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O banco pode descontar a dívida de benefício do INSS?

Muitas pessoas dependem dos benefícios do INSS para sanar suas necessidades básicas, como aluguel, remédios e alimentação. Por isso, se estiverem com dívidas com o banco, podem se preocupar se o banco pode descontar do dinheiro depositado pelo governo, o que colocaria em risco todas essas despesas indispensáveis. No post de hoje, vamos explicar se banco pode descontar a dívida de benefício do INSS e se essa realmente deve ser uma preocupação sua. Continue lendo!

O que diz a lei sobre o assunto

As instituições financeiras possuem permissão para descontar alguns tipos de dívidas dos benefícios do INSS, como empréstimos consignados ou pagamentos pendentes de pensão alimentícia. No entanto, existem restrições estabelecidas por lei para assegurar a estabilidade financeira e o sustento das necessidades dos beneficiários, que dependem destas quantias para seu sustento e de suas famílias.

Dito isso, a legislação brasileira estabelece alguns limites, definidos pela Lei nº 10.820/2003, que tem como objetivo garantir que a dedução máxima de dívidas de benefícios do INSS não comprometa a subsistência do beneficiário. Portanto, os bancos podem descontar dívidas dos benefícios do INSS, desde que o valor não ultrapasse 30% do montante recebido pelo segurado.

O inciso I do artigo 2º trata das deduções de consignações: o total das deduções voluntárias, incluindo aquelas mencionadas no artigo 1º, não pode exceder 40% da remuneração disponível, conforme definido em regulamentação. Isso garante que uma parte do benefício seja preservada para a subsistência do segurado. É importante ressaltar que essa limitação se aplica apenas à conta salário e não se estende a outras contas bancárias.

Se ocorrerem deduções abusivas do benefício do INSS, o segurado deve buscar orientação junto aos órgãos competentes, como o INSS ou um advogado especializado, para tomar as medidas legais apropriadas e garantir os direitos dos beneficiários. Em resumo, embora as instituições financeiras possam deduzir dívidas relacionadas aos benefícios do INSS, existem restrições legais que protegem o segurado.

E vale ressaltar que é crucial que essas limitações sejam cumpridas para garantir a preservação dos direitos e o bem-estar financeiro dos beneficiários, uma vez que deduzir dívidas dos benefícios do INSS de maneira abusiva pode colocar em risco o sustento do consumidor e de sua família.

O que fazer se o banco descontar dívida do benefício do INSS

​​Como mencionamos anteriormente, caso ocorra algum desconto de dívida no benefício do INSS por parte do banco, que não esteja autorizado, é importante tomar medidas para lidar com essa situação. Veja a seguir como você pode lidar:

Verifique se o desconto foi realmente indevido

Antes de agir, entre em contato com o banco para entender o motivo específico do desconto da dívida do benefício do INSS. Isso é essencial, pois pode haver circunstâncias excepcionais que permitem a dedução, como penhora determinada por ordem judicial ou cobrança de dívidas previamente autorizadas por você, em uma cláusula do contrato, que passou batido.

Peça uma explicação por escrito

É importante enviar uma solicitação formal por escrito ao banco, solicitando informações detalhadas sobre o desconto realizado, seja por carta ou e-mail. Essa documentação pode servir como evidência no futuro, caso você precise buscar uma solução legal para uma cobrança indevida.

Guarde documentos, comprovantes e protocolos

Organize todos os documentos relevantes, como contracheques, extratos bancários e comprovantes de pagamento, para comprovar que o desconto de dívida do benefício do INSS foi indevido. Também é importante reunir todas as trocas de mensagens via chat, e-mail, protocolos de atendimento por telefone e qualquer outra prova de contato com a instituição.

Procure a ouvidoria da instituição bancária

Caso o contato inicial com o banco não seja satisfatório, entre em contato com a ouvidoria da instituição financeira. Explique detalhadamente a situação e peça uma revisão imediata do desconto. A ouvidoria é responsável por mediar conflitos e buscar uma solução adequada.

Busque assistência de um especialista

Se mesmo todas as etapas anteriores não solucionarem o problema, o ideal é procurar assistência jurídica. Consulte um advogado especializado em direito bancário para obter orientações mais específicas e avaliar a possibilidade de entrar com uma ação judicial.

Viu como entender se o banco pode descontar dívidas do benefício do INSS é essencial para assegurar seus direitos?! Agora você já sabe o que fazer, caso sofra uma cobrança indevida, mas lembre-se sempre de entender se a instituição financeira realmente estava errada!

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Quebra de acordo de dívida: consequências e o que fazer

As negociações de dívidas são uma forma eficaz de recuperar o controle da sua vida financeira, mas algumas pessoas acabam se atrapalhando durante o pagamento das parcelas, ocasionando a quebra do acordo de dívida que havia sido firmado entre devedor e credor. Seja qual for o motivo que causou o rompimento do combinado, não respeitar o que foi acordado com a instituição financeira pode prejudicar suas finanças pessoais. Saiba as consequências e como agir caso isso aconteça com você, a seguir.

O que acontece em caso de quebra de acordo de dívida?

Quando você não paga uma parcela da renegociação de dívida que você fez dentro da data que foi combinada com o credor, isso pode representar a quebra de acordo, o que significa que todas as condições definidas neste contrato foram perdidas e não são mais válidas.

A instituição credora, nesse caso de quebra de acordo de dívida, tem o direito de retomar a cobrança nos termos anteriores à renegociação, desconsiderando qualquer vantagem que tenha sido concedida, como descontos no valor devido e melhores condições de pagamento, como prazos estendidos.

Outra consequência que vem a ocorrer é que quem realiza um acordo com para pagamento de dívida consegue limpar o nome poucos dias após pagar a primeira parcela da negociação. No entanto, com a quebra do que foi combinado, o consumidor corre o risco de ter seu nome colocado de volta nos cadastros de proteção ao crédito, como SPC e Serasa, ou seja, fica com o CPF negativado mais uma vez.

E, como sempre falamos, isso traz uma série de problemas para sua vida pessoal e financeira, como a dificuldade de acesso ao crédito e, o que pode representar grandes desafios para muitas pessoas, pois impede o acesso a bens e serviços necessários para o dia a dia. Por isso, é essencial avaliar bem as condições da negociação para que não haja quebra de acordo de dívida e se organizar para cumpri-lo.

Por que não quebrar um acordo de pagamento de dívida?

Já citamos alguns prejuízos que a quebra de acordo de dívida pode trazer para sua vida. Mas vamos elencá-los abaixo para que você tenha em mente a importância de cumprir com as condições que foram estabelecidas para a quitação dos seus débitos. A sua vida financeira pode ser impactada de diversas formas:

• Ocorre a perda dos descontos e condições especiais oferecidos no primeiro acordo;

• Se a dívida é com o governo federal, estadual ou municipal, o nome do devedor será inscrito na dívida ativa;

• A dívida continua associada ao CPF e o nome volta a ficar negativado, mesmo com alguns pagamentos já efetuados;

• O seu Score é comprometido.

Quantos dias posso atrasar o pagamento de um acordo?

