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Empréstimo para negativado: vale a pena? Conheça as condições

Dentre as diversas ferramentas utilizadas por quem está com problemas financeiros, o empréstimo para negativado segue sendo uma alternativa para milhares de brasileiros que enxergam no crédito uma forma de aliviar a conta bancária.

Mas, o empréstimo para negativado realmente vale a pena? Continue lendo esse artigo da Bravo e descubra!

O que é o empréstimo para negativado?

Quem está com alguma restrição no CPF (Cadastro de Pessoa Física) costuma ter dificuldades para contratar um cartão de crédito ou abrir uma conta bancária. Entretanto, diversas instituições financeiras oferecem uma boa solução para resolver essas pendências: o empréstimo para negativado.

No entanto, como o empréstimo para pessoa física com nome sujo costuma trazer mais riscos para as instituições, as taxas de juros tendem a ser mais altas ou o crédito pode demandar uma garantia – daí a importância de uma boa pesquisa!

Vale dizer também que aposentados, pensionistas e demais beneficiários da Previdência Social negativados, conseguem empréstimo para negativado com mais facilidade, devido à certeza de pagamento através da forma consignada – que explicaremos melhor como funciona mais para frente.

Aprenda como fazer empréstimo com o nome sujo

Embora os bancos sejam conhecidos por oferecer empréstimos, existem no mercado diversas financeiras que oferecem a opção de conseguir empréstimo pessoal para negativado.. Por isso, mais uma vez, é uma boa ideia fazer uma pesquisa, a fim de encontrar empresas com condições de juros melhores.

Empréstimo comum

Em síntese, o empréstimo pessoal comum é aquele onde você solicita um valor para a financeira e combina determinado pagamento mensal de valor X em um número Y de parcelas. É o empréstimo mais utilizado e comum no mercado.

No entanto, é um tipo mais complicado para negativados conseguirem contratar. Isso porque as instituições trabalham com garantias e, neste caso, só há indícios do contratante ser um mau pagador, e não o contrário.

Entretanto, isso não significa que é impossível a contratação de empréstimo pessoal comum para negativados. No entanto, além de ser mais difícil, as taxas de juros também são maiores do que as demais opções existentes no mercado, o que não o torna tão atrativo.

Empréstimo consignado

Existe também o empréstimo consignado – um dos mais famosos entre os negativados por ser descontado diretamente na folha de pagamento –. Ele é contratado principalmente por aposentados, pensionistas e demais beneficiários da Previdência Social.

Neste tipo de empréstimo, o contratante solicita-o e, todos os meses, o valor da parcela é descontado do pagamento, seja do trabalho ou da Previdência.

Por ser descontado diretamente na folha, antes mesmo do valor cair na conta do contratante, há mais chances de pagamento, por isso, é uma das opções mais vantajosas e aceitas no mercado para negativados!

Embora seja uma ótima opção de empréstimo, como foi possível perceber, não é uma opção disponível para autônomos, devido à falta de pagamento certo todos os meses!

Empréstimo com garantia

Para finalizar, outro tipo de empréstimo para negativado é o empréstimo com garantia. Nele, é possível utilizar um imóvel ou automóvel que esteja em seu nome como prova de que o pagamento do empréstimo vai ser realizado.

Essa garantia também é muito útil para que a financeira saiba que não vai ficar no prejuízo caso o pagamento não seja realizado. Inclusive, vale um adendo: no consignado a garantia é o próprio dinheiro, enquanto aqui, a garantia é algum bem.

Por conta da exigência de ter algum bem em seu nome (e já quitado, geralmente), é um pouco menos comum que as outras modalidades de crédito já citadas.

E quanto às taxas de juros no empréstimo para negativado?

Infelizmente, as taxas de juros são mais rigorosas para os negativados. Isso porque a companhia financeira sabe que o histórico de pagamentos do negativado não é constante, e acaba utilizando os juros como proteção

É importante destacar que, embora as taxas de juros sejam mais criteriosas quanto aos negativados, elas não devem ser abusivas. Portanto, analise bem as condições oferecidas e se achar necessário, procure um advogado especialista para te ajudar a escolher aquela que apresenta condições justas.

Empréstimo para negativado: vale a pena?

Depois de tudo que explicamos até aqui, fica claro que, se essa realmente for a melhor saída para o que você precisa no momento, o empréstimo para negativado vale a pena – desde que você tome todos os cuidados necessários.

Considere que a falta de pagamento das parcelas do empréstimo pode trazer ainda mais prejuízos financeiros e, o que deveria ser uma ajuda, se torna um grande problema!

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Quem tem nome sujo pode abrir MEI?

De acordo com dados recentes do Serasa, existem no Brasil, em média, 71,1 milhões de pessoas com o nome sujo. No entanto, com tantas dúvidas a respeito da inadimplência, surge uma: será que quem tem nome sujo pode abrir MEI?

Essa é uma dúvida de todas as pessoas que estão inadimplentes, mas desejam abrir uma empresa e ter o próprio negócio. Descubra a seguir se quem tem nome sujo pode abrir MEI. Veja!

Do que se trata o MEI?

Em síntese, MEI é a abreviação de Microempreendedor Individual, um registro regulamentado para trabalhadores autônomos. Nesse sentido, é uma oportunidade para o autônomo ter CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) reconhecido de modo formal.

Logo após ser reconhecido como MEI, o empreendedor garante vantagens como isenção de impostos federais; pagamento simplificado e de baixo custo de impostos municipais e estaduais; acesso a opções de crédito; previdência social; auxílio-doença, dentre outros.

Destaca-se também que o teto de faturamento do MEI no Brasil é de R$ 81.000, por ano. No entanto, se este valor for ultrapassado, a empresa passa a ser enquadrada de outra forma. Inclusive, o Governo Federal estuda aumentar o teto de faturamento em 2024.

Descubra as exigências para se abrir uma empresa do tipo MEI

Existem algumas exigências para que uma pessoa consiga abrir uma empresa do tipo MEI. Elas são:

● ser maior de 18 anos ou maior de 16 anos emancipado;

● não ser titular, sócio ou administrador formal de outra empresa;

● não ter outro sócio;

● atuar em atividade comercial que se enquadra na lista permitida para MEI;

● estar em dia com a documentação pessoal;

● ter endereço físico, número de celular e e-mail.

O que significa CPF sujo?

Embora muitas pessoas falem a respeito, nem todas sabem o que isso significa. Ter o CPF (Cadastro de Pessoa Física) ‘sujo’ significa que o titular do documento está com pendências financeiras como contas e dívidas não pagas registradas em agências de proteção ao crédito, como SPC e Serasa.

Essas pendências financeiras, por sua vez, podem acontecer por diversos motivos, como atraso no pagamento de empréstimos, contas de luz, água, aluguel e cartões de crédito, entre outros.

É importante destacar que, os termos “CPF negativado” e “CPF sujo” se tratam da mesma coisa e são utilizados para descrever que o titular possui pendências financeiras registradas nas agências de crédito.

