Trocar uma dívida caríssima por outra mais barata pode ser uma decisão inteligente. O problema é que, na prática, muita gente pega crédito novo sem comparar custos, e termina com duas dívidas em vez de uma.
Este texto ajuda a fazer as contas antes de assinar qualquer contrato.
A conta que decide tudo
Compare o custo total: quanto você pagaria mantendo a dívida atual versus quanto pagaria no novo empréstimo, somando todas as parcelas.
Se o novo crédito for mais caro ou apenas parecido, ele não resolve, só empurra o vencimento para frente.
- Custo efetivo total do novo crédito.
- Soma de todas as parcelas até o fim.
- Prazo e valor da parcela frente à renda disponível.
- Se a dívida antiga será realmente quitada.
Quando pode fazer sentido
Faz sentido quando o novo crédito é claramente mais barato, quando substitui integralmente a dívida antiga e quando a parcela caiba no orçamento com folga.
Quer entender o seu caso com apoio de especialistas?
A avaliação inicial da Bravo é gratuita e sem compromisso.
Receber assessoria gratuitaQuando é sinal de alerta
É sinal de alerta quando o crédito serve para pagar parcela de outra dívida, quando o limite liberado é maior do que o necessário ou quando o orçamento já estava no limite antes.
- Usar o valor extra para consumo em vez de quitação.
- Manter o cartão e o cheque especial disponíveis para uso.
- Contar com renda futura incerta para pagar as parcelas.
Alternativas antes de contratar
Antes de assumir novo contrato, vale tentar renegociar diretamente a dívida existente, revisar o orçamento e avaliar a ordem de prioridade das dívidas.
Decidindo com clareza
Se você não consegue comparar as opções com segurança, uma avaliação externa ajuda. A Bravo faz uma análise gratuita do cenário e não trabalha com promessa de aprovação de crédito.