Entre o vencimento do boleto de pagamento e a oficialização da quebra de acordo de dívida, há um período de tolerância, que vai depender de cada empresa credora e do que foi combinado no contrato, por isso é importante estar ciente de todos os detalhes do acordo e tirar suas dúvidas antes de assinar qualquer coisa.

Por isso, se você perder a data de pagamento da parcela ou tiver algum imprevisto, entre em contato o quanto antes com o credor para evitar a quebra de acordo. Dependendo do atraso, é possível manter os benefícios da renegociação.

Como evitar a quebra de acordo de pagamento de dívida?

Existem algumas medidas que você pode tomar para evitar a quebra de acordo de dívida:

Pague assim que receber

Sabemos quantas contas todos têm para pagar, por isso, o ideal é não esperar o fim do dinheiro para pagar seu boleto do acordo de dívida. Assim que receber sua principal fonte de renda, procure estabelecer suas prioridades e incluir essa parcela dentro delas. Dessa forma, você evita a quebra do contrato e consegue continuar se beneficiando dos descontos e condições especiais de pagamento que recebeu.

Antecipe parcelas

Recebeu um pagamento inesperado ou conseguiu economizar para sobrar um dinheiro extra no fim do mês? Tente antecipar parcelas do seu acordo de dívida, assim ele termina antes e você não corre risco de ter dificuldades no pagamento mais para frente.

Não faça novas dívidas

Enquanto tiver a responsabilidade de cumprir com o acordo de dívida, o ideal é maneirar controlar os gastos e evitar contrair novas dívidas. Por isso, use o cartão de crédito apenas quando for extremamente necessário.

Controle o orçamento

Descubra quais são seus gastos e entenda quais você pode reduzir ou evitar. Durante esse período, é importante controlar despesas desnecessárias para que a parcela do acordo caiba no orçamento.

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Como tirar os juros de uma dívida

Dívidas tendem a não parar de crescer com as taxas e juros envolvidos nos seus valores totais, tornando-se cada vez mais difíceis de serem quitadas pelos consumidores. Quando analisamos todas as possibilidades que poderiam facilitar o pagamento e torná-lo possível, tirar os juros de uma dívida é uma forma de tornar o valor o menor e fazer ele caber no seu bolso para se livrar deste problema de uma vez por todas.

Mas você deve estar se perguntando: isso é mesmo possível? Talvez não de forma literal, mas sim, existem possibilidades que facilitam o pagamento das suas dívidas, inclusive diminuindo o tamanho delas. Vamos explicar melhor neste conteúdo, continue lendo!

Troque uma dívida cara por outra mais barata

Vamos começar por uma forma bastante eficaz de reduzir o valor de uma dívida. Você pode realizar uma busca no mercado por alternativas de financiamento com mensalidades reduzidas e benefícios mais favoráveis para o seu caso. Caso encontre um empréstimo atrativo, será possível liquidar sua dívida anterior e contrair uma nova de menor valor.

Essa escolha viabiliza a descoberta de melhores condições, que cabem no seu bolso, diminuindo seus gastos mensais. Dessa forma, você alcança liberdade para administrar o seu orçamento e se livrar das dívidas com mais rapidez.

Seja um bom pagador

Seja se você optar por pegar um novo empréstimo com melhores condições ou se for negociar com o credor para tirar os juros de uma dívida, como vamos falar mais adiante, é indispensável ter uma boa reputação como consumidor.

Para isso, tente evitar atrasos em suas obrigações, efetuando o pagamento de suas contas pontualmente. No caso de um imprevisto, entre em contato com a instituição financeira responsável assim que possível para quitar a dívida. Se perceber que as parcelas ou que as datas de pagamentos não são ideais para você, pode até mesmo verificar a possibilidade de realizar alguma mudança.

Dessa forma, você evitará que seu nome seja incluído em registros de proteção ao crédito e todas as consequências que isso acarreta.

Negocie suas dívidas com o credor

Negociar com a instituição financeira é uma das melhores formas de tirar os juros de uma dívida, ou pelo menos torná-las um pouco menores. Não tenha medo de revelar sua situação financeira e demonstre sua intenção em pagar o que deve. Antes de ir, já é importante ter uma ideia dos valores que iriam se adequar a sua atual realidade financeira e tornar o pagamento possível. Apresente e ouça propostas, faça todos os cálculos precisos e concorde apenas com o que valer a pena para você!

Se atente a cada ponto do contrato, e faça todas as perguntas que precisar, caso tenha dúvidas a respeito de algum assunto específico. A negociação deve ser benéfica para ambas as partes, afinal, você tem interesse em tirar os juros da dívida para se livrar dela e o credor tem interesse em receber.

Realize a portabilidade da dívida para outro banco

A possibilidade de transferência de crédito, conhecida como portabilidade de dívidas, é uma opção que visa auxiliar pessoas que desejam substituir um débito oneroso por outro mais acessível. Isso ocorre quando as taxas de juros cobradas pelo seu banco são superiores às oferecidas pela concorrência. Por meio desse mecanismo, é viável transferir a dívida para outra instituição financeira, resultando na redução dos juros e possivelmente em melhores condições de pagamento para o empréstimo atual.

O Banco Central do Brasil introduziu a portabilidade de crédito em 2013 com o intuito de fomentar a concorrência entre as instituições financeiras e aprimorar as propostas oferecidas aos consumidores. Dessa forma, o consumidor tem a liberdade de migrar para um provedor que ofereça benefícios mais atrativos. Essa é outra maneira de tirar os juros de uma dívida!

Viva com menos juros

Para não ter que se preocupar em tirar os juros de uma dívida, você pode ter hábitos que já diminuam a quantidade de taxas que você tem que pagar, como fazer um planejamento antes de comprar para poder pagar à vista e evitar encargos, além de taxas adicionais. Antes de comprar, vale sempre lembrar de pesquisar para ver onde você consegue as melhores condições de pagamento.

Além disso, mantenha os pagamentos em dia a fim de evitar juros e penalidades por atraso. As taxas de cartão de crédito são umas das caras que você vai encontrar, por isso preste uma atenção especial. Procure evitá-lo ou pague o saldo do cartão integralmente a cada mês.

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Como saber se tenho dívidas no CPF?

Ter dívidas no CPF pode trazer uma série de consequências para a vida financeira do consumidor, por isso esse assunto preocupa tanta gente! Mas hoje viemos lembrar que é possível realizar uma consulta periodicamente para verificar se você tem dívidas no CPF e manter o controle das suas finanças, sem ter o documento bloqueado e suas atividades restringidas por isso. Saiba como fazer isso e manter suas finanças em ordem no nosso conteúdo logo abaixo.

É possível realizar uma consulta periodicamente para verificar se você tem dívidas no CPF e manter o controle das suas finanças. Saiba como!

Como as dívidas no CPF podem afetar a minha vida financeira?

Através do Cadastro de Pessoa Física (CPF), são armazenadas informações relevantes acerca de sua situação financeira, tais como dívidas no CPF, protestos, pagamentos, litígios judiciais e outros eventos relevantes. Assim, o CPF e as informações associadas a ele são a principal fonte de consulta utilizada pelas empresas quando você busca obter crédito ou pretende estabelecer algum tipo de transação comercial.

Além disso, vale ressaltar que o estado do seu CPF pode ter um impacto direto em sua vida financeira ao solicitar crédito no mercado. Portanto, é de extrema importância manter sua documentação sempre regularizada.

