará você a quitar o que deve e evitar o surgimento de novas pendências. No entanto, muitas pessoas têm dificuldade em discernir o que devem cortar ou não. Por isso, vamos dar alguns exemplos que podem te guiar nessa parte:

– Despesas mensais: aluguel, energia elétrica, gás, telefone e internet (essenciais); TV a cabo (supérfluo).

– Alimentação: arroz, feijão, carne, ovos, legumes, verduras e frutas (necessidades); chocolate, doces, bebidas, salgados (supérfluos).

– Gastos eventuais: roupas e calçados (necessidades); bares, lanchonetes, restaurantes e cinema (supérfluos).

É importante ressaltar que esses exemplos devem ser considerados de acordo com o contexto de cada indivíduo, para que possam ser classificados dessa forma. Além disso, você não precisa eliminar tudo que é considerado supérfluo, pois os momentos de lazer também são necessários para sua saúde mental e física!

Negocie suas dívidas

Outra medida a ser tomada para se livrar de dívidas altas é buscar a renegociação com os credores. Para isso, é necessário compreender as opções disponíveis para quitar o valor devido. É preciso ter em mente uma proposta, uma condição que seja vantajosa e justa para você, de acordo com o que pode observar na análise do seu orçamento mensal.

Depois disso, você deve procurar o credor e manifestar a intenção de efetuar o pagamento, mas também deixar claro as suas condições e possibilidades, com clareza e sinceridade. Dessa forma, fica mais fácil chegar a um acordo que seja justo e benéfico para ambas as partes, pois assim como você busca liquidar as dívidas, o credor também tem interesse em receber o valor.

Além disso, vale lembrar que existem despesas que possuem um custo mais elevado. Isso porque as taxas de juros podem variar entre diferentes instituições financeiras, o que significa que o custo total pode ser maior ou menor, dependendo da instituição financeira responsável por conceder o crédito. Dessa forma, existe a possibilidade de transferir a sua dívida, o que pode ser vantajoso se as taxas de juros forem mais baixas. Dessa forma, o valor da despesa é significativamente reduzido, te dando mais uma oportunidade para se livrar de dívidas altas.

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Cobrar dívida já paga: entenda as consequências

Cobrança de dívida já paga: entenda as consequências e o que fazer

Muitos brasileiros lutam para manter suas contas em dia e, mesmo assim, acabam sendo pegos de surpresa por uma cobrança indevida , o que se torna uma grande dor de cabeça na maioria das vezes. Isso porque ao pagar uma dívida, conforme deviam, o consumidor não se preocupa mais com a conta e só descobre que consta como inadimplente quando começa a receber cobranças e o nome está prestes a ser negativado.

Uma cobrança de dívida já paga pode ser frustrante, mas conhecendo bem os seus direitos e o que você deve fazer nesses casos, é possível ser indenizado e não sair prejudicado financeiramente. Confira mais no post que preparamos.

Por que cobranças indevidas ocorrem?

A cobrança de dívidas é uma atividade que necessita de regulamentação e muita atenção, uma vez que erros relacionados a isso podem gerar grandes prejuízos ao credor, tais como ações judiciais e indenizações ao consumidor, tornando o prejuízo da inadimplência ainda maior do que era inicialmente.

Sem uma carteira de cobranças bem estruturada e organizada, o controle das cobranças e recebimentos pode tornar-se complexo, podendo levar à cobrança de dívidas já pagas, mesmo sem intenção.

A suposição de que pode ocorrer uma cobrança indevida é contemplada pela legislação, que estipula que o credor desorganizado, que realiza a cobrança de uma dívida que já foi paga , tem a responsabilidade de devolver ao devedor o valor recebido indevidamente. Além disso, essa situação pode ensejar a obrigação do credor de indenizar o devedor pelo constrangimento causado pela cobrança indevida , em valor equivalente ao montante da dívida supostamente cobrada erroneamente.Vamos falar sobre isso a seguir. Continue lendo!

O que diz a lei sobre cobrar dívida já paga

O artigo 42 do CDC diz o seguinte:

“_O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável”._

No entanto, caso seu nome esteja sujo e, principalmente se você não conseguir resolver a situação com a empresa de maneira amigável, não hesite em procurar soluções judiciais, pelos danos morais e materiais. Isso está previsto nos artigos 186 e 927 do Código Civil.

