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Como parcelar a dívida ativa? A Bravo te auxilia no processo de recuperação de crédito

Ter o nome na dívida ativa da Receita Federal assusta muita gente. Esse medo vem justamente de várias pessoas sequer entenderem de fato o que é e como parcelar a dívida ativa. Se esse é o seu caso, pode ficar tranquilo, pois a Bravo vai esclarecer todas as suas dúvidas acerca da dívida ativa, acompanhe!

O que é a dívida ativa?

Antes de descobrir como parcelar a dívida ativa, é preciso entender, de fato, o que é a dívida ativa. Esse termo refere-se às pendências financeiras de pessoas físicas ou jurídicas junto à Receita Federal por falta de pagamento de determinados tributos e obrigações.

A dívida ativa engloba impostos, taxas, contribuições e multas tributárias que não foram pagas dentro do prazo de vencimento e por isso entraram em situação de inadimplência perante o fisco.

Alguns exemplos de tributos que podem virar dívida ativa quando atrasados são:

– Imposto de Renda de Pessoa Física ou Jurídica (IR);
– Impostos sobre Propriedades (IPTU e ITR);
– Impostos sobre Circulação de Mercadorias (ICMS e IPI);
– Impostos sobre Serviços (ISS);
– Impostos sobre Veículos (IPVA);
– Contribuições Previdenciárias (INSS);
– Multas tributárias aplicadas pela Receita.

Quando algum desses tributos federais não é pago no prazo, entra em atraso. Após o vencimento, a Receita Federal envia notificações para o contribuinte regularizar os débitos. Caso a inadimplência continue, depois de 90 a 180 dias, o contribuinte é automaticamente inscrito na Dívida Ativa da União (DAU), que representa o registro formal do débito em atraso.

Por quantos anos a Receita Federal pode cobrar a dívida ativa?

A Receita Federal pode realizar a cobrança da dívida ativa por até 5 anos, contados a partir da data em que o débito foi inscrito. Por exemplo, se um imposto foi inscrito na dívida ativa em janeiro de 2018, o fisco vai poder cobrar normalmente até dezembro de 2023. Mas depois disso, esse débito específico entraria em prescrição.

No entanto, em algumas situações o prazo prescricional pode ser interrompido ou suspendido, como:

– Citação por execução fiscal: reinicia a contagem do prazo;
– Parcelamento da dívida: ao gerar um parcelamento a prescrição fica suspensa enquanto o acordo estiver vigente;
– Decisões judiciais que afetem a prescrição: o prazo pode ser recalculado;
– Qualquer ato de cobrança emitido pela Receita: interrompe o prazo novamente.

É preciso atenção, pois mesmo dívidas antigas podem ser cobradas dependendo dessas condições. O mais seguro é resolver as pendências com a Receita Federal o quanto antes, negociando e pagando a dívida ativa assim que possível.

Como parcelar a dívida ativa?

Agora que você já sabe o que é dívida ativa, deve estar se perguntando como parcelar a dívida ativa? Temos uma boa notícia, é possível negociar e pagar os débitos diretamente com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Confira, a seguir, um passo a passo completo de como pagar a dívida ativa:

1 – Consulte e organize os débitos

O primeiro passo é consultar no site da Receita Federal quais débitos estão em aberto e já foram inscritos em DAU em seu CPF (Cadastro de Pessoa Física) ou CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica). Junte todos os comprovantes e comunicados referentes a esses débitos, como notificações de cobrança e avisos de multas.

2 – Faça o cadastro no Portal Regularize

Em seguida, acesse o Portal Regularize e faça seu cadastro como usuário, informando CPF, dados pessoais e de contato.

3 – Escolha o programa de parcelamento

No Portal Regularize, acesse a área Negociar Dívida e avalie as modalidades disponíveis para parcelamento de dívida ativa. Confira cada um dos requisitos, benefícios, valores de entrada e número de parcelas de cada programa para escolher o mais adequado.

Não esqueça de fazer cálculos e refletir se você realmente conseguirá cumprir com os pagamentos acordados com a Receita Federal.

4 – Formalize a adesão ao programa

Após decidido o programa e as condições de parcelamento, formalize a adesão preenchendo o formulário disponibilizado no Portal Regularize. Informe todos os dados solicitados, como débitos a serem parcelados, número de parcelas, valor de entrada e dados bancários.

5 – Pague a primeira parcela ou entrada

Ao finalizar a adesão, será gerado automaticamente no site um Documento de Arrecadação (DARF) referente ao pagamento da primeira parcela ou entrada. Emita a DARF e pague o valor devido até a data de vencimento para confirmar o acordo.

6 – Acompanhe os pagamentos

Durante o período de parcelamento você receberá em seu cadastro no site da PGFN os boletos das demais parcelas com vencimento mensal.

Dívida ativa: o que acontece se não pagar?

Ficar em débito com a Receita Federal tem o potencial de trazer graves consequências para os contribuintes, como:

– Cobrança administrativa: o contribuinte passa a receber notificações da Receita Federal para pagar a dívida com valores atualizados de multa e juros;
– Negativação do CPF/CNPJ: ao ser negativado, o devedor fica com o nome sujo, o que dificulta conseguir empréstimos, financiamentos, crediário e até alugar imóvel;
– Ação de execução fiscal: a dívida é judicializada e cobrada por meios legais, podendo levar à penhora de bens, valores e contas bancárias do devedor;
– Inscrição no Cadin: o Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal impede que o devedor faça transações comerciais e financeiras com órgãos públicos;
– Protesto de Certidão de Dívida Ativa: a dívida pode ser protestada em cartório, gerando mais restrições ao CPF e CNPJ.

Como foi possível observar, deixar a dívida ativa acumular sem pagamento é extremamente prejudicial para a sua saúde financeira. O indicado é buscar orientação especializada, como a Bravo oferece, para parcelar ou quitar essas pendências antes que a situação se agrave ainda mais.

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O que é Open Banking: descubra uma forma simples de melhorar sua visão financeira

Open Banking é um termo muito utilizado no mercado financeiro nos últimos anos, mas nem todas as pessoas sabem o que ele significa. De forma a esclarecer essa dúvida, a Bravo preparou esse artigo, explicando o que é Open Banking e como aderir ao Open Banking. Continue lendo para saber mais sobre esse assunto tão importante!

O que é Open Banking?

O Open Banking é um sistema que permite o compartilhamento de dados e serviços financeiros de uma forma totalmente segura entre diferentes instituições através de APIs (interfaces de programação de aplicativos).

Na prática, isso significa que, com o consentimento do cliente, os bancos compartilham as informações com outras instituições financeiras ou fintechs. Dessa forma, é possível ter uma visão consolidada de todas as finanças em um só lugar.

Como funciona o Open Banking?

Agora que você já sabe o que é Open Banking é o momento de entender como funciona o Open Banking. Esse ecossistema é baseado na interação entre as instituições transmissoras de dados, as instituições receptoras de dados e os clientes, como veremos a seguir:

Instituições transmissoras de dados

Em primeiro lugar, temos as instituições que, com consentimento do cliente, vão compartilhar os dados e serviços por meio de APIs abertas. Normalmente, esse papel é desempenhado pelos bancos mais tradicionais como Caixa, Banco do Brasil, Santander e Bradesco. Essas instituições disponibilizam uma série de informações como:

– Dados cadastrais do cliente; – Movimentações e transações; – Saldos e extratos; – Limites de crédito; – Empréstimos, investimentos e seguros.