Motivos para consultar o seu CPF

Os consumidores têm acesso gratuito e online à consulta do CPF, que lhes permite obter informações sobre sua situação financeira. Por meio dessa consulta, é possível verificar questões como dívidas, score e até mesmo a situação cadastral do documento junto à Receita Federal.

A fim de viabilizar essas consultas gratuitas do CPF, os sites e empresas dependem da colaboração dos Órgãos de Proteção ao Crédito, que são responsáveis por fornecer as informações referentes a cada consumidor.

A consulta do CPF possibilita principalmente:

– \- Verificar se existe algum tipo de pendência atrelada ao seu nome;

– \- Iniciar uma negociação de dívidas para colocar sua vida financeira em dia;

– \- Reduzir chances de golpes, pois caso existe uma pendência que você sabe que não é sua responsabilidade, pode ser que tenha sofrido um golpe, e ao consultar o CPF você pode verificar isso;

– \- Conferir o seu score de crédito para saber se está apto a conseguir um empréstimo pessoal, financiamento e outros tipos de crédito.

Como consultar um CPF

Hoje em dia, você pode consultar as dívidas no CPF de um jeito bem simplificado e fácil, então não tem desculpas para não fazer isso! A consulta pode ser feita pela internet no site da Receita Federal, ou também em sites de Órgãos de Proteção ao Crédito. Ensinamos alguns passo a passos a seguir:

Pelo site ou app do Serasa

1. Acesse e clique em “Consultar CPF e score grátis”;

2. Faça login ou cadastre seu CPF no sistema;

3. Clique em “Meu CPF” e verifique se há pendências, que estão classificadas entre dívidas, protestos, cheques sem fundo, falências e ações judiciais;

4. Pelo app do Serasa o processo é o mesmo: depois de fazer o login no sistema, basta clicar em “Meu CPF” e descer a tela para acessar possíveis pendências.

Pelo site ou app da Boa Vista SCPC

Outra opção é consultar se tem dívidas no CPF na Boa Vista SCPC. É só fazer o seguinte:

1. Acesse o site e clique em “Consulta de CPF”;

2. Digite seu CPF e conclua o cadastro com dados adicionais;

3. Logo após fazer o login, na página inicial, já será possível visualizar se seu nome está limpo.

Se preferir acessar pelo celular, o app é o Boa Vista Consumidor Positivo, disponível no Google Play e App Store. O procedimento é idêntico ao realizado pelo computador.

Consultar o CPF na Receita Federal

Você também pode consultar se tem dívidas no CPF relacionadas à Receita Federal pelo site do órgão. Para isso, basta seguir o passo a passo abaixo:

1. Acesse o site oficial da Receita Federal;

2. Preencha os campos com o seu CPF e data de nascimento;

3. Assinale a caixa “não sou um robô” e clique em consultar.

Lá, será possível verificar se existem restrições no seu CPF por meio de um dos cinco status disponíveis no sistema: Regular, Pendente de Regularização, Suspenso, Cancelado e Nulo.

Lembre-se que se constatar que existem dívidas no seu CPF, você deve começar a se organizar para quitar as pendências e retomar o controle da sua vida financeira para não sofrer ainda mais consequências disso. Por isso, não deixe de fazer a consulta com regularidade!

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6 dicas para negociar dívidas

Negociar suas dívidas pode ser a saída para conseguir quitar suas pendências e colocar a vida financeira no lugar. Você pode até ter a impressão de que as instituições financeiras, como os bancos, são pouco flexíveis, mas quando o assunto é o pagamento de uma dívida, ambos os lados, tanto credor, quanto devedor, possuem interesse em chegar em um acordo que seja bom para ambos os lados, e é aí que entra a negociação.

Hoje, vamos te dar algumas dicas para negociar dívidas e te ajudar a recuperar o controle das suas finanças, lidando melhor com o dinheiro e realizando seus objetivos. Confira a seguir!

Primeiro passo: faça um levantamento das suas dívidas

Se você deseja negociar dívidas, inicialmente, é imprescindível compilar integralmente todos os valores que devem ser quitados, abrangendo dívidas de cartão de crédito, faturas e até mesmo empréstimos. Para manter tudo bem organizado e planejar como você vai fazer os pagamento, é essencial que você registre minuciosamente todas essas informações referentes às dívidas em algum meio, como um caderno ou uma planilha.

No meio escolhido, você deve colocar dados como:

– Nome do credor;

– Natureza da dívida;

– Valor original;

– Montante final;

– Taxa de juros;

– Número de prestações.

Se você tiver alguma dificuldade em acessar essas informações ou tiver alguma dúvida, basta ir a sua agência ou contatar a empresa pelos canais de atendimento oficiais. Hoje em dia, as instituições costumam facilitar bastante esse acesso e o contato através de sites e aplicativos. Tenha em mente que é muito importante saber o valor real das suas dívidas antes de negociá-las.

Priorize pagar as dívidas mais caras

A partir do levantamento que você vai realizar para negociar suas dívidas, vai ser possível obter um panorama geral de tudo que deve ser pago. Quando consideramos que os créditos que contratamos estão sempre atrelados a juros e a uma série de taxas cobradas pela instituição credora, percebemos que o valor da dívida só tende a crescer mais e mais com o tempo. A planilha te ajudará a enxergar qual dessas dívidas está sendo mais custosa para você e, por isso, deve ser prioridade na sua lista de pagamentos a serem feitos.

Analise o quanto você pode pagar

Ao negociar uma dívida, é importante lembrar que você está assumindo o compromisso de quitar os valores pendentes em um novo contrato e não cumprir com ele pode te trazer ainda mais dor de cabeça, com o cancelamento do acordo e taxas adicionais. Por isso, faça uma análise do seu orçamento mensal e veja o quanto pode dispor para quitar os débitos. Considere cortar gastos e até mesmo conseguir uma renda extra.

Converse com o credor

Chegou a hora de procurar o credor e falar abertamente sobre sua situação financeira e as possibilidades que você possui para negociar as dívidas. Ao buscar este novo acordo, o ideal é que você converse diretamente com o seu credor e, de preferência, de maneira presencial ou até mesmo por telefone.

Tenha em mente que você está em busca de condições de pagamento mais favoráveis, como prazos mais estendidos ou taxas mais vantajosas para negociar suas dívidas. O objetivo principal é conseguir adequar suas dívidas à sua real capacidade de pagamento, com base no seu orçamento.

Troque dívidas caras

Trocar uma dívida cara por outra mais barata pode valer a pena. Suponhamos que você esteja enfrentando dívidas com taxas de juros elevadas em seu cartão de crédito ou limite do cheque especial. Nesse contexto, é mais favorável obter um empréstimo com taxas mais vantajosas, a fim de liquidar essas dívidas mais onerosas.

Em outras palavras, o objetivo aqui é reduzir o montante despendido com juros ao término do pagamento das dívidas. Em determinados casos, solicitar um empréstimo para quitar todas as dívidas pode resultar numa economia considerável de dinheiro ao final do processo. Isso porque muitos credores oferecem condições especiais para pagamentos à vista na negociação da dívida, por exemplo.