Os requisitos para que essa penalidade seja aplicada são os seguintes:

a) Consumidor ter sido cobrado por quantia indevida;

b) Consumidor ter pago essa quantia indevida (o CDC exige que o consumidor tenha efetivamente pago e não apenas que tenha sido cobrada);

b) Não ocorrência de engano justificável por parte do cobrador. Um exemplo de engano justificável é uma cobrança com base em lei ou cláusula contratual mais tarde declarada nula pela Justiça.

Nos casos de engano justificável o cobrador ainda tem a obrigação de devolver as quantias recebidas indevidamente, no entanto, somente por meio de uma devolução simples, sem ser em dobro.

Além disso, na maioria dos casos, para receber uma indenização de danos morais por conta de uma cobrança de dívida já paga , o consumidor precisa também ter o nome inscrito ou mantido nos órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa, tendo tido o nome negativado indevidamente, o que é considerado pela justiça um sério prejuízo à saúde financeira.

Como se proteger de uma cobrança de dívida já paga

Guarde os comprovantes de pagamento

Muitas vezes subestimamos a importância dos comprovantes de pagamento de contas e acabamos não os guardando, já que acumular papéis ou arquivos digitais parece desnecessário. Entretanto, eles podem ser muito necessários para comprovar que você, de fato, pagou pela dívida, por isso é fundamental guardar os recibos de pagamento, afinal eles constituem uma prova essencial para a solicitação de ressarcimento.

Entre em contato com a empresa

Sabemos que entrar em contato com a empresa é um incômodo. Mesmo assim, é aconselhável fazer isso para buscar uma solução amigável para o problema, especialmente se seu nome já tiver sido negativado, assim ele pode ser retirado dos registros de inadimplentes. Anote a data e a hora do contato e guarde o número do protocolo.

Recorra aos Órgãos de Defesa do Consumidor

Se seus direitos como consumidor foram violados e, mesmo após o contato com a empresa, o problema não foi resolvido, procure o Procon da sua cidade. Lembre-se de que em hipótese alguma a empresa pode expô-lo ao ridículo ou causar constrangimentos com cobranças, muito menos com cobranças de dívidas já pagas.

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Como transferir um financiamento para outra pessoa

É essencial saber como transferir um financiamento para outra pessoa de maneira correta para não sair prejudicado e evitar dor de cabeça. Leia mais!

O financiamento é uma oportunidade que muitas pessoas possuem de adquirir a tão sonhada casa própria ou até mesmo um veículo. A intenção, a princípio, sempre é manter as parcelas em dia e efetuar todos os pagamentos necessários para manter o bem e o nome limpo, mas podemos ser surpreendidos por imprevistos que impactam nossa vida financeira e impossibilitam o pagamento das parcelas de um financiamento. Nesse caso, você pode se ver com a necessidade de transferir o financiamento para outra pessoa.

Se você planeja fazer isso, é essencial saber cada detalhe de como fazer essa transação da titularidade do financiamento de maneira correta para não sair prejudicado e evitar dor de cabeça no futuro. Leia o artigo de hoje com atenção e confira mais sobre como transferir um financiamento para outra pessoa.

Cuidados na hora de transferir o financiamento para outra pessoa

Só é possível transferir o financiamento para outra pessoa mediante autorização acordada com o banco. Isso porque é necessário que o dono do bem que você adquiriu (afinal, ele não é seu até que você quite todos os pagamentos) autorize essa troca do responsável pelos pagamentos de forma legal. Se você realizar essa transferência sem fazer o acordo formal e legal com o banco e o novo comprador não cumprir com os pagamentos, o seu nome pode acabar no SPC e SERASA, pois a compra ainda estará oficialmente no seu nome.

Você pode até mesmo a obrigação do novo comprador de cumprir com os pagamentos das parcelas do financiamento, incluindo juros e multas, mas mesmo assim o banco não reconhecerá a validade deste documento, se ele não tiver a assinatura válida pela instituição. Só ela é capaz de legalizar o acordo da transferência do financiamento para outra pessoa , que agora deve ser cobrada pelas parcelas pendentes.

Com esse cuidado, é possível se prevenir de fraudes e garantir que o comprador novo vai assumir os riscos de uma possível inadimplência. Para que o banco autorize essa mudança, é necessário que o novo comprador comprove sua renda, garantindo que ele tem possibilidades de arcar com a dívida.

Quando o acordo feito para transferir o financiamento para outra pessoa não passa pela instituição bancária, ele não possui validade legal, sendo considerado apenas um contrato de gaveta. Sem o envolvimento de órgãos legais e emissão de registros oficiais, esse tipo de acordo pode gerar muitos problemas para o comprador original, caso o novo não cumpra com o pagamento das parcelas do financiamento até a quitação da dívida.