Instituições receptoras de dados

Em segundo lugar, estão as instituições que foram autorizadas e que podem acessar e utilizar os dados compartilhados pelas transmissoras, também por meio de APIs. As principais empresas que recebem esses dados são fintechs e startups. Alguns exemplos de uso dos dados incluem:

– Agregadores financeiros que consolidam informações do cliente; – Serviços de análise e organização financeira; – Crédito, investimentos e seguros personalizados; – Iniciação de pagamentos e transferências.

Clientes

E, por fim, temos os clientes, os proprietários dos dados financeiros, que devem autorizar de forma transparente e segura o compartilhamento de suas informações.

O consentimento do cliente costuma ser realizado por meio de plataformas digitais das instituições participantes. Ele pode autorizar seletivamente quais dados e com quais instituições serão compartilhados.

Principais benefícios do Open Banking

Depois de entender o que é Open Banking e como se dá o seu funcionamento, você, cliente, deve estar se perguntando quais são os benefícios de aderir a esse sistema e permitir o compartilhamento dos seus dados. É isso que abordaremos a seguir:

Visão consolidada

Um dos grandes benefícios do Open Banking é visualizar todas as informações financeiras de diferentes instituições em um só lugar, permitindo uma visão consolidada de:

– Cartões, empréstimos, financiamentos, investimentos e seguros; – Saldos e extratos de contas correntes e poupança; – Limites utilizados e disponíveis em linhas de crédito; – Dados de movimentações e transações realizadas.

Gestão facilitada

Com todos os dados reunidos, fica mais fácil gerenciar suas finanças pessoais, automatizar tarefas e tomar melhores decisões. Além disso, você consegue comparar as taxas, os benefícios e o desempenho de produtos financeiros entre diferentes instituições.

Serviços personalizados

As instituições que recebem os dados do Open Banking os utilizam para oferecer serviços financeiros sob medida para o perfil e para as necessidades de cada cliente, como:

– Crédito pré-aprovado com taxas competitivas; – Investimentos aderentes ao perfil do cliente; – Seguros personalizados de acordo com o contexto do cliente; – Acesso a produtos exclusivos para bons pagadores.

Segurança

A adesão ao Open Banking só pode ser realizada com a autorização explícita do cliente. Os dados são compartilhados de forma segura por meio de APIs.

Como aderir ao Open Banking?

Se você chegou até aqui e se sente totalmente pronto para compartilhar seus dados financeiros, mas não sabe exatamente como fazer isso, não se preocupe. Vamos mostrar como aderir ao Open Banking em apenas cinco passos:

1 – Escolha das instituições participantes

O primeiro passo é identificar quais instituições financeiras e fintechs estão operando no modelo de Open Banking. No Brasil, os principais bancos como Itaú, Bradesco, Santander, Caixa e Banco do Brasil já têm sistemas ativos para compartilhamento de dados.

2 – Consentimento

Após escolher as instituições, você vai precisar fornecer o consentimento para que elas compartilhem seus dados pessoais e financeiros entre si. Geralmente ele é feito de forma digital, por meio dos aplicativos ou sites oficiais dos bancos.

3 – Autorização do compartilhamento dos dados

Com o consentimento fornecido, você deverá autorizar efetivamente o compartilhamento dos dados, seguindo o procedimento definido pelas instituições financeiras. Nesse momento é essencial ler atentamente os termos para entender exatamente quais dados vão ser compartilhados e com que finalidade.

4 – Acompanhamento do Open Banking

Pronto, agora você já tem acesso ao Open Banking, podendo usufruir dos serviços financeiros agregados, análises financeiras e outros benefícios, conforme o que as instituições receptoras disponibilizarem.

5 – Controlar do compartilhamento

O consentimento ao Open Banking pode ser revogado a qualquer momento. É você quem decide como e com quem os dados são compartilhados. Por isso, atualize as autorizações conforme a sua necessidade.

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Quem tem nome sujo pode fazer consórcio? Saiba as regras de exclusão e pagamento

Contratar um consórcio é a alternativa de muitas pessoas para adquirir aquele bem tão sonhado, seja um imóvel, veículo ou viagem. Mas será que quem tem nome sujo pode fazer consórcio?

Para responder esta pergunta, a Bravo preparou este conteúdo com informações sobre o consórcio, como quem pode ou não fazer, como funciona e quais são as regras de exclusão de participantes e de pagamento. Confira!

O que é um consórcio?

De forma simples, pode-se definir o consórcio como um sistema de compra cooperativa no qual um grupo de pessoas se une para adquirir um bem ou serviço específico.

Para isso, esse grupo paga um valor mensal para o fundo do consórcio, conforme pré-definido no momento da adesão. Após um prazo, também pré-definido, um ou mais integrantes do grupo é sorteado e contemplado com o valor necessário para adquirir o bem.

Ou seja, se você quer participar de um consórcio, precisa escolher aquele que abrange o bem que você quer comprar, pagar as parcelas mensais e aguardar ser contemplado ou sorteado para ter o dinheiro de volta, com atualizações e juros, e poder comprar o produto ou serviço.

Quais são as regras de exclusão do consórcio?

Participar de um consórcio da forma correta e segura envolve muito mais do que saber apenas se quem tem nome sujo pode fazer consórcio. Todos os membros de um consórcio devem seguir algumas regras. Uma das mais comuns é que se o membro deixa de pagar as parcelas, para evitar prejuízo aos demais, é excluído do grupo.

Em alguns consórcios os membros são obrigados a participar das reuniões e assembleias, onde são discutidas questões importantes para o grupo, como datas de sorteios, propostas de lances e exclusão ou aceitação de novos membros. Nestes consórcios, caso você falte a muitas reuniões, também poderá ser excluído.

A terceira hipótese de exclusão ocorre quando o membro faz várias ofertas insuficientes para ser contemplado, ou seja, lances com valores menores que o mínimo.

Por fim, alguns contratos permitem também que os membros optem por sair do grupo por motivos pessoais, como imprevistos ou apenas mudança de vontade. Nestes casos, podem ser cobrados juros ou ter regras próprias de acordo com cada contrato.

Em algumas situações, o membro que deseja sair só vai receber o dinheiro que já depositou ao final do prazo de contrato.

Quais são as regras de pagamento do consórcio?

Além das regras de exclusão, existem também as regras de pagamento do consórcio, que costumam ser as seguintes:

– Parcelas mensais: esta é a principal forma de pagamento dos consórcios, onde cada membro paga um valor pré-estabelecido. Por sua vez, essa quantia é depositada no fundo do consórcio e cria o valor que será repassado quando o membro for contemplado ou sorteado; – Lances: além das parcelas mensais, os membros podem oferecer lances para aumentar as suas chances de serem contemplados antes do final do consórcio; – Quitação antecipada: alguns consórcios permitem ainda que os seus membros façam a antecipação das parcelas ou quitem o consórcio antes do prazo. Essa situação pode ser vantajosa quando pensamos na redução dos juros, mas é preciso avaliar cada situação para saber se é mesmo a melhor opção.

Quem tem nome sujo pode fazer consórcio?

Agora que você já sabe o que é um consórcio, quais são as regras de exclusão e de pagamento, chegou a hora de descobrir se quem tem nome sujo pode fazer consórcio de moto, carro, imóveis, viagens ou outros bens e serviços.

A maioria dos consórcios não impede que pessoas com nome sujo participem do sistema de compra. Entretanto, para dar mais segurança ao consórcio, as empresas responsáveis pesquisam sobre o histórico financeiro de cada participante, com informações sobre renda, nível e frequência de inadimplentes e análise de crédito.

