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É verdade que toda dívida caduca em 5 anos

Seja por falta de educação financeira ou até mesmo por emergências, a inadimplência é uma realidade que atinge grande parte dos brasileiros, que possuem uma dúvida em comum: toda dívida caduca em 5 anos? Existem vários mitos acerca desse assunto, que pode afetar a sua saúde financeira, e até mesmo ter consequências na sua vida pessoal. Por isso, hoje vamos esclarecer todas as informações que você precisa saber sobre dívida caduca, incluindo seus deveres e direitos. Continue lendo!

O que é “dívida caduca?”

O Código de Defesa do Consumidor e o Código Civil Brasileiro estabelecem que após 5 anos, a maioria das dívidas caducam, incluindo as que foram feitas com cartões de crédito e contraídas de instituições financeiras. Depois desse prazo, os credores não podem mais cobrar as dívidas por vias judiciais, nem manter os nomes dos clientes dos Serviços de Proteção ao Crédito, como o SPC e Serasa. Além disso, dívidas caducas não influenciam mais na pontuação de crédito do consumidor.

No entanto, isso não significa que a dívida parou de existir, nem que você não precisa mais pagá-la, uma vez que pode continuar sofrendo consequências na sua vida financeira e pessoal por causa dos pagamentos que não foram feitos. Entenda melhor a seguir.

A dívida caduca deixa de existir?

Muitos consumidores tendem a acreditar que, após cinco anos, a dívida deixa de existir, mas não é isso que acontece. Apesar do nome do devedor ser retirado dos serviços de proteção ao crédito depois que a dívida caduca, ela ainda pode continuar em aberto nos sistemas dos credores, com os juros sendo cobrados normalmente de acordo com o contrato firmado.

Outra questão é que os bancos conseguem acessar o seu histórico no Sistema de Informações de Créditos, do Banco Central. Isso pode interferir bastante na hora de solicitar novos créditos em instituições bancárias, como empréstimos e financiamentos.

É importante lembrar que: caso o banco entre com uma ação judicial pela dívida, o período de prescrição de dívida de cinco anos deixa de valer. Nesse caso, o tempo da tramitação do processo é o que passa a contar, mesmo que a Justiça seja acionada pela empresa em que você está devendo até um dia antes do fim do prazo para que a dívida se torne caduca. Nesse processo, é o Juiz quem determina a forma de pagamento da dívida, que pode incluir penhora de bens e congelamento de contas do devedor.

O banco pode continuar me cobrando pela dívida caduca?

A cobrança de dívida após 5 anos é permitida, mesmo que ela esteja caduca ou prescrita. No entanto, é importante informar que as ligações excessivas são ilegais, e, inclusive, vedadas por Lei, conforme o Código de Defesa do Consumidor. Desta forma, nenhuma cobrança de dívida pode expor o devedor ao ridículo, nem submetê-lo a qualquer constrangimento ou ameaça.

Caso isso aconteça com você, é indicado procurar um advogado, que poderá te ajudar a entrar com uma ação na justiça para pedir danos morais pelos prejuízos que você teve com a cobrança abusiva.

Não preciso pagar a dívida caduca após 5 anos?

É importante lembrar que, mesmo após o período de 5 anos estipulado para a dívida se tornar caduca, você ainda pode ter sua vida financeira prejudicada por estar devendo. Isso sem contar que as instituições credoras costumam ter profissionais específicos para a cobrança, por isso, geralmente não deixam que chegue o dia da prescrição da dívida sem entrar em contato com os devedores. Quanto maior for o valor devido, é mais provável ainda que isso ocorra.

Outro ponto importante é que quando se trata de dívidas maiores, geralmente existe uma hipoteca/penhora de bens ou obrigação de fornecer garantias bancárias. Desta forma, é mais provável que os bens sejam penhorados e hipotecados com juros do que a dívida se torne prescrita.

Ou seja, a melhor opção para sua saúde financeira é ter um bom planejamento e pagar as contas em dia, ao invés de esperar 5 anos para a dívida caducar! Também vale a pena entrar em contato com o credor para chegar a um acordo e quitar os valores em uma negociação que beneficiará ambas as partes.

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Como acabar com as dívidas em 5 passos

Acabar com as dívidas é um dos principais objetivos de muita gente! Calcula-se que 8 em cada 10 famílias no Brasil estão endividadas, de acordo com dados recentes do levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Em agosto de 2022, o Serasa divulgou que o valor dessas dívidas é superior a R$ 289 bilhões – dos quais, 28% estão relacionados a pendências com bancos e cartões de crédito.

A verdade é que não existe segredo para acabar com as dívidas! Seja qual for o motivo ou valor delas, serão necessárias muita organização, disciplina e força de vontade. É preciso ter em mente que você tem o poder de mudar essa situação e que poderá colher frutos valiosos para sua vida financeira e pessoal, caso seja capaz de se comprometer em quitar suas pendências. Confira nossas dicas para acabar com as dívidas e recomeçar!

Organize seu orçamento mensal e corte gastos

O primeiro passo para reestruturar suas finanças pessoais e acabar com as dívidas é organizar o seu orçamento mensal. A melhor forma de começar é anotando dados básicos sobre a sua vida financeira:

– Quais são os seus gastos fixos; – Quais são os seus gastos variáveis; – O quanto você ganha por mês.

Nessa lista, vale incluir suas compras, lazer, mensalidades de cursos, academia e tudo que você lembrar. Você pode fazer isso em uma planilha, em um app de finanças e até mesmo com papel e caneta. Vale apostar na forma que for mais fácil para você e que acha que será capaz de manter atualizada com frequência.

Ter consciência desses gastos é um primeiro passo essencial para decidir onde as mudanças devem ser feitas e quais cortes são possíveis. Tenha em mente que mesmo os pequenos valores podem fazer a diferença no final para acabar com as dívidas!

Estabeleça metas a serem cumpridas

Seja qual for o objetivo que te levou a querer acabar com as dívidas, como a futura compra de um imóvel próprio ou porque está cansado de toda a preocupação resultante da inadimplência, é importante ter uma motivação que te manterá sempre empenhado a manter as contas em dia.

Por isso, anote em uma lista os seus objetivos e os benefícios que você enxerga como consequência de controlar suas finanças melhor** e tenha isso como um lembrete do porquê você está fazendo esse esforço!