Mas para tomar essas decisões é preciso conhecer bem todos os valores em questão e ter certeza de que isso vai valer a pena para você. Afinal, de nada vale trocar seis por meia dúzia!

Tenha atenção ao contrato

Verifique minuciosamente as cláusulas estipuladas no contrato de negociação da dívida. Elementos como prazos e modalidades de pagamento, penalidades e encargos em casos de atraso são extremamente importantes. Além disso, lembre-se de conferir se não estão sendo adicionados quaisquer serviços ao contrato e taxas com as quais você não concordou.

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Dívida: 5 passos para sair dessa situação

Todos sabemos o quão mal as dívidas fazem tanto para nossa cabeça como para o bolso. É por isso que vamos te dar 5 passos que irão te ajudar a se livrar delas e ter uma vida mais tranquila e voltar a ter acesso a crédito.

1. Entenda a sua situação atual

O primeiro e mais importante é entender qual a sua situação no momento para que consiga fazer um planejamento de forma inteligente e que não comprometa todo o seu orçamento mensal. Para isso precisamos analisar: – Qual a sua renda mensal? – Quais são seus gastos? – Qual a porcentagem ou valor total do seu rendimento está destinado ao pagamento delas? – Quanto você consegue economizar ao mês?

Te sobra algo ao pagar todos os débitos?

Respondendo todas essas perguntas você terá uma claridade da sua situação e como se programar para pagá-las.

2. Tenha ciência de todas as suas dívidas

Saiba tudo sobre todos os valores em aberto e em atraso que você possui, isso te facilitará a colocar tudo no papel e somar o valor de tudo que deve.

CREDOR: Saiba qual a instituição dos débitos

TIPO: Qual a natureza da dívida (Cartão de crédito, empréstimo, financiamento, etc)

VALOR: Saiba o valor INICIAL e o valor TOTAL da dívida, pois existem juros altíssimos que fazem com que o valor se atualize a cada dia.

3. Se organize para paga-las

Agora que você já conhece toda a sua situação, é hora de montar um plano para que esteja mais perto de se livrar das suas dívidas. Para se organizar é possível utilizar um gerenciador financeiro ou uma planilha onde é necessário colocar todos os gastos fixos e variáveis e também toda a renda que possui, pois o sistema irá te mostrar dados em um painel que possibilitará analisar esses números de forma simples.

Com a go Bravo você consegue recuperar o acesso a crédito e obter uma assessoria financeira gratuita! Te proporcionamos um plano personalizado que se adeque a seu momento para estar mais próximo de sua tranquilidade financeira.

4. Adquira novos hábitos financeiros

Depois de se organizar e se preparar para pagar os débitos, agora é a hora mais delicada desse processo que é ter consistência e disciplina para entender que todo o programa até a quitação da dívida é de longo prazo, assim você precisará se manter muito controlado com gastos que sejam de certa forma não tão importantes para que sempre se tenha o valor mensal da poupança feita com o objetivo de quitar todos o valores em atraso.

O programa da go Bravo te ajudará a ter educação financeira para toda a vida, assim que passamos a ter noção das abusivas taxas de juros que os bancos cobram, sempre pensará duas vezes antes de adquirir uma nova dívida que se torna uma bola de neve comprometendo a saúde do seu bolso, assim como a mental.

5. O momento de quitar

Agora que você já sabe como se preparar para quitar os seus valores, é hora de concluir e se ver livre de dívidas. Optando pela go Bravo e entrar no nosso programa, nossos negociadores irão entrar em contato com a instituição originária do valor devido e acontecerão blocos de negociações com diversos clientes que também estão as devendo, e é por isso que podemos te ajudar a conseguir crédito e ajudar a quitar seus débitos com descontos de até 60% de desconto no valor total.

A instituição aceitando os valores, são quitadas as dívidas de diversas pessoas e consequentemente reintegradas ao sistema creditício, podendo recuperar acesso a financiamentos, cartões de crédito e empréstimos.

Dúvidas frequentes

Qual dívida tem a maior taxa de juros?

Hoje, o tipo de dívida que tem o maior juros do mercado é o do crédito rotativo do cartão de crédito, girando em torno de 343,55% ao ano. Até por isso é o motivo de ser a maior porcentagem no número de endividados. A go Bravo trabalha com esse produto e podemos te ajudar a pagar suas dívidas que tem juros abusivos.

Como consigo quitar uma dívida sem pagar juros?

Os bancos oferecem diversas renegociações ao clientes a todo momento, com mensalidades que “cabem no bolso”, porém parcelam em anos para obter juros em cima dessa renegociação e lucrar mais ainda com a situação das pessoas que querem se livrar logo desse grande problema. Nós conseguimos quitar sua dívida com descontos de até 60% sob o valor total, o valor que te oferecemos no plano não terá nada a mais de taxas ou juros. Trabalhamos com a máxima transparência com assinatura de contrato entre ambas as partes.

Em quantos meses posso parcelar uma dívida?

Não existe um número máximo de meses que se pode parcelar uma dívida, os bancos oferecem sempre o que lhes convém para que recebam essa valor com o valor que desejam. Já aqui na go Bravo, nossos planos duram no máximo 48 meses. Isso é um prazo que o cliente consegue se programar e não demora mais de 4 anos para realizar a quitação, com descontos de até 60% do valor inicial.

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Gerenciador Financeiro: como funciona?

Você já se perguntou como algumas pessoas conseguem manter as finanças sempre em dia, controlar gastos e ainda economizar para realizar seus sonhos? O segredo por trás disso pode estar no uso de um gerenciador financeiro.

Mas, afinal, o que é exatamente um gerenciador financeiro e como ele funciona? Neste artigo, vamos explorar a importância desses programas, como eles podem transformar a maneira como você lida com o dinheiro e por que você deveria considerar usar um. Continue lendo para descobrir tudo isso e muito mais com as dicas da Bravo!

O que é um Gerenciador Financeiro?

Um gerenciador financeiro é um programa que auxilia pessoas e empresas a ter um maior controle sobre suas finanças e, consequentemente, um melhor planejamento.

Sabemos que no dia a dia temos diversas obrigações e o controle da renda e dos gastos pode acabar ficando de lado, e nisso um bom sistema de gerenciamento pode te ajudar a deixar essa tarefa de forma automatizada em ótimas mãos, seja para pessoa física ou jurídica.

Como o programa usa uma inteligência artificial, ele proporciona uma agilidade e facilidade ao contratante na hora de manejar os dados. Algumas das vantagens são:

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Facilidade para análise

O papel que o gerenciador financeiro desempenha é algo bem similar a um consultor financeiro interno que realiza controle das finanças de uma empresa, porém, com custos consideravelmente menores.

Além disso, dispensa o uso de papéis que burocratizam a operação. É um sistema 100% digital que fornece aos gestores da área dados muito bem desenhados e explicativos que facilitam a análise.

Planejamento

A plataforma é tão inteligente que fornece insights e ajuda a fornecer um plano de médio ou longo prazo, fornecendo uma melhor organização das finanças, gerando mais tempo para planejar as ações futuras – como uma poupança para ter um reserva de emergência e evitar ter dívidas.

Menores riscos

Com dados mais precisos e sem erros de cálculo que podem ocorrer em decorrência de serem feitos por humanos, os riscos se tornam muito menores com a contratação de um software tão eficiente.