Se não pagar o MEI, suja o nome?

Em síntese, ao deixar de pagar o DAS, que é basicamente o documento em que se formaliza o MEI, você pode perder o seu CNPJ e assim não vai mais poder emitir notas fiscais ou ter acesso a negócios associados a ele.

Além disso, a dívida associada ao seu CNPJ vai ser transferida para o seu CPF e você vai passar a ter uma dívida ativa com o Governo Federal, que vai acumular juros todos os meses, levando a restrição e ao nome sujo no Serasa.

Diante destes, não vai ser possível obter crédito ou financiamentos. Inclusive, afeta também direitos da Previdência Social, como aposentadoria, auxílio-maternidade, auxílio-doença, dentre outros de mesma natureza.

Por exemplo: imagine que você ficou dois anos seguidos sem pagar o seu MEI e engravidou. Infelizmente, não vai poder receber o auxílio-maternidade devido à falta de pagamento dos meses anteriores à gestação.

Posso abrir MEI com nome sujo?

Embora seja uma dúvida muito comum dos brasileiros, a resposta é simples: sim, é possível abrir uma empresa do tipo MEI mesmo com nome sujo – com dívidas e inadimplência. Isso porque, ainda que existam regras para abertura da empresa, ter o nome regularizado não faz parte delas.

Dentre os impedimentos para que alguém consiga formalizar a empresa do tipo MEI estão: ser sócio em outra empresa já aberta e não baixada; ter pendências de regularização no CPF ou título de eleitor e tentar abrir um MEI para uma atividade econômica não permitida.

Em se tratando da regularização do CPF, vale citar que, não se trata do nome sujo, mas, sim, que o contribuinte deixou de entregar alguma Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) nos últimos cinco anos.

Essa ausência de prestação de contas acaba gerando uma situação irregular que precisa ser corrigida. Do contrário, você pode acabar tendo problemas ao tentar receber algum benefício do Governo Federal; abrir uma conta bancária ou solicitar cartão de crédito.

Para saber se o CPF está pendente de regularização, basta fazer uma simples consulta no site da Receita Federal. Em seguida, digite o número do seu CPF e data de nascimento. Depois, basta clicar em “Consultar”.

Para corrigir o CPF pendente de regularização, entregue todas as declarações do IR que ficaram pendentes dentro do Portal da Receita Federal. Nele, basta seguir todos os passos de forma intuitiva.

Mei com nome sujo pode fazer empréstimo?

Sim, MEIs com nome sujo podem fazer empréstimos específicos para microempreendedores individuais. Essas opções podem ajudar a alavancar os negócios e superar as pendências financeiras.

Destaca-se que é possível que o MEI esteja limpo, enquanto o CPF esteja negativado. Nessa hipótese, também é possível contratar um empréstimo, ainda que as opções sejam reduzidas.

Bravo é a solução que você precisa para quitar dívidas e retomar sua vida financeira! Com empréstimos facilitados e pensados para ajudar você no momento que mais precisa, oferecemos diversas opções que vão lhe ajudar a colocar a vida nos eixos.

Conheça todas as soluções da Bravo e veja o mundo de possibilidades que se abrirá com seu nome limpo!

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Quero mudar de vida financeira: o que fazer?

É um fato: a maioria dos brasileiros almeja uma situação financeira mais estável, afinal quem não deseja dormir tranquilo sem ter que se preocupar com as contas a pagar e outras pendências financeiras. E além disso, ainda conseguir economizar para construir uma reserva e realizar aquela viagem dos sonhos ou dar entrada em um financiamento do carro novo ou da casa própria?

Mesmo que muitas pessoas percebam esses objetivos como distantes, eles podem ser alcançados por meio de pequenos passos, que proporcionam uma transformação significativa e de longo prazo em nossas vidas. Veja as dicas que preparamos para você mudar de vida financeira!

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Controle suas finanças por meio de uma planilha

É impossível mudar de vida financeira sem entender claramente como ela está atualmente. Uma das formas de fazer isso e continuar controlando as suas finanças regularmente é manter uma planilha na qual você registra todas as suas entradas e saídas de dinheiro.

Para isso, é necessária a elaboração de uma lista dos seus rendimentos mensais e a inclusão de todos os gastos fixos e recorrentes, tais como contas de serviços públicos, aluguel, despesas de cartão de crédito e até mesmo pequenas despesas como aquele cafezinho na padaria. A inclusão de cada item é fundamental para obter uma visão realista da sua situação financeira.

Você pode contar com o auxílio de diversos modelos de planilhas de orçamento disponíveis na internet que podem ser muito úteis ou até mesmo de aplicativos de finanças que possuem essa ferramenta. O mais importante é escolher a forma que você irá se adaptar melhor para cultivar o hábito de atualizar sua planilha sempre e  manter um registro preciso.

Estabeleça objetivos financeiros de acordo com a sua realidade

Muitas pessoas não conseguem realizar seus sonhos porque não são capazes de transformá-los em metas específicas e estabelecer estratégias para alcançá-los. Portanto, que tal escrever os seus objetivos financeiros em um bloco de notas e depois criar estratégias para alcançá-los?

Seja qual for o seu objetivo, é importante sentar e organizar tudo que você quer alcançar na ponta do lápis e o quanto seria necessário para que isso aconteça. Em seguida, você deve estabelecer uma quantia mensal a ser poupada e escolher um tipo de investimento para aplicar o dinheiro, da forma que você considera viável e realista, de acordo com o seu orçamento. Com isso, você transforma seu sonho em uma meta tangível e a divide em pequenas metas mais alcançáveis, caminhando para mudar de vida financeira.

Defina um valor mensal para guardar e tenha uma reserva de emergência

Guardar dinheiro pode não ser fácil no começo, mas o importante é começar, mesmo que seja com uma quantia pequena. No começo, é aconselhável guardar esse dinheiro, separado da sua conta corrente para evitar a tentação de gastá-lo. Considere opções como contas digitais com rendimentos significativamente superiores à taxa DI (Depósito Interfinanceiro) ou mesmo investimentos que permitam o resgate fácil quando necessário.

Além disso, para mudar de vida financeira, é muito importante ter uma reserva de emergência, uma quantia que corresponde a pelo menos seis meses de despesas mensais e destina-se a ser usada em situações inesperadas, como a perda de emprego, despesas médicas significativas e outras emergências.

Se você já conseguiu economizar algum dinheiro, é aconselhável separar uma parte desse montante mensalmente para a sua reserva de emergência. Depois disso, você pode então desenvolver uma estratégia para investir seu dinheiro e diversificar seu portfólio.

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Use o cartão de crédito a seu favor

O cartão de crédito pode ser uma ferramenta útil para mudar de vida financeira, dependendo de como você o utiliza. Ele oferece a flexibilidade de comprar algo agora e pagar posteriormente. Além disso, se você já tiver o dinheiro para efetuar a compra, mas optar por usar o cartão de crédito, pode manter esse dinheiro em uma conta que gera rendimentos até a data de vencimento da fatura.