Negocie suas dívidas com o credor

Já está ciente da existência de uma pendência financeira e quer acabar com as dívidas? Ficar parado não é a melhor solução, por isso tenha iniciativa e procure a instituição credora, levando uma proposta de negociação. O ideal é fazer isso o quanto antes, mostrando seu interesse em cuidar da sua vida financeira e cumprir com seus compromissos. Essa atitude pode fortalecer seu relacionamento com o banco e te ajudar a fechar um negócio com ótimas condições de pagamento.

Não é preciso se sentir desconfortável na hora de expressar a necessidade de uma negociação com a instituição financeira. Eles já estão acostumados com essa situação e vão perceber que se você tem interesse em limpar seu nome e se livrar das pendências existentes, é um bom cliente! Mas não esqueça: só aceite o negócio se as condições oferecidas forem favoráveis à sua realidade financeira.

Tenha uma fonte de renda extra, mesmo que temporária

Algo que pode ajudar bastante na missão de acabar com as dívidas, é arranjar uma fonte de renda extra, mesmo que temporária. Uma dica é transformar algo que você considera um hobbie, como uma habilidade especial que você tem, em uma atividade remunerada. Alguns exemplos são: dar aulas de um assunto que você domina, vender algo que você sabe fazer bem ou até mesmo conseguir um trabalho freelancer temporário até colocar suas contas em dia. Quem sabe depois isso não se torna um negócio lucrativo?

Comece a criar sua reserva de emergência

Além de ter um orçamento mensal bem organizado, possuir uma reserva de emergência vai ser essencial para acabar com as dívidas e não se ver mais nessa situação a longo prazo. O recomendado é poupar de 15% a 30% do seu salário para formar a sua reserva. Dessa forma, caso ocorra algum problema que te pegue desprevenido, como um defeito no carro ou gastos com saúde, você não tem o seu orçamento prejudicado.

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Dicas para regularizar dívidas e limpar seu nome

Sabemos o quanto ter o nome sujo pode ser uma dor de cabeça que atrapalha seus projetos financeiros e pessoais. O post de hoje é para quem quer regularizar as dívidas e limpar o nome a fim de ter uma vida mais tranquila e organizada financeiramente.

Vamos te explicar melhor sobre os cuidados que você deve tomar para quitar suas pendências, pois muitas propostas que podem parecer tentadoras costumam aparecer nesses casos. Além disso, vamos te mostrar como colocar as finanças em ordem para sair dessa situação. Continue lendo!

Primeiro, verifique a situação atual das suas dívidas e do seu nome

Para regularizar suas dívidas, primeiro você precisa entender melhor todos os valores que deve e descobrir se está com o nome sujo por causa de alguma inadimplência. Na maioria das vezes, a empresa credora costuma enviar um e-mail, telefonema ou SMS informando que o seu nome será negativado, ou seja, incluso nos cadastros de proteção ao crédito, a partir de determinada data.

Porém, pode ser que você não receba um aviso e esteja com o nome sujo sem ao menos saber, porque esqueceu de pagar alguma conta ou até mesmo indevidamente. Por isso, é importante checar se não há restrições em seu CPF de tempo em tempo, seja para regularizar as dívidas pendentes ou até para correr atrás dos seus direitos, se tiver certeza de que está com todos os pagamentos em dia e puder provar isso.

Tome cuidado com as facilidades para regularizar suas dívidas

Muitas empresas querem se aproveitar dos endividados, que já estão em uma situação difícil e dispostos a aceitar condições que nem todos aceitariam normalmente. Dessa forma, é preciso manter a calma e ficar atento para avaliar todas as alternativas com cuidado, antes de tomar uma decisão, assim você não acaba em uma situação pior ainda.

Uma das opções para regularizar dívidas existentes no mercado é pegar um empréstimo com instituições que oferecem crédito, mesmo para quem está com o nome sujo. No entanto, é necessário verificar com atenção se você não está trocando uma dívida por outra ainda mais cara. Isso só vai valer a pena, se a nova proposta tiver juros e um valor total menor do que o crédito inadimplente que você já possui.

É comum que essas instituições financeiras ofereçam prazos maiores de pagamento, com parcelas menores, que cabem no bolso do endividado que quer regularizar suas dívidas. Porém, mesmo que à primeira vista, essa solução possa parecer boa, é válido lembrar que quanto mais longo o empréstimo, maiores os juros a serem pagos. Ou seja, no final, você acaba pagando mais do que devia inicialmente.

Seja qual for sua escolha, como um empréstimo ou uma negociação com o banco, é fundamental estar atento, entender e registrar cada ponto do que foi acordado para regularizar a dívida. Para se precaver, o consumidor deve exigir que, no acordo, haja uma descrição detalhada dos valores que devem ser quitados, dos prazos para sua realização e do que acontece, caso o contrato não seja cumprido. Se precisar de ajuda, não hesite em perguntar a um funcionário ou até mesmo a um profissional da sua confiança!

Seja pró-ativo para regularizar as dívidas

Já está ciente da existência de uma pendência financeira? Ficar parado não é a melhor solução, por isso tenha iniciativa e procure a instituição para regularizar suas dívidas, levando uma proposta de negociação. O ideal é fazer isso o quanto antes, mostrando seu interesse em cuidar da sua vida financeira e cumprir com seus compromissos. Essa atitude pode fortalecer seu relacionamento com o credor e te ajudar a fechar um negócio com ótimas condições de pagamento.

Tenha em mente que você não pode ficar esperando que o banco traga soluções para regularizar sua dívida, afinal o interesse em limpar o nome deve ser seu. Por isso, proponha soluções que caibam no seu orçamento e explique como é a sua realidade atual, demonstrando que você tem o desejo de quitar os seus débitos, mas que para isso acontecer, precisa que algumas condições sejam oferecidas.

Vale ressaltar: quando conseguir regularizar suas dívidas, tenha cuidado com o seu orçamento para não se colocar nessa situação novamente. Uma vida financeira tranquila depende de esforço, organização e disciplina!