Sabemos que tempo é dinheiro. Portanto, tomar decisões cada vez mais assertivas faz com que você, ou sua empresa, saiam na frente da concorrência.

Como utilizar o sistema

Existem diversos programas denominados de gerenciador financeiro que fornecem esse sistema para pessoas físicas e empresas de pequeno, médio e grande porte. Eles oferecem algumas das seguintes funções em seus softwares:

– Registrar gastos e ganhos; – Anexar comprovantes com a câmera; – Classificar por categoria e centro de custo; – Relatórios; – Controle de fluxo de caixa.

Dentre essas facilidades está a possibilidade de acessar o programa de onde você estiver, seja em sua empresa ou no celular pessoal, que facilita o upload de documentos, boletos ou contas a pagar.

Isso te possibilita enviar cobranças para seu cliente diretamente pelo site ou aplicativo desenvolvido para telefones celulares e tablets.

Quem pode usar um gerenciador financeiro?

O gerenciador se destina a qualquer pessoa ou empresa que se interessa por educação financeira ou que deseja obter um melhor controle das finanças.

O que existe são programas otimizados para o objetivo a que se destina, como exemplo o “Bling”, um software específico para contas PJ. Já para pessoas físicas, alguns apps como “Mobills” e “Guia Bolso” têm uma ótima solução para que você tenha todo o controle dos seus gastos e renda na palma da sua mão, tendo um maior controle da sua saúde financeira.

Dicas práticas de como gerenciar as finanças

Faça um orçamento

Estabeleça um orçamento mensal e siga-o. Um dos métodos mais usados é o 50-30-20, que serve para dividir sua renda mensal em três partes:

– 50% para despesas fixas – como aluguel, financiamento e educação; – 30% para despesas variáveis – tais quais manutenções hidráulicas, elétricas ou automobilísticas; – 20% para poupança ou outros investimentos.

Identifique a sua realidade financeira

Liste todas as suas despesas e fontes de renda para ter uma visão clara do seu orçamento e identificar padrões de gastos desnecessários.

Estabeleça metas financeiras

Defina metas realistas e verifique se a sua estratégia está gerando os efeitos esperados.

Corte gastos desnecessários

Evite gastos por impulso e pague à vista sempre que possível.

Tenha uma reserva para emergências

Prepare-se para imprevistos que podem afetar negativamente o seu orçamento, como problemas operacionais ou crises econômicas.

Utilize o cartão de crédito de forma estratégica

Escolha opções sem anuidade ou taxas de manutenção e aproveite a possibilidade de pagar as suas compras em até 40 dias.

Poupe e invista

Comece a poupar parte da sua renda todos os meses e invista, mesmo com pouco dinheiro.

Estude sobre o assunto

Busque cursos de educação financeira e estude sobre investimentos.

Quite suas dívidas

Seja com métodos como o da bola de neve, com assessorias financeiras ou renegociação em feirões, o importante é dar o primeiro passo para encerrar de vez o mau hábito do endividamento!

Vale a pena usar gerenciador financeiro?

Nós, da Bravo, te aconselhamos a ter esse serviço, pois é algo realmente importante para que você tenha uma vida mais tranquila e sem dívidas.

Um gerenciador financeiro te ajuda a sempre se manter no verde de acordo com seus rendimentos e a realizar um plano personalizado.

E para mais dicas como as desse conteúdo, acompanhe também o blog da Bravo e todas as recomendações que fazemos por lá para manter suas contas no verde!

Dúvidas frequentes

Quais os principais gerenciadores financeiros do país?

Os principais gerenciadores para empresas são Conta Azul, GestãoClick e QuickBooks. Eles possibilitam que seus clientes tenham acesso a relatórios financeiros, controle de estoque, integração contábil, emissão de notas fiscais eletrônicas, dentre outras.

Já para pessoa física, os apps Mobilis e Guia Bolso são ótimas opções quando o assunto é tratar de finanças pessoais.

O gerenciador financeiro é pago?

Para as soluções para PJ, por contarem com um software com uma inteligência artificial e dados, em sua maioria o gerenciador financeiro é, sim, pago.

O valor pode variar de R$ 30,00 ao mês até milhares de reais, tudo depende do tamanho e da necessidade do seu negócio. Para clientes pessoais, os apps de finanças em sua maioria te oferecem um serviço básico gratuito, mas as versões premium chegam a uma média de R$ 18,00 a R$ 20,00 por mês.

Vale a pena contratar um gerenciador financeiro?

Assim como discorremos no texto acima, existem somente benefícios para contratar um gerenciador financeiro – seja para PF ou PJ. A saúde financeira interfere em todas as situações de sua vida, ajudando a ter tranquilidade sob qualquer imprevisto que aconteça.

E se você precisa de uma ajuda para se reestruturar financeiramente, pode contar com a Bravo! Nós oferecemos uma assessoria financeira incrível, te ajudando a viver em paz e ter uma oportunidade de recomeçar sua vida sem as dívidas.

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go Bravo, plataforma de crédito especializada em endividados chega ao Brasil

Quem é a go Bravo?

Somos uma empresa que acredita nas pessoas, a chance de recomeço que ninguém te proporcionou você encontrará aqui. Sua volta ao sistema creditício começa agora. Nascemos ao identificarmos a necessidade que as pessoas têm de se recuperar depois do endividamento, que atinge milhões de famílias. Já temos mais de 13 anos de experiência, na Europa e América Latina somos “Resuelve tu Deuda”, onde já ajudamos mais de 400.000 pessoas e quitando mais de 300.000 dívidas com o sistema de reparação de crédito. No Brasil somos go Bravo, a transição de marca no país se deu por oferecer mais opções e apresentar uma nova forma de acessar crédito ao consumidor brasileiro.

Por que go Bravo?

A principal ideia de sermos go Bravo foi o desejo de oferecer mais soluções para que mais pessoas tenham acesso a crédito, queremos ajudar a alcançar a oportunidade que ninguém proporciona e que encontrará aqui graças a nossa plataforma de soluções financeiras. Buscamos criar uma oferta de produtos de acordo com cada mercado onde a marca está presente, para que as pessoas encontrem na go Bravo uma solução completa para seus problemas de superendividamento descobrindo um lado de suas finanças que não conheciam. No Brasil, a go Bravo chega para trazer a nova forma de (re)acessar crédito, que funciona reabilitando as finanças através de um plano personalizado e que se adequa a capacidade de cada cliente.

Quais os próximos passos para nós?

Estaremos realizando o lançamento da go Bravo em multicanais para oferecermos mais opções para os brasileiros recomeçarem sua relação com créditos. Nosso propósito é ajudar pessoas a alcançarem sua liberdade financeira e estarem de volta ao sistema creditício de forma mais rápida, para que tenham as finanças saudáveis como sempre sonharam.

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O que é assunção de dívida

A alta da inflação e o desemprego no Brasil são dois fatores com grande influência no número de famílias endividadas. Esses empecilhos não só tornam cada vez mais difícil para as pessoas suprirem suas necessidades básicas, mas também cumprirem seus compromissos financeiros, colocarem a vida financeira nos eixos e sair das dívidas.