Outro ponto positivo é que muitos cartões de crédito oferecem programas de pontos e milhas que podem gerar benefícios adicionais. No entanto, é importante considerar seu próprio estilo de consumo. Se você já enfrenta problemas com dívidas, é aconselhável evitar o uso excessivo do cartão de crédito e dar preferência ao pagamento à vista.

Eduque-se financeiramente

Dedicar tempo para adquirir conhecimento em literacia financeira é crucial. Isso permitirá que você compreenda melhor como gerir suas despesas diárias e identificar oportunidades para otimizar o uso do seu dinheiro de maneira eficaz.

Existem várias maneiras de fazer isso, muitas delas sem custo. Você pode acompanhar especialistas em finanças pessoais que compartilham valiosas lições sobre a gestão estratégica do seu dinheiro. Também é possível explorar obras clássicas sobre o tema, colocando em prática os princípios que estiver aprendendo e mudar de vida financeira.

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Como planejar a vida financeira do casal: nós mostramos

É frequente que, nos relacionamentos, as pessoas comecem a pensar em construir um futuro juntas. Isso pode incluir o planejamento da compra de um imóvel, aquisição de um veículo ou até mesmo idealizar um futuro melhor para possíveis filhos e começar a se organizar para isso. No entanto, um estudo conduzido pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) em colaboração com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revelou que 46% dos casais no Brasil enfrentam conflitos relacionados ao dinheiro.

É essencial abordar a vida financeira do casal em um relacionamento, antes mesmo do casamento. Seria altamente benéfico discutir tópicos como os salários individuais, a gestão das despesas comuns do casal, os gastos pessoais, e outras despesas. Afinal, um relacionamento harmonioso e estabilidade financeira não são questões completamente separadas.

Outra pesquisa, conduzida pelo Instituto Opinion Box em colaboração com a Serasa, indicou que 62% dos entrevistados com dívidas relataram que as dívidas afetaram negativamente o relacionamento. Isso mostra que é raro encontrar casais que entram na vida a dois com questões financeiras devidamente abordadas e acordadas. Por isso, hoje vamos falar mais sobre como planejar a vida financeira do casal e não deixar isso afetar o seu relacionamento. Confira!

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Conheçam bem a renda e os gastos do casal

O primeiro passo para começar a organizar a vida financeira do casal e ter um planejamento eficaz envolve compreender a quantia de dinheiro que entra no lar, a fim de estabelecer um limite de despesas mensais. Ambos os parceiros devem estar conscientes do montante máximo disponível para gastar a cada mês, a fim de manter o equilíbrio financeiro e evitar despesas excessivas que possam resultar em endividamento.

Para isso, é preciso registrar minuciosamente (em aplicativos, planilhas no papel ou eletrônicas) a renda familiar e todas as possíveis despesas. Dessa forma, será possível obter uma projeção mais precisa do futuro financeiro e caminhar para alcançar os objetivos estabelecidos para a vida a dois.

Entrem em um acordo sobre a divisão das despesas

Quando ambos os parceiros estão empregados e podem contribuir para o orçamento mensal, é crucial estabelecer um acordo sobre como será feita a contribuição de cada um para as despesas compartilhadas do lar. Alguns casais preferem unificar todas as finanças em uma conta conjunta, outros preferem manter suas contas separadas.

Uma abordagem prática e equitativa é a de contribuir com as despesas comuns proporcionalmente à renda de cada parceiro. Naturalmente, o casal é livre para decidir como deseja lidar com o pagamento das despesas, desde que ambas as partes concordem e se sintam justamente tratadas na divisão das despesas, o que é extremamente importante para a saúde do relacionamento e para a vida financeira do casal. Portanto, uma comunicação aberta e franca é fundamental.

Estabeleçam metas juntos

Uma estratégia altamente eficaz para economizar dinheiro envolve incorporar os sonhos e objetivos pessoais ao relacionamento.

Uma abordagem interessante seria identificar e definir tanto as aspirações familiares, quanto as individuais. Essas metas podem incluir a compra de uma casa, o financiamento da educação dos filhos, uma viagem a dois, a substituição do veículo, a busca por uma pós-graduação ou mudanças na carreira, entre outras possibilidades.

Ter objetivos financeiros compartilhados não apenas auxilia na organização da vida financeira do casal e no planejamento conjunto do futuro, mas também fortalece o próprio relacionamento.

Vale ressaltar que mesmo a partir do momento que você começa a dividir as contas com alguém, não deixa de ter desejos nem necessidades individuais e não é necessário abandonar essas aspirações. Dessa forma, também é fundamental reconhecer e respeitar tanto a sua individualidade, quanto a do seu parceiro quando falamos de finanças.

Não deixe de comunicar de forma clara e transparente que você possui esses objetivos pessoais e está determinado a realizá-los. Conversem sobre como isso pode acontecer e como cada um pode contribuir.

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Tenham um fundo de emergência

Nos dias de hoje, em meio à instabilidade financeira e às flutuações constantes do mercado, é fundamental ter uma reserva de emergência. Afinal, nunca se sabe quando algo inesperado pode surgir, não é verdade? Mas não se esqueça de assegurar que esse recurso seja utilizado exclusivamente em situações de caráter emergencial, como imprevistos envolvendo saúde, problemas inesperados com o veículo, ou quaisquer outras eventualidades que possam impactar a vida financeira do casal.

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A importância da educação financeira na vida do cidadão

A educação financeira está estritamente ligada ao exercício da cidadania, já que isso não apenas beneficia a vida pessoal e profissional das pessoas, mas também contribui para o progresso econômico de uma nação.

A necessidade de educar os indivíduos em termos financeiros é crucial diante do fato de que 77,9% da população brasileira enfrenta problemas de inadimplência, de acordo com dados da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Esse número mostra como a falta de educação financeira está afetando um grande número de pessoas e prejudicando o bem-estar delas, até mesmo quando o valor da renda não é um problema. Veja mais sobre o assunto a seguir!

O que é educação financeira?

A educação financeira não se resume à simples economia de dinheiro, como algumas pessoas pensam. Em vez disso, refere-se à maneira como um indivíduo se relaciona com suas finanças pessoais e adquire conhecimentos para mantê-las saudáveis ao longo da vida.

Conforme definido pelo Banco Central (BC), a educação financeira envolve a compreensão de produtos financeiros, conceitos e riscos, além do desenvolvimento de habilidades necessárias para tomar ações que melhorem o bem-estar financeiro.

Na prática, a educação financeira desempenha um papel crucial na tomada de decisões sobre o uso e investimento do dinheiro, permitindo assim o controle das receitas e despesas, tanto em âmbito pessoal quanto nos negócios. Isso se revela essencial para a realização de objetivos, sonhos e para garantir uma qualidade de vida mais tranquila para a família.