Por isso, apesar de ser permitido fazer consórcio com nome sujo, essa condição costuma impactar no valor das parcelas, com o aumento dos juros e na capacidade de oferecer lances mais altos.

Se você quer participar de um consórcio com nome sujo, é essencial ler as regras do contrato, inclusive prazos para pagamento, forma de comunicação de assembleias, possibilidade de lances, correção monetária dos valores e todas as informações presentes no contrato.

Só assim você pode evitar dor de cabeça e problemas no futuro, como impossibilidade de sair do consórcio ou até mesmo perder o dinheiro que já depositou.

Recupere o controle da sua vida financeira com a Bravo

Ficar com o nome sujo gera muita ansiedade e preocupação. Entretanto, sair dessa situação nem sempre é uma tarefa fácil. Para isso, você pode contar com a Bravo! Oferecemos uma assessoria gratuita para entender sua situação financeira e te ajudar a dar o primeiro passo rumo ao controle de suas finanças.

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Posso sacar meu FGTS para pagar dívidas?

O FGTS é um assunto que causa várias dúvidas em muitas pessoas. Por exemplo, posso sacar meu FGTS para pagar dívidas? De forma a esclarecer esses e outros questionamentos, a Bravo preparou esse conteúdo completo, não deixe de conferir!

O que é o FGTS?

FGTS é uma sigla que significa Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. O FGTS é um direito garantido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) a todos os trabalhadores brasileiros com carteira assinada.

Os trabalhadores públicos possuem estabilidade, ou seja, com algumas exceções, o servidor não pode ser demitido, portanto, não possui FGTS.

O empregador tem o dever de fazer um depósito mensal em uma conta exclusiva para o recebimento do FGTS, vinculada à Caixa Econômica Federal, equivalente a 8% do salário pago ao empregado.

Essa conta, no entanto, não pode ser movimentada em todas as situações, pois serve como uma reserva financeira do trabalhador, ou seja, uma garantia para momentos específicos, como, por exemplo, desligamento da empresa.

Como foi criado o FGTS?

O FGTS surgiu como uma resposta às necessidades dos trabalhadores brasileiros e às demandas por segurança e estabilidade no mercado de trabalho.

Antes do FGTS, não havia uma garantia sólida em casos de demissão sem justa causa. Muitos trabalhadores perdiam seus empregos sem receber qualquer tipo de indenização ou suporte financeiro.

O processo de criação do FGTS teve início durante o governo do presidente Humberto Castelo Branco, no ano de 1966. A Lei nº 5.107, de 13 de setembro de 1966, foi a responsável por instituir o FGTS como parte integrante das políticas de proteção ao trabalhador brasileiro.

A partir da promulgação da lei, o FGTS começou a ser implementado efetivamente no ano seguinte, em janeiro de 1967.

Ao longo dos anos, o FGTS passou por diversas alterações em sua legislação, visando adequar-se às necessidades dos trabalhadores e às demandas do mercado de trabalho. Foram estabelecidas novas regras para saque, ampliação das possibilidades de uso dos recursos e aprimoramento da gestão do fundo.

Posso sacar meu FGTS para pagar dívidas?

Posso sacar meu FGTS para pagar dívidas? Sim, você pode usar o FGTS para pagar dívidas, mas não todas, pois o fundo possui algumas finalidades específicas, como:

– Garantia por tempo de serviço no momento da rescisão contratual: todo trabalhador desligado da empresa sem justa causa, tem o direito de sacar o FGTS e receber uma multa de 40% sobre o valor total depositado na sua conta; – Compra da casa própria: o trabalhador pode fazer o saque do FGTS para fazer a compra de uma imóvel em seu nome, desde que atenda alguns requisitos da Caixa Econômica Federal; – Amortizar financiamento de casa própria: o trabalhador pode usar o FGTS como forma de pagamento do financiamento imobiliário, seja para amortizar ou para liquidar.

Existem algumas situações em que a lei permite que o trabalhador use o FGTS para pagar dívidas de outra natureza, como:

– Desastres naturais; – Doenças graves do trabalhador ou familiar direto; – Compra de medicamentos de alto custo; – Complementação de aposentadoria; – Renegociação de dívidas em algumas políticas do governo, como feirões e mutirões de nome limpo.

Como usar o FGTS para pagar dívidas?

Agora que você já tem a resposta para a pergunta: posso sacar meu FGTS para pagar dívidas e decidiu que vai usar o seu FGTS para pagar dívidas, precisa saber como fazer.

O primeiro passo é verificar o saldo disponível na sua conta. Hoje em dia é fácil fazer essa consulta, pois existe um aplicativo para celular, no qual você confere o valor acumulado de qualquer lugar. Além disso, também pode acompanhar através do site oficial do FGTS.

Após ver o seu saldo, é preciso entrar em contato com o credor, pois algumas empresas podem pedir documentações extras quando você for usar o FGTS. Então, a melhor opção é já estar preparado para fornecer todas as informações e documentos que a empresa possa pedir.

O próximo passo é formalizar a solicitação para a Caixa Econômica Federal, com documentos que demonstram a finalidade do uso do fundo e comprovam que ele se enquadra nas situações que você viu neste artigo. Alguns exemplos de documentos são contratos de financiamento ou compra e venda de imóvel, relatórios médicos ou contratos de negociação de dívidas.

Em seguida, você precisa aguardar a autorização e a quantia é depositada diretamente para o credor. Na grande maioria das situações você não faz o saque do valor, pois é depositado diretamente na conta bancária vinculada ao credor.

A última etapa que você deve seguir em como usar o FGTS para pagar dívidas é verificar se o pagamento foi realizado, com a amortização ou liquidação da dívida, ou ainda se existem pendências no seu nome, tanto junto à Caixa, quanto ao credor ou órgãos de proteção ao crédito, como o Serasa e o SPC.

A Bravo te ajuda a recuperar o controle da sua vida financeira

Conforme foi possível observar, o FGTS pode ser utilizado para quitar alguns tipos de dívidas. Entretanto, essa é uma decisão que deve ser tomada com cuidado, pois gera um impacto no seu futuro.

Além de gastar a sua reserva de emergência, você fica desamparado no momento em que for desligado da empresa e não vai ter aquele dinheirinho extra quando for comprar a casa própria.

A Bravo pode te ajudar a entender se usar o FGTS para pagar dívidas é realmente o melhor a se fazer. Oferecemos uma assessoria gratuita para que você retome o controle da sua vida financeira. Entenda como funciona:

1. Entendemos sua situação financeira; 2. Encontramos o melhor produto financeiro e desenhamos um plano de acordo com suas possibilidades; 3. Acompanhamos e assessoramos você do início ao fim; 4. Transformamos sua vida financeira.

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O que é cheque especial: entenda sobre os juros, regras e indicações de uso

Ver um valor disponível para uso na conta bancária é muito tentador, não é mesmo? Enquanto muitas pessoas utilizam para pagar aquela conta imprevista no final do mês, outras estão usando sem nem saber que correm o risco de pagar juros elevados e se endividar. Esse valor disponibilizado pelo banco se chama cheque especial e você precisa ter muito cuidado antes de utilizá-lo!

Para te ajudar a entender o que é cheque especial, como funciona e quais os juros você arrisca pagar, a Bravo preparou este conteúdo com tudo o que você precisa saber sobre o tema, para evitar dívidas e garantir uma vida financeira saudável. Não deixe de conferir!