Uma das alternativas que ainda pode ser explorada para renegociar os débitos e que muitas pessoas não conhecem bem é a assunção de dívida, que pode ser atraente em situações específicas, se for bem avaliada. Saiba mais sobre esse mecanismo no artigo que preparamos a seguir!

Uma das alternativas que pode ser explorada para renegociar os débitos é a assunção de dívida. Saiba mais sobre esse mecanismo!

Como funciona a assunção de dívida e o que diz a lei

A transferência da obrigação do pagamento de uma dívida para outra pessoa é uma opção viável por meio da assunção de dívida. Esta prática é comum entre familiares próximos, como quando um pai assume a dívida do filho. No entanto, é importante esclarecer alguns aspectos jurídicos que devem ser levados em consideração nessa transferência.

Embora a assunção de dívida seja menos utilizada na prática em comparação com a cessão de crédito, ela é bastante importante, tanto que está prevista pelo Código Civil nos artigos 299 a 303.

De acordo com o documento, a assunção de dívida ocorre quando uma terceira pessoa concorda em assumir uma dívida que foi originalmente firmada em um negócio jurídico do qual ela não participou. Em outras palavras, o assuntor, que é uma pessoa fora da relação estabelecida inicialmente pelo contrato, assume a posição de devedor que anteriormente pertencia a outra pessoa.

Para que a transferência seja válida, é necessário que o credor concorde com a substituição do devedor original pelo assuntor. Após a anuência do credor, o assuntor assume a responsabilidade pela dívida, extinguindo a obrigação original. O devedor inicial e o terceiro podem estabelecer um prazo para o credor aprovar a assunção da dívida. Se o credor não responder dentro do prazo estipulado, presume-se que houve uma recusa formal.

É importante lembrar que a assunção de dívida é diferente da cessão de contratos. Enquanto a assunção de dívida se concentra na transferência de uma única dívida, a cessão de contratos se baseia na transferência de todos os direitos e deveres de uma relação jurídica, incluindo as dívidas. Na assunção de dívida, ocorre a substituição do devedor original por uma terceira pessoa, enquanto na cessão de contratos, ocorre a substituição de ambos os pólos da relação jurídica.

Tipos de assunção de dívida

Existem duas formas de assunção de dívida previstas em lei que podem auxiliar na redução da inadimplência e na movimentação da economia. A primeira delas é a delegação, uma modalidade na qual o antigo devedor entra em acordo com o novo responsável pelo financiamento imobiliário, porém a validade jurídica dessa ação depende da concordância do antigo credor.

A segunda delas é a expromissão, que ocorre quando o trato é feito diretamente entre o credor e o futuro assuntor, e não requer a concordância do devedor original, sendo considerada um benefício para ele. Esse é o modelo mais comum. A expromissão pode ser classificada como liberatória ou cumulativa.

Na expromissão liberatória, o terceiro assume integralmente a sucessão da dívida e o devedor originário é exonerado da obrigação, exceto se o terceiro era insolvente e o credor não sabia disso. Nesse caso, a exoneração do devedor originário não é válida. Já na expromissão cumulativa, o terceiro se une ao devedor original e eles se tornam co-devedores solidários, mas essa solidariedade não é presumida e deve ser expressamente declarada pelos co-devedores.

Quando falamos da delegação, as modalidades – liberatória e cumulativa – estão relacionadas ao vínculo do devedor original após a assunção de dívida. Na delegação liberatória, o devedor é liberado da obrigação. Já na delegação cumulativa, o devedor continua vinculado à obrigação juntamente com o terceiro (assuntor), formando uma solidariedade passiva.

A assunção de dívida pode ser anulada?

Conforme o artigo 301 do Código Civil, a substituição do devedor pode ser considerada ineficaz, e por isso ser anulada, por diversos motivos, como por exemplo, a existência de coação e outros vícios, fazendo com que o devedor original retorne ao polo passivo da obrigação. Com isso, renascem as suas garantias em relação ao credor, as quais haviam sido retiradas (conforme o artigo 302 do Código Civil), quando ocorreu a assunção da dívida.

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Gerenciador Financeiro vale a pena?

Sonhar é necessário na vida. Todos temos metas, ambições e desejos que queremos alcançar, mas em muitos cenários, nossas finanças podem nos impedir de alcançá-las. Seja na hora de pagar uma viagem, começar a estudar ou iniciar um novo negócio, todos necessitam de um fator em comum: o dinheiro.

E economizar para conseguir realizar esses sonhos pode ser – muito! – difícil. Mas como algumas pessoas conseguem fazer isso? Ou, ainda, controlar seus gastos? A educação financeira é um dos fatores que podemos citar, mas não o único. Afinal, o segredo por trás disso pode estar no uso de um gerenciador financeiro. Mas afinal, como funciona um gerenciador financeiro e por que você deveria considerar usar um?

Aqui no Blog da Bravo, já falamos em outro conteúdo sobre o que é um gerenciador financeiro. Mas para você que não sabe como funciona, ou se realmente vale a pena, este artigo é ideal. Continue lendo com a Bravo para descobrir tudo sobre gerenciadores financeiros e como eles podem transformar sua vida financeira!

O que é um gerenciador financeiro?

Um gerenciador financeiro é uma ferramenta digital que auxilia pessoas e empresas a terem um maior controle sobre suas finanças. Com esse auxílio, você consegue efetuar um planejamento financeiro contundente com sua realidade.

Essas ferramentas podem ser softwares para computador ou aplicativos para smartphones, desenvolvidos para ajudar no registro, organização e análise de informações financeiras.

Fato é que o gerenciamento financeiro é essencial, tanto para indivíduos quanto para empresas. Com um gerenciador financeiro pessoal, você pode acompanhar suas despesas, receitas, investimentos e metas financeiras de forma eficiente e organizada.

Quem pode usar um gerenciador financeiro?

Qualquer pessoa, seja física ou jurídica, interessada em melhorar sua saúde financeira pode se beneficiar de um gerenciador financeiro. As pessoas físicas podem usar o gerenciamento financeiro para planejar as suas finanças, como a reforma da casa ou a expansão do negócio.

Já as empresas podem usar o gerenciamento financeiro para melhorar e organizar as suas finanças, controlar as entradas e saídas, gerenciar os gastos e os pagamentos, e controlar as dívidas.

Ou seja, um gerenciamento financeiro pode ser útil para diferentes pessoas, como:

– Indivíduos que desejam controlar melhor seus gastos pessoais; – Famílias que querem planejar seu orçamento doméstico; – Profissionais autônomos que precisam gerenciar receitas e despesas; – Pequenas empresas que buscam uma solução simples para controle financeiro; – Investidores que desejam acompanhar o desempenho de seus investimentos.

Vale lembrar que existem gerenciadores financeiros pessoais e corporativos, cada um com recursos específicos para atender às necessidades de diferentes públicos.

Benefícios de usar um gerenciador financeiro

Existem vários benefícios que envolvem usar um gerenciador financeiro. Como esses programas usam inteligência artificial, oferecem agilidade e facilidade na gestão dos dados que você deseja compartilhar, auxiliando assim em sua educação financeira.