De acordo com dados do Serasa, no Brasil, mais de 63 milhões de pessoas estão enfrentando inadimplência, com uma dívida média de aproximadamente R$4 mil. No contexto empresarial, três em cada dez empresas de pequeno porte encerram suas operações em até dois anos de atividade, principalmente devido à má gestão do fluxo de caixa. Isso significa que a falta de educação financeira desempenha um papel significativo nesses cenários.

Falta de educação financeira nas escolas

Os brasileiros estão contraindo dívidas desde uma idade precoce. De acordo com dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), 46% das pessoas com idades entre 25 e 29 anos e 19% da faixa etária de 18 a 24 anos enfrentam problemas de inadimplência. Essas estatísticas enfatizam a urgente necessidade de introduzir a educação financeira nas escolas.

A falta de orientação financeira adequada durante a infância e adolescência faz com que as gerações mais jovens utilizem o crédito de maneira inadequada, resultando na acumulação de dívidas provenientes de cartões de crédito, financiamentos e empréstimos.

Educação financeira e prevenção de dívidas

A educação financeira desempenha um papel fundamental na prevenção de endividamento. Ao possuírem um conhecimento sólido sobre finanças, as pessoas estão mais capacitadas para compreender o funcionamento do crédito e tomar decisões informadas sobre quando e como recorrer a ele, entendendo melhor os custos associados, como taxas de juros e outras despesas que irão interferir nos pagamentos e, consequentemente, em suas finanças pessoais.

Adicionalmente, a educação financeira também contribui para que as pessoas reconheçam o valor de manter suas finanças bem gerenciadas e evitem a acumulação de dívidas. Quando as pessoas contam com um sólido planejamento financeiro e entendem os princípios das finanças pessoais, elas tendem a evitar gastos supérfluos e situações que poderiam levá-las à inadimplência.

Como adquirir educação financeira

Aqui estão algumas formas de adquirir educação financeira:

– \- Leitura de livros: existem muitos livros excelentes sobre educação financeira, escritos por especialistas em finanças pessoais. Alguns livros populares incluem “Pai Rico, Pai Pobre” de Robert Kiyosaki, “Os Segredos da Mente Milionária” de T. Harv Eker e “O Homem Mais Rico da Babilônia” de George S. Clason.

– \- Cursos on-line: muitas instituições e plataformas educacionais oferecem cursos on-line sobre educação financeira. Você pode aprender sobre orçamento, investimentos, planejamento de aposentadoria e outros tópicos relevantes.

– \- Blogs e sites: existem inúmeros blogs e sites dedicados à educação financeira. Eles oferecem artigos informativos, dicas e recursos gratuitos para ajudá-lo a aprender sobre finanças pessoais.

– \- Podcasts: Os podcasts são uma ótima maneira de aprender sobre finanças pessoais enquanto você está em movimento. Existem muitos programas de podcast dedicados a tópicos financeiros, incluindo investimentos, economia, dívidas e planejamento financeiro.

– \- Vídeos do YouTube: plataformas como o YouTube oferecem diversos vídeos educacionais sobre finanças pessoais. Você pode encontrar canais dedicados a explicar desde conceitos financeiros até estratégias de investimento.

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Como organizar sua vida financeira: confira as dicas

Organizar sua vida financeira pode ser um desafio, mas é importante destacar que essa é uma meta alcançável e é o primeiro passo para alcançar seus objetivos. Isso envolve uma compreensão precisa de sua renda e despesas, um dos primeiros passos para entender mais sobre o seu orçamento e o que você deve fazer de diferente.

Isso exige bastante esforço, determinação e comprometimento. No início, a transição pode ser um tanto complexa, mas essa perspectiva muda quando você começa a colher os frutos de um controle financeiro eficaz. Portanto, neste artigo, apresentaremos algumas orientações que vão mudar sua percepção sobre como organizar sua vida financeira de forma mais eficiente.

Compreenda seu orçamento atual

Ter uma compreensão precisa de sua renda e dos seus gastos é o primeiro passo para organizar sua vida financeira. É fundamental não apenas conhecer o valor bruto, mas também levar em consideração deduções, como impostos, descontos, planos de saúde e outros benefícios.

Também é crucial ter um entendimento claro de seu custo de vida. Isso implica listar todas as despesas regulares, como aluguel, eletricidade, telefone, internet, transporte e água. Somando esses valores, você terá uma visão do montante que já está comprometido todo mês. O restante pode ser destinado a despesas diárias, investimentos e poupança.

Analise onde é possível reduzir gastos

Identificar para onde vai seu dinheiro mensalmente é fundamental para reconhecer despesas supérfluas. Essa avaliação permitirá que você descubra oportunidades de economia e compreenda a quantia realmente necessária para manter seu padrão de vida.

Nesse contexto, é crucial distinguir entre o custo de vida e o estilo de vida. O primeiro representa o montante gasto com serviços e bens essenciais em sua rotina, enquanto o segundo se refere ao modo como você vive, suas escolhas e padrões de consumo. Com essa visão, é possível considerar a redução de custos em áreas não essenciais.

Isso não implica abrir mão de todas as atividades que você aprecia. Você ainda pode continuar a desfrutar de atividades de lazer, como sair com amigos nos fins de semana. O ponto-chave aqui é estabelecer limites para garantir que seu orçamento não seja prejudicado e conseguir organizar sua vida financeira.

Estabeleça objetivos financeiros

​​Definir metas específicas é crucial para organizar sua vida financeira e iniciar um plano de economia. Comece registrando por escrito quais são suas prioridades e quais objetivos você deseja alcançar com seus gastos. Estabeleça uma quantia mensal a ser reservada e faça isso logo após receber seu salário.

A primeira destinação para esse montante reservado deve ser a quitação de dívidas. Depois disso, concentre-se em construir uma reserva de emergência. Você pode realizar isso alocando uma porcentagem fixa de seu dinheiro mensal e investindo em opções financeiras práticas e seguras, como o Tesouro Direto, por exemplo.

Entretanto, é fundamental revisar regularmente seus objetivos para corrigir possíveis erros de avaliação em relação às despesas e receitas, garantindo que seu plano financeiro esteja sempre alinhado com suas metas.

Tome cuidado com o cartão de crédito

Um dos maiores inimigos da organização financeira é o cartão de crédito, principalmente quando utilizado de maneira excessiva.  Afinal, essa modalidade de pagamento oferece a conveniência de adquirir um item desejado, mesmo que tenha um custo elevado e não esteja dentro do planejamento financeiro.

No entanto, utilizá-lo sem responsabilidade e planejamento pode acabar resultando em uma fatura que acumula diversas compras, difícil de gerenciar, especialmente quando se trata de parcelamentos. Mesmo as parcelas de pequeno valor, quando numerosas, podem comprometer uma parcela substancial de seus rendimentos.

Também é importante falarmos sobre a armadilha do “rotativo” oferecido pelas operadoras de cartão, que permite parcelar a dívida, mas aplica taxas de juros exorbitantes. Essa prática pode prejudicar toda a sua estrutura de organização e planejamento financeiro.