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Cumpra o passo a passo e evite problemas

Se você realmente não tem mais como arcar com o financiamento ou não possui mais interesse em manter o bem que adquiriu inicialmente, vale a pena transferir o financiamento para outra pessoa , mas sempre cumprindo os trâmites legais, para não sair prejudicado. Confira o passo a passo a seguir:

Comunique o banco da intenção em transferir o financiamento

Ao requisitar o financiamento, você fez um acordo no qual as parcelas e as taxas de juros foram estipuladas com base em seu histórico financeiro. Consequentemente, ao transferir o financiamento para outra pessoa, esta deverá passar pelo mesmo processo de avaliação.

Para isso, o banco precisa investigar a reputação financeira do indivíduo em questão e ponderar sobre quaisquer riscos relacionados à aprovação do crédito para um terceiro. Nesse sentido, a análise da situação financeira e da renda se faz indispensável quando se trata de transferência de um financiamento.

Espere a avaliação do banco

Antes de transferir o financiamento para o novo comprador , é necessário aguardar o resultado da avaliação de crédito. Somente quando o banco estiver seguro da capacidade de pagamento do terceiro é que a transferência do financiamento pode ser concluída. Por essa razão, é importante aguardar a finalização da análise.

Após avaliar o histórico de pagamentos e a pontuação de crédito da pessoa para quem se deseja transferir o financiamento, o banco fornecerá uma resposta. Se o retorno for favorável, é possível prosseguir com a transferência. Entretanto, se a resposta for desfavorável, será necessário buscar outra pessoa para transferir o financiamento ou encontrar uma alternativa para se livrar do financiamento atual sem prejudicar sua saúde financeira.

Efetue a transferência

Antes de concluir a solicitação, é importante verificar se há quaisquer taxas ou tarifas pendentes que precisam ser quitadas. Ao finalizar o processo de transferir o financiamento para outra pessoa , é possível ter a garantia de que a transferência foi realizada de maneira segura e que você não é mais responsável pelo débito. Isso ainda permite a possibilidade de realizar novos negócios no futuro sem o risco de ter pendências em parcelas vigentes que foram deixadas em aberto.

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Novena de Santa Edwiges para pagar dívidas

Santa Edwiges é celebrada pela Igreja Católica e seus fiéis no dia 16 de outubro. Ela é muito conhecida por sua clemência e considerada uma intercessora para aqueles que necessitam de graças para lidar com problemas do dia a dia, principalmente em situações que parecem não ter saída e que nos fazem querer desistir.

Nesses casos, acredita-se que ela tem o poder de intervir. Por esse motivo, é comum se dedicar à novena de Santa Edwiges para pagar dívidas, buscando suas bênçãos e soluções para todas as aflições que enfrentamos, inclusive os problemas financeiros.

Veja abaixo com a Bravo como você pode fazer as orações para obter a graça desejada!

Quem foi Santa Edwiges?

Santa Edwiges foi uma nobre polonesa que viveu no século XIII. Mas, apesar de sua riqueza material, ela sempre se destacou por sua humildade, generosidade e compaixão pelos necessitados.

Então, junto com seu marido, o príncipe da região onde viviam, ela ajudou muitos pobres e construiu prédios importantes para a população local, como escolas, hospitais, igrejas e casas para as famílias da cidade e de outras regiões vizinhas, usando seu próprio dinheiro para isso.

A santa ficou conhecida como protetora dos endividados por ajudar aqueles que estavam presos por não poderem pagar dívidas. Após a morte de seu marido, Edwiges continuou a pregar a humildade e a ajudar os necessitados e endividados, doando a maior parte de sua riqueza a todos que precisavam. Ela morou em um convento até sua morte e foi canonizada pela Igreja Católica em 1267.

O dia 16 de outubro é dedicado a ela, que é considerada a protetora dos pobres e devedores. Até hoje, muitos fiéis buscam a novena de Santa Edwiges para pagar suas dívidas. Confira abaixo!

Quais orações realizar na novena de Santa Edwiges

Para alcançar as graças que a novena de Santa Edwiges é capaz de proporcionar, faça a seguinte oração por nove dias consecutivos com fé, pedindo a intercessão dela. Em seguida, você deve completar com um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao Pai.