Além disso, algumas outras vantagens são:

1. Visão clara das finanças: ter todas as informações financeiras centralizadas em um único lugar permite uma visão geral mais precisa da sua real situação; 2. Controle de gastos: registrar e categorizar despesas ajuda a identificar padrões de gastos e áreas onde é possível economizar; 3. Planejamento eficiente: com dados precisos sobre sua situação financeira, fica mais fácil estabelecer metas realistas e planejar o futuro; 4. Economia de tempo: automatizar o registro de transações e a criação de relatórios economiza tempo e reduz erros; 5. Melhor tomada de decisões: com informações detalhadas e atualizadas, você pode tomar decisões financeiras mais informadas e assertivas; 6. Acompanhamento de metas: gerenciadores financeiros permitem definir e acompanhar metas financeiras, gerando a motivação para alcançar cada uma delas; 7. Redução de estresse: ter maior controle sobre suas finanças reduz a ansiedade e o estresse relacionados a questões financeiras; 8. Menores riscos: um software eficiente oferece dados precisos e sem erros humanos, reduzindo os riscos. Em um mundo onde “tempo é dinheiro”, tomar decisões assertivas ajuda você, ou sua empresa, a se destacar.

Como escolher o melhor gerenciador financeiro

Selecionar o gerenciador financeiro ideal pode fazer toda a diferença na sua organização e controle de finanças. Aqui estão alguns fatores essenciais a serem considerados:

1. Facilidade de uso

Em primeiro lugar, escolha um gerenciador com uma interface intuitiva e fácil de navegar. Um design amigável economiza tempo e facilita o aprendizado.

2. Recursos oferecidos

Em segundo lugar, verifique se o gerenciador atende às suas necessidades específicas, como controle de orçamento, acompanhamento de despesas, metas de economia e investimentos.

3. Segurança

Em terceiro lugar, certifique-se de que a ferramenta utiliza criptografia avançada e outras medidas de segurança para proteger seus dados financeiros. A segurança é fundamental para evitar fraudes e roubos de informações.

4. Sincronização

Escolha um gerenciador que se integre facilmente com suas contas bancárias, cartões de crédito e outros serviços financeiros. A sincronização automática facilita a atualização das informações e o monitoramento em tempo real.

5. Relatórios e análises

Busque opções que ofereçam relatórios detalhados e insights sobre seus hábitos financeiros. Gráficos e análises ajudam a visualizar melhor onde você está gastando e como pode economizar.

6. Custo

Compare as opções gratuitas e pagas, avaliando o custo-benefício de cada uma. Algumas ferramentas pagas oferecem funcionalidades avançadas que podem valer o investimento.

Gerenciadores financeiros gratuitos vs pagos

Existem excelentes opções de gerenciadores financeiros gratuitos e pagos no mercado.

Os gratuitos geralmente oferecem recursos básicos, como registro de transações e categorização de despesas. Já as versões pagas costumam incluir recursos mais avançados, como sincronização automática com contas bancárias, relatórios detalhados e suporte ao cliente, entre outras.

Avalie suas necessidades e orçamento para decidir entre uma opção gratuita ou paga. Muitos gerenciadores oferecem versões gratuitas com recursos limitados, permitindo que você experimente antes de optar por um plano pago.

Dicas para aproveitar ao máximo seu gerenciador financeiro

1. Mantenha os registros atualizados: faça o registro de transações regularmente para ter uma visão mais precisa das suas finanças; 2. Use todas as funcionalidades: explore todos os recursos oferecidos pelo gerenciador para maximizar seu potencial; 3. Estabeleça metas realistas: use-o para definir e acompanhar metas financeiras alcançáveis; 4. Analise os relatórios: dedique tempo para analisar os relatórios gerados e identificar áreas de melhoria; 5. Faça ajustes conforme necessário: use as informações obtidas para ajustar seu orçamento e hábitos financeiros.

Perguntas frequentes sobre gerenciadores financeiros

1. Qual o melhor gerenciador financeiro?

O melhor gerenciador financeiro varia de acordo com suas necessidades específicas.

Algumas opções populares incluem Mobills, GuiaBolso e Organizze para uso pessoal, e ContaAzul, QuickBooks e Bling para empresas. Experimente diferentes opções para encontrar a que melhor se adapta ao seu perfil.

2. Os gerenciadores financeiros são seguros?

Gerenciadores financeiros confiáveis utilizam medidas de segurança avançadas, como criptografia de dados e autenticação de dois fatores. No entanto, é importante escolher um gerenciador de boa reputação e sempre manter suas senhas seguras.

3. Posso usar um gerenciador financeiro no celular?

Sim, muitos gerenciadores financeiros oferecem aplicativos móveis que permitem gerenciar suas finanças diretamente do seu smartphone – ou seja, ter todo o controle direto no seu bolso.

4. Como um gerenciador financeiro pode me ajudar a economizar?

Ao fornecer uma visão clara dos seus gastos e hábitos financeiros, um gerenciador financeiro ajuda a identificar áreas onde é possível reduzir despesas e aumentar a economia.

5. Gerenciadores financeiros são difíceis de usar?

A maioria dos gerenciadores financeiros modernos é projetada para ser intuitiva e fácil de usar, mesmo para quem não tem experiência em finanças. Muitos oferecem tutoriais e suporte para ajudar os usuários a começar.

Com o uso consistente de um gerenciador financeiro, você estará no caminho certo para alcançar seus objetivos financeiros e garantir um futuro mais tranquilo e próspero. Lembre-se, o controle financeiro é a chave para uma vida financeira saudável!

E se você precisa de uma ajuda para se reestruturar financeiramente, pode contar com a Bravo! Nós oferecemos uma assessoria financeira pensada no seu problema, te ajudando a viver em paz e ter uma oportunidade de recomeçar sua vida sem dívidas.

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Endividamento: Como evitar chegar a essa situação?

O que é um endividamento?

O endividamento é uma situação que milhares de pessoas enfrentam, seja por realizar compras que superam sua renda, por imprevistos que acontecem no dia a dia ou mesmo pela solicitação de empréstimos pessoais com juros altíssimos. Nós da go Bravo te explicaremos um pouco mais sobre essa situação.

Quais os principais vilões que te fazem chegar a essa situação?

No Brasil, um país com taxas de juros altíssimas, grande parte da população se encontra em endividamento. Existem os principais produtos ou serviços que são responsáveis por contrair dívidas, são eles:

Cartão de crédito: Tem uma parcela de cerca de 86% como causa da situação de endividamento das famílias brasileiras. Isso se dá pela facilidade que o consumidor tem em usá-lo, onde em diversos casos é usado como uma extensão do salário por parte das pessoas, pois a sua renda acaba não sendo suficiente para se manter ou mesmo pela realização de compras que o consumidor não consegue pagar.

Cheque Especial: Modalidade de crédito que os bancos oferecem ao cliente onde se oferece uma quantia ao consumidor, onde a taxa de juros média é de 120% ao ano. Sendo que o não pagamento desse valor pode se transformar em uma bola de neve, se tornando um valor praticamente impossível de se pagar e consequentemente gerando o endividamento.

Carnês: Parcelamento oferecido por lojas de departamento que facilita a compra de produtos como eletrodomésticos, mobílias ou vestuário. Os comércios oferecem a seus clientes essa opção mais fácil de uma compra a longo prazo necessitando apenas a consulta do Score do consumidor.