O que é cheque especial?

Respondendo, de forma simples, a pergunta o que é cheque especial: é uma linha de crédito pré-aprovada pelo banco aos clientes que possuem conta-corrente.

Essa modalidade de crédito é disponibilizada de acordo com o perfil de cada correntista, levando em consideração uma série de fatores, como renda mensal, histórico de pagamento e relacionamento bancário.

Para determinar o limite de cheque especial disponível, as instituições financeiras analisam diversos aspectos da vida financeira do cliente. Isso inclui verificar se há registros em órgãos de proteção ao crédito, histórico de endividamento, entre outros indicadores.

Porém, saber como funciona o cheque especial não é tão simples, pois ele envolve taxas de juros, prazo para pagamento e diversas outras informações que podem gerar muitas dúvidas aos seus usuários. E cuidado, pois os juros do cheque especial podem virar uma bola de neve e, por isso, é muito importante conhecer os seus detalhes antes de usar e avaliar se compensa ou não.

Descubra como funciona o cheque especial

Como foi possível observar, o cheque especial é um crédito pré-aprovado que o banco disponibiliza automaticamente. Então, para usá-lo é simples: basta que o correntista faça uma transação com valores maiores que os disponíveis em sua conta e, assim, de forma automática, o banco “completa” o montante da transação com a quantia disponível no cheque especial.

Muitas pessoas nem sabem que estão utilizando o cheque especial, pois o banco o integra de forma automática aos pagamentos. E aí está o grande risco!

Como uma bola de neve, o valor do cheque especial é renovado também automaticamente, após o pagamento do saldo devedor, mesmo se este pagamento ocorrer apenas de uma parcela do limite usado. O cliente usa os novos valores disponíveis no cheque especial quando, em alguns casos, nem pagou os juros do primeiro uso.

Quais são os juros do cheque especial?

Apesar de ser uma facilidade oferecida pelos bancos aos seus correntistas que não possuem dinheiro em conta, o cheque especial possui juros muito elevados que variam de banco para banco e ainda conforme o perfil do cliente.

Se o cliente for classificado como mau pagador, com nome negativado ou com dívidas constantes, os juros do cheque especial serão maiores. Em geral, eles variam de 8% a 14% ao mês, podendo chegar em exorbitantes 168% ao ano.

Os juros do cheque especial são enormes e muito maiores que outras modalidades de crédito, como cartões de crédito e até mesmo financiamento, que possuem a taxa de juros em média de 5% ao mês.

Portanto, é essencial que os clientes estejam cientes dos custos envolvidos ao utilizar o cheque especial e que busquem alternativas mais vantajosas sempre que possível, a fim de evitar o endividamento desnecessário e o comprometimento de sua saúde financeira.

Quando usar o cheque especial?

Quando confrontados com essas situações imprevistas, muitas vezes não há tempo para esperar pela aprovação de um empréstimo tradicional ou outras formas de crédito. O cheque especial, por estar vinculado à conta-corrente do cliente, proporciona acesso instantâneo a fundos adicionais, oferecendo uma solução rápida para lidar com os imprevistos.

Emergências de saúde, desastres naturais, reparos urgentes em imóveis ou veículos são exemplos de circunstâncias nas quais o cheque especial pode ser uma solução viável.

No entanto, é crucial usar o cheque especial com responsabilidade e parcimônia, considerando os juros elevados. Portanto, seu uso deve ser limitado a momentos de verdadeira necessidade e planejamento cuidadoso deve ser feito para evitar que o saldo negativo se torne uma fonte de preocupação financeira a longo prazo.

Como sair do cheque especial?

Sair do cheque especial pode parecer desafiador, mas é possível com algumas estratégias financeiras simples. Se você se viu em uma situação emergencial que o levou a usar o cheque especial, não entre em pânico.

Para evitar a bola de neve dos juros que só aumentam, é essencial manter uma reserva de emergência. E aí surge o planejamento financeiro, pois até quem ganha pouco, pode guardar uma pequena quantia do salário para evitar imprevistos e sair do cheque especial.

O primeiro passo do planejamento financeiro é listar as despesas essenciais, como aluguel, financiamento, custos com alimentação, transporte, energia, água, impostos, escola e demais gastos mensais. Identifique aqueles que você pode cortar e economizar, pelo menos até conseguir pagar os juros do cheque especial e sair do endividamento.

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Um passo de cada vez é o necessário para sair da bola de neve dos juros do cheque especial e ter uma vida financeira mais saudável. E a Bravo está aqui para te ajudar nessa missão e acompanhar sua evolução.

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Como declarar dívidas no Imposto de Renda: tipos de dívida e passo a passo

Muitas pessoas têm dúvidas sobre como declarar dívidas no Imposto de Renda. Pensando nisso, a Bravo preparou este artigo para te ajudar a fazer a declaração da forma correta, abrangendo quais as dívidas precisam ser declaradas e o passo a passo para ficar em dia com a Receita Federal. Continue lendo para saber mais!

O que é a declaração de Imposto de Renda?

A declaração de Imposto de Renda é um processo anual pelo qual os contribuintes informam à Receita Federal do Brasil seus rendimentos, despesas, investimentos e bens possuídos durante o ano anterior. Este processo é obrigatório para pessoas físicas e jurídicas que se enquadram nos critérios estabelecidos pela legislação tributária brasileira.

O objetivo principal da declaração é calcular o valor devido de imposto sobre a renda, considerando os ganhos e despesas do contribuinte ao longo do ano. Além disso, a declaração permite que o governo verifique se as informações prestadas estão de acordo com a legislação vigente, combatendo assim a sonegação fiscal e garantindo a arrecadação necessária para o funcionamento do Estado.

Existem diferentes tipos de declaração do Imposto de Renda, como a declaração simplificada e a completa. A escolha entre essas modalidades depende da complexidade da situação financeira de cada contribuinte e das vantagens fiscais que podem ser obtidas em cada caso.

Por que declarar dívidas no Imposto de Renda?

O Poder Judiciário, órgãos oficiais, bancos, instituições financeiras e operadoras de créditos utilizam os dados da declaração de Imposto de Renda como base para transações futuras, taxa de juros ou benefícios assistenciais.

Por isso, declarar dívidas no Imposto de Renda é essencial para a apuração correta do patrimônio dos contribuintes. Além de influenciar no cálculo da capacidade do pagamento de imposto, as dívidas também ajudam a conferir qual a real condição financeira das pessoas e empresas do país.

Declarar as dívidas no Imposto de Renda 2024 vai garantir que você seja transparente com a Receita Federal e demonstre como, de fato, está a sua situação financeira. Além disso, você não pode esquecer que declarar as dívidas é uma obrigação legal de cada cidadão brasileiro.

Quais os tipos de dívidas precisam ser declarados no Imposto de Renda 2024?

Para entender melhor porque declarar dívidas no Imposto de Renda, você precisa conhecer quais os tipos de dívidas devem entrar na sua declaração. Os tipos mais comuns são:

– Empréstimos pessoais, seja bancário, consignado ou entre particulares; – Financiamentos de bens de alto valor, como imóveis, veículos, eletrônicos e outros; – Dívidas trabalhistas devidas a empregados ou ex-empregados, como acordos e rescisões; – Saldo devedor acumulado em cartões de crédito; – Dívidas decorrentes de processos judiciais.

Em geral, as dívidas que precisam ser declaradas possuem um valor mais significativo, ou seja, com o poder de impactar na situação financeira do contribuinte. Recomenda-se contratar profissionais qualificados para analisar a situação das dívidas e fazer uma declaração de acordo com as exigências legais.

Como declarar dívidas no Imposto de Renda 2024? Confira o passo a passo

Agora que você já sabe quais dívidas devem ser declaradas no Imposto de Renda, é a hora de entender como declarar dívidas no Imposto de Renda.

Reúna toda a documentação

O primeiro passo para começar a declaração do Imposto de Renda 2024 é reunir toda a documentação que comprova o titular do débito, valor, data de pagamento e outras informações importantes.

Alguns exemplos de documentação incluem extratos dos cartões de crédito, faturas de financiamento e empréstimos, sentenças e acordos em processos judiciais, dentre outros.

Faça o preenchimento das informações na declaração de Imposto de Renda

Com a documentação em mãos, o próximo passo de como declarar dívidas no Imposto de Renda é fazer o preenchimento das informações dos débitos no formulário “dívidas e ônus reais”.

Você encontra este formulário na própria declaração. Aqui é importante preencher todas as informações com precisão, como valor total do débito e parcelas que foram pagas durante o ano, além de verificar se não deixou nenhuma dívida de fora.

Observe os prazos

Além de preencher o formulário de forma correta, é essencial estar dentro dos prazos tanto para enviar a declaração do Imposto de Renda 2024 para a Receita Federal, quanto para realizar qualquer correção que for solicitada.

Só assim é possível ficar em dia e evitar vários problemas, que podem incluir, além das multas, até mesmo o bloqueio do CPF para novos empréstimos, emissão de passaporte ou viagens para o exterior.

Fique atento: algumas dívidas são dedutíveis do Imposto de Renda

Na declaração de dívidas no Imposto de Renda alguns débitos são dedutíveis, influenciando no pagamento do imposto pelo contribuinte, como:

– Despesas com saúde, como exames, cirurgias, internações, consultas médicas e até alguns medicamentos; – Despesas com educação, incluindo pós-graduação ou mensalidade escolar de dependentes; – Previdência privada do tipo Plano Gerador de Benefício Livre; – Pensão alimentícia determinada por decisão judicial; – Despesas com os encargos trabalhistas de empregado doméstico como contribuições previdenciárias e FGTS e; – Juros pagos sobre dívidas em atraso, como financiamentos e empréstimos.

Solucione suas dívidas com a Bravo

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IPVA atrasado: dá multa ou perde a CNH? Saiba o que acontece

Mais um início de ano chegou, e, com ele, a obrigatoriedade de pagar o IPVA do veículo. No entanto, para não correr o risco de deixar o IPVA atrasado, é importante entender como o imposto é cobrado, o valor praticado em cada estado e as formas de pagamento.

Confira, nesse artigo da Bravo, se o IPVA atrasado dá multa ou perde a CNH, entre outras dúvidas comuns sobre o assunto!

O que é o IPVA?

Instituído em 1986, o IPVA é o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores. Ele é cobrado anualmente pelos governos estaduais, e foi criado para substituir a antiga Taxa Rodoviária única (TR), que era vinculada a gastos com o sistema de transportes.

O IPVA pode ser pago à vista em janeiro (com desconto de 3%), à vista em fevereiro (sem desconto) ou parcelado em 3 vezes sem desconto e sem juros, com pagamentos em janeiro, fevereiro e março.

O que acontece se atrasar o IPVA?

Caso o IPVA não seja pago dentro do prazo estabelecido pelo governo, podem ocorrer várias consequências para o proprietário do veículo:

Pagamento de multa

Com o IPVA atrasado, cobra-se uma multa de 0,33% por dia até o limite de 20% sobre o valor do imposto. Em casos de incidência, serão cobrados juros equivalentes à taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, de no mínimo 1% ao mês, sobre o valor do imposto juntamente com a multa.

Licenciamento do veículo

Além disso, com o IPVA atrasado, o motorista não consegue fazer o licenciamento anual do veículo. O que, por sua vez, o impede de rodar com o automóvel.

Apreensão do veículo

Sim, o IPVA atrasado dá apreensão. Se o motorista não estiver com o licenciamento anual do veículo em dia e continuar rodando, pode ter o mesmo apreendido, caso seja parado em uma blitz.

Neste caso, o veículo será levado para um pátio do Detran, onde serão cobradas taxas diárias pelo tempo em que o veículo permanecer no local.

Nome negativado

Outra consequência do IPVA atrasado é que o nome do proprietário vai ser colocado na Dívida Ativa da União. Com isso, vai encontrar dificuldades ao pedir empréstimos, financiamentos, e ter um grande prejuízo financeiro.

Cancelamento da CNH

Depois de tudo que falamos, você pode estar se perguntando: o IPVA atrasado cancela a CNH? A resposta é não, o atraso no pagamento do IPVA não cancela a CNH.

Entretanto, a cassação da CNH pode acontecer em certas hipóteses, como:

– O condutor for flagrado conduzindo qualquer veículo que exija habilitação, estando com o direito de dirigir suspenso; – O condutor for flagrado com Carteira de Habilitação ou Permissão para Dirigir de categoria diferente da do veículo que estiver conduzindo; – O condutor for flagrado dirigindo sob a influência de álcool ou outra substância que determine dependência; – Se houver condenação judicial do condutor por delito de trânsito; – Comprovação de irregularidade na expedição da habilitação do condutor.

Depois de dois anos da cassação da CNH, o infrator pode solicitar de volta sua habilitação. No entanto, deve-se realizar todos os exames necessários à obtenção de CNH na categoria que possui ou na categoria inferior.

Como consultar o IPVA atrasado?

No caso de IPVA atrasado, é possível fazer a consulta no site da Secretaria da Fazenda do seu estado.

Para isso, é preciso ter em mãos o Renavam, o Registro Nacional de Veículos Automotores, que funciona como um “número de identidade” do carro. Ele pode ser encontrado no CRLV, o documento de identificação do veículo.

Para encontrar o site da Secretaria da Fazenda do estado, é só procurar no Google por “secretaria da fazenda + UF”, por exemplo, “secretaria da fazenda + MG” e então seguir as instruções para poder conferir o status de seu nome.

Como pagar o IPVA atrasado?

No caso de IPVA atrasado, o proprietário deve acessar o site da Secretaria da Fazenda do seu estado ou do Detran, onde poderá emitir uma guia de pagamento.

A guia virá com multas e juros que devem ser aplicados e uma nova data de pagamento, não podendo parcelá-lo, com a obrigação de pagamento integral com juros aplicados sendo a única aceita.

Geralmente, o IPVA atrasado não se trata de uma dívida única, mas, sim, de várias pendências que o devedor tem. Por isso, a Bravo é a solução que você precisa para quitar dívidas e retomar sua vida financeira! Entre em contato hoje mesmo!

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Penhora de bens por dívida: quando ocorre e como evitar

Existem milhões de endividados no Brasil e uma preocupação em comum da maioria deles é sobre a penhora de bens por dívida. Essa possibilidade traz uma grande angústia, afinal ninguém quer perder o patrimônio dado como garantia de pagamento de dívidas.

Pensando nisso, nós, da Bravo, criamos esse artigo, onde explicamos como funciona a penhora de bens por dívida e quais itens são impenhoráveis. Continue lendo para saber mais?

O que é a penhora de bens?

A penhora de bens é uma maneira encontrada pelas instituições financeiras e também pelo Governo Federal para garantir que a dívida seja paga através da retração de bens. Assim, o patrimônio selecionado será retirado do seu dono para o pagamento da dívida.

Nesse sentido, a penhora de bens pode acontecer em execuções judiciais, sendo uma sentença a ser cumprida, ou mesmo, em títulos extrajudiciais, sendo um meio em uma execução para garantir que a dívida seja paga.

Como funciona a penhora de bens?

A penhora de bens acontece quando o credor entra com uma ação contra o devedor, e exige que o pagamento seja feito através de bens, como determina o Código Civil. Logo após o deferimento do pagamento, o sistema do Banco Central do Brasil, identifica os valores e bens no CPF do devedor.

Em seguida, é realizado o bloqueio de uma quantia determinada. Com isso, os valores e bens são bloqueados e transferidos de forma imediata para uma conta judicial que esteja vinculada ao processo em questão.

Logo após a transferência, é dado um prazo de 15 dias úteis para a manifestação do devedor sobre o bloqueio. No entanto, se não houver justificativa para a liberação dos recursos, o valor é transferido ao credor.

Quais bens são impenhoráveis?

Existem bens que, por sua natureza ou finalidade, são considerados impenhoráveis, ou seja, não podem ser utilizados como garantia de pagamento de dívidas. Estes recebem a proteção da lei e buscam preservar condições de sobrevivência do devedor e sua família.

Dentre os bens impenhoráveis, de acordo com o artigo 833 do Código de Processo Civil, estão:

Bem de família: é o imóvel residencial utilizado como moradia pelo devedor e sua família, portanto essencial para a sobrevivência; – Móveis e utensílios necessários à moradia: são considerados bens impenhoráveis os móveis, eletrodomésticos e utensílios indispensáveis para o devedor e sua família; – Salário e pensão: salário, vencimentos, remunerações e proventos de aposentadoria, além de pensões, são impenhoráveis, exceto nos casos de pensão alimentícia e pagamento de dívidas específicas; – Ferramentas de trabalho: todas as ferramentas utilizadas pelo devedor para sua profissão também são impenhoráveis, não importa sua classe; – Livros: livros, inclusive, os técnicos, necessários à profissão do devedor, também são impenhoráveis.

Dentre outros bens impenhoráveis estão também o vestuário, alimentos e medicamentos necessários à sobrevivência do devedor e de sua família. No entanto, essa lista pode variar, dependendo das condições inerentes de cada caso.

Quanto tempo demora um processo de penhora de bens?

Embora seja um processo que deveria ser mais veloz, muito pela angústia do credor em receber do devedor, o prazo da penhora de bens varia bastante. Inclusive, podem se passar meses ou até mesmo anos!

A celeridade do processo dependerá do poder Judiciário e da vontade das partes envolvidas. Negociações entre credor e devedor, acordos extrajudiciais e outras medidas podem acelerar ou evitar a penhora.

Dívida de cartão de crédito pode penhorar bens?

Essa é uma das maiores questões dos endividados, afinal a dívida de cartão de crédito costuma ser uma grande preocupação. Infelizmente, a dívida no cartão de crédito pode levar a penhora de bens, mas apenas quando não houver outra forma de negociação entre credor e devedor.

Quais as consequências da transferência de bens para impedir a penhora?

Existem diversas consequências quando há a transferência para impedir a penhora de bens. Isso porque, se o juiz entender que houve transferência de bens para impedir a penhora como uma ação de fraude, a transferência será dada como ineficaz e, portanto, invalidada.

Além disso, a transferência pode configurar crime de fraude contra credores, e o devedor pode ficar sujeito a processos criminais, deixando a situação ainda mais complicada perante à justiça e angariando mais problemas para o seu bolso.

Aprenda como evitar a penhora de bens

Depois de tudo que falamos até aqui, ficou claro que a melhor forma de evitar a penhora de bens, é cumprindo com as obrigações financeiras e evitando contrair dívidas. A Bravo é a solução que você precisa para quitar dívidas e retomar as rédeas da sua vida financeira! Conheça já!

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Como funciona o parcelamento da fatura do cartão de crédito: entenda os riscos

Milhões de pessoas em todo Brasil utilizam o cartão de crédito para fazer compras, pagar contas, assinaturas de serviços de streaming, entre outros usos. No entanto, muitos consumidores ainda ficam com várias dúvidas a respeito das consequências de parcelar a fatura, como, por exemplo, as mudanças no score de crédito, além da redução no limite do cartão.

Pensando nisso, a Bravo criou esse conteúdo, onde explicamos como funciona o parcelamento da fatura do cartão de crédito. Leia na íntegra!

Como funciona o parcelamento da fatura do cartão de crédito?

Existem diversas situações em que o consumidor não consegue manter suas faturas em dia. Seja porque não recebeu a quantia esperada, seja porque gastou mais do que deveria. Enfim, são muitos motivos, e, nessa hora, surgem dúvidas de como funciona o parcelamento da fatura do cartão de crédito. Nesse cenário, existem dois caminhos: pagar o mínimo ou parcelar a fatura do cartão.

Na primeira opção, é possível pagar o valor mínimo da fatura — definido pela instituição financeira com base no valor total e na porcentagem de juros com a qual trabalham — e a quantia restante é passada para a próxima fatura; já o parcelamento permite que o consumidor pague o valor total de forma diluída nas próximas contas.

Por exemplo: imagine que você decidiu parcelar a fatura do cartão de crédito no mês de janeiro e efetuar o pagamento de uma prestação. No entanto, ainda tem parcelas de outras compras realizadas nos meses anteriores. Nesse caso, no mês seguinte, precisará pagar essas anteriores acrescidas do valor do parcelamento de janeiro.

É importante destacar também que, ao realizar o parcelamento de uma fatura, deve-se fazer os pagamentos de forma correta, para não perder todas as vantagens da negociação e incorrer em taxas de juros mais altas!

O que é melhor: parcelar a fatura ou pagar o mínimo?

Como vimos, há duas opções para o consumidor que se vê diante da impossibilidade de quitar o valor integral da fatura do cartão: parcelar a fatura ou pagar o mínimo?

Se o consumidor decidir pagar o mínimo, entrará no crédito rotativo, que funciona como um empréstimo de emergência, sendo uma das modalidades mais caras do mercado, pois possui juros compostos — diferente do parcelamento, que oferece juros fixos.

O crédito rotativo só pode existir por trinta dias, ou seja, até o vencimento da próxima fatura. Ou seja, se você tiver como realizar o pagamento total da dívida até o próximo vencimento, a parcela de fatura rotativo pode ser uma alternativa e o problema será resolvido a curto prazo.

Parcelar a fatura diminui o score?

O score de crédito é um sistema de pontuação que classifica os consumidores em categorias quanto a capacidade que eles têm de cumprir com suas obrigações financeiras. Essa pontuação varia de 0 a 1000. Quanto maior a pontuação do consumidor, melhor pagador ele aparenta ser. Do contrário, quanto menor a pontuação, pior ele aparenta ser.

De acordo com as informações do site Serasa Score, “pagamentos parciais, ainda que realizados no prazo, podem afetar seu Serasa Score, pois podem indicar redução na capacidade de pagamento das contas e aumento da chance de inadimplência.”

Ou seja, em alguns casos, parcelar fatura diminui score sim, portanto é preciso se atentar a isso.

Devo parcelar a fatura do cartão de crédito?

Agora que você já sabe como funciona o parcelamento da fatura do cartão de crédito, fica a questão, quando se deve optar por essa opção de pagamento?

Sugere-se, apenas, parcelar a fatura do cartão de crédito em último caso, quando o boleto estiver acima do esperado e não puder ser pago de forma integral. No entanto, é importante ter cuidado para não acumular dívidas.

A Bravo oferece uma assessoria gratuita para entender sua situação financeira e te ajudar a dar o primeiro passo rumo ao controle total de suas finanças! Seja uma situação em que você está em atraso com suas faturas, ou só esteja com dificuldades para pagá-las, pode contar com nosso apoio!

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Lei do superendividamento: como funciona e quem se enquadra?

De acordo com a PEIC (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), divulgada em 2022, 22% das famílias brasileiras possuíam mais da metade do seu orçamento comprometido. Dessas, 8,4% não tinham condições de pagar e manter o básico para a sua sobrevivência. Tendo isso em vista, o Governo Federal criou a lei do superendividamento.

Descubra, nesse conteúdo da Bravo, como funciona a lei do superendividamento e quem se enquadra em seus critérios!

Como funciona a lei do superendividamento?

Em 2021, o Governo Federal criou a lei do superendividamento, que acrescenta novas regras ao Código de Defesa do Consumidor, prevê a possibilidade de desistir do crédito consignado e estabelece um mínimo essencial para a sobrevivência.

Além de auxiliar com a renegociação de dívidas, a lei do superendividamento também cumpre um papel educacional ensinando gerenciamento financeiro, para evitar a contração de novas dívidas, visto que não basta limpar o nome, é importante não voltar a negativá-lo!

Quem pode ser considerado superendividado para a lei do superendividamento?

O superendividado é aquela pessoa que não consegue pagar suas dívidas e manter o mínimo para a sua sobrevivência. Nesse sentido, não se trata apenas de ser uma pessoa hipossuficiente economicamente, é, também, aquela que precisa retirar do próprio sustento para quitar as dívidas.

Imagine que um brasileiro recebe um salário mínimo ao mês, R$ 1.412 (valor vigente). No entanto, esse mesmo brasileiro possui muitas dívidas de consignados, e gasta apenas com elas o montante de R$ 1.400, sobrando apenas R$ 12 para suas despesas básicas.

Nesse exemplo, essa pessoa precisaria contrair novos empréstimos para ter o mínimo para sobrevivência com gastos como saúde, vestuário, comida, entre outros. Esse ciclo se tornaria uma eterna resistência para pagar o básico.

A lei do superendividamento foi criada para proteção dessas pessoas, através do estabelecimento do mínimo existencial. A partir desse mínimo, o indivíduo pode ter acesso à educação financeira para não contrair mais dívidas.

O que é o mínimo existencial garantido para os endividados?

O mínimo existencial, como o próprio nome diz, é o mínimo para a sobrevivência de uma pessoa e é, também, o valor que não pode ser tocado pelas instituições financeiras.

Em junho de 2023, o mínimo existencial foi aprovado no valor de R$ 600, o antigo valor era de R$ 303.

Quais dívidas podem ser perdoadas pela lei do superendividamento?

De acordo com a lei do superendividamento, algumas dívidas podem ser perdoadas a partir de um plano de pagamento.

Nesse sentido, só vão ser perdoados débitos relacionados a consumo e vinculados a instituições financeiras como água, luz, telefone, gás, empréstimos com bancos, boletos e carnês, créditos em geral.

As dívidas que não entram nessa lista são as contraídas de má-fé, e também aquelas decorrentes de multas de trânsito, impostos e demais tributos, financiamento imobiliário, crédito rural, entre outros.

Destaca-se, no entanto, que, conforme o art. 1.707 do Código Civil Brasileiro, a pensão alimentícia é irrenunciável e, portanto, não pode ser perdoada com o perdão de dívidas atribuídas pela lei do superendividamento, pois se trata de um direito da parte recebedora, ainda que interfira no sustento do devedor.

Como funciona o plano de pagamento do superendividamento?

Segundo a lei do superendividamento, durante a audiência de conciliação o devedor poderá apresentar um plano de pagamento do superendividamento com prazo máximo de cinco anos para quitação.

No entanto, se o credor não comparecer à audiência de conciliação sem apresentar justificativa, o pagamento da dívida será suspenso, assim como os juros por atraso. Ele também fica sujeito ao plano de pagamento determinado pelo juiz, se o consumidor souber o valor exato.

Destaca-se também que, o credor perde a prioridade no pagamento. Seu pedido de repactuação não será aprovado em caso de declaração de insolvência civil e poderá ser repetido somente após o prazo de dois anos.

No entanto, se houver acordo com o credor, e validação pelo juiz, o acordo poderá ser apresentado em um cartório de protesto para retirada do nome do consumidor da lista das agências de crédito.

Na ausência dos credores, será nomeado, pelo juiz, um administrador que terá 30 dias para apresentar um plano de pagamento com aumento de prazo e descontos. E o pagamento da dívida original será corrigido pela inflação, com 5 anos para quitação.

Após esses encaminhamentos, o devedor terá 180 dias após a decisão judicial para efetuar a primeira parcela!

Não se enquadra na lei do superendividamento? A Bravo pode te ajudar!

A lei do superendividamento trouxe alívio para muitos brasileiros endividados, no entanto, ainda sim, diversas pessoas não se enquadram na lei e, portanto, não podem utilizar esse método para quitar suas dívidas.

Se esse é o seu caso, a Bravo pode te ajudar! Oferecemos assessoria gratuita para entender sua situação financeira e te ajudar a dar o primeiro passo rumo ao controle total de suas finanças. Pare de deixar para depois e faça como vários clientes que estão retomando o controle de suas finanças!

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Refinanciamento de empréstimo consignado: o que é, benefícios e critérios

Todos os anos, milhares de pessoas contratam empréstimos consignados para tentar quitar as dívidas pendentes. No entanto, quando as parcelas do empréstimo apertam, uma solução pode ser o refinanciamento de empréstimo consignado.

Confira, nesse artigo da Bravo, o que é o refinanciamento de empréstimo consignado e quem pode pedi-lo. Leia na íntegra!

O que é o refinanciamento do empréstimo consignado?

O refinanciamento de empréstimo consignado acontece quando uma pessoa que já tem um empréstimo contratado — e o pagou de forma parcial — decide tomar emprestado mais crédito da mesma instituição financeira ou renegociar o prazo para pagamento.

Nesse sentido, o refinanciamento de empréstimo consignado funciona como uma readaptação das condições que já existem e foram delimitadas no contrato inicial.

Para ajudar na visualização, vamos usar um exemplo: imagine um aposentado que tem um contrato de consignado de 82 meses, o prazo máximo, e já pagou 30 parcelas, mas não está conseguindo manter o pagamento em dia. Ele decide, então, refinanciar o contrato, e em um novo acordo, voltar a ter 84 meses.

Nesse caso, o saldo devedor continua o mesmo, no entanto, o valor das parcelas vai reduzir, pois, irá ser diluído ao longo de mais meses para pagamento.

Destaca-se que, o refinanciamento acontece dentro da mesma instituição responsável pela concessão do empréstimo. E ainda, antes de iniciar o processo, deve-se quitar um porcentual entre 15% e 30% do valor total da dívida que já existe. Depois, basta entrar em contato com o banco e renovar os termos.

Quem pode solicitar o refinanciamento do empréstimo consignado?

Embora pareça uma ótima oportunidade, nem todas as pessoas podem solicitar o refinanciamento de empréstimo consignado, isso porque, se trata de um financiamento disponível apenas para aqueles que têm direito a contratar empréstimos consignados.

Nesse sentido, são eles: aposentados e pensionistas da Previdência Social; SIAPE e servidores públicos estaduais e municipais; funcionários de empresas privadas que oferecem a contratação como benefício.

Quais são os requisitos para solicitar o refinanciamento?

Em síntese, todo contrato de empréstimo consignado pode passar pelo financiamento, desde que seja quitado de forma parcial. Ou seja, desde que o contratante já tenha pago uma parte da dívida total.

Em geral, exige-se de 15% a 30% da dívida original quitada para que o refinanciamento seja liberado. No entanto, mais uma vez, não é uma regra e a proporção vai depender de cada instituição financeira.

E qual o prazo para o refinanciamento?

O refinanciamento de empréstimo consignado é um processo mais lento do que a contratação inicial do empréstimo consignado, pois a instituição financeira vai precisar reanalisar todos os valores pagos até o momento, e elaborar uma série de novas condições de contrato, o que pode incluir encargos de refinanciamento.

Aprenda a diferença entre refinanciamento e portabilidade

Embora pareçam termos semelhantes, em nada se identificam. O refinanciamento é o ato de renegociar um acordo que já existe junto à própria instituição financeira com a qual ele foi contratado previamente. Enquanto a portabilidade é o que acontece quando um contratante “vende a dívida” para outra instituição financeira.

A portabilidade é uma transferência que o aposentado, pensionista ou outro beneficiário da Previdência Social tem o direito de realizar. Nela, o contratante transfere a dívida para uma outra instituição financeira, que a compra. Essa troca tem benefícios parecidos com o refinanciamento, como taxas de juros menores e a diminuição do valor da parcela.

Conte com a Bravo para quitar sua dívida de empréstimo e retome o controle da sua vida financeira

O refinanciamento e a portabilidade são alternativas para quitar o seu empréstimo consignado, mas, caso você não preencha os requisitos, a Bravo pode te ajudar a fugir da inadimplência!

Oferecemos assessoria gratuita para entender sua situação financeira e te ajudar a dar o primeiro passo rumo ao controle total de suas finanças! Seja uma situação em que você está em atraso com seus pagamentos, ou só esteja com dificuldades para mantê-los em dia, conte conosco para te auxiliar.

Entre em contato ainda hoje, preencha o formulário com suas informações e inicie um novo capítulo na sua história.

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Quem tem nome sujo pode fazer concurso?

No Brasil, o número de pessoas que prestam concursos públicos aumenta a cada ano. Com o novo Concurso Nacional Unificado (CNU), diversas dúvidas vieram à tona a respeito das provas, entre elas um questionamento antigo ressurge: quem tem nome sujo pode fazer concurso público? Continue lendo esse artigo da Bravo para saber a resposta!

Descubra quem pode fazer concursos públicos

De acordo com a Lei Federal n.º: 8.112 de 1990, os requisitos para participar de concursos públicos no Brasil são:

Nacionalidade: brasileira ou estrangeiros em situação regular no país; – Idade mínima: Geralmente, 18 anos completos na data da posse no cargo; – Escolaridade: De acordo com o cargo, pode variar desde ensino fundamental até nível superior; – Situação eleitoral: Estar em dia com as obrigações eleitorais; – Situação militar: Para homens, estar em dia com as obrigações militares (até 45 anos); – Documentação: apresentar documentos exigidos no edital, como RG, CPF, comprovante de residência, entre outros; – Compatibilidade com o cargo: atender a requisitos específicos estabelecidos para a função desejada; – Capacidade física e mental: para certos cargos são exigidos exames de saúde para comprovar a aptidão para o cargo; – Regularidade fiscal e criminal: em alguns casos, é solicitada a regularidade junto à Receita Federal e a ausência de antecedentes criminais.

Nesse sentido, a Lei n.º 8.112/1990, que regulamenta o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, não estabelece restrições à participação de indivíduos que estejam com o nome restrito em concursos públicos.

Destaca-se, portanto, que o nome sujo não está entre os impedimentos, exceto quando tiver de forma clara no edital do concurso. Esse edital, por sua vez, funciona como a ‘constituição’ do concurso e deve ser respeitado, sempre prestando atenção se suas orientações não infringem a própria lei.

Quem tem nome sujo pode fazer concurso?

Depois que mostramos todos os requisitos mínimos para prestar um concurso público, ficou mais fácil entender que quem tem nome sujo pode fazer concurso. E, além disso, vale dizer que essa possibilidade também se estende aos que possuem antecedentes criminais — pois a expressão ‘nome sujo’ por vezes é utilizada para se referir a essas pessoas.

Essa situação acontece porque, a participação em concursos públicos não está condicionada à presença de antecedentes criminais ou de inadimplência, ou seja, nome inscrito nas agências de proteção ao crédito, como SPC e Serasa.

Como vimos nos requisitos, a depender do edital e do cargo, é necessário comprovar uma situação regular em relação à Receita Federal, que diz respeito a encargos como os de Pessoa Jurídica, como MEI e ME, e a correta declaração do Imposto de Renda anual — mas essa é a única questão de ordem financeira prevista pela lei.

Contudo, é de extrema importância ler o edital com atenção, pois, em concursos públicos para bancos, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica, já houve casos de desclassificação ou perda da vaga por haver pendências financeiras nessas instituições.

Já, em se tratando de um processo de natureza criminal, enquanto o processo estiver em curso e não houver condenação, o candidato se presume inocente, de acordo com a Legislação Brasileira, e está autorizado a realizar o certame.

Entretanto, porventura venha a condenação do candidato sem direito a recurso, esse não poderá assumir o cargo. No entanto, se tiver algum erro com relação à sentença, é possível recorrer de forma judicial da decisão!

Quem tem nome sujo pode fazer concurso militar?

Em síntese, na maioria das vezes, ter o nome sujo não impede de ingressar na carreira militar, no entanto, pode influenciar na avaliação do candidato.

De forma resumida, nos certames de carreira Militar e também de policial civil, são incluídos critérios como conduta social e moral. Por essa razão, pode ser que ter o nome sujo seja avaliado de forma negativa dentro do concurso.

Ou seja, quem tem nome sujo pode prestar concurso da polícia civil, mas também pode ser avaliado de forma negativa. Por isso, o ideal é verificar todos os requisitos e ler o edital com calma, para garantir que nenhuma surpresa ocorra no futuro.

Quais são os impedimentos para tomar posse em um concurso?

Existem várias razões que podem impedir um candidato de tomar posse em um concurso público, ainda que tenha sido aprovado no certame em questão.

Dentre as principais razões estão as relacionadas com os requisitos exigidos no edital. Nesse caso, se você não cumprir alguns dos requisitos mencionados, será impedido de tomar posse.

Por exemplo, se na descrição do cargo é dito que você precisa ter um diploma em mãos no momento da posse, mas você ainda não se graduou, perderá a vaga, independente de sua posição classificatória.

Aprenda como limpar o nome se estiver negativado

Apesar de saber que é possível participar de um concurso público estando negativado, você com certeza quer iniciar essa nova etapa com a cabeça mais leve e uma preocupação a menos, não é mesmo?

Prestar e passar em um concurso é o primeiro passo para mudar sua vida financeira, mas, com a Bravo, você pode colocar suas finanças em ordem muito antes disso! Acesse nosso site e consulte sua situação hoje mesmo!

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