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O credor tem acesso ao histórico de dívidas mesmo com o nome limpo

Muitos dos endividados costumam se preocupar com o nome sujo, ou seja, quando o consumidor é inscrito nos Serviços de Proteção ao Crédito após um determinado período de inadimplência. Afinal, isso pode acarretar em diversas consequências para a vida financeira e pessoal de quem deve. No entanto, o que a maioria não sabe é que mesmo quitando as dívidas ou após a prescrição delas, seus problemas não acabam por aí. Isso porque as instituições bancárias têm acesso ao histórico de dívidas, mesmo que o cliente esteja com o nome limpo. Esse é o assunto do nosso artigo de hoje, confira a seguir!

O banco pode negar crédito depois que eu limpar meu nome?

Mesmo que você já tenha pago todas as suas dívidas e esteja com as finanças em ordem e o nome limpo, os bancos ainda assim podem te negar qualquer crédito por quanto tempo eles quiserem. Isso porque os bancos fazem sua própria lista de pessoas que já foram inadimplentes e podem ser maus pagadores, com base no histórico do consumidor, obtido por meio do sistema do Banco Central. Dessa forma, eles possuem acesso ao histórico de dívidas, mesmo de quem está com o nome limpo.

O Banco Central esclarece que o seu Serviço de Informações de Crédito não é uma ferramenta restritiva, mas as instituições financeiras utilizam esses dados para montar seus próprios cadastros nativos, onde os clientes daquela lista são pessoas que já deveram e, por isso, consideram que elas têm menos chance de cumprir com suas obrigações financeiras.

Dificuldades para a vida dos consumidores

Esse acesso ao histórico de dívidas mesmo de quem tem o nome limpo pode resultar em uma série de consequências para a vida financeira e pessoal do consumidor. Isso porque os bancos podem negar acesso a diversos tipos de crédito, como empréstimos e financiamentos, para o resto da vida de quem já deveu um dia.

Por isso é importante ter um bom planejamento financeiro. As maiores instituições de proteção ao crédito, Boa Vista SCPC, Serasa e SPC Brasil, contam com ferramentas onde você pode consultar o seu CPF de graça e verificar se você tem alguma irregularidade em aberto. Se você descobrir que está com o nome sujo, procure quitar as dívidas o quanto antes.

Outro fator que o banco pode considerar na hora de consultar o histórico de dívidas de quem tem o nome limpo é o score do consumidor, uma pontuação que indica se a pessoa tem um bom histórico de pagamentos. Se o seu score é acima de 700, você é considerado um bom pagador. Já se o seu score é até 300, o banco interpreta que você tem alto nível de inadimplência.

Então, como fazer para conseguir crédito?

Como explicamos, o acesso ao histórico de dívidas mesmo de quem tem o nome limpo, pode tornar o acesso ao crédito um desafio, até se sua vida financeira estiver em ordem atualmente. Por isso, aqui vão algumas dicas que podem te ajudar a conquistar a confiança do credor.

Comprove sua renda

A análise feita pelo banco tem o objetivo de diminuir as chances de que ele acabe saindo no prejuízo em decorrência da falta de pagamento do consumidor. Comprovando sua renda, você pode mostrar que tem condições de arcar com crédito que deseja obter posteriormente. Muitas vezes a instituição bancária pode ter informações desatualizadas, por isso é interessante conversar sobre sua situação financeira atual.

Espere um pouco depois de limpar seu nome

Não adianta pedir crédito logo após sair da inadimplência. O ideal é esperar alguns meses para fazer a solicitação e manter suas contas em dia durante esse período, com organização e disciplina para não acabar endividado novamente.

Faça os pagamentos em dia

É importante criar novos padrões de consumo para os sistemas que monitoram seus hábitos financeiros. Por isso, fique atento à pontualidade dos seus pagamentos e evite atrasos.

Solicite crédito moderadamente

Se você pediu crédito há pouco tempo, o mais indicado é esperar um pouco antes de fazer uma nova solicitação, assim você aumenta as chances de que ela seja aceita.

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Como sair das dívidas rapidamente

Viver endividado traz uma série de prejuízos para sua vida financeira, que refletem até mesmo na sua vida pessoal também. Imprevistos acontecem, mas a maioria das dívidas pode ser evitada com planejamento e disciplina. Se você já está inadimplente e quer saber como sair das dívidas rapidamente para ficar com a cabeça tranquila e recomeçar, confira o artigo que preparamos com dicas práticas que vão te ajudar a recuperar o controle sobre suas finanças!

Primeiro passo: entenda suas dívidas

Saber o atual status da sua situação financeira com detalhes é essencial para planejar quais medidas deve tomar para sair das dívidas rapidamente! Por isso, anote todas as suas dívidas, acompanhadas de seus montantes, incluindo os juros e outras taxas, desde quando estão atrasadas, além de outras informações que julgar pertinente. Com este panorama geral, é possível visualizar quais pendências estão sendo mais custosas e devem ser priorizadas na hora de quitar as dívidas.

Organize o seu orçamento

Sair das dívidas rapidamente sem ter um orçamento organizado é praticamente impossível! Hoje, você pode contar com o auxílio de diversas ferramentas para organizar, seus gastos, ganhos e ver o que pode mudar, além do quanto está disponível para quitar suas pendências. É possível fazer isso com aplicativos, planilhas e até mesmo os tradicionais papel e caneta. O importante é ter a disciplina de manter os dados sempre atualizados e checar o orçamento com uma frequência determinada. Então, escolha a forma com a qual você irá se adaptar melhor.

Corte gastos desnecessários

Depois de organizar seu orçamento, é hora de partir para a ação para sair das dívidas rapidamente. Visualizando seus gastos, dá para observar em quais áreas você pode fazer cortes, substituições e gastar menos. É importante lembrar que mesmo pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença no fim do mês, como lembrar de desligar as luzes quando não houver necessidade de mantê-las acesas, se organizar para levar marmitas de casa, ao invés de comer em restaurantes e cancelar a assinatura daquele serviço de streaming que você não usa tanto.

Tenha uma fonte de renda extra

Quando estabelecemos um objetivo, como sair das dívidas rapidamente, é preciso lembrar que até isso acontecer, será necessário fazer algumas renúncias e escolhas difíceis. Mas tendo em mente que isso é apenas uma fase, fica mais fácil passar por ela e sentir a recompensa de ter cumprido sua meta, no final!