Como evitar um endividamento

Para que uma situação de endividamento não ocorra, é de extrema importância que a pessoa tenha um controle de suas finanças para entender o quanto se ganha e o que se pode gastar. Essa educação financeira é algo que grande parte da população não tem acesso e é exatamente por isso que hoje o país tem mais de 12 milhões de pessoas endividadas. É importante sempre ter em mente que sempre podem ocorrer imprevistos em nossa vida, e ter uma reserva de emergência te auxilia muito em caso de situações inesperadas. Poupar 10% da sua renda mensal ajuda a ter um bom montante a longo prazo que te permite ter uma vida mais tranquila.

Como sair dessa situação em caso de um superendividamento

Se encontrar em uma situação onde você já não tem mais saída é extremamente preocupante, e nos casos das dívidas sempre acontece. É por isso que a Bravo está a 12 anos no mercado, ajudando mais de 400.000 pessoas a recuperar seu acesso a crédito e a quitar os seus débitos com até 60% de desconto! Oferecemos uma assessoria financeira gratuita onde nossos assessores irão entender seu caso para que você entre no programa e esteja cada vez mais perto de quitar as suas dívidas e ter a chance de ter acesso a crédito.

Dúvidas frequentes

Qual a principal causa do endividamento? A principal causa do endividamento no Brasil é o desemprego, claramente é uma matemática básica e que se as pessoas não têm renda ela não conseguem pagar suas contas. Hoje o país conta com cerca de 11 milhões de desempregados.\nCaso você se encontre nessa situação, a go Bravo te proporciona um novo modo de conseguir crédito através de um plano de personalizado e que te ajuda a quitar essas dívidas. Qual a principal dívida dos inadimplentes? O cartão de crédito ainda é grande vilão das familias brasileiras, representa cerca 53% da fatia de endividados do país, o principal motivo do uso da modalidade são as compras em supermercado, escancarando a grande deficiência na base onde pessoas se endividam precisando comprar o básico.\nA go Bravo negocia suas dívidas com cartões de crédito obtendo até 60% de desconto para que você recupere sua tranquilidade financeira e tenha novamente acesso a ele. Quais os impactos do endividamento? Os principais impactos emocionais e financeiros do endividamento são a vergonha em admitir que está com dívidas, insônia e ter uma vida social restrita por conta da restrição de crédito.\nPodemos te ajudar a acabar com esse sentimento, seremos seu alicerce para conseguir novamente crédito e resolver sua situação de endividamento. Se cadastre e receba o contato de um dos nossos assessores que irá entender sua situação.

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Em quanto tempo caduca uma dívida na Receita Federal?

A inadimplência referente a impostos, taxas ou tributos obrigatórios, pode resultar na negativação do seu CPF marcado e na inclusão na Dívida Ativa. E muita gente acredita que esse tipo de dívida não prescreve nunca, mas assim como as dívidas decorrentes de relações comerciais, ela também tem um período pré-estabelecido para ser cobrada na justiça. Por isso, no conteúdo de hoje, vamos explicar mais sobre quais são seus direitos, em quanto tempo caduca uma dívida na receita federal e o que você pode fazer para ficar com a vida financeira em dia. Confira a seguir!

O que é uma Dívida Ativa com a Receita Federal?

Antes de entrarmos na questão da prescrição em si, precisamos entender mais sobre do que se trata esse tipo de débito. Uma Dívida Ativa com a Receita Federal, ou Dívida Ativa da União, trata-se de pendências financeiras com: a Receita Federal, o Ministério do Trabalho e Emprego, a Justiça Eleitoral, a Justiça do Trabalho, a Justiça Federal, a Polícia Federal, entre outros.

Como saber se tenho alguma Dívida Ativa no meu CPF?

Para saber se você está no cadastro da Dívida Ativa da União, é possível acessar o site da Receita Federal e emitir a Certidão de Regularidade Fiscal, também chamada de Certidão Negativa. Esse documento vai dizer se você tem ou não pendências com a Fazenda Nacional. Para conferir, é bem simples:

– Acesse o site da Receita Federal;

– Preencha o CPF a ser consultado;

– O download do arquivo será feito automaticamente.

Dívida com a Receita Federal prescreve?

Após 5 anos, caso não tenha sido cobrada judicialmente, a dívida com a Receita Federal prescreve, ou seja, não pode mais ser cobrada por meios legais. Este prazo se inicia no momento da entrega da declaração anual. No entanto, é válido ressaltar que caso haja ações de cobranças realizadas durante o processo de cobrança, o prazo de prescrição da dívida ativa é interrompido.

Dessa forma, mesmo que uma dívida com a Receita Federal tenha se originado há mais de 5 anos não significa que ela esteja automaticamente prescrita, pois para que isto ocorra é necessário que nenhum evento de interrupção da prescrição tenha ocorrido durante o período em questão.

Vale a pena esperar a prescrição da dívida?

Muita gente pensa que basta esperar 5 anos para não ter mais que pagar este tipo de dívida, mas não é bem assim que funciona. A União não tem interesse que os débitos venham a prescrever, por isso, a Procuradoria- Geral da Fazenda Nacional (PGFN) utiliza diversos procedimentos para prorrogar o prazo de prescrição da dívida ativa e assim manter o débito no CADIN, a negativação do contribuinte e os protestos em cartório.

Além disso, é fundamental ter em mente que a responsabilidade de comprovar a prescrição do débito e sua consequente extinção é do devedor. Em termos legais, isso significa que é o próprio devedor quem precisa apresentar evidências de que a dívida com a Receita Federal está prescrita. Portanto, é arriscado não tomar nenhuma providência para regularizar a situação quando se está inscrito na Dívida Ativa. Mesmo que o débito esteja registrado há muito tempo, negligenciar a situação pode agravar o problema, com o acúmulo de multas e juros e medidas mais rigorosas de cobrança.

As ações de cobrança podem incluir: protesto extrajudicial da dívida em cartório, inclusão nos órgãos de restrição ao crédito, como Serasa e SPC, bloqueio de valores em conta corrente, retenção da restituição de imposto de renda e execução fiscal. Nesse último caso, o devedor precisará arcar com as despesas judiciais, honorários advocatícios e contratar um advogado. Em última instância, a execução fiscal poderá resultar na penhora dos bens do devedor.

Como quitar uma dívida pendente com a União?

A fim de evitar todas essas consequências que mencionamos, decorrentes da inclusão no registro de devedores da União, é necessário quitar os débitos existentes. Para isso, ao verificar a situação no Portal Regularize, você terá a opção de efetuar o pagamento do valor devido.

Se, durante a consulta, o sistema indicar a existência de uma dívida na Receita Federal ou outro órgão, basta clicar em “Gerar Guia de Pagamento” e, em seguida, em “Gerar DARF/DAS parcial ou integral”.

Caso o valor seja muito elevado, é possível parcelar o pagamento dos débitos junto à Receita Federal. Para isso, você deve acessar o Portal e-CAC, verificar as dívidas e selecionar o número de parcelas desejado. O valor mínimo da parcela é de R$100 para  pessoas físicas e de R$500 para pessoas jurídicas. Por fim, basta emitir o primeiro DARF e efetuar o pagamento.

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