“Ó, Santa Edwiges, Vós que na Terra fostes o amparo dos pobres, a ajuda dos desvalidos e o socorro dos endividados, no Céu agora desfrutais do eterno prêmio da caridade que em vida praticastes, suplicante Te peço que sejais a minha advogada, para que eu obtenha de Deus o auxílio que urgentemente preciso… (fazer o pedido da graça que urgentemente precisa).

Santa Edwiges, protetora dos endividados, aumentai minha confiança na providência divina para que não falte o pão de cada dia, e que no final do mês não falte o necessário, para que eu possa dar aos meus familiares saúde, educação e dignidade na moradia.

Santa Edwiges intercedei por mim para que eu consiga o equilíbrio na vida financeira e o discernimento nos negócios. Ajudai-me a superar os problemas financeiros, que eu não me iluda com o dinheiro fácil, que eu não seja conivente com a corrupção, propina. Dai equilíbrio na vida financeira. Alcançai-me também, Santa Edwiges, a suprema graça da salvação eterna. Santa Edwiges, rogai por nós. Amém.”

Ao final da novena, após os nove dias, reze a seguinte oração final:

“Deus, que ensinastes à bem-aventurada Edwiges passar de todo o coração das pompas do século para o caminho de Vossa cruz, concedei-nos, pelos seus méritos e exemplos, que aprendamos a calcar as delícias efêmeras do mundo e, abraçados à vossa cruz, vençamos as adversidades que nos sobrevierem. Vós, que viveis e reinais com Deus Pai em unidade com o Espírito Santo por todos os séculos. Amém.”

É importante que você ore com fé por nove dias consecutivos, pedindo a intercessão de Santa Edwiges para pagar suas dívidas. Saiba que nesse momento de dificuldade, acreditar que uma força maior pode te ajudar faz toda a diferença. Cumprindo a novena de Santa Edwiges, alcançar a graça da saúde financeira fica muito mais fácil, pois as orações vão te ajudar a manter a serenidade, a esperança e o otimismo, afastando o desespero e o desânimo.

Além disso, elas vão te inspirar mais sabedoria e boas ideias para quitar seus débitos e poder dormir tranquilamente todos os dias.

Dicas práticas para quitar as dívidas

Embora a fé seja uma fonte de conforto e orientação, e realmente possa ajudar, é essencial também tomar medidas práticas para a quitação de dívidas. Afinal, é necessário que haja de fato uma reestruturação financeira em sua vida para que você consiga não só quitar, mas evitar novas dívidas.

Por isso, aqui estão algumas dicas práticas que podem ser úteis para você:

1. Organize suas finanças: em primeiro lugar, faça um levantamento bem detalhado de suas dívidas, receitas e despesas. Isso ajudará a ter uma visão clara da situação e a estabelecer prioridades, tanto de gastos quanto de contas que devem ser pagas primeiro; 2. Corte gastos desnecessários: em segundo lugar, identifique e elimine gastos supérfluos, como assinaturas que não utiliza ou compras impulsivas. Acredite: cada centavo economizado pode ser direcionado para o pagamento das suas dívidas; 3. Negocie com os credores: muitas vezes, é possível negociar melhores condições de pagamento, como prazos mais longos ou redução de juros e multas, pois os credores têm tanto interesse na quitação de dívidas quanto você; 4. Busque fontes de renda extras: considere também a possibilidade de trabalhos temporários ou freelancer para aumentar sua renda e, consequentemente, sua capacidade de pagamento; 5. Procure ajuda profissional: por fim, se achar que a situação está complicada, não hesite em buscar orientação de um profissional de finanças ou de uma instituição de reestruturação financeira.

Além disso, você pode contar com a Bravo para te ajudar a se organizar melhor e cuidar da sua saúde financeira. A Bravo consolida todas as suas dívidas e consegue negociá-las com até 70% de desconto, o que torna possível quitar suas dívidas mesmo ganhando pouco.

Lembre-se que a jornada para evitar dívidas pode ser longa, mas, com determinação, disciplina e fé, você pode superar esse desafio!

A Novena de Santa Edwiges é um poderoso aliado nesse processo, trazendo conforto espiritual e ajudando a manter a esperança acesa, mas é importante utilizá-la como um primeiro passo na sua jornada de reestruturação da sua vida financeira.

Contar com ajuda especializada, como a da Bravo, com a assessoria financeira personalizada e um acompanhamento completo, faz toda a diferença para a quitação de suas dívidas. Entre em contato com a gente para saber, hoje mesmo, como podemos te ajudar!

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