Algo que pode ajudar bastante na missão de sair das dívidas rapidamente, é arranjar uma fonte de renda extra, mesmo que temporária. Uma dica é transformar algo que você considera um hobbie, como uma habilidade especial que você tem, em uma atividade remunerada. Alguns exemplos são: dar aulas de um assunto que você domina, vender algo que você sabe fazer bem ou até mesmo conseguir um trabalho freelancer temporário até colocar suas contas em dia.

Negocie com seus credores

Mostrar interesse em sair das dívidas rapidamente é o primeiro passo para conseguir melhores condições com o credor para quitar seus débitos. Quando analisar seu orçamento e descobrir quais valores seriam realistas para você conseguir fazer os pagamentos que deve, procure a instituição credora, explique sua atual situação e faça uma proposta com novos valores e condições de pagamento.

Depois de explicar a sua realidade financeira, você também pode pedir para que o credor proponha um novo contrato com condições facilitadas. O importante é tirar todas as suas dúvidas e ter certeza de que está fechando um bom negócio. Afinal, de nada adianta acabar com um problema maior ainda em suas mãos.

Por último, passe a controlar seus gastos! Tudo isso deve funcionar como uma lição para que as dívidas não se repitam e você tenha uma saúde financeira muito melhor. O ideal é ter um fundo de emergência para as situações sobre as quais não temos controle, além de planejar bem para onde vai tudo que você ganha.

Se você tem dificuldade, pode investir na sua educação financeira, com livros, mentorias e até mesmo conteúdos gratuitos na internet. O importante é querer aprender e viver uma vida diferente da que você tinha quando estava endividado. Temos certeza que você irá perceber que todo esforço é recompensador e vale muito a pena!

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Como fazer o controle de finanças pessoais?

Ter um bom controle de finanças pessoais é a ferramenta que vai te ajudar a realizar os seus objetivos e planejar um futuro tranquilo, com a vida financeira controlada e toda a liberdade que você sempre sonhou. Além disso, planejar-se é fundamental para não vivermos reféns do dinheiro, trabalhando mais para pagar mais custos que muitas vezes não cabem no orçamento.

Já viu como o controle de finanças pode mudar sua vida, né? Então continue lendo e saiba como fazer essa mudança e começar a organizar seus gastos e ganhos da melhor forma!

Antes de começar, estabeleça um objetivo

O que te levou a querer realizar o controle de finanças pessoais? O sonho de uma viagem? Comprar um grande bem? Ou simplesmente porque você quer poder dormir tranquilo sabendo que suas dívidas estão sob controle? Anote em uma lista os seus objetivos e os benefícios que você enxerga como consequência do controle de finanças e tenha isso como um lembrete e uma motivação do porquê você está fazendo esse esforço!

Organize o seu orçamento

Quando o assunto é controle de finanças, para que qualquer mudança ocorra, o primeiro passo é conhecer bem a situação atual. Sabendo mais sobre o cenário atual da sua vida financeira, fica mais fácil entender quais medidas devem ser tomadas para atingir as metas que você possui e se livrar do que está te prejudicando.

Para isso, nossa primeira dica é iniciar a prática de registrar o seu orçamento, ou seja, organizar o quanto você ganha, o quanto gasta e avaliar como o seu dinheiro poderia ser empregado de maneira mais proveitosa e estratégica. É importante classificar seus gastos entre os que são variáveis, os essenciais e os supérfluos, assim é possível ter um panorama mais amplo do que é possível mudar.

Você pode realizar essa etapa do controle de finanças pessoais de diversas formas: com papel e caneta, com o auxílio de uma planilha no computador e até mesmo de um app criado para isso. O importante é manter o orçamento sempre atualizado e dedicar um tempo da sua semana à análise dele.

Negocie suas dívidas para recomeçar

Organizar as pendências existentes é outro passo essencial para ter controle de suas finanças pessoais. De início, faça um levantamento de todas as suas dívidas, registrando todos os valores que deve, tanto os que estão em dia, quanto os que estão com o pagamento atrasado, incluindo as taxas de juros.

Assim será possível visualizar quais são as suas prioridades e quais dívidas devem ser quitadas primeiro. Mesmo que pareça impossível a princípio, lembre-se que ignorar o problema nunca será a melhor escolha. Por isso, anote tudo e tente negociar as melhores condições para cada dívida com os credores. Sem dívidas, será mais fácil se organizar e reconquistar sua liberdade financeira.

Corte gastos desnecessários

Depois de organizar seus ganhos e gastos, vai conseguir visualizar o que é supérfluo e pode ser cortado do seu planejamento financeiro para ter mais controle das suas finanças. Essa etapa é fundamental pois o dinheiro que seria destinado aos gastos desnecessários pode ser direcionado ao pagamento das dívidas e até mesmo a uma reserva de emergência, assunto do próximo tópico.

Além disso, atitudes simples podem fazer a diferença no seu orçamento e te ajudar a reduzir os gastos, como apagar as luzes desnecessárias, colocar o chuveiro na posição verão no período de calor, optar por alimentos da estação na feira, entre outros.

Poupe e crie a sua reserva para emergências

Gastos não planejados podem desorganizar todo o seu controle de finanças. Por isso, é necessário sempre ter uma reserva de dinheiro, investindo nela mensalmente para evitar futuras inadimplências, no caso de um imprevisto. Tenha em mente que quanto mais se dedicar a esse tipo de economia, menos chances terá de se endividar no futuro.

Procure educação financeira e mantenha o controle de finanças

Com a internet, ter acesso à educação financeira ficou muito mais fácil por meio de artigos, blogs, livros, canais do YouTube, cursos, palestras, entre diversas outras maneiras. Quanto mais você se dedicar a aprender, mais fácil vai ficar fazer o controle de finanças e ainda mais importante: não cair nas dívidas novamente. Comece agora e colha os frutos das nossas dicas!

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Como fazer parcelamento de dívidas do MEI?

Gerir um negócio não é nada fácil e quando você tem uma microempresa pode ser a sua primeira vez realizando essa tarefa, uma das razões pelas quais muitos se perguntam como fazer parcelamento de dívidas do MEI. Isso porque muitos microempreendedores acabam em uma situação complicada, com dívidas que não conseguem ser cobertas pelos ganhos da empresa, principalmente quando as contas do negócio se confundem com os encargos do orçamento pessoal.

Mas se você tem pendências financeiras relacionadas ao DAS mensal, é possível resolver o problema de forma prática, sem deixar que isso afete suas finanças e tire o seu sono toda noite! O processo para parcelar dívidas do MEI é rápido e super prático. Continue lendo o artigo de hoje e saiba como prosseguir!

Negociar e parcelar DAS MEI

Mensalmente, quem é MEI, precisa contribuir com um valor pagando o DAS (Documento Único de Arrecadação), que funciona como uma espécie de “boleto” gerado pelo sistema do governo, destinado ao pagamento de impostos.

No entanto, muitos microempreendedores enfrentam dificuldades financeiras para arcar com esses valores e até mesmo esquecem de efetuar o pagamento mensal. Nessas situações, para evitar todas as consequências da inadimplência, é possível parcelar os débitos vencidos, o que é permitido para quem tem mais de 12 boletos DAS atrasados.

O que acontece se eu não pagar as dívidas do MEI?

Quando um MEI não entrega sua declaração anual DASN-MEI ou deixa de fazer o pagamento de qualquer contribuição por dois anos, ele tem seu CNPJ cancelado. Mas ao contrário do que muitos pensam, isso não quer dizer que a dívida desaparece com o cancelamento. Pelo contrário, ela continua vinculada ao nome do MEI inadimplente, rendendo juros e taxas devido ao atraso.

Além disso, uma vez que o CNPJ é cancelado, a dívida ativa passa automaticamente para o CPF do MEI devedor. Dessa forma, você perde o direito ao crédito e a linhas de financiamento, prejudicando o dia a dia da pessoa física responsável pelo MEI. Por isso, fazer o parcelamento de dívidas do MEI é uma alternativa que deve ser considerada antes que isso aconteça!

Como parcelar a dívida do MEI

É possível fazer o parcelamento das dívidas do MEI por meio da declaração anual (DASN) no Portal do Empreendedor. Para isso é só acessar a conta no portal. A negociação irá juntar todas as dívidas atuais, atualizadas com os devidos acréscimos legais até a data do pagamento da primeira parcela. É possível parcelar a dívida MEI em até 60 vezes, mas a parcela mínima é de R$50,00.

Para que seu pedido seja aprovado, é preciso efetuar o pagamento da primeira parcela e é importante ressaltar que só é permitido fazer uma negociação de parcelamento por ano-calendário. O processo é simples e pode ser feito de forma digital, conforme os passos a seguir:

1\. Acesse o Portal do Simples Nacional.

2\. Emita um DAS com o valor pendente.

3\. Selecione o parcelamento que deseja.

4\. O CNPJ será liberado a partir do pagamento e processamento da dívida.

No entanto, se os débitos do MEI já estiverem pendentes por mais de 12 meses, será necessário fazer o seguinte:

– Acesse o site do Simples Nacional; – Em Simei Serviço, clique na opção Parcelamento; – Em Serviços Disponíveis vá até Parcelamento — Microempreendedor Individual, se não possui certificado digital, clique na chavinha em Código de Acesso; – Insira o número de CNPJ e o código de acesso (se não o possuir, poderá emitir na hora); – Prossiga e agora clique em Pedido de Parcelamento; – Se existir aprovação de parcelamento, aparecerá as opções de parcelamento na tela seguinte; – Leia as condições e, se concordar, confirme; – Uma vez confirmado o parcelamento, baixe o boleto da primeira parcela e efetue o pagamento.

O prazo para pagamento da primeira parcela geralmente é de 2 dias úteis. Caso não seja feito o pagamento, o acordo de parcelamento de dívidas do MEI será cancelado automaticamente. Para não esquecer de pagar as parcelas e, assim, manter sua vida financeira em ordem, é possível programar os pagamentos através do débito automático em sua conta bancária. Essa função pode ser muito útil para você colocar as contas em dia e reorganizar suas finanças, então faça o que for possível para cumprir com os pagamentos!

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Contrato de confissão de dívida: o que é

O nome pode assustar principalmente quem está inadimplente, mas o contrato de confissão de dívida é na verdade algo que vem para ajudar ambas as partes, tanto o devedor, quanto o credor. Assumir a dívida, especialmente se você enfrenta dificuldades financeiras, não é prejudicial como parece. Pouca gente sabe a verdadeira utilidade do contrato de confissão de dívida e os benefícios por trás dele, informações que viemos te ajudar a entender.

Conhecer melhor como funciona essa ferramenta é algo fundamental para toda a população, sendo extremamente útil até mesmo para te ajudar a se ver livre das dívidas um dia, e para diversas situações. Continue lendo e saiba mais sobre o que é o contrato de confissão de dívida e como ele pode te beneficiar!

Como funciona o contrato de confissão de dívida?

O contrato de confissão de dívida é um termo firmado entre duas ou mais partes que dá ao credor uma garantia legal para o pagamento do valor devido pela outra parte. Tanto devedor, quanto credor têm direitos e deveres detalhados no contrato.

Ele funciona como um instrumento jurídico que formaliza uma promessa de pagamento para o credor e que permite a execução da dívida em caso de não pagamento, além disso o contrato de confissão de dívida está previsto, inclusive, pela lei brasileira (Artigo 784 do Código Civil de 2002) como sendo um título extrajudicial.

Isso significa que este tipo de contrato, mesmo sendo um documento gerado fora do contexto da Justiça, é capaz de demonstrar a existência de determinada relação, neste caso, uma dívida. Dessa forma, é possível que o processo corra mais rápido, considerando que o credor pode somente apresentar o contrato de confissão de dívida e o juiz ordenar o pronto pagamento do valor devido.

Para que serve o contrato de confissão de dívida

O principal objetivo do contrato de confissão de dívida é que o devedor reconheça a existência de uma dívida específica que mantém com a outra parte. Além disso, com a função de título executivo extrajudicial, como explicamos, o termo registra um acordo entre as partes para que se faça a quitação da dívida, estabelecendo os prazos, as condições de pagamento e as consequências, caso não ocorra a quitação dos débitos segundo as regras previstas no contrato de confissão de dívida.

Assim, esse instrumento garante ao credor a formalização da dívida gerada pelo negócio entre as partes, facilitando uma ação contra o inadimplente em caso de incumprimento do acordo, dando mais segurança ao negócio. Além disso, o contrato de confissão de dívida acelera a cobrança da dívida, já que a validade legal desse instrumento permite ações de execução sem que o processo de conhecimento da dívida seja necessário.

Portanto, a função do contrato de confissão de dívida é fornecer segurança para os credores e os devedores. Isso porque no documento, serão escritos e formalizados todos os detalhes da dívida e de como deverá ocorrer o pagamento, assegurando ao credor que o valor devido será pago e que a quantia não pode ser contestada ou negada.

Requisitos de validade da confissão de dívida

Para que o contrato de confissão de dívida seja válido legalmente, alguns itens são imprescindíveis, conforme listamos a seguir:

– data de assinatura; – identificação completa das partes (nomes, data de nascimento, endereços etc.); – valor do débito; – data prevista para quitação da dívida; – termos de garantia, quando houver; – juros e correção monetária previstos; – multa prevista em caso de inadimplência; – condição de antecipação das parcelas a vencer, em caso de quebra do acordo; – foro, de preferência a comarca do credor; – garantias utilizadas, se houver (fiador, hipoteca de bem imóvel, etc.); – registro em Cartório de Títulos e Documentos (não é obrigatório, mas é recomendado); – assinatura de pelo menos duas testemunhas.

Quais cuidados tomar ao confessar uma dívida?

Além de verificar se todos os itens acima constam no contrato de confissão de dívida, é preciso ler com atenção todo o termo para confirmar os valores, as condições e questionar o que você não entender, até mesmo com a ajuda de um especialista.

Depois de assinar este compromisso, busque fazer um planejamento financeiro! Essa parte é fundamental para você cumprir, de fato, com a sua obrigação e se livrar das dívidas de uma vez. Lembre-se que o descumprimento do termo pode levar a um processo judicial com consequências piores para sua vida financeira, por isso ter organização nessa hora é muito importante.

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O banco vendeu minha dívida: o que fazer agora

Quando você tem pendências financeiras, principalmente se elas tiverem valores consideráveis, é comum, depois de algum tempo em inadimplência, que você seja notificado de que o banco vendeu sua dívida. Você pode ficar assustado à princípio, mas esse processo é mais normal do que você imagina e, na prática, não traz nenhum prejuízo para você. No post de hoje, vamos te explicar o que fazer se o banco vendeu sua dívida e como você pode aproveitar a situação para acertar suas contas e recuperar sua saúde financeira!

O banco vendeu a minha dívida: por que isso acontece?

Quando você faz uma dívida com o banco e por algum motivo não consegue pagar, é provável que comece a receber cobranças, inicialmente, da própria instituição financeira da qual você contratou o crédito. Depois que ela já tiver realizado várias tentativas de reaver o dinheiro sem sucesso, é possível que o banco venda sua dívida para empresas especialistas na aquisição e cobrança de carteiras de créditos vencidos.

Esse processo de cessão de crédito é conhecido também como “Venda de Dívidas a Terceiros”. Você pode até se perguntar: mas por que uma empresa iria querer adquirir uma dívida? Funciona assim: as companhias compram o débito do cliente com o banco por um valor bem abaixo da dívida real e passam a ser a responsáveis pelo recebimento.

Por serem especializadas neste tipo de cobrança, elas criam uma estratégia para te incentivar a quitar a dívida e o valor que você paga, geralmente com uma diferença do que foi pago na compra, não é mais do banco, e sim dessa empresa.

Para o banco, não vale a pena perder tempo em atividades que envolvam o desgaste e o prejuízo com cobranças, pois essa não é a atividade principal que eles realizam. Dessa forma, vendendo contratos de dívida para empresas terceirizadas e especializadas em cobrança, eles não ficam no prejuízo e podem se dedicar a outras atividades mais lucrativas, que têm a ver com seu real propósito.

Quais são as condições para que isso ocorra?

A venda de dívidas de um cliente é uma ação legal, prevista no Código Civil brasileiro, na Lei 10.406, de janeiro de 2002. Uma das condições para que isso aconteça é que o cliente esteja ciente disso. O Art. 286 define:

“O credor pode ceder o seu crédito, se a isso não se opuser a natureza da obrigação, a lei, ou a convenção com o devedor; a cláusula proibitiva da cessão não poderá ser oposta ao cessionário de boa-fé, se não constar do instrumento da obrigação”.

Isso quer dizer que a possibilidade da venda da dívida, caso você não cumpra com os pagamentos, deve estar prevista desde o início do contrato de serviço entre cliente e banco. O que vale para qualquer tipo de contratação: empréstimo, cartão de crédito, cheque especial, venda de seguros e outros serviços financeiros.

Por essa razão, é imprescindível ler o contrato com o banco atentamente antes de assinar e tirar todas as suas dúvidas. Assim é possível entender os seus direitos em caso de inadimplência e concluir se a contratação daquele crédito é realmente vantajosa para você. Além disso, a lei exige que o cliente seja notificado quando o banco vender a dívida, conforme o Código Civil,

“Art. 290. A cessão do crédito não tem eficácia em relação ao devedor, senão quando a este notificada; mas por notificado se tem o devedor que, em escrito público ou particular, se declarou ciente da cessão feita”.

No entanto, não é necessário que o cliente autorize a venda da dívida bancária a terceiros. Se essa informação já estiver prevista no contrato de serviços, conforme falamos, basta ele ser notificado e o processo já pode ser realizado.

Essa poder ser uma oportunidade de quitar suas dívidas

Na prática, a venda da dívida não pode te trazer nenhum prejuízo. As condições acordadas no contrato original se mantêm e, caso você identifique alguma cobrança abusiva, incluindo valores que não foram previstos inicialmente, deve entrar em contato com a instituição financeira que está te cobrando e, se necessário, acionar a justiça.

Para quem quer quitar as dívidas e reorganizar as finanças, essa acaba sendo uma boa oportunidade para negociar com grande redução nas taxas de juros, bons prazos e parcelamentos. Isso porque as empresas especialistas em cobrança costumam oferecer mais flexibilidade e facilidades para o pagamento das dívidas.

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Como funciona um financiamento: entenda tudo sobre o assunto

A maioria dos nossos objetivos de vida requer planejamento, incluindo financeiro. Juntar uma grande quantia pode ser algo bem desafiador, principalmente para quem já tem diversos outros compromissos a cumprir com o seu salário. Por isso, o financiamento entra como uma opção para quem quer adquirir um bem de valor, mas não possui recursos para pagar tudo à vista. Acha que essa solução pode te ajudar? Confira como funciona um financiamento e saiba como pedir um ao banco!

O que é o financiamento

O financiamento funciona como uma antecipação de crédito. Ele é firmado por meio de um contrato entre quem precisa de uma quantidade específica de dinheiro (que pode ser uma pessoa física ou jurídica) e uma instituição financeira capaz de fornecê-lo (geralmente bancos e cooperativas). Essa modalidade de crédito é usada para fins específicos, como a aquisição de um imóvel ou de um veículo.

Com o valor recebido, quem opta pelo financiamento consegue adquirir bens de alto valor com condições facilitadas de pagamento. A pessoa vai quitando sua dívida aos poucos, em prestações acrescidas de juros e outras taxas.

No financiamento,** o bem que é adquirido com o dinheiro cedido é a garantia do negócio. Dessa forma, se o cliente atrasar as parcelas ou não fizer os pagamentos devidos, o que foi comprado pode ser tomado pela instituição credora e até mesmo ir a leilão.

Modalidades de juros do financiamento

O financiamento é uma ótima opção para quem deseja realizar um projeto ou adquirir um bem agora, mas não tem dinheiro para a compra à vista. O crédito antecipado possibilita utilizar o bem adquirido antes de terminar o pagamento.

Geralmente, esse tipo de crédito segue uma destas duas tabelas: a Price e a SAC. Estes termos indicam o tipo de financiamento do ponto de vista das parcelas. No SAC, as prestações são mais altas no início e menores no final, porque há amortização mensal do valor financiado. Já na tabela Price, as parcelas começam mais baixas, mas são fixas durante todo o período de financiamento.

Sabendo como funciona um financiamento, você não corre o risco de se deparar com uma taxa extra ou um valor que não estava programado para pagar e acabar comprometendo o seu orçamento.

Qual é a diferença entre financiamento e empréstimo

Na hora de entender como funciona um financiamento, é comum surgir uma dúvida: qual é a diferença entre essa modalidade de crédito e o empréstimo? O conceito de ambos é bastante parecido, porém, existem diferenças importantes que devem ser consideradas por quem quer atingir um objetivo financeiro.

A principal diferença entre eles é que no caso do empréstimo, o dinheiro não precisa ser utilizado para uma finalidade específica, e o crédito é liberado diretamente para você. Já no financiamento, o dinheiro deve ser usado de acordo com a finalidade para a qual ele está sendo contratado. No caso do financiamento de um automóvel, por exemplo, o recurso só poderá ser utilizado para a compra de um veículo.

Dessa forma, o financiamento deve ter uma finalidade específica, ao contrário do empréstimo, que pode ser usado inclusive para a compra de bens, mas também para qualquer outro objetivo, como por exemplo quitar dívidas.

Também vale lembrar que, na maioria das vezes, o financiamento traz juros reduzidos. Isso porque a instituição financeira que cede o crédito assume o risco de inadimplência e pode receber o próprio bem financiado. Assim, as chances de prejuízo diminuem e o credor consegue baixar os juros para liberar mais recursos.

Como solicitar um financiamento?

O financiamento pode variar de acordo com o tipo de bem que você quer adquirir, com o banco e com o valor solicitado. Mas, em geral, ele começa com a escolha do bem que você deseja comprar e a procura de uma instituição financeira.

Você deve apresentar os documentos exigidos pelo banco para que ele analise o seu perfil e aprove ou não o financiamento. Depois de preencher uma ficha e enviar as informações solicitadas ao banco, deve esperar a resposta em poucos dias.

Caso aprovado o financiamento, você receberá todas as indicações sobre a forma de pagamento, com os valores das parcelas, e se elas serão alteradas ao longo do tempo, quanto tempo de financiamento, etc. Se as condições forem aceitas por você, o contrato é firmado e começa a ser executado nos termos estabelecidos.

Agora que sabe o que é e como funciona o financiamento, venha conhecer os serviços da Go Bravo e não corra o risco de dívidas.

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Livros de finanças que você não pode deixar de ler

Quando o assunto é educação financeira, as possibilidades são várias: vídeos, cursos, mentorias e os tradicionais livros de finanças, que são ótimas fontes de inspiração e aprendizado para quem quer gerir melhor seu dinheiro e até mesmo aprender a investir. Nos livros de finanças é possível saber mais sobre o assunto desde os níveis iniciantes até para quem quer se aprofundar em assuntos mais avançados.

Lendo sobre os caminhos trilhados por pessoas de sucesso e que até mesmo já estiveram no seu lugar, você pode se sentir inspirado a cuidar melhor da sua vida financeira e enxergar maneiras de atingir seus objetivos. Afinal, fica mais fácil correr atrás dos nossos sonhos quando sabemos os meios necessários para chegar até eles. E os livros de finanças podem te ajudar bastante nessas horas!

Conheça algumas sugestões de leituras que podem te ajudar em suas finanças pessoais e comece os estudos! Continue lendo o post de hoje.

Dinheiro: Os segredos de quem tem | Por Gustavo Cerbasi

O livro de finanças escrito por Gustavo Cerbasi explica de maneira simples e didática sobre temas como aposentadoria, investimentos e empreendedorismo. A obra busca desmistificar a forma como as pessoas enriquecem e mostrar como você pode equilibrar suas contas, reduzir despesas e gerenciar melhor seus gastos e ganhos a fim de conquistar a tão sonhada liberdade financeira. Uma ótima leitura para quem está começando a se aventurar na área!

Pai rico, Pai Pobre | Por Robert Kiyosaki

Pai rico, Pai Pobre de Robert Kiyosaki é um dos clássicos entre os livros de finanças. Na obra, o autor apresenta um dos conceitos mais interessantes sobre finanças, a expressão “corrida de ratos”, um ciclo vicioso que envolve melhorias no padrão de vida à medida que aumentamos os nossos ganhos.

Em outras palavras, quanto mais as pessoas ganham, mais elas gastam. Isso torna impossível o ser humano enriquecer uma vez, que o dinheiro serve apenas para manter o custo de vida que não para de crescer. É isso que ele chama de “corrida dos ratos”. O que é proposto no livro Pai Rico, Pai Pobre é uma rota de fuga para essa armadilha, que inclui o empreendedorismo e o investimento em ativos.

Os Segredos da Mente Milionária | Por T. Harv Eker

Este livro traz um grande ensinamento para iniciantes no mundo das finanças pessoais e investimentos. O autor diz que a riqueza é basicamente fruto de uma forma de pensar: “Se você mudar o modo como encara o dinheiro – e o que fazer com ele – conseguirá atingir a liberdade financeira no futuro”.

Isso quer dizer que muitos dos obstáculos que enfrentamos em relação ao dinheiro estão em nosso sistema de crenças que acabam norteando nossas ações. Com suas dicas, este livro de finanças ajudará você a mudar a forma como lida com o dinheiro em sua vida.

O Investidor Inteligente | Por Benjamin Graham

Essa obra faz parte dos livros de finanças mais técnicos, voltados para quem já começou a investir. O autor, Benjamin Graham, foi a grande inspiração para que Warren Buffet – um dos homens mais ricos do mundo – conquistasse sua fortuna. O livro discorre sobre estratégias de investimento, mostrando passos práticos sobre como construir e como fazer a gestão de uma carteira de investimentos.

Dividido em três partes, “O Investidor Inteligente” mostra como funcionam os mecanismos do dinheiro no mundo dos investimentos, depois parte para a prática dos investimentos. Por fim, o livro de finanças fala sobre como encontrar empresas de valor para investir em suas ações na bolsa.

Casais inteligentes enriquecem juntos | Por Gustavo Cerbasi

Também do consagrado autor, Gustavo Cerbasi, este livro aborda finanças pessoais de uma maneira bem original, dando enfoque à vida de um casal. A obra Casais Inteligentes Enriquecem Juntos é de fácil leitura, bastante agradável e te ensina a identificar perfis financeiros dos casais.

Além disso, este livro de finanças dá dicas de como planejar as finanças em conjunto e aborda diversos aspectos básicos sobre investimentos e economia, focando em como o casal pode trabalhar em conjunto para ter uma vida financeira mais equilibrada. Ele é uma ótima opção de leitura para casais que querem construir um orçamento familiar inteligente e conquistar sua liberdade financeira!

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Dívida de aluguel prescreve? Entenda as condições para isso | Go Bravo

Quando falamos de aluguel, geralmente estamos tratando de montantes consideráveis do orçamento de uma família ou de uma pessoa. Caso aconteça algum imprevisto, como uma situação de desemprego, é comum que o aluguel seja um dos primeiros pagamentos a ficar atrasado, uma vez que outros compromissos se tornam mais urgentes. Com isso, surge uma dúvida bastante comum entre os inadimplentes: a dívida de aluguel prescreve? Confira mais sobre o assunto no post de hoje.

O que é a prescrição de dívida

A prescrição de dívidas diz respeito a um débito do qual o credor já perdeu o prazo que tinha para exigir seu pagamento por meios judiciais. Explicando melhor, quando uma pessoa tem uma dívida com alguém ou com uma determinada instituição credora, quem cedeu o crédito pode acionar diversos recursos para recuperar o valor emprestado, um deles é o judicial, que pode resultar na negativação do nome do devedor. Ao passar o tempo da prescrição da dívida, esse recurso não fica mais disponível. Se você está com o nome sujo por causa de dívidas de aluguel, por exemplo, ou melhor, com o CPF negativado, esta condição não irá permanecer durante toda a sua vida. Se a sua dívida já passou do tempo de prescrição, existe a possibilidade do seu nome ficar limpo, uma vez que o credor não pode mais acionar a justiça para fazer a cobrança. No entanto, é importante se atentar, pois estes prazos variam de acordo com o tipo de dívida. Vamos falar mais a respeito da prescrição de dívidas de aluguel a seguir.

Em quanto tempo a dívida de aluguel prescreve

A inadimplência é um dos exemplos mais comuns de quebra de contrato de aluguel. Assim como quaisquer outras, a dívida de aluguel prescreve em um prazo pré-estabelecido.Em alguns casos é possível que o locatário e o inquilino resolvam a situação de forma amigável. No entanto, existem situações em que o proprietário precisa acionar a Justiça para não sair no prejuízo. Para isso, o dono do imóvel pode entrar com uma ação de execução de aluguel, um tipo de processo que permite a quitação da dívida sem precisar despejar o inquilino. O Código Civil (art. 206, parágrafo 3) estabelece que as dívidas de aluguel relativas a prédios urbanos ou rústicos prescrevem em três anos. Depois desse período, o locatário não tem mais o direito de cobrar a dívida do inquilino por meios judiciais. Porém, vale ressaltar algo muito importante: a prescrição só ocorre se o credor nunca tiver cobrado esta dívida judicialmente. Ou seja, se ele entrar com uma ação na Justiça dentro destes três anos, o prazo para a dívida de aluguel prescrever é automaticamente interrompido até que a ação judicial seja encerrada.

Como funciona a ação de execução de aluguel

A ação de execução de aluguel é uma alternativa para o locador que não quer dar uma ordem de despejo ao inquilino e nem tem interesse em retomar o imóvel. Este processo é um recurso que garante apenas o pagamento das dívidas, ao contrário da ação de despejo que, além de exigir a quitação de débitos, demanda também a desocupação do imóvel. Confira nossas dicas a seguir para não ter esse problema e ficar longe das dívidas de aluguel!

##Não espere a prescrição e quite suas dívidas

Mesmo sabendo que a dívida de aluguel prescreve, não vale a pena esperar todo esse tempo, pois esse débitos podem acarretar uma série de problemas para sua vida financeira e pessoal. Além disso, mesmo prescrita, a dívida não deixa de existir. Isso significa que ela pode continuar sendo cobrada fora das vias judiciais e afetando o seu acesso a novos créditos. Então, se você tem uma dívida de aluguel, comece já a pensar em outras alternativas. O primeiro passo para quitar suas dívidas é organizar bem o seu orçamento. É necessário parar e colocar todas as informações dos seus ganhos e gastos, de modo que você consiga visualizar bem onde estão os pontos que podem ser melhorados. Depois disso, vale a pena entrar em contato com o locatário para uma negociação. Não tenha medo de conversar, explicar a sua realidade e dizer que você quer pagar, mas precisa de novas condições. Você pode optar por fazer uma proposta ou pedir para que ele faça uma sugestão! Ambos os lados ganham quando você conseguir pagar suas dívidas de aluguel.

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