Para evitar esse tipo de situação, é aconselhável priorizar a função de débito em seu cartão. Além disso, sempre busque pagar o valor total da fatura do cartão de crédito ou explore opções de negociação com o credor em momentos de dificuldade financeira.

Use a tecnologia a seu favor

Hoje em dia, há uma variedade de aplicativos disponíveis para organizar sua vida financeira. Esses recursos simplificam o registro e o controle de todas as despesas que fazem parte de sua rotina, além de te ajudar a adquirir habilidades de controle financeiro, economizar e otimizar a administração de sua renda.

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Posso sacar meu FGTS para pagar dívidas?

Caso você esteja enfrentando dificuldades financeiras e procurando uma maneira de acabar com elas, uma alternativa viável envolve o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No entanto, muita gente se pergunta: posso sacar meu FGTS para pagar dívidas? Afinal, existem situações específicas que permitem o saque. Vamos explicar todas elas e te ajudar a descobrir a melhor forma de organizar suas finanças e acabar com as dívidas!

Quando eu posso sacar o FGTS?

Se você estiver considerando a possibilidade de sacar todo o seu FGTS para pagar dívidas, já adiantamos que isso não é possível. Com exceção dos saques imediato e aniversário, a saque do FGTS é permitida somente nas seguintes situações:

– Demissão sem justa causa;

– Aposentadoria;

– Compra de um imóvel próprio;

– Encerramento da empresa empregadora;

– Término do contrato de trabalho de um trabalhador temporário;

– Rescisão de contrato por acordo mútuo entre empregador e empregado, nesse caso, possibilitando o saque de 80% do saldo da conta vinculada;

– Inatividade remunerada de trabalhador avulso por 90 dias ou mais;

– Ter atingido a idade de 70 anos ou mais;

– Diagnóstico de doenças graves, como AIDS ou câncer, do próprio trabalhador, cônjuge ou filho, ou em casos de estágio terminal de qualquer doença;

No entanto, algumas outras situações permitem o saque parcial do FGTS, que pode te ajudar a pagar dívidas. Confira a seguir!

Outras circunstâncias que permitem o saque do FGTS

Além das retiradas regulares a que os trabalhadores têm direito em situações específicas, é possível acessar os fundos do FGTS sempre que o governo autorizar saques extraordinários ou emergenciais, por exemplo, como aconteceu durante a pandemia.

Além disso, existe o Saque-Aniversário, uma opção que permite aos trabalhadores sacar uma parte do saldo do FGTS uma vez por ano, no mês de seu aniversário. Esse mecanismo foi estabelecido pela Lei 13.932/19. É fundamental salientar que ao optar por essa modalidade, o trabalhador renuncia à possibilidade de sacar o saldo integral em caso de demissão sem justa causa. No entanto, ele ainda tem direito à multa rescisória de 40% paga pelo empregador.

Com a introdução do Saque-Aniversário, surgiu também uma nova forma de empréstimo: o Empréstimo FGTS Saque-Aniversário. Essa modalidade possibilita que os trabalhadores antecipem até cinco anos do benefício. O processo de solicitação do Empréstimo FGTS Saque-Aniversário pode ser realizado de maneira totalmente online, com um valor mínimo de R$500,00, e cada saque a ser antecipado deve ser igual ou superior a R$200,00.

Quando vale a pena sacar o FGTS para pagar dívidas

Antes de determinar o destino dos dinheiro do seu FGTS e se realmente realizar o saque é a melhor opção nesse momento, é recomendado realizar cálculos e avaliar o montante que você está gastando em juros devido às suas dívidas pendentes. Em outras palavras, se o rendimento dos seus fundos no FGTS não superar os juros que você paga em suas dívidas, você continuará a perder dinheiro.

Os fundos mantidos em uma conta do FGTS geram um rendimento inferior ao da poupança, enquanto os juros associados ao cheque especial, por exemplo, podem chegar a mais de 300% ao ano. Portanto, se você está lidando com débitos pendentes, sacar o FGTS para pagar dívidas pode ser uma boa opção. Além disso, é possível negociar com o credor para obter condições especiais de pagamento.

Sacar o FGTS para pagar dívidas bancárias e de financiamento

Sacar o FGTS para pagar dívidas é uma prática altamente recomendada por especialistas, se você estiver enfrentando dívidas em produtos como cheque especial, cartão de crédito ou empréstimos pessoais, uma vez que essas dívidas frequentemente incorrem em altas taxas de juros quando há atraso no pagamento, o que pode complicar sua vida financeira.

A inadimplência e a presença de dívidas em aberto podem acarretar graves consequências para sua vida financeira, visto que a capacidade de acesso a crédito é reduzida, e a possibilidade de compra a prazo se torna problemática, o que, por sua vez, pode levar a um ciclo de endividamento. Portanto, utilizar o saldo do FGTS para quitar dívidas bancárias representa uma estratégia financeiramente sensata.

Além disso, atualmente, é possível até mesmo quitar até 12 parcelas atrasadas de seu financiamento imobiliário utilizando o FGTS. Anteriormente, o limite para tal operação era de apenas três parcelas, mas uma medida temporária implementada em maio de 2022 permitiu uma utilização mais ampla do fundo nesse contexto, dispensando a necessidade de autorização judicial. Vale conferir as regras para esse uso do FGTS, se você se enquadra neste caso!

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É possível cancelar MEI com dívida?

O encerramento da inscrição como Microempreendedor Individual (MEI) é necessária quando a pessoa opta por encerrar o empreendimento e interromper suas operações no setor. Se essa for a situação e você não efetuar o cancelamento do MEI, o número de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) permanecerá ativo, resultando em pendências financeiras e obrigações fiscais, mesmo não estando mais envolvido em atividades empresariais.

O processo de encerramento do MEI é completamente gratuito e pode ser realizado no Portal do Empreendedor. Na plataforma, é possível atualizar seu cadastro, modificar informações e efetuar o cancelamento do CNPJ. Mas será que é possível cancelar MEI com dívida? Nós respondemos a seguir.

Motivos para cancelar o MEI

Existem várias razões que podem levar um empreendedor a tomar a decisão de cancelar sua inscrição como Microempreendedor Individual (MEI). Uma das razões principais é o encerramento das atividades empresariais, o que implica no encerramento do número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), com o objetivo de evitar a acumulação de dívidas em nome do empresário devido aos impostos mensais que incidem.

Outro motivo de grande importância para o cancelamento do MEI é quando o faturamento anual ultrapassa o limite de R$81 mil. Nesse cenário, é essencial expandir o empreendimento e realizar uma reclassificação, adotando uma outra forma de pessoa jurídica. O empreendedor precisará analisar diversos elementos, como as regulamentações do estado e do município onde a empresa está localizada, as atividades a serem executadas, a quantidade de sócios e o número de funcionários a serem contratados, entre outros aspectos.

Consigo cancelar o MEI com pagamentos atrasados?

É possível cancelar o MEI com dívidas, mesmo se houver boletos DAS em atraso. Após o cancelamento, não serão mais gerados novos boletos. No entanto, é aconselhável pagar esses boletos pendentes o mais rápido possível, uma vez que a dívida permanece ativa, o que pode afetar negativamente futuras iniciativas, como a busca de financiamento para outros empreendimentos.

Se você encerrou sua inscrição como MEI em um determinado mês, mas o sistema gerou um boleto para o mês seguinte, é obrigatório efetuar o pagamento desse boleto para manter suas obrigações em dia e evitar que a dívida se torne ativa.

O que acontece se eu não cancelar o MEI com dívida?

Se você não solicitar o cancelamento do seu MEI e permanecer em inadimplência com o pagamento regular de suas contribuições mensais, enfrentará a perda de todos os benefícios previdenciários. A Receita Federal cobrará juros e multas devido à falta de pagamento dos impostos devidos mensalmente pelo microempreendedor, incluindo sua contribuição previdenciária. Além disso, a não quitação desses débitos pode resultar no cancelamento do seu CNPJ.

Outra consequência desfavorável de não cancelar o MEI com dívida é a inscrição na Dívida Ativa da União. Quando isso acontece, a empresa é excluída do regime do Simples Nacional, resultando na perda do direito a alíquotas fiscais mais baixas. Isso pode dificultar a obtenção de empréstimos e financiamentos, além de gerar dívidas junto ao INSS.

Preciso pagar para encerrar meu MEI?

É importante ressaltar que não é preciso efetuar nenhum pagamento para cancelar o MEI. O microempreendedor tem a capacidade de conduzir o processo de cancelamento de forma independente e gratuita, sem a obrigação de contratar um contador para lidar com as formalidades burocráticas.

Como efetuar o pagamento das dívidas do MEI?

Como falamos, é super importante quitar as dívidas atreladas ao MEI para que elas não sejam vinculadas ao seu CPF, nem acabem inscritas na dívida ativa. Através do acesso ao Portal do Simples Nacional, é possível gerar um Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) com o montante total das dívidas do MEI.

Se preferir, você também pode optar por parcelar o valor devido, e uma vez que essa dívida é liquidada, o processo de encerramento da inscrição do MEI poderá ser concretizado. Anualmente, o governo estabelece um prazo para regularizar os tributos atrasados, o qual também pode ser cumprido por meio do Portal do Simples Nacional.

No caso de pendências de longa data, anteriores a 2017, ou quando elas tenham sido encaminhadas para a Dívida Ativa, será necessário consultar a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, responsável por fornecer informações e emitir as respectivas dívidas.

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Dívida de cartão de crédito: como evitar e se livrar dela

A lamentável realidade é que grande parte dos cidadãos brasileiros enfrenta o desafio da dívida de cartão de crédito. Segundo um levantamento da Serasa, realizado em abril de 2022, mais de 66 milhões de brasileiros se encontram em situação de endividamento, e cerca de 28,14% dessas dívidas estão relacionadas ao uso do cartão de crédito ou a instituições bancárias.

Não podemos negar que o cartão de crédito oferece uma conveniência em diversos momentos, como a capacidade de parcelar compras ou adquirir produtos de alto valor, mesmo sem dispor do dinheiro de imediato. No entanto, com frequência, devido à falta de educação financeira, muitos brasileiros perdem o controle de suas finanças e acabam acumulando dívidas no cartão de crédito. Se você é uma dessas pessoas, continue lendo o conteúdo que preparamos!

Cuidados para evitar dívida de cartão de crédito

O cartão de crédito pode ser uma ferramenta importante na sua vida, se você utilizá-lo de forma responsável e planejada. Confira as dicas:

Evite usar todo o limite do cartão

Evite gastar até atingir o limite máximo disponível em seu cartão de crédito. O limite é determinado pela instituição emissora com base em sua renda, mas pode exceder suas capacidades financeiras.

Além disso, se você possui múltiplos cartões, acumular um limite total elevado pode criar uma ilusão de riqueza, mas esse crédito não representa seus recursos reais. Portanto, é aconselhável definir um limite pessoal de gastos inferior ao limite concedido pela emissora.

Tente ao máximo não fazer compras parceladas

Mesmo as pequenas parcelas podem parecer inofensivas, mas somadas ao longo do mês, podem se tornar uma dívida considerável que se estende por vários meses. Portanto, é recomendável pagar as compras de valor baixo à vista para manter um controle financeiro sólido.

É prudente pagar à vista pelas compras de valor reduzido para manter um controle eficaz de suas finanças e evitar dívidas de cartão de crédito. Além disso, é essencial avaliar a real necessidade de uma compra antes de ceder ao impulso de gastar.

Pague mais que o mínimo das faturas

O pagamento mínimo de uma fatura é o valor mais baixo que você pode desembolsar para evitar a inadimplência junto à emissora do cartão. Contudo, a diferença entre esse pagamento mínimo e o valor total da fatura é adicionada à fatura seguinte, acrescida de juros e encargos, gerando o chamado crédito rotativo. Este tipo de crédito é notório por suas taxas de juros elevadas, o que resulta em um crescimento significativo do saldo devedor. Portanto, é altamente recomendável evitar efetuar somente o pagamento mínimo, pois isso pode levar a um aumento desproporcional da dívida de cartão de crédito.

Exerça cautela ao parcelar faturas

Outro aspecto crucial a ser considerado na gestão da dívida de cartão de crédito é o parcelamento da fatura. Essa opção envolve dividir o valor total de uma fatura em várias parcelas. A princípio, isso pode parecer uma solução viável, já que suaviza o impacto de uma fatura no seu orçamento. Entretanto, é importante ter em mente que os meses subsequentes trarão novas faturas, e você precisará encaixar as novas parcelas em seu orçamento.

Como se livrar das dívidas de cartão de crédito

Organize seu orçamento mensal

O primeiro passo para acabar com a dívida de cartão de crédito é estabelecer uma organização financeira. Isso permitirá que você avalie seus gastos e determine quanto dinheiro está disponível para quitar suas pendências. Para fazer isso, crie uma planilha que liste todas as suas despesas e receitas, categorizando-as em despesas fixas, despesas semivaráveis e despesas variáveis.

Ao criar essa planilha, você terá uma visão abrangente de suas despesas e poderá determinar se seus gastos estão dentro de suas receitas ou se estão excedendo seus ganhos mensais. Também é importante analisar os custos associados ao cartão de crédito para identificar em qual área você está acumulando dívidas.

Busque negociar suas dívidas

Após compreender sua situação financeira, é crucial negociar suas dívidas. Para isso, entre em contato com a instituição emissora do cartão e solicite o Custo Efetivo Total (CET), que revelará o valor real da dívida, incluindo juros e outras taxas.

Se houver algum valor disponível em seu orçamento mensal, considere antecipar o pagamento das parcelas que incorrem em juros. Pode até ser vantajoso buscar uma fonte de renda adicional para empregar nessa estratégia. Dessa forma, você poderá obter descontos nos juros e acelerar a quitação da dívida, proporcionando uma oportunidade de alcançar estabilidade financeira mais rapidamente.

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Dívida judicial pode ser parcelada? Descubra no post

Receber uma notificação de dívida judicial pode ser uma experiência intimidante. Em algumas ocasiões, essa comunicação é enviada através dos serviços postais, com um aviso de entrega, enquanto em outros casos, um agente da justiça pode entregá-la pessoalmente. O susto inicial pode se tornar ainda maior se você perceber que não possui recursos para quitar os valores mencionados, o que nos leva ao assunto de hoje: a dívida judicial pode ser parcelada? Nós explicamos melhor a seguir!

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Recebi uma notificação judicial de dívida: o que fazer?

Ao receber uma notificação de dívida judicial, o primeiro passo a ser tomado é verificar a autenticidade do documento de cobrança. É importante examinar as características da intimação, que deve apresentar o logotipo oficial do sistema judiciário e outras informações legítimas. Este aviso representa uma comunicação do credor referente à dívida e não deve incluir um boleto de pagamento ou detalhes bancários, por exemplo.

Se a cobrança judicial parece ser legítima e você reconhece a dívida, é possível também verificar no site do Tribunal de Justiça do seu Estado. No site, acesse a opção “consultar processos” e selecione o filtro desejado. Você pode inserir o número do processo ou o seu nome completo no campo “partes envolvidas”.

Uma vez confirmada a dívida vinculada ao seu nome, o documento estipula um prazo – geralmente 15 dias – para apresentar um recurso ou objeção. É possível questionar o valor cobrado ou até mesmo a própria existência da dívida, caso não a reconheça. O recurso deve ser bem elaborado e apoiado por documentação adequada para que o juiz possa analisá-lo.

Já se você reconhece a dívida judicial, considera o valor correto e não possui os recursos para quitar em 15 dias, é essencial iniciar negociações. Isso ocorre porque, caso o devedor não se manifeste no prazo estipulado, o credor pode solicitar a penhora de bens. Nesse cenário, o juiz pode determinar o bloqueio de ativos e até mesmo o congelamento de contas bancárias.

Muitas vezes, diante da pressão da situação de dívida, o devedor tenta transferir seus bens para terceiros com o intuito de evitar a penhora. No entanto, essa ação pode complicar ainda mais a situação, pois a justiça considera isso como fraude à execução, o que pode resultar em uma nova ação judicial por ocultação de patrimônio, incluindo multas financeiras. Em resumo, a dívida aumentaria ainda mais.

Dito isso, é crucial enfrentar a situação, reconhecer a dívida e buscar uma solução através da negociação. Existem várias opções disponíveis. Uma delas é solicitar à justiça o parcelamento da dívida judicial, com o prazo definido pelo tribunal para fazer a solicitação. Se optar por essa abordagem, será necessário efetuar um pagamento inicial e apresentar uma proposta de parcelamento, como vamos explicar melhor mais adiante. Você também pode considerar a contratação de um advogado para auxiliar no processo, principalmente se não possui muito conhecimento sobre o assunto.

Evite punições por meio do parcelamento da dívida judicial

Nas ações de execução judicial, o devedor recebe uma intimação para efetuar o pagamento integral em um prazo de apenas 3 dias. Caso não cumpra essa obrigação dentro do prazo estabelecido, enfrentará penalidades, incluindo multas, juros, correção monetária e a possibilidade de ter seus bens apreendidos.

Muitas vezes esses montantes a serem pagos são consideráveis, tornando difícil para a maioria das pessoas quitar a dívida dentro desse curto prazo e não quitar esse valores pode ter sérias consequências negativas para o devedor, como mencionamos.

No entanto, muitas pessoas desconhecem que é possível parcelar dívida judicial, o que é um direito do devedor garantido por lei. Desde que os requisitos sejam atendidos, o credor não pode recusar a solicitação de parcelamento. O processo de parcelamento funciona da seguinte maneira:

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– O devedor deve apresentar um pedido específico ao tribunal por meio de um advogado;

– É necessário efetuar um pagamento inicial de 30% do valor devido;

– O restante da dívida pode ser parcelado em até 6 vezes. É fundamental respeitar os prazos legais ao fazer essa solicitação e ao efetuar o pagamento inicial. Após o término do prazo legal, a opção de parcelamento não será mais válida.

O parcelamento da dívida judicial representa uma valiosa oportunidade para o devedor, uma vez que oferece uma alternativa mais acessível para cumprir com suas obrigações financeiras. Optando por essa opção, o devedor evita as punições decorrentes do não pagamento dentro do prazo, sem a necessidade de arcar com o valor integral da dívida. Parcelar a dívida possibilita ao devedor honrar seu compromisso com o credor e recuperar o controle sobre suas finanças pessoais.

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Dívida de falecido prescreve? Saiba mais

A questão das dívidas deixadas por alguém após seu falecimento gera interrogações e preocupações para a família em um momento que por si só já é muito difícil. Para entender melhor sobre o assunto, é fundamental se informar e prevenir complicações no futuro. Para isso, é crucial compreender o conceito de espólio e sua conexão com o pagamento das dívidas do indivíduo falecido. Acompanhe mais sobre o tema no conteúdo que preparamos e saiba se dívida de falecido prescreve!

Quem fica responsável pelas dívidas do falecido

Caso o indivíduo falecido tenha deixado dívidas, elas serão pagas diretamente a partir de seus bens, caso ele possua algum. Se o devedor não deixou patrimônio para herança, a responsabilidade pelas dívidas recai sobre o credor, mas é importante destacar que não é possível permitir que essas dívidas prescrevam, pois elas serão liquidadas diretamente do espólio.

Quando o falecido não deixa nenhum bem ou o que ele deixa não é suficiente para pagar as dívidas, é necessário proceder com o inventário negativo para evitar que os credores tomem medidas legais contra os herdeiros. Esse procedimento legal é obtido por meio de uma declaração judicial ou extrajudicial, comprovando que o falecido não possuía ativos.

O Código de Processo Civil, no Art. 597, estipula que:

_”O espólio responde pelas dívidas do falecido; mas, feita a partilha, cada herdeiro responde por elas na proporção da parte que na herança lhe coube.”_

Embora seja um processo doloroso, alguns passos são necessários: avaliar os ativos para a divisão da herança, caso haja; verificar os fundos disponíveis em contas pessoais; e identificar as dívidas pendentes, como hipotecas, empréstimos para veículos, cartões de crédito e empréstimos pessoais.

Ao contrário do que se possa imaginar, a ideia de que as dívidas prescrevem ou desaparecem quando uma pessoa falece está equivocada. Essas dívidas são direcionadas à família, que assume a responsabilidade pela negociação e pagamento das obrigações, de acordo com os bens deixados pela pessoa que faleceu. Por isso, é essencial fazer um levantamento de tudo que deve ser pago. Continue lendo e confira como agir!

Como saber todas as dívidas que foram deixadas

Dívidas de financiamento imobiliário

Nos contratos de financiamento imobiliário, é obrigatório que os compradores sejam oferecidos dois tipos de seguro: o MIP (Morte e Invalidez Permanente) e o DFI (Danos Físicos ao Imóvel). O MIP garante a quitação do saldo devedor do titular do financiamento em caso de falecimento. Em outras palavras, o seguro pagará o valor pendente do financiamento, sem considerar as parcelas já pagas pelo titular durante sua vida. Isso assegura aos herdeiros que não perderão parte do patrimônio. Se o financiamento estiver em nome de duas pessoas e uma delas falecer, o valor proporcional será liquidado. O mesmo princípio se aplica em casos de acidentes que resultem em invalidez.

Dívidas de financiamento de veículos

No caso de financiamentos de veículos, não existe o seguro obrigatório presente nos financiamentos imobiliários. Isso significa que, em caso de falecimento do proprietário, o financiamento do carro ainda permanece ativo. No entanto, pode haver a opção de contratar um seguro prestamista, que tem o propósito de quitar a dívida em caso de morte ou desemprego do segurado.

Dívidas de cartão de crédito

Para verificar a dívida do cartão de crédito de um titular falecido, é necessário entrar em contato com a administradora do cartão e solicitar informações sobre a existência de um seguro. Caso ele exista, parte ou o valor total da fatura poderá ser quitado. No entanto, caso contrário, o pagamento deve ser efetuado utilizando os recursos do espólio, que são retirados do patrimônio do falecido e não do bolso dos herdeiros, como explicamos.

Dívidas de impostos: IPVA e IPTU

No caso do pagamento de impostos como IPVA e IPTU, a obrigação de pagamento continua mesmo após o falecimento do proprietário. Se algum herdeiro residir no imóvel, a responsabilidade pelo pagamento do IPTU recai sobre ele até a realização da partilha e do inventário. No caso de um veículo, o procedimento é similar. Após a conclusão do inventário, o veículo pode ser transferido para a propriedade de um herdeiro, que passa a ser responsável pelos pagamentos das despesas.

Esses foram alguns exemplos para responder se as dívidas de um falecido prescrevem e qual é a responsabilidade dos herdeiros sobre elas. Agora, depois de verificar as dívidas existentes, é hora de regularizar a situação. Mesmo com todas as obrigações que vêm logo após o falecimento de um ente querido, é preciso também priorizar essa parte para que não se acumulem juros, taxas e novas cobranças.

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Os problemas financeiros mais comuns e como se livrar deles

É difícil conhecer alguém que não enfrenta nenhum tipo de problemas financeiros. Segundo o levantamento do Mapa da Inadimplência no Brasil de junho de 2023, feito pela Serasa, o país contava com 71,45 milhões de brasileiros nesta situação, cerca de 43,78% da população. São várias as situações que podem colocar o consumidor em endividamento. Hoje, vamos entender mais um pouco sobre alguns desses problemas financeiros e como você pode se livrar deles!

Mau uso do cartão de crédito

Quando empregado com prudência, o cartão de crédito pode se tornar um aliado valioso nas finanças, até mesmo contra os problemas financeiros. Essa modalidade de pagamento oferece a possibilidade de parcelar certas dívidas sem incorrer em juros, concedendo até 40 dias para quitar diversos tipos de despesas. Além disso, alguns cartões proporcionam benefícios como pontos para trocar por produtos, milhas e até mesmo cashback em compras.

No entanto, o problema surge quando o cartão de crédito cria a ilusão de um poder de compra inexistente. Quem não tem um bom planejamento financeiro pode acabar desorganizando o orçamento, principalmente ao fazer longas parcelas.

Outro erro é se deixar seduzir por promoções, justificando o gasto com a ideia de que o preço é atrativo e que a oportunidade é única. Mesmo que você não tenha dinheiro naquele momento, o cartão de crédito pode permitir que a compra aconteça, mesmo que você nem precise daquele produto, aumentando as chances de compras por impulso e agravando seus problemas financeiros.

Se você sabe que está caindo na armadilha do cartão de crédito, existem algumas alternativas a serem consideradas:

– \- Cancelar os cartões de crédito.

– \- Reduzir o limite disponível nesse método de pagamento.

– \- Utilizá-los com mais consciência.

Se optar pela terceira opção, é fundamental estabelecer regras, como definir limites de gastos, evitar levar o cartão sempre com você e resistir a parcelamentos longos. Para quem encontra dificuldades de controlar o uso do cartão de crédito, uma sugestão é utilizá-lo apenas para despesas especiais ou compra de itens de maior valor. Assim é possível evitar o acúmulo de pequenos gastos cotidianos no cartão, que, somados, podem comprometer o seu orçamento e gerar mais problemas financeiros.

Hábitos financeiros que não condizem com seu orçamento atual

À medida que a situação econômica do país se transforma e, frequentemente, até a realidade financeira de muitas famílias se alteram, é notável que muitos indivíduos teimam em preservar seus antigos padrões de consumo, que eram compatíveis com uma renda consideravelmente mais elevada.

Esse tipo de atitude pode ter consequências devastadoras e ocasionar muitos problemas financeiros. Torna-se indispensável adaptar os hábitos ao contexto presente, assumir o controle da situação e reavaliar os gastos. Considere ter uma conversa sincera com toda a família e explicar que é necessário que todos colaborem neste momento difícil. Juntos, vocês podem pensar em maneiras simples que podem gerar um grande impacto nas contas ao fim do mês. Isso nos leva ao próximo ponto!

Consumo em excesso

Quanto mais você gastar além de sua capacidade financeira, maior será o ônus que enfrentará. Atualmente, o marketing utiliza cada vez mais apelos emocionais para estimular desejos e a busca pela gratificação instantânea.

No entanto, é crucial lembrar que focar apenas no curto prazo pode prejudicar não apenas suas finanças, mas também sua saúde. Tornar-se financeira e fisicamente saudável requer esforço a longo prazo, o que significa resistir às tentações imediatas, sabendo que a recompensa futura trará resultados e satisfação muito maiores.

A chave para abandonar o hábito de consumo excessivo e evitar problemas financeiros está em ter uma compreensão clara de seus objetivos de vida e do caminho que deve seguir para alcançá-los. Ao definir o que é verdadeiramente importante para você e sua família, assim como o que precisa fazer (e o quanto precisa economizar) para atingir seus objetivos, fica mais fácil abrir mão de gastos supérfluos que não contribuem significativamente no médio e longo prazo.

Invista na sua educação financeira

Aprender melhor sobre como lidar com as finanças pessoais e usar o seu dinheiro de maneira inteligente e eficaz, através de cursos, mentorias e até mesmo livros, e conteúdos disponíveis online, pode te ajudar bastante a construir uma mentalidade que vai te ajudar a ficar longe dos problemas financeiros e a conquistar seus objetivos.

Esse é um investimento principalmente de tempo que você leva para a vida e que pode fazer a diferença para que você identifique erros que cometeu e não volte a repeti-los. Com a vida financeira em dia, sua mente fica mais tranquila para se preocupar com o que realmente